Recebi esta “mensagem” de um cliente, na realidade de uma profissional que tenho muita admiração!

Os japoneses sempre adoraram peixe fresco. Porém, as águas perto do Japão não produzem muitos peixes há décadas.

Assim, para alimentar a sua população, os japoneses aumentaram o tamanho dos navios pesqueiros e começaram a pescar mais longe do que nunca. Quanto mais longe os pescadores iam, mais tempo levava para o peixe chegar. Se a viagem de volta levasse mais do que alguns dias, o peixe já não era mais fresco. E os japoneses não gostaram do gosto destes peixes.

Para resolver este problema, as empresas de pesca instalaram congeladores em seus barcos. Eles pescavam e congelavam os peixes em alto-mar. Os congeladores permitiram que os pesqueiros fossem mais longe e ficassem em alto mar por muito mais tempo. Os japoneses conseguiram notar a diferença entre peixe fresco e peixe congelado e, é claro, eles não gostaram do peixe congelado.

Entretanto, o peixe congelado tornou os preços mais baixos. Então, as empresas de pesca instalaram tanques de peixe nos navios pesqueiros. Eles podiam pescar e enfiar esses peixes nos tanques, como “sardinhas”.

Depois de certo tempo, pela falta de espaço, eles paravam de se debater e não se moviam mais. Eles chegavam vivos, porém cansados e abatidos. Infelizmente, os japoneses ainda podiam notar a diferença do gosto. Por não se mexerem por dias, os peixes perdiam o gosto de frescor.

Os consumidores japoneses preferiam o gosto de peixe fresco e não o gosto de peixe apático.

Como os japoneses resolveram este problema? Como eles conseguiram trazer ao Japão peixes com gosto de puro frescor?

Se você estivesse dando consultoria para a empresa de pesca, o que você recomendaria?

Antes da resposta, leia o que vem abaixo:

Quando as pessoas atingem seus objetivos – tais como: quando encontram uma namorada maravilhosa, quando começam com sucesso numa empresa nova, quando pagam todas as suas dívidas, ou o que quer que seja, elas podem perder as suas paixões.

Elas podem começar a pensar que não precisam mais trabalhar tanto, então, relaxam. Elas passam pelo mesmo problema dos ganhadores de loteria, que gastam todo seu dinheiro, o mesmo problema de herdeiros, que nunca crescem, e de donas-de-casa, entediadas, que ficam dependentes de remédios de tarja preta.

Para esses problemas, inclusive no caso dos peixes dos japoneses, a solução é bem simples.

L. Ron Hubbard observou, no começo dos anos 50:

“O homem progride, estranhamente, somente diante de um ambiente desafiador”.

Quanto mais inteligente, persistente e competitivo você é, mais você gosta de um bom problema. Se seus desafios estão de um tamanho correto e você consegue, passo a passo, conquistar esses desafios, você fica muito feliz. Você pensa em seus desafios e se sente com mais energia. Você fica excitado e com vontade de tentar novas soluções. Você se diverte.

Você fica vivo!

Para conservar o gosto de peixe fresco, as empresas de pesca japonesas ainda colocam os peixes dentro de tanques, nos seus barcos. Mas, eles também adicionam um pequeno tubarão em cada tanque.

O tubarão come alguns peixes, mas a maioria dos peixes chega “muito vivo”. E fresco no desembarque. Tudo porque os peixes são desafiados, lá nos tanques.

Portanto, como norma de vida, ao invés de evitar desafios, pule dentro deles. Massacre-os. Curta o jogo. Se seus desafios são muito grandes e numerosos, não desista, se reorganize! Busque mais determinação, mais conhecimento e mais ajuda. Se você alcançou seus objetivos, coloque objetivos maiores. Uma vez que suas necessidades pessoais ou familiares forem atingidas, vá ao encontro dos objetivos do seu grupo, da sociedade e, até mesmo, da humanidade.

Crie seu sucesso pessoal e não se acomode nele. Você tem recursos, habilidades e destrezas para fazer a diferença. “Ponha um tubarão no seu tanque e veja quão longe você realmente pode chegar”

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Dica de Leitura
Hoje, tive acesso a um artigo muito bem elaborado, neste texto o autor, apresenta de uma forma clara o grande dilema dos profissionais que possuem cargo de gerência / liderança, ou seja, a escolha entre administrar ou executar as tarefas!

Na essência, o texto, mostra que podemos buscar um equilíbrio entre as duas ações (administrar e executar).

Convido a ler o artigo!

Também, no seu conteúdo apresenta que a empresa Magazine Luiza é considerada como um bom exemplo deste equilíbrio.

E você, que possue cargo de gerência / liderança, consegue buscar no seu dia-a-dia este equilíbrio?

Reflita sobre este assunto, neste final de semana!

 

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Dica de Leitura

Hoje, estou em Cachoeira do Sul / RS. Conheci esta cidade no ano de 2000, quando realizamos um projeto da Screw Indústria Metal Mecânica Ltda., sendo que atualmente estamos com um projeto na Jacuí Gráfica Ltda.

Cachoeira do Sul é um município gaúcho reconhecido pela sua inserção regional no contexto sócio-econômico do estado do Rio Grande do Sul. É dotado de ótima localização, servido por uma ampla rede de infra-estrutura de apoio, que vai desde a acessibilidade de transporte intermodal à disponibilidade hídrica superficial e subterrânea.

É fortemente vocacionada à atividade primária, apresentando referenciais de produtividade agrícola acima da média estadual e plantéis genéticos na pecuária, de reconhecimento nacional. Nos últimos anos vem fortalecendo seu potencial industrial e de serviços, levando-se em conta os processos de apoio às iniciativas locais, bem como articulando a entrada de novas empresas, tais como:

Um dos pontos turísticos mais belos é o Chateau D´Eau (Castelo D`Água em francês), sendo o principal símbolo de Cachoeira do Sul.

O monumento que integra o complexo arquitetônico da Praça da Matriz foi recentemente todo recuperado. Além da pintura nova, o cartão-postal que foi construído no começo do século passado para regular o abastecimento de água na parte alta da cidade, ganhou novos sistemas hidráulico e de luzes, que garantem o espetáculo à noite. As ninfas que encontram-se no entorno do Chateau, que tem no seu ponto mais alto a estátua do deus Netuno, também foram revitalizadas e estão mais belas do que nunca.

Visite Cachoeira do Sul e conheça essa e outras atrações da Capital do Arroz!

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Título do livro: Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes

Autor: Covey, Stephen R.

Editora: Best Seller / Nova Cultural

Resumo do livro:

Stephen R. Covey acredita que vencer ou fracassar é resultado de sete hábitos. São eles que distinguem as pessoas felizes, saudáveis e bem-sucedidas das fracassadas ou daquelas que sacrificam o equilíbrio interior e a felicidade para alcançar êxito. Em “Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes” estão contidos os princípios fundamentais da eficácia humana – sete hábitos básicos e primordiais que representam a interiorização dos princípios corretos, nos quais estão baseados o sucesso e a felicidade duradoura.

A indicação deste livro esta referenciada a uma das poucas pessoas que me orientou, e principalmente utilizo como referência para a vida pessoal e profissional, Jerônimo Lima, meu mestre! Tenho dois marcos de referência deste ser humano maravilhoso: o primeiro foi em 1990, quando tive a oportunidade de ser seu aluno em um curso de especialização em gestão de projetos pelo CREA/RS, a partir daquele momento, através da troca de informações, tornei-me seu discípulo! A segunda oportunidade foi em 2000, quando tivemos a chance de trabalharmos em um projeto junto a um cliente. Naquele momento ele me indicou este livro, ou melhor dizendo esta filosofia de vida, “a mudança a partir de novos hábitos”! A leitura, e principalmente a prática mudou completamente a minha vida!

O livro, é considerado um dos mais influentes do século XX no mundo dos negócios, está completando 15 milhões de exemplares em todo o mundo e ocupou as listas de mais vendidos durante oito anos consecutivos. Esta nova edição especial de aniversário traz prefácio assinado pelo autor sobre a importância dos 7 Hábitos na atualidade e respostas às perguntas mais comuns de seus leitores.

Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes baseia-se em hábitos que interiorizam princípios nos quais se baseiam o sucesso e a felicidade duradoura, numa combinação perfeita de visão, compreensão e experiência prática que caracterizam a ética do caráter.

Os 3 primeiros hábitos referem-se à liderança de cada pessoa consigo mesma, numa vitória particular: Seja pró-ativo implica que nós somos responsáveis por nossas vidas e nosso comportamento resulta de decisões tomadas, e não de condições externas. Comece com um objetivo em mente significa começar tendo uma compreensão clara do destino, saber para onde você está seguindo e dar os passos sempre na direção correta. Primeiro o mais importante traduz-se por organizar e executar conforme as prioridades.

Os 3 hábitos seguintes referem-se à liderança de uma pessoas em relação às demais, numa vitória pública: Pense em ganha-ganha é um estado de espírito que busca constantemente o benefício mútuo em todas as interações humanas. Procure primeiro compreender, depois ser compreendido é o princípio mais importante no campo das relações interpessoais, a chave para a comunicação eficaz. Crie sinergia é a atividade mais dinâmica de toda a vida, o verdadeiro teste e a manifestação de todos os outros hábitos vistos em conjunto.

O 7º e último hábito, Afine o Instrumento, refere-se à visão holística do crescimento pessoal integral, preservando e melhorando seu bem mais precioso – você mesmo -, renovando as 4 dimensões de sua quadrinidade: material, emocional, intelectual e espiritual.

Através desses 7 hábitos você poderá estabelecer uma rede de interdependência com as pessoas com as quais convive e trabalha, aumentando suas chances de sucesso.

A seguir apresentamos uma figura que mostra a inter-relação destes hábitos.

A partir da análise dos conceitos e práticas abordados neste livro, elaboramos, na Simples Soluções® um AVAL® – Aprendizado Vivencial ao Ar Livre que apresenta através de 7 técnicas como é possível transformar a nossa vida, utilizando-se das informações apresentadas nesta obra.

Maiores detalhes sobre como podemos auxiliar os seus colaboradores nesta caminhada permanente em busca de novos hábitos, acesse a nossa página inicial na internet e clique no banner do AVAL® – Aprendizado Vivencial ao Ar Livre.

Desejo a todos uma excelente leitura!

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Aprendizado Vivencial ao Ar Livre, Dica de Leitura, Programa 5 S

Dando continuidade ao post anterior (clique aqui).

Muitas empresas / organizações que já possuem um determinado nível de maturidade em seu sistema de gestão por já possuírem, ou a ISO 9001 ou algumas iniciativas voltadas ao atendimento de critérios de um modelo de excelência, por exemplo, PGQP, e que desejam incrementar este sistema adotando um modelo similar ao que já possuem, muitas vezes deparam-se com o seguinte dilema: Já tenho um, por que implementar o outro? Para responder esta pergunta, alguns fatores de ordem prática devem ser considerados, como por exemplo:

§ Reconhecimento: o certificado ISO 9001 é reconhecido internacionalmente, já o sistema de gestão baseado em critérios de excelência pode possuir um reconhecimento mais limitado, dependendo da abordagem que a organização utiliza. Por um exemplo, um prêmio estadual recebido por uma organização, pode não ser reconhecido, para fins comerciais, em outros países;

§ Pressão do mercado: foi a partir da década de 80 que as empresas passaram a ter um maior grau de integração internacional, onde se buscou adequação aos procedimentos da Internacional Organization for Standartization lançados em 1987 (ISO 9000). Indústrias de ponta passaram a cobrar dos seus fornecedores a certificação, a exemplo da indústria automobilística, que qualificou toda a cadeia produtiva automotiva cobrando rígidos padrões de qualidade e um elevado grau de exigência, “sugerindo” a seus fornecedores que se certificassem na norma ISO 9001. Resultado: ou a empresa se certifica ou está fora!

§ Necessidade de melhoria na Gestão: A norma ISO 9001 sempre foi alvo de muitas críticas. Antes da atual versão, lançada no final do ano 2000, já ouvi de muitos empresários que decidiram por não buscar a certificação, pois a mesma iria “engessar” a gestão e as rotinas da sua empresa. Tive algumas oportunidades em que propus melhorias em rotinas de empresas certificadas e ouvi um categórico “não dá” da pessoa que operacionaliza tal rotina, sob a justificativa de que “a ISO não deixa”. Por incrível que pareça esta foi a realidade em muitas empresas que implementam a norma de uma maneira totalmente deslocada da gestão do seu negócio. Felizmente com a edição 2000 da ISO 9001 esta cena não vêm se repetindo com a mesma freqüência de antes e a contribuição na melhoria da gestão da empresa é bastante expressiva. Os modelos de excelência também fornecem subsídios importantes quando o assunto é melhoria organizacional, pois o benchmarking é uma prática que passa a ser muito incentivada.

§ Instrumento de promoção: Acho muito válido as organizações divulgarem a conquista de um certificado ISO 9001 ou o recebimento de um prêmio estadual ou nacional da qualidade como sendo a conseqüência de um esforço conjunto de toda a organização. O problema é quando principal objetivo é este. Ai passamos a ter o famoso sistema “para inglês ver” que, ao invés de agregar valor, somente agrega burogracia sem sentido. Em uma auditoria externa em uma organização, ouvi de um auditor que o sistema de gestão é como um automóvel, que deve levar o seu condutor onde ele deseja, e nunca o condutor levar o automóvel nas costas, pois se perde todo o sentido de possuí-lo. Como um sistema de gestão é a mesma coisa.

No próximo post (clique aqui) daremos continuidade este assunto!

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Baseando-se na lei da física, que diz que “dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo”, posso afirmar que esta premissa não é adequada quando se pensa em integrar os critérios do PGQP (Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade) com os requisitos da ISO 9001! O PGQP, desenvolvido a partir dos critérios do PNQ, e ISO 9001 podem “conviver” de forma harmoniosa nas empresas / organizações.

Meu principal objetivo, com este “post”, é fazer uma análise comparativa dos dois “sistemas” com a finalidade de fornecer uma visão abrangente às empresas / organizações que possuem um dos “sistemas” e pretendem implementar o outro, ou até mesmo para aquelas que pretendem implementar os dois ao mesmo tempo, como é o caso de algumas empresas / organizações que já atendi ou estou atendendo em projetos de consultoria.

Minha primeira experiência que comprova esta “nova lei da física” aconteceu quando estava implementando os requisitos da ISO 9001 em uma empresa / organização que já possuía a cultura dos 8 princípios da gestão pela qualidade, participando do processo de avaliação interna / externa do PGQP. A empresa chama-se Indústria Gráfica Sul Ltda., cujo nome fantasia é Gráfica Rex, sendo que esta história aconteceu em 1997. No término do projeto de implementação dos requisitos da ISO 9001, esta empresa conquistou a medalha de bronze do PGQP, confirmando a quebra desta “nova lei da física”!

Atualmente, estamos desenvolvendo 2 projetos de consultoria, considerando esta integralização, o primeiro na empresa AIL Acessos Internacionais Logística Ltda. e o segundo na Gráfica Jacuí Ltda.

A estruturação dos requisitos da ISO 9001 foi baseada em oito princípios de gestão pela qualidade, que podem ser utilizados pela alta direção para conduzir a organização à melhoria do seu desempenho. A seguir, esses princípios são apresentados:

Princípios de gestão pela qualidade

1. Foco no cliente;

2. Liderança;

3. Envolvimento de pessoas;

4. Abordagem de processo;

5. Abordagem sistêmica para a gestão;

6. Melhoria contínua;

7. Abordagem factual para a tomada de decisão, e;

8. Benefícios mútuos nas relações com fornecedores.

Os critérios propostos pelo PGQP são frutos de muitos anos de aplicação e refinamento dos sistema, em inúmeros países. Foi inicialmente criado nos Estados Unidos da América durante a década de 80, como uma forma de estimular as organizações americanas a reagirem contra a ameaça japonesa. O atendimento a uma série de requisitos dava direito às organizações que se destacaram, a receberem uma premiação que recebeu o nome de Malcolm Baldrige, nome do senador americano que propôs a criação do prêmio, servindo de estimulo para a estruturação de diversos prêmios em vários países. Aqui no Brasil, a abertura de mercado nos anos 90, fez com que as empresas tivessem uma grande necessidade de profissionalização, fazendo com que o governo criasse o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP). Nesta época estruturou-se a Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade, difundindo no Brasil os critérios de excelência, baseado fortemente no modelo americano. O Prêmio Nacional da Qualidade estimulou a criação de prêmios regionais e diversos estados, e hoje, a grande maioria desses prêmios (senão todos) estão inseridos no modelo proposto pela Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade, como é o caso do PGQP.

Da mesma forma que os requisitos da ISO 9001 se sustentam em princípios, os critérios do modelo de excelência se sustentam em fundamentos que podem ser evidenciados em organizações de elevado desempenho e que são líderes de Classe Mundial. A seguir, esses fundamentos são apresentados:

Fundamentos da excelência

1. Visão sistêmica;

2. Aprendizado organizacional;

3. Agilidade;

4. Inovação;

5. Liderança de constância de propósitos;

6. Visão de futuro;

7. Foco no cliente e no mercado;

8. Responsabilidade social;

9. Gestão baseada em fatos;

10. Valorização das pessoas;

11. Abordagem por processos, e;

12. Orientação por resultados.

No próximo post (clique aqui) daremos continuidade este assunto!

 

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A partir do “post” anterior no qual apresentamos uma nova “abordagem” para tornar um Sistema de Gestão pela Qualidade baseado na ISO 9001 adequado a necessidade e realidade do mercado no qual a sua organização / empresa está inserido, irei continuar a análise da abordagem por processo, falando sobre as “tartarugas” que caminham juntas!

Aquelas pessoas que gostariam de adquirir conhecimentos mais profundos sobre “gestão orientada por processo”, ou basicamente “gestão por processo”, recomendo-os a acessar o website de Michael Hammer (www.hammerandco.com). Michael Hammer é o mentor dos conceitos que transformaram o mundo da gestão. É autor de três livros de referência: o best-seller internacional Reengineering the Corporation, a manifesto for business revolution, escrito com James Champy, The Reengineering Revolution, a handbook e Beyond Reengineering, how the process-centered organization is changing our work and our lives. Foi professor de Engenharia Informática no Massachusetts Institute of Technology e fundador e gestor de várias empresas de novas tecnologias. A revista Business Week identificou-o como um dos pensadores de gestão mais importante dos anos 90 e a revista Time incluiu-o na sua lista dos 25 indivíduos mais influentes dos EUA. Para além dos livros, é autor de vários artigos publicados em revistas como a Harvard Business Review e The Economist.

Vamos continuar definindo “processo”. Definir processo é talvez a “área” da ISO 9001 que gera a maior parte de mal-entendidos. Contudo, essa “área” pode ser bastante simples. Um processo é qualquer conjunto de atividades associadas que possui “entradas” e que gera “saídas”.

Existem diversos modos / metodologias de satisfazer essa parte da norma e o gerente da qualidade tem de escolher quais métodos irão se adequar melhor à organização. Particularmente considero o mais simples, o “mapeamento”.

A partir de agora, segue as minhas orientações, baseada na teoria, mas principalmente validada em meus 13 anos de experiência em projetos de consultoria.

1. Para qualquer tipo de empresa / organização, recomendo identificar / listar os produtos / serviços que são oferecidos para o mercado, ou seja, clientes. Caso a organização possua uma gama muito grande de produtos / serviços, sugiro agrupá-los por “famílias”.

2. Os processos podem ser agrupados em três tipos:

a. Principais – são aqueles que estão diretamente envolvidos no atendimento aos principais requisitos dos “clientes externos”, sendo que seus resultados produzem um alto impacto nos “clientes externos”;

b. Suporte – estão diretamente envolvidos no atendimento aos principais requisitos dos clientes internos, dando apoio aos processos Principais e Gerenciais, e;

c. Gerenciais – são estratégicos, onde ocorrem tomadas de decisão de nível gerencial para cima, decidem a aplicação de recursos, e são responsáveis pelo planejamento estratégico e orçamentário.

3. De forma prática, considero como todas as atividades vinculadas a prestação dos serviços ou produção dos produtos, como Principais. Mas, temos que considerar desde o início da solicitação, ou seja, requisitos dos “clientes externos”, transformando-os em produtos / serviços, até a sua entrega e pós-entrega.

4. Já para os de Suporte, considero todas as atividades vinculadas a dar “sustento” para os conjuntos das atividades vinculadas aos Principais.

5. E “sobrando”, se posso citar desta forma menosprezada, o conjunto de atividades que determinará a Diretriz Principal, e como alcança-la através da formulação das estratégias e planos de ações. Sim, estou falando da “Gestão Estratégica”, assunto de uma outra série de “post” que irei descrever em paralelo.

Para exemplificar este “mapeamento”, segue uma proposta que elaboramos em conjunto com um dos nossos clientes, uma empresa / organização do segmento gráfico. Notem que para cada processo, ou melhor, dizendo “tartarugas”, existe uma codificação:

§ Principais (PP);

§ Suporte (PS), e;

§ Gerencial (PG).

Após esta etapa de “mapeamento” dos processos, irei falar do seu “detalhamento”.

Para os “sofredores de plantão”, notem que ainda não mencionei em nenhum momento a interpretação dos requisitos da ISO 9001. Qual será o motivo? Simples, antes de “convidar” os requisitos da ISO 9001 a fazerem parte da “vida da empresa / organização” temos que torná-la um “ser-vivo”, adaptável aos agentes externos (concorrência, clientes, governo e fornecedores) e também aos agentes internos (colaboradores e acionistas / donos).

Mas, isto é assunto para outro “post”!

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Hoje, pela manhã … bem cedo, quando estava visitando um potencial cliente na cidade de Gramado / RS, aproveitei que a porta da Igreja Matriz São Pedro estava aberta e fui falar com Deus, agradecer pelas oportunidades que “ele” nos oferece, sendo que algumas vezes não percebemos estas situações como oportunidades.

O local é muito belo … a arquitetura é digna de ficar um bom tempo contemplando e orando / conversando com Deus! Quando entrei, às 8h percebi que não estava sozinho, ao lado do altar central, existe um local de oração / novena, onde pessoas santas estavam orando por nós!

Você pode percorrer de forma virtual este local e outros tão bonitos, desta cidade, através do website http://gramadosite.com.br/turismo/open:1

Viagem de trabalho … também é turismo e principalmente reflexão!

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Título do livro: Teal – Treinamento Experiencial ao Ar Livre

Autor: Dinsmore, Paul Campbell

Editora: Senac RJ

Resumo do livro:

Este livro mostra por que o Treinamento Experiencial ao Ar Livre (Teal) se tornou um programa tão eficiente na preparação de executivos e gestores de empresas modernas para as intempéries do meio empresarial no século XXI, utilizando novas ferramentas científicas, principalmente das áreas de psicologia, pedagogia, antropologia e sociologia.

Comentários sobre a leitura do livro:

Há cerca de 16 anos atrás, mais precisamente em 1992, tive a minha primeira “experiência”, ou melhor dizendo “vivência” de um treinamento não convencional, ou seja, em ambiente que não tivesse 4 paredes e um teto. Inicialmente como qualquer ser humano “preso” a conceitos tradicionais de repasse de conhecimento através de um “quadro negro” e cadeiras universitárias, estava totalmente incrédulo. “Como eu poderia aprender algo através de jogos infantis” – pensava enquanto o professor mostrava técnicas simples, estimulando os participantes a “vivenciarem” através de dinâmicas em grupo conceitos de liderança e comunicação, por exemplo. Mesmo assim, relutando inicialmente, percebi aos poucos, participando das atividades que conseguia relacionar com fatos positivos e negativos da minha vida profissional e principalmente pessoal. E o mais importante que aquelas atividades realizadas iriam-me “marcar” para sempre em minhas atitudes e decisões do meu dia-a-dia.

Logo após constituir o meu próprio negócio, ou seja, a Simples Soluções®, percebi ao longo das atividades de consultoria e, principalmente, de aprendizado que existia um “vazio” entre a teoria e a prática no que se refere aos aspectos de mudança comportamental dos indivíduos. E que inicialmente era infrutífero tentar mudar o comportamento das pessoas, mas fazer com que a mudança partisse deles, ou seja, da pessoa seria o caminho mais adequado, a famosa mudança interna. Partindo desta análise, resolvi criar um produto, o AVAL® – Aprendizado Vivencial ao Ar Livre, utilizando os princípios do “mestre” Paul Campbel Disnmore, pioneiro no Brasil em utilizar estes conceitos em diversas organizações.

Em 2002 tive a oportunidade de ler este livro, no qual estou recomendando. Neste livro podemos encontrar todo o histórico, contanto onde e como surgiu essa técnica, considerada radical e revolucionária, que vem alterando a filosofia educacional nas organizações. Mostra por que o Treinamento Experiencial ao Ar Livre (Teal) se tornou um programa tão eficiente na preparação de executivos e gestores de empresas modernas para as intempéries do meio empresarial no século XXI, utilizando novas ferramentas científicas, principalmente das áreas de psicologia, pedagogia, antropologia e sociologia. Profissionais especializados apresentam os conceitos e os métodos utilizados nessa modalidade de aperfeiçoamento executivo. O livro traz, ainda, seis cases que ilustram o êxito com que algumas empresas que adotaram a metodologia expandiram seus negócios.

Desejo a todos uma excelente leitura, assim como convido logo após a conhecer o nosso produto AVAL® – Aprendizado Vivencial ao Ar Livre através do link que se encontra em nossa pagina inicial na internet.

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Na cidade de Gramado / RS existe um ponto turístico muito bonito, é a Rótula das Bandeiras.

Neste local, na praça Leopoldo Rosenfeldt, existem as representações de todos os estados do nosso Brasil, através das suas bandeiras.

Lá, perto da praça rodeada pelas bandeiras, está uma réplica do kikito, o troféu que premia os vencedores do Festival de Cinema de Gramado. Ele representa o “deus do bom humor” e recepciona quem vem pela rodovia a caminho do centro, avisando que você esta adentrando Gramado.

Você pode percorrer de forma virtual este local e outros tão bonitos, desta cidade, através do website http://gramadosite.com.br/turismo/open:1

Eu estive neste local, na busca de um potencial cliente!

Viagem de trabalho … também é turismo!

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