Na cidade de Venâncio Aires / RS existe uma Igreja Matriz chamada “São Sebastião Mártir”, uma das mais belas do país, em estilo neogótico.
Veja algumas fotos desta bela arquitetura:
Na cidade de Venâncio Aires / RS existe uma Igreja Matriz chamada “São Sebastião Mártir”, uma das mais belas do país, em estilo neogótico.
Veja algumas fotos desta bela arquitetura:
Esta acontecendo em Venâncio Aires / RS a 10ª. Fenachim – Festa Nacional do Chimarrão, no qual tem o objetivo de destacar a cultura da erva-mate e o salutar hábito gaúcho do chimarrão. Este evento oportuniza, também, uma mostra para a região em que se localiza do seu potencial industrial, comercial, serviços, e prospectar novas oportunidades de investimentos em seu esforço de diversificação de sua economia, a V Expometal – Feira do Setor Metal Mecânico e de Refrigeração.
A V Expometal promove oportunidades de negócios e parcerias entre as empresas do Rio Grande do Sul, através da exposição de seus produtos, bem como, pela Rodada de Negócios.
A Rodada de Negócios é um serviço oferecido pelo SEBRAE que visa promover reuniões de negócios entre empresas previamente inscritas, as quais terão uma agenda ré-estabelecida conforme seu interesse ou de outra empresa inscrita.
A Simples Soluções esteve participando deste evento, com o propósito de apresentar os seus serviços de consultoria e aprendizado para as empresas interessadas.
Visite a 10ª. Fenachim – Festa Nacional do Chimarrão!
Comentários sobre a leitura do livro:
Este é aquele tipo de livro, ou melhor, dizendo “romance inteligente”, que você não consegue largar, realmente. Comprei-o em uma livraria, no aeroporto internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Era uma segunda-feira de manha, e tinha pela frente uma viagem de aproximadamente 12 horas, sim 12 horas, longe de ser uma viagem internacional, estava me preparando novamente, como fazia a cada 30 dias, de realizar atividades de consultoria e aprendizado em um cliente “amigo e fiel” na cidade de Sobral, interior do agreste cearense. Resumindo, “devorei” o livro ao longo desta viagem, utilizando-me de uma caneta marca-texto como minha aliada a fim de grifar os trechos mais marcantes, gastei toda a carga da caneta!
A cada trecho lido, muitos pontos, e por que não dizer, “fichas”, iam caindo em situações que eu vivia em casa, nos clientes e no convívio familiar. Mais do que auxiliar em “quebras” de paradigmas, fez com que eu confrontasse os meus paradigmas sobre conceitos de liderança, e desta forma mudasse a minha abordagem junto aos meus clientes, amigos e familiares!
A narrativa é muito envolvente, O Monge e o Executivo conta a história de John Daily, um homem de negócios bem-sucedido que percebe, de repente, que está fracassando em todos os ambientes de convívio, ou seja, como chefe, marido e pai. Uma derrota em cima de outra derrota! Numa tentativa desesperada de retornar o controle da situação, ele decide participar de um retiro sobre liderança num mosteiro beneditino, na realidade ele é “intimado” pela gestora de RH da organização no qual ele esta fracassando. O que faz com ele tenha uma esperança, mesmo que pequena de que este “evento” poderá lhe auxiliar é possibilidade de encontrar com uma lenda, ou melhor dizendo, um influente empresário americano que abandonou tudo em busca de um novo sentido para a sua vida. Daí surge a figura do Monge!
Para as pessoas que tiverem a oportunidade de deliciar-se com este livro, peço que atentem para o momento em que o Executivo, ou seja, John Daily, despede-se da sua esposa na porta do mosteiro, pois as últimas páginas, quando ele retorna para a sua amada esposa é cena de choro e emoção. Particularmente chorei, lembrando das minhas falhas como marido e pai, quando terminei de ler, a cerca de mil metros, em pleno vôo, olhando para as nuvens, a fim de tentar esconder os meus sentimentos perante uma platéia de passageiros / tripulantes do avião no qual estava! Coisas de homem bobo, como poderia dizer a minha esposa!
A princípio, Daily e os outros cinco alunos que participam do seminário reagem com certo ceticismo aos conceitos apresentados pelo Monge, mas depois eles se rendem à sua experiência. Afinal, Hoffman ganhou fama no mundo dos negócios por sua capacidade de recuperar empresas em crise, transformando-as em exemplos de sucesso.
O Monge defende que a base da liderança não é o poder e sim a autoridade, conquistada com amor, dedicação e sacrifício. E diz ainda que respeito, responsabilidade e cuidado com as pessoas são virtudes indispensáveis a um grande líder. Ou seja, para liderar é preciso estar disposto a servir.
Através da história desses personagens fascinantes, James C. Hunter apresenta conceitos fundamentais para melhorar nossa capacidade de liderança e o convívio com os outros, ajudando assim a nos tornarmos pessoas melhores e abrindo caminho para o sucesso duradouro.
Maiores detalhes sobre o conteúdo deste livro, por favor, compre-o e devore-o em um dia!
Realmente, me senti na pele do Executivo, chegando cheio de preconceitos, medos e inseguranças diante de algo que lhe parecia completamente novo (retiro em mosteiro). Nossa vida também é assim. A novidade e a tomada de decisões que temos que dar para sermos mais harmônicos, exige uma sabedoria que não se esconde nos tratados culturais. Sabedoria que encontramos no silêncio para escutarmos nosso coração, o coração dos outros e a voz de Deus provocando mudanças. Logo, não se trata apenas de sermos cultos, trata-se de sermos sábios.
Quando cheguei ao me destino, depois de 12 horas de viagem, constatei que este livro valia a pena indicar para os meus conhecidos, e principalmente amigos. E fiz de imediato, presenteei todos os nossos clientes, buscando assim passar à mensagem a diante!
Desejo a todos uma excelente leitura!
A cidade de Flores da Cunha / RS está em festa, pois está completando 84 anos neste mês! “Mais feliz do que nunca!”
Escolhemos esta cidade para morar, pois ela é muito acolhedora!
Visite Flores da Cunha, neste mês de maio, existem várias programações!
Ao longo deste mês estaremos divulgando e mostrando o aniversário desta cidade em nossos “posts”.
A partir deste “post”, estarei apresentando experiências de sucesso para aqueles profissionais que sofrem com a ISO 9001, possam descobrir que o “bom senso” e a “interpretação” prevalecem sobre o “paradigma” de que a ISO 9001 é “burrogracia”.
Um sistema da qualidade não tem de ser pesado ou difícil de administrar – ele pode ser conciso, rápido de construir, fácil de administrar e surpreendentemente ter uma interface amigável
Quando as pessoas vêem o quão efetivo um sistema simples de gerenciamento da qualidade na verdade é, a primeira reação é: “Não pode ser tão fácil”. Então começam a procurar pelos pontos difíceis. Quando não conseguem achar as dificuldades, geralmente se perguntam por que ninguém implantou o sistema antes.
Estruturando o sistema baseado em abordagem por processos
Todo bom sistema precisa de uma estrutura e para sistemas de gerenciamento da qualidade qual estrutura poderia ser melhor do que a ISO 9001:2000?
O primeiro passo para um gerente da qualidade é enxergar a empresa / organização no qual trabalha como um “ser vivo”, ou melhor, dizendo como vários “seres vivos”, neste caso como “tartarugas”, é sim! Como “tartarugas” que caminham interligadas e interativas, buscando atingir objetivos em comum, neste caso os “objetivos da qualidade”.
Esta “filosofia” de abordagem por processos e “tartarugas”, já é consagrada e validada, mas poucas empresas / organizações se arriscam a aplicá-las em seu dia-a-dia, talvez por falta de conhecimento, mas também por preguiça mental!
Veja o esquema, ou melhor, dizendo o diagrama da tartaruga:
E agora veja um exemplo de Mapa Geral dos Processos, ou melhor, das “tartarugas” caminhando interligadas e interativas, buscando atingir objetivos em comum, neste caso os “objetivos da qualidade”:
Este seria o primeiro passo, para diminuir o sofrimento dos profissionais que estão “traumatizados” com a implementação de um sistema de qualidade baseado na ISO 9001:2000.
Não deixe que sua mesa se transforme numa “montanha” de papéis.
Com o avanço da tecnologia, imaginava-se uma redução na quantidade de papéis no ambiente das empresas. No entanto, não foi bem isto que aconteceu. A quantidade de informações, hoje, produz montanhas de papéis, quando não mencionamos a quantidade de informações eletrônica que armazenamos em nossos computadores, mas isto é assunto para outro “post”!
Todo dia lidamos com tarefas que se desdobram e materializam registros em papel. Parte de nosso precioso tempo é gasto em tarefas deste tipo: gerando, analisando ou encaminhando.
Na atual dinâmica que marca a velocidade das informações geradas e recebidas, um dia que você fique sem trabalhar com as informações recebidas, por exemplo, pode ser capaz de provocar um acúmulo grande na papelada.
Especialistas em administração do tempo esclarecem que se você estiver gastando mais que 30% de seu tempo diário com atividades desse tipo, sua situação é crítica e requer uma atitude imediata.
Para vencer esta batalha, primeiro você precisa saber quanto tempo gasta com esta atividade, para depois definir uma metodologia para lidar com o problema.
É preciso reconhecer que nem todo documento pode ser jogado; muito pelo contrário, deve ser guardado, de forma organizada, por conta das obrigações legais.
Por outro lado, não há como deixar de apontar que uma grande quantidade de papel, sem relevância, é armazenada por conta do receio de se desfazer de informações que poderão (veja bem: poderão!) ser úteis no futuro.
É preciso disciplina no dia-a-dia para não deixar que a mesa se transforme numa “montanha de papéis”. Deve-se deixar nela apenas o essencial.
Mas o que é essencial? A resposta é particular de cada pessoa. Considere todas as tarefas e qual tipo de informação você precisa ter para fazer seu trabalho. Sua resposta condiz com a realidade?
Muitas vezes, você recebe cópia de documentos sem utilidade. Talvez isto aconteça por formalidade burocrática.
Assim, ao receber algum documento que não tenha relação com seu trabalho, não guarde cópia dele, fale com seu destinatário e questione tal procedimento.
Caso não faça isto, continuará recebendo informação sem solicitar e o simples fato de reservar um tempo para analisá-la, por menor que seja, resultará em tempo desperdiçado.
Comece também a classificar os documentos como “importante”, “urgente”, “normal”, “simples informação”, “arquivo”; crie classificações adequadas a seu estilo de trabalho. Ainda sobre estilo, é importante que as pessoas que participam de sua equipe conheçam seu estilo para se adequarem a ele.
Evite ficar retomando o mesmo assunto. Quando pegar algo para fazer, trabalhe até resolvê-lo por definitivo. Gastar um pouco de seu tempo hoje, mais um pouco amanhã e assim por diante é sinal que você está enrolando a si mesmo. Diga não ao adiamento!
Outra dica é destinar uma parte de seu tempo para atividades desse tipo. Organize-se e defina um espaço em sua agenda especialmente para isto.
Veja também que nem tudo é preciso ser colocado no papel, criando documentos. Muita coisa pode ser resolvida com uma simples ligação telefônica ou conversa pessoal.
Quando receber um documento que necessite de um despacho seu, ao invés de criar um novo para oferecer a resposta, use o mesmo: encontre um espaço vago nele ou use o verso. Desta forma, você economiza tempo, trata do assunto no mesmo documento e evita um amontoado de papéis.
Estas foram apenas algumas dicas para tornar seu dia-a-dia mais organizado e produtivo. Além delas, existem muitas outras. A adoção é simples e não requer investimento financeiro, basta, apenas, mudança de comportamento, algo que depende exclusivamente de você.
A escritora americana Vicki Robin criou uma forma de reunir pessoas para trocar idéias e experiências sobre uma vida mais simples: o Conversation Café. São encontros em locais públicos, como cafés, em que cerca de oito participantes falam sobre um tema de interesse comum. Jorge Mello, um dos maiores divulgadores da simplicidade voluntária no Brasil, trouxe a idéia para cá, principalmente para Porto Alegre, onde vive. Mas tive a oportunidade de participar de dois Conversation Cafés com ele em São Paulo. Funciona assim: um grupo de mais ou menos oito pessoas se reúne por 90 minutos. Ali, ao redor da mesa, entre bebericar um chá e beliscar um bolo, define-se um tema de interesse comum. Da primeira vez, foi mobilidade urbana. Aí, cada pessoa da roda fala dois minutos sobre o que pensa, sente e faz em relação àquele tema – sem ser interrompido. São duas rodadas, fechadas por um diálogo e uma palavra final de cada um. Há regras básicas, como ouvir com respeito, não julgar e tentar compreender em vez de persuadir. É interessante aprender com a experiência e o ponto de vista do outro e ter idéias de coisas práticas para aplicar na vida. Mas, o maior prazer das pessoas foi descobrir que não são as únicas “esquisitas” (como muitas vezes se sentem) a querer viver de uma forma diferente. Se houver entrosamento entre os participantes, a conversa pode evoluir para o Círculo de Simplicidade, uma idéia da também escritora americana Cecile Andrews. Daí, o mesmo grupo se encontra dez vezes, como numa série de Conversation Cafés. Porém, leva para a casa a tarefa de testar alguma proposta que surgiu no encontro e contar como foi na reunião seguinte.
Sites sobre simplicidade voluntária:
No Brasil:
www.simplicidade.net
Site do Jorge Mello, adepto e um dos principais divulgadores da simplicidade voluntária no Brasil. Jorge dá workshops sobre Conversation Café e Círculos de Simplicidade. A idéia é formar multiplicadores que possam organizar esses encontros em diversas partes do país.
Fora do Brasil:
www.awakeningearth.org
Site do Duane Elgin, autor do livro Simplicidade Voluntária (Cultrix). Vale a pena conferir o link writing, onde se encontram textos escritos pelo autor e entrevistas concedidas por ele. Uma bela atualização do pensamento de Duane Elgin sobre simplicidade voluntária e sustentabilidade, já que o livro que deu nome ao movimento é de 1981.
www.conversationcafe.org
Site que explica tim tim por tim tim sobre Conversation Café: a história, exemplos e como fazer um.
No link:
Vicki Robin dá uma espécie de treinamento para quem quer se engajar na iniciativa.
www.seedsofsimplicity.org
Além de dar informações sobre simplicidade voluntária, o site fala sobre os Círculos de Simplicidade.
www.simplicityforum.org
Grande fórum que integra os adeptos da simplicidade voluntária, especialmente dos Estados Unidos.
www.newroadmap.org
Site da organização New Road Map Foundation de Vicki Robin. Lá você pode saber mais sobre as idéias de Vicki em relação do dinheiro.
Blog é um termo criado pela abreviação da união das palavras inglesas Web (rede) e Log (diário de bordo). Na versão básica é, portanto, um diário eletrônico publicado via internet. Similar a um site, sua popularidade se deve a dois fatores: facilidade no manuseio e possibilidade de interatividade. Para criar e manter um blog não são necessárias linguagens de programação nem códigos complicados. Basta preencher um formulário com o texto a ser publicado, e clicar sobre o botão “publicar”. E pronto, o texto já está na rede.
Comparado a um site, manusear um blog é facílimo, pois não existe a necessidade de ferramentas como o FTP. O clima de bate-papo possibilitado pelos comentários dos leitores também é apontado pelos “blogeiros” como um fator importante, embora para a maioria interesse “mais a qualidade da participação que o número de acessos”.
Na prática os blogs são publicações regularmente atualizadas com comentários, descrições ou links para outros conteúdos, com o ítem mais recente ocupando o topo do site. Os textos são geralmente curtos e de leitura rápida. Estima-se que hoje existam cerca de 1 milhão de adeptos de blogs no mundo, sendo que 60 mil vivem no Brasil.
Muitos fatores podem levar uma pessoa a criar um blog. Mas “a possibilidade de escrever livremente (principalmente para alguém que gosta de escrever como eu) e com a chance de criar um clima de conversa de redação na web”.
Sejam bem-vindos ao Blog da Simples Soluções!