O colégio onde eu estudava, quando era menina, costumava encerrar o ano letivo com um espetáculo teatral. Eu adorava aquilo, porém nunca fora convidada para participar, o que me trazia certa mágoa interior.

Quando fiz onze anos avisaram-me que, finalmente, ia ter um papel para representar. Fiquei felicíssima, mas esse estado de espírito durou pouco. Escolheram uma colega minha para o papel principal. A mim coube uma ponta, de pouca importância.

Minha decepção foi imensa. Voltei para casa em prantos. Mamãe quis saber o que se passava e ouviu toda a minha história, entre lágrimas e soluços. Sem nada dizer, ela foi buscar o bonito relógio de bolso de papai e colocou-o em minhas mãos, dizendo:

- O que você está vendo?

- Um relógio de ouro, com mostrador e ponteiros, respondi.

Em seguida, mamãe abriu a tampa traseira do relógio e repetiu a pergunta:

- E agora, o que estás vendo?

- Ora mamãe, aí dentro parece haver centenas de rodinhas e parafusos.

Mamãe me surpreendia, pois aquilo nada tinha a ver com o motivo do meu aborrecimento. Entretanto, calmamente ela prosseguiu:

- Este relógio, tão necessário ao seu pai e tão bonito, seria absolutamente inútil se nele faltasse qualquer parte, mesmo a mais insignificante das rodinhas ou o menor dos parafusos.

Nós nos entreolhamos e, no seu olhar calmo e amoroso, eu compreendi sem que ela precisasse dizer mais nada. Essa pequena lição tem me ajudado muito a ser mais feliz na vida. Aprendi, com a máquina daquele relógio, quão essenciais são, mesmo, os deveres mais ingratos e difíceis, que nos cabem a todos. Não importa que sejamos o mais ínfimo parafuso ou a mais ignorada rodinha, desde que o trabalho, em conjunto, seja para o bem de todos. E percebi, também, que se o esforço tiver êxito o que menos importa são os aplausos exteriores. O que vale mesmo é a paz de espírito e a alegria pelo objetivo alcançado.

“O êxito do trabalho em equipe depende da cooperação e participação de todos, independente da função ou da relevância da tarefa.”

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Criou polêmica a campanha do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo voto consciente. Com os dizeres “Quatro anos é muito tempo. Principalmente quando as coisas não vão bem“, os vídeos e spots de rádio estão provocando a ira de quem tenta a reeleição.

Tanto que a campanha será substituída nesta semana que se inicia!

Para aqueles, que não se sentiram incomodados segue os links dos vídeos que estão no “You Tube”:

Particularmente, achei “o máximo” a do “sapateado”!

E vocês, quais são as preferências?

Concordam com a substituição / cancelamento da campanha?

Registrem as suas opiniões!

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Recebi, hoje, pelo newsletter da ISO, um informe de que foi anunciado o calendário para a implementação da certificação pela ISO 9001:2008.

Agora, as informações estão ficando mais claras, finalmente!

Neste comunicado em conjunto, a ISO e o IAF, esclarecem dúvidas sobre os seguintes assuntos:

  • As acreditações para a certificação ISO 9001:2008 não devem ser concedidas até à publicação da norma ISSO 9001:2008 como uma norma internacional, e;
  • A validade das certificações ISO 9001:2000.

Segue o link com as informações originais, assim como uma tradução do inglês para o português realizado pelo Google Tradutor.

À todos, que tenhamos uma transição tranqüila!

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Um grupo de cientistas colocou cinco macacos em uma jaula. No meio da jaula, uma escada, e, sobre ela, um cacho de bananas. Quando um macaco subia a escada para pegar as bananas, um jato de água fria era acionado em cima dos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros pegavam-no e enchiam-no de pancada. Com mais algum tempo, nenhum macaco subia a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo já não mais subia a escada.

Um segundo macaco, veterano, foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, na surra do novato. Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto e, afinal, o último dos veteranos, foram substituídos.

Os cientistas, então, ficaram com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas. Se possível fosse perguntar a algum deles por que batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: “Não sei… Mas as coisas sempre foram assim por aqui…”

A questão é fazer as perguntas fundamentais: por que é assim? Para que serve isso? Poderia ser de outra forma?

Cuidado! Lembrem-se dos macacos, que concentrados no cuidado com a escada, acabaram por esquecer das bananas…

Na maioria das vezes é exatamente isso que acontece nos ambientes de trabalho. As pessoas cumprem suas rotinas mecanicamente, como robôs, sem se perguntarem, por um instante, o que pode ser feito para mudar e melhorar suas performances.

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A partir deste “post” estarei disponibilizando textos extraídos do livro “Caixa de Ferramentas” da Editora Soler.

Todo o início de semana, ou seja, na segunda-feira, teremos os nossos momentos de reflexão!

Iniciando, estes “encontros”, apresento o texto: “O Fruto da Persistência”

Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina. Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina. Para poder continuar nos negócios, empenha as jóias da esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a uma grande empresa, disseram-lhe que seu produto não atendia ao padrão de qualidade exigido. O homem desiste?

Não! Volta à escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos seus colegas e de alguns professores que o chamavam de “visionário”. O homem desanima? Não!

Após dois anos, a empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.

Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes, sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas um terremoto novamente a arrasa. Essa é a gota d’água e o homem desiste? Não!

Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entra em pânico e desiste? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor à sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e todos querem também as chamadas “bicicletas motorizadas”.

A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa, consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe adiantam o capital necessário para a indústria.

Encurtando a história: Hoje a Honda Corporation é um dos maiores impérios da indústria automobilística japonesa, conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos terríveis obstáculos que encontrou pela frente.

“Se você, como infelizmente tem acontecido com muitas pessoas, adquiriu o hábito de viver reclamando e lamentando, experimente seguir sempre em frente, na busca dos seus objetivos sempre!”

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