Antes de adquirimos conhecimento através de uma leitura, treinamento ou grupo de estudo, devemos nos preparar para “receber” e “aproveitar” esta gama infinita de informações. Afinal de contas estamos 24 horas aprendendo algo … estamos na era da informação / conhecimento!!

Existe uma diferença grande entre educar crianças / jovens e … repassar conhecimento para adultos!

Na seqüência, estaremos apresentando uma interpretação da “metacognição”, termo criado por John Hurley Flavell.

O caminho para uma aprendizagem eficaz consegue-se através do conhecimento:

  • De nós mesmos;
  • De nossa capacidade de aprender;
  • Do processo que nós utilizamos com sucesso no passado,e ;
  • Do nosso interesse e conhecimento do assunto que queremos aprender.

Por exemplo, pode ser fácil para você aprender Física, mas impossível aprender a jogar tênis, ou vice versa.
Toda aprendizagem, entretanto, é um processo que se estabelece em determinadas etapas.

Estas são quatro etapas para a aprendizagem.

Comece imprimindo este post e respondendo às perguntas.

Em seguida, planeje sua estratégia com suas respostas.

Comece com o seu passado: Qual é a sua experiência sobre como você aprende?

  • Você gostava de ler?
  • Você gostava de resolver problemas?
  • Você gostava de memorizar?
  • Você gostava de recitar?
  • Você gostava de interpretar?
  • Você gostava de falar em público?
  • Você sabia fazer resumo?
  • Você fazia perguntas sobre o que havia estudado?
  • Você fazia revisão?
  • Você tinha acesso a informações de várias fontes?
  • Você gostava de estudar sozinho ou em grupo?
  • Você precisava de várias sessões curtas de estudo, ou de uma sessão longa?

Transição do passado para o presente:

  • Quais são os seus hábitos de estudo?
  • Como estes hábitos evoluíram?
  • O que funcionou melhor? E pior?
  • Como você se expressou sobre o que aprendeu melhor? Através de um teste escrito, uma dissertação, uma entrevista?

Siga para o presente:

  • O quanto eu estou interessado neste assunto, no qual irei aprender?
  • Quanto tempo, eu quero levar para aprender sobre este assunto?
  • O que pode distrair a minha atenção?
  • As circunstâncias estão adequadas para o sucesso?
  • O que posso controlar, e o que está fora de meu controle?
  • Posso modificar estas condições para obter sucesso?
  • O que afeta a minha dedicação para aprender isto?
  • Possuo um planejamento? O meu planejamento leva em conta a minha experiência passada e o meu estilo de aprendizagem?

Considere o processo, o assunto em questão:

  • Qual é o cabeçalho? O título?
  • Quais são as palavras-chave que se destacam? Eu as entendo?
  • O que já sei sobre isto? Conheço assuntos correlatos?
  • Que tipo de recursos e informações me ajudarão?
  • Confiarei somente em uma fonte (por exemplo, um livro texto) para obter informação?
  • Terei que procurar fontes adicionais?
  • À medida que estudo, pergunto a mim mesmo se estou entendendo?
  • Devo ir mais rápido ou mais devagar?
  • Se não estou entendendo, pergunto qual o motivo?
  • Eu paro e faço um resumo?
  • Eu paro e pergunto se faz sentido?
  • Eu paro e avalio (concordo/discordo)?
  • Preciso somente de tempo para refletir e retomar mais tarde?
  • Preciso discutir o assunto com outros “estudantes” para poder processar a informações?
  • Preciso encontrar uma autoridade, tal qual um professor, uma bibliotecária, ou um perito no assunto?

Revisão Critica, ou seja, após utilizar os conhecimentos adquiridos:

  • O que fiz certo?
  • O que poderia fazer melhor?
  • O meu plano esta de acordo com a maneira como trabalho meus pontos positivos e negativos?
  • Escolhi as condições certas?
  • Eu as segui, fui disciplinado comigo mesmo?
  • Fui bem sucedido?
  • Comemorei o meu sucesso?
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Segue um artigo que recebi do portal RH.com.br, que descreve de forma clara a fundamentação da pesquisa de clima organizacional além de casos práticos, escrito por Kelly Marques:

O que é?

É um instrumento de avaliação do nível de satisfação das pessoas no ambiente interno da empresa. Para tanto, aplica-se a todos os funcionários um questionário impresso ou digital, com garantia de anonimato, a fim de identificar e, posteriormente, analisar as opiniões, as atitudes e os comportamentos de todos os colaboradores da empresa em relação aos diversos itens avaliados pela pesquisa.

Objetivo

Identificar as oportunidades de melhoria e elaborar um plano de ação que visa incrementar a motivação, a produtividade e a qualidade de vida dos seus funcionários.

Pré-requisitos

  • Os níveis hierárquicos superiores devem estar totalmente comprometidos com a Pesquisa de Clima Organizacional, acreditando nela e incentivando todos a participar.
  • Não existe Pesquisa de Clima Organizacional “padrão”. Para cada empresa haverá um questionário adaptado à sua realidade, à linguagem e à cultura de seus funcionários.
  • Os líderes devem estar preparados para não influenciar ou constranger suas equipes.
  • Deve-se garantir todas as formas de confidencialidade dos dados.
  • O questionário deve ser preparado por profissionais habilitados, a fim de garantir sua eficiência e relevância.
  • Investir adequadamente no processo de comunicação interna para tornar claros os objetivos da pesquisa.

Dificuldades

  • Fazer o uso adequado da metodologia, principalmente na preparação do questionário.
  • Garantir o empenho dos gestores para aplicação da pesquisa, a fim de obter um percentual significativo de respostas.
  • Criar um ambiente favorável à pesquisa, que inclui a garantia de anonimato dos respondentes e a garantia de utilização dos resultados.

Benefícios

  • Redução da rotatividade.
  • Redução de conflitos internos.
  • Alinhar a cultura com as ações efetivas da empresa.
  • Otimizar a comunicação.
  • Otimizar os investimentos em treinamento e desenvolvimento.
  • Integrar os diversos processos e áreas funcionais.

Casos Práticos

Clique nos títulos abaixo para conferir vários casos práticos que já foram publicados no RH.com.br sobre a Pesquisa de Clima Organizacional.

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Recebi um e-mail de um amigo de Santa Cruz do Sul, o Cláudio Cariboni, no qual estava precisando para iniciar uma série de “post” sobre Auto-Disciplina.

O assunto deste e-mail, fala sobre a importância das nossas atitudes / decisões, sendo que foi escrito por Bernt Entschev, em seu WeBlog.

Abaixo apresentamos o conteúdo na íntegra:

Li na coluna do consultor Abraham Shapiro uma estória que achei muito interessante e que gostaria de dividir com vocês, sobre nosso poder de mudança e como nossas decisões permeiam nossa existência e nosso legado.

Conta Shapiro que o Prêmio Nobel foi criado há mais de um século por um químico sueco, que ficou milionário com a invenção da dinamite. Ele se chamava Alfred Nobel, e um fato curioso determinou sua vida. Quando seu irmão faleceu, um jornal se enganou e publicou que era o próprio Alfred que havia morrido. Ao ler seu obituário no jornal, Alfred ficou horrorizado. A nota o descrevia como “o monstro que tornara possível matar mais pessoas em maior velocidade, através da descoberta de uma poderosa bomba”.

Diante destas chocantes palavras a seu respeito, Alfred percebeu que aquela seria a biografia pela qual o mundo o conheceria. Como nenhum homem honrado desejaria entrar daquele modo para a história, Alfred decidiu investir toda sua fortuna numa fundação cujo objetivo seria premiar pesquisadores, cientistas, estudiosos e pessoas que lutassem pela paz mundial, dando à luz a uma das mais cobiçadas premiações do planeta.

Hoje, pergunte a qualquer um e você verá que quase todo mundo sabe o que é o Prêmio Nobel, enquanto pouquíssimos ouviram dizer que Alfred Nobel inventou uma arma de guerra. Muita gente até se espanta ao dizermos isso. Qual o efeito da atitude de Alfred Nobel? Ele não podia mudar o seu passado, mas agiu com todo seu esforço e não descansou até pintar o seu futuro da cor que mais o agradava e, assim, transformou o mal com um enorme, memorável e inesquecível bem.

Pense nisto, e veja como suas atitudes presentes podem vir a reverter seus possíveis erros do passado e ajudar a pavimentar o seu futuro!

E vocês, já refletiram sobre o valor / importância das nossas atitudes ou falta de atitudes … e suas conseqüências?

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Recebi esta semana uma notícia otimista, sim, diante deste cenário e pensamento pessimista, ainda existem oportunidades diante da crise internacional. A notícia vem do estado do Mato Grosso, no qual tivemos a oportunidade de conhecer em 2008 e onde realizamos treinamentos em parceria com o SENAI-MT. Para maiores detalhes consultem o seguinte post:

Retornado ao assunto principal deste post, o estado do Mato Grosso encerrou 2008 com resultados positivos na balança comercial, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (20), pela Federação das Indústrias do Estado (FIEMT). “Foi um ano espetacular não só para a indústria, como para a economia estadual como um todo”, avaliou o presidente do Sistema FIEMT, Mauro Mendes. Em 2008, Mato Grosso registrou superávit de US$ 6,53 bilhões, valor 49% maior do que em 2007, contrapondo com a queda de 38% do saldo comercial do Brasil, de US$ 24,74 bilhões no mesmo período. “Tal número mostra nossa expressiva contribuição de 26% para o superávit nacional”, afirma Mendes.

De acordo com análise do presidente do Sistema FIEMT, em 2009, Mato Grosso poderá chegar à sexta colocação no ranking dos exportadores brasileiros. “Isso porque os minérios são predominantes nas pautas de exportações dos Estados da Bahia, Espírito Santo e Pará e tiveram brusca queda de comercialização por conta de crise mundial”. Mendes complementa que a dificuldade de alguns Estados poderá impactar positivamente nas exportações de Mato Grosso. “Trata-se de transformar o cenário atual em oportunidade, já que o mundo não deixará de consumir alimentos e Mato Grosso é um dos principais fornecedores de commodities agrícolas”.

A notícia na integra pode ser consultada através deste link.

E você, qual é a sua opinião sobre este assunto?

Quais são as perspectivas de crescimento para o estado do Rio Grande do Sul em 2009? Como podemos buscar estes dados?

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Dando continuidade na série de post que elaboramos sobre Gestão Estratégica Pessoal, gostaria de sugerir uma dica de leitura, um artigo que foi publicado no Caderno de Empregos e Oportunidades do jornal Zero Hora deste domingo (18/01/2009). Este artigo descreve de forma clara e eficiente como criar e manter uma rede de contatos (network), ações essenciais para alcançarmos sucesso em nossa Gestão Estratégica Pessoal!

Sendo que neste link poderão obter um Roteiro para ampliar os Relacionamentos.

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