Comments Off 31/08/2008 | Por: admin
Momento de Reflexão! – Trabalho em equipe

O colégio onde eu estudava, quando era menina, costumava encerrar o ano letivo com um espetáculo teatral. Eu adorava aquilo, porém nunca fora convidada para participar, o que me trazia certa mágoa interior.

Quando fiz onze anos avisaram-me que, finalmente, ia ter um papel para representar. Fiquei felicíssima, mas esse estado de espírito durou pouco. Escolheram uma colega minha para o papel principal. A mim coube uma ponta, de pouca importância.

Minha decepção foi imensa. Voltei para casa em prantos. Mamãe quis saber o que se passava e ouviu toda a minha história, entre lágrimas e soluços. Sem nada dizer, ela foi buscar o bonito relógio de bolso de papai e colocou-o em minhas mãos, dizendo:

- O que você está vendo?

- Um relógio de ouro, com mostrador e ponteiros, respondi.

Em seguida, mamãe abriu a tampa traseira do relógio e repetiu a pergunta:

- E agora, o que estás vendo?

- Ora mamãe, aí dentro parece haver centenas de rodinhas e parafusos.

Mamãe me surpreendia, pois aquilo nada tinha a ver com o motivo do meu aborrecimento. Entretanto, calmamente ela prosseguiu:

- Este relógio, tão necessário ao seu pai e tão bonito, seria absolutamente inútil se nele faltasse qualquer parte, mesmo a mais insignificante das rodinhas ou o menor dos parafusos.

Nós nos entreolhamos e, no seu olhar calmo e amoroso, eu compreendi sem que ela precisasse dizer mais nada. Essa pequena lição tem me ajudado muito a ser mais feliz na vida. Aprendi, com a máquina daquele relógio, quão essenciais são, mesmo, os deveres mais ingratos e difíceis, que nos cabem a todos. Não importa que sejamos o mais ínfimo parafuso ou a mais ignorada rodinha, desde que o trabalho, em conjunto, seja para o bem de todos. E percebi, também, que se o esforço tiver êxito o que menos importa são os aplausos exteriores. O que vale mesmo é a paz de espírito e a alegria pelo objetivo alcançado.

“O êxito do trabalho em equipe depende da cooperação e participação de todos, independente da função ou da relevância da tarefa.”

Categorias: Momento de Reflexão

 

Criou polêmica a campanha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo voto consciente. Com os dizeres “Quatro anos é muito tempo. Principalmente quando as coisas não vão bem“, os vídeos e spots de rádio estão provocando a ira de quem tenta a reeleição.

Tanto que a campanha será substituída nesta semana que se inicia!

Para aqueles, que não se sentiram incomodados segue os links dos vídeos que estão no “You Tube”:

Particularmente, achei “o máximo” a do “sapateado”!

E vocês, quais são as preferências?

Concordam com a substituição / cancelamento da campanha?

Registrem as suas opiniões!

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Análise macroeconômico

 

Recebi, hoje, pelo newsletter da ISO, um informe de que foi anunciado o calendário para a implementação da certificação pela ISO 9001:2008.

Agora, as informações estão ficando mais claras, finalmente!

Neste comunicado em conjunto, a ISO e o IAF, esclarecem dúvidas sobre os seguintes assuntos:

  • As acreditações para a certificação ISO 9001:2008 não devem ser concedidas até à publicação da norma ISSO 9001:2008 como uma norma internacional, e;
  • A validade das certificações ISO 9001:2000.

Segue o link com as informações originais, assim como uma tradução do inglês para o português realizado pelo Google Tradutor.

À todos, que tenhamos uma transição tranqüila!

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, ISO 9001, Upgrade da ISO 9001:2008

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.

Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra do novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.

Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei… Mas as coisas sempre foram assim por aqui…”

A questão é fazer as perguntas fundamentais: por que é assim? Para que serve isso? Poderia ser de outra forma?

Cuidado! Lembrem-se dos macacos, que concentrados no cuidado com a escada, acabaram por esquecer das bananas…

Na maioria das vezes é exatamente isso que acontece nos ambientes de trabalho. As pessoas cumprem suas rotinas mecanicamente, como robôs, sem se perguntarem, por um instante, o que pode ser feito para mudar e melhorar suas performances.

Categorias: Momento de Reflexão

A partir deste “post” estarei disponibilizando textos extraídos do livro “Caixa de Ferramentas” da Editora Soler.

Todo o início de semana, ou seja, na segunda-feira, teremos os nossos momentos de reflexão!

Iniciando, estes “encontros”, apresento o texto: “O Fruto da Persistência”

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, disseram-lhe que seu produto não atendia ao padrão de qualidade exigido. O homem desiste?

Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o chamavam de “visionário”. O homem desanima? Não!

Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.

Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não!

Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”.

A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.

Encurtando a história: Hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.

“Se você, como infelizmente tem acontecido com muitas pessoas, adquiriu o hábito de viver reclamando e lamentando, experimente seguir sempre em frente, na busca dos seus objetivos sempre!”

Categorias: Momento de Reflexão
Comments Off 16/08/2008 | Por: admin
O Lucro

Recentemente, recebi do Sr. Renato Jackisch, sócio da COPLAN – Consultoria e Assessoria Tributárias Ltda., um excelente artigo sobre a importância do lucro para as empresas, principalmente em um país, como o Brasil, no qual 50% dos custos pagos, em sua maioria, são impostos arrecadados pelo governo federal.

Segue o link para o referido arquivo.

Caso tenham interesse, segue um “post” anterior no qual comentamos sobre os impostos no Brasil.

E qual é a sua opinião sobre estes assuntos?

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Análise macroeconômico

Dando continuidade ao “post” anterior no qual apresentamos uma forma prática de avaliar o nível de implementação dos Fundamentos da Excelência, estamos apresentando um arquivo para auxiliar na tabulação e análise dos resultados.

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, PGQP

A Fundação Nacional da Qualidade promove todos os anos a premiação de empresas com os melhores sistemas de gestão do país atribuindo o Prêmio Nacional da Qualidade.

Estas empresas foram reconhecidas por possuírem como premissa de gestão alguns fundamentos considerados como cruciais para uma excelente administração e que expressam conceitos que se traduzem em práticas encontradas em organizações de elevado desempenho.

Os onze (11) Fundamentos da Excelência expressam esses conceitos reconhecidos internacionalmente.

Eles são encontrados em organizações líderes de Classe Mundial. Originalmente a identificação desses fundamentos se deu nos anos 80, nos EUA, por meio de estudos desenvolvidos por acadêmicos e consultores. Alguns desses fundamentos evoluíram ao longo do tempo adequando-se à realidade das organizações. Outros surgiram em decorrência da evolução na relação entre gestores, parceiros, sociedade, clientes entre outras partes interessadas.

A seguir, são apresentados os conceitos de cada fundamento, acompanhados de uma orientação básica de como colocá-los em prática nas empresas:

  1. Pensamento Sistêmico: entender as relações de interdependência entre os diversos componentes de uma organização, bem como entre a organização e o ambiente externo. A gestão vê a organização como um sistema vivo, que interfere e sofre interferência do ambiente externo, portanto ela é dinâmica.
  2. Aprendizado Organizacional: buscar um novo patamar de conhecimento para a organização por meio da percepção, reflexão, avaliação e compartilhamento de experiências das pessoas e do mercado. O aprendizado passa a ser, também, de responsabilidade das organizações. A “aceitação” do erro como forma de aprendizado é um dos desafios para os líderes. A “espiral crescente” conhecimento tácito-conhecimento explícito deve ser praticada e, se possível servir como parâmetro de avaliação.
  3. Cultura de Inovação: promoção de um ambiente favorável à criatividade, experimentação e implementação de novas idéias, que possam gerar um diferencial competitivo para a organização. A inovação não deve ser vista apenas como ruptura. As mudanças que geram impactos duradouros devem ser cultuadas. Relacionamentos informais ajudam a desenvolver esse fundamento.
  4. Liderança e Constância de Propósitos: a gestão deve atuar de forma aberta, democrática, inspiradora e motivadora das pessoas, visando o desenvolvimento da cultura da excelência, a promoção de relações de qualidade e a proteção dos interesses das partes interessadas. A construção e manutenção de relacionamentos com as partes interessadas devem levar em conta a transparência e os valores éticos. O desenvolvimento de novos líderes desponta como uma atribuição adicional dos chefes nas organizações mundiais.
  5. Orientação por Processos e Informações: compreensão, segmentação e interação do conjunto das atividades e processos da organização que agreguem valor para as partes interessadas. A tomada de decisões e a execução das ações devem ter como base a medição e análise do desempenho, por meio das informações obtidas, interna e externamente. Os riscos do negócio devem ser identificados e monitorados. A base para a melhoria é a previsibilidade dos resultados em processos estáveis.
  6. Visão de Futuro: compreensão dos fatores que afetam a organização, seu ecossistema e o ambiente externo. Essa visão deve assegurar resultado no presente e sucesso no futuro. Agilidade é uma característica que ajuda na implementação deste fundamento. A antecipação é decorrente de um processo de planejamento eficaz observando meio ambiente e tecnologia, além da sociedade.
  7. Geração de Valor: alcançar resultados consistentes pelo aumento de valor tangível e intangível de forma sustentada para todas as partes interessadas. Crescimento sustentável e perenidade das operações são aspectos importantes para a implementação desse fundamento pelas organizações. As pessoas são fundamentais para que esse fundamento seja implementado.
  8. Valorização das Pessoas: criar condições para que as pessoas se realizem profissional e humanamente, maximizando seu desempenho por meio do comprometimento, do desenvolvimento de competências e de espaços para empreender. O alinhamento entre os objetivos da organização e das pessoas configura-se como um desafio para os gestores em face da importância da retenção dos talentos.
  9. Conhecimento sobre o Cliente e o Mercado: conhecer e entender os clientes e os mercados visando à criação de valor, de forma sustentada e, conseqüentemente, proporcionar maior competitividade da organização nos mercados local, regional e mundial. O constante monitoramento da sociedade, consumidores potenciais e concorrentes ajuda a construir relacionamentos duradouros, o que gera lucros crescentes. Conquistar novos clientes é resultado da aplicação deste fundamento.
  10. Desenvolvimento de Parcerias: desenvolver atividades em conjunto com outras organizações, a partir da plena utilização das competências essenciais de cada uma, objetivando benefícios para as partes envolvidas. Essas parcerias devem ser feitas em níveis de fornecedores principais, de serviços e de clientes, assim como com revendedores e concessionários. Projetos em parceria asseguram agilidade.
  11. Responsabilidade Social: atuação que se define pela relação ética e transparente da organização com todos os públicos com os quais ela se relaciona. Refere-se também à inserção da empresa no desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando os recursos ambientais não renováveis, empregando criteriosamente os renováveis, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais como parte integrante da estratégia da organização. A preservação da cultura para as gerações futuras também deve ser incluída na estratégia como forma de reconhecimento e para assegurar mercados mais competitivos. A inclusão social dos cidadãos deve ser, também, parte dessa estratégia.

Estes onze fundamentos são a base para o Modelo de Excelência da Gestão da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Este modelo é constituído por oito critérios:

  1. Liderança;
  2. Estratégias e Planos;
  3. Clientes;
  4. Sociedade;
  5. Informações e Conhecimento;
  6. Pessoas;
  7. Processos, e;
  8. Resultados.

Como esta a sua empresa no que se refere aos atendimentos dos 11 Fundamentos de Excelência?

Uma das formas práticas que utilizamos em nossos serviços de consultoria para verificar esta situação, é através da aplicação de uma pesquisa com todos os colaboradores da empresa, desconsiderando somente aqueles que ainda estejam no período de experiência. O modelo da referida pesquisa se encontra neste link.

As orientações acima são apenas parcelas do que pode ser realizado. Não existem restrições para o desenvolvimento desses onze fundamentos. Tampouco é imprescindível que as organizações abracem, simultaneamente, todos os fundamentos. A conquista deles pode ser paulatina, mas convém que seja consistente e duradoura.

A descrição ampla destes fundamentos e como cada um é posto em prática pelas organizações pode ser encontrado na publicação “Conceitos Fundamentais da Excelência em Gestão”, da FNQ.

No próximo “post” iremos lhe explicar como realizar a tabulação / geração dos gráficos, assim como a análise e tomada de ações para cada fundamento de excelência que encontra-se em situação crítica na empresa.

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, PGQP