Antes de adquirimos conhecimento através de uma leitura, treinamento ou grupo de estudo, devemos nos preparar para “receber” e “aproveitar” esta gama infinita de informações. Afinal de contas estamos 24 horas aprendendo algo … estamos na era da informação / conhecimento!!

Existe uma diferença grande entre educar crianças / jovens e … repassar conhecimento para adultos!

Na seqüência, estaremos apresentando uma interpretação da “metacognição”, termo criado por John Hurley Flavell.

O caminho para uma aprendizagem eficaz consegue-se através do conhecimento:

  • De nós mesmos;
  • De nossa capacidade de aprender;
  • Do processo que nós utilizamos com sucesso no passado,e ;
  • Do nosso interesse e conhecimento do assunto que queremos aprender.

Por exemplo, pode ser fácil para você aprender Física, mas impossível aprender a jogar tênis, ou vice versa.
Toda aprendizagem, entretanto, é um processo que se estabelece em determinadas etapas.

Estas são quatro etapas para a aprendizagem.

Comece imprimindo este post e respondendo às perguntas.

Em seguida, planeje sua estratégia com suas respostas.

Comece com o seu passado: Qual é a sua experiência sobre como você aprende?

  • Você gostava de ler?
  • Você gostava de resolver problemas?
  • Você gostava de memorizar?
  • Você gostava de recitar?
  • Você gostava de interpretar?
  • Você gostava de falar em público?
  • Você sabia fazer resumo?
  • Você fazia perguntas sobre o que havia estudado?
  • Você fazia revisão?
  • Você tinha acesso a informações de várias fontes?
  • Você gostava de estudar sozinho ou em grupo?
  • Você precisava de várias sessões curtas de estudo, ou de uma sessão longa?

Transição do passado para o presente:

  • Quais são os seus hábitos de estudo?
  • Como estes hábitos evoluíram?
  • O que funcionou melhor? E pior?
  • Como você se expressou sobre o que aprendeu melhor? Através de um teste escrito, uma dissertação, uma entrevista?

Siga para o presente:

  • O quanto eu estou interessado neste assunto, no qual irei aprender?
  • Quanto tempo, eu quero levar para aprender sobre este assunto?
  • O que pode distrair a minha atenção?
  • As circunstâncias estão adequadas para o sucesso?
  • O que posso controlar, e o que está fora de meu controle?
  • Posso modificar estas condições para obter sucesso?
  • O que afeta a minha dedicação para aprender isto?
  • Possuo um planejamento? O meu planejamento leva em conta a minha experiência passada e o meu estilo de aprendizagem?

Considere o processo, o assunto em questão:

  • Qual é o cabeçalho? O título?
  • Quais são as palavras-chave que se destacam? Eu as entendo?
  • O que já sei sobre isto? Conheço assuntos correlatos?
  • Que tipo de recursos e informações me ajudarão?
  • Confiarei somente em uma fonte (por exemplo, um livro texto) para obter informação?
  • Terei que procurar fontes adicionais?
  • À medida que estudo, pergunto a mim mesmo se estou entendendo?
  • Devo ir mais rápido ou mais devagar?
  • Se não estou entendendo, pergunto qual o motivo?
  • Eu paro e faço um resumo?
  • Eu paro e pergunto se faz sentido?
  • Eu paro e avalio (concordo/discordo)?
  • Preciso somente de tempo para refletir e retomar mais tarde?
  • Preciso discutir o assunto com outros “estudantes” para poder processar a informações?
  • Preciso encontrar uma autoridade, tal qual um professor, uma bibliotecária, ou um perito no assunto?

Revisão Critica, ou seja, após utilizar os conhecimentos adquiridos:

  • O que fiz certo?
  • O que poderia fazer melhor?
  • O meu plano esta de acordo com a maneira como trabalho meus pontos positivos e negativos?
  • Escolhi as condições certas?
  • Eu as segui, fui disciplinado comigo mesmo?
  • Fui bem sucedido?
  • Comemorei o meu sucesso?
Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Aprendizado Vivencial ao Ar Livre, Dica de Leitura, Momento de Reflexão, Qualidade de Vida, Treinamento e Desenvolvimento

 

Segue um artigo que recebi do portal RH.com.br, que descreve de forma clara a fundamentação da pesquisa de clima organizacional além de casos práticos, escrito por Kelly Marques:

O que é?

É um instrumento de avaliação do nível de satisfação das pessoas no ambiente interno da empresa. Para tanto, aplica-se a todos os funcionários um questionário impresso ou digital, com garantia de anonimato, a fim de identificar e, posteriormente, analisar as opiniões, as atitudes e os comportamentos de todos os colaboradores da empresa em relação aos diversos itens avaliados pela pesquisa.

Objetivo

Identificar as oportunidades de melhoria e elaborar um plano de ação que visa incrementar a motivação, a produtividade e a qualidade de vida dos seus funcionários.

Pré-requisitos

  • Os níveis hierárquicos superiores devem estar totalmente comprometidos com a Pesquisa de Clima Organizacional, acreditando nela e incentivando todos a participar.
  • Não existe Pesquisa de Clima Organizacional “padrão”. Para cada empresa haverá um questionário adaptado à sua realidade, à linguagem e à cultura de seus funcionários.
  • Os líderes devem estar preparados para não influenciar ou constranger suas equipes.
  • Deve-se garantir todas as formas de confidencialidade dos dados.
  • O questionário deve ser preparado por profissionais habilitados, a fim de garantir sua eficiência e relevância.
  • Investir adequadamente no processo de comunicação interna para tornar claros os objetivos da pesquisa.

Dificuldades

  • Fazer o uso adequado da metodologia, principalmente na preparação do questionário.
  • Garantir o empenho dos gestores para aplicação da pesquisa, a fim de obter um percentual significativo de respostas.
  • Criar um ambiente favorável à pesquisa, que inclui a garantia de anonimato dos respondentes e a garantia de utilização dos resultados.

Benefícios

  • Redução da rotatividade.
  • Redução de conflitos internos.
  • Alinhar a cultura com as ações efetivas da empresa.
  • Otimizar a comunicação.
  • Otimizar os investimentos em treinamento e desenvolvimento.
  • Integrar os diversos processos e áreas funcionais.

Casos Práticos

Clique nos títulos abaixo para conferir vários casos práticos que já foram publicados no RH.com.br sobre a Pesquisa de Clima Organizacional.

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Dica de "Website", Dica de Leitura, Pesquisa de Clima Organizacional

Recebi um e-mail de um amigo de Santa Cruz do Sul, o Cláudio Cariboni, no qual estava precisando para iniciar uma série de “post” sobre Auto-Disciplina.

O assunto deste e-mail, fala sobre a importância das nossas atitudes / decisões, sendo que foi escrito por Bernt Entschev, em seu WeBlog.

Abaixo apresentamos o conteúdo na íntegra:

Li na coluna do consultor Abraham Shapiro uma estória que achei muito interessante e que gostaria de dividir com vocês, sobre nosso poder de mudança e como nossas decisões permeiam nossa existência e nosso legado.

Conta Shapiro que o Prêmio Nobel foi criado há mais de um século por um químico sueco, que ficou milionário com a invenção da dinamite. Ele se chamava Alfred Nobel, e um fato curioso determinou sua vida. Quando seu irmão faleceu, um jornal se enganou e publicou que era o próprio Alfred que havia morrido. Ao ler seu obituário no jornal, Alfred ficou horrorizado. A nota o descrevia como “o monstro que tornara possível matar mais pessoas em maior velocidade, através da descoberta de uma poderosa bomba”.

Diante destas chocantes palavras a seu respeito, Alfred percebeu que aquela seria a biografia pela qual o mundo o conheceria. Como nenhum homem honrado desejaria entrar daquele modo para a história, Alfred decidiu investir toda sua fortuna numa fundação cujo objetivo seria premiar pesquisadores, cientistas, estudiosos e pessoas que lutassem pela paz mundial, dando à luz a uma das mais cobiçadas premiações do planeta.

Hoje, pergunte a qualquer um e você verá que quase todo mundo sabe o que é o Prêmio Nobel, enquanto pouquíssimos ouviram dizer que Alfred Nobel inventou uma arma de guerra. Muita gente até se espanta ao dizermos isso. Qual o efeito da atitude de Alfred Nobel? Ele não podia mudar o seu passado, mas agiu com todo seu esforço e não descansou até pintar o seu futuro da cor que mais o agradava e, assim, transformou o mal com um enorme, memorável e inesquecível bem.

Pense nisto, e veja como suas atitudes presentes podem vir a reverter seus possíveis erros do passado e ajudar a pavimentar o seu futuro!

E vocês, já refletiram sobre o valor / importância das nossas atitudes ou falta de atitudes … e suas conseqüências?

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 3-Gestão pela Qualidade, 4-Gestão de Pessoas, Dica de "Website", Dica de Leitura, Formação de Líderes, Gestão de Carreira, Momento de Reflexão, Planejamento Pessoal / Profissional, Programa 5 S, Simplicidade Voluntária

 

Recebi esta semana uma notícia otimista, sim, diante deste cenário e pensamento pessimista, ainda existem oportunidades diante da crise internacional. A notícia vem do estado do Mato Grosso, no qual tivemos a oportunidade de conhecer em 2008 e onde realizamos treinamentos em parceria com o SENAI-MT. Para maiores detalhes consultem o seguinte post:

Retornado ao assunto principal deste post, o estado do Mato Grosso encerrou 2008 com resultados positivos na balança comercial, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (20), pela Federação das Indústrias do Estado (FIEMT). “Foi um ano espetacular não só para a indústria, como para a economia estadual como um todo”, avaliou o presidente do Sistema FIEMT, Mauro Mendes. Em 2008, Mato Grosso registrou superávit de US$ 6,53 bilhões, valor 49% maior do que em 2007, contrapondo com a queda de 38% do saldo comercial do Brasil, de US$ 24,74 bilhões no mesmo período. “Tal número mostra nossa expressiva contribuição de 26% para o superávit nacional”, afirma Mendes.

De acordo com análise do presidente do Sistema FIEMT, em 2009, Mato Grosso poderá chegar à sexta colocação no ranking dos exportadores brasileiros. “Isso porque os minérios são predominantes nas pautas de exportações dos Estados da Bahia, Espírito Santo e Pará e tiveram brusca queda de comercialização por conta de crise mundial”. Mendes complementa que a dificuldade de alguns Estados poderá impactar positivamente nas exportações de Mato Grosso. “Trata-se de transformar o cenário atual em oportunidade, já que o mundo não deixará de consumir alimentos e Mato Grosso é um dos principais fornecedores de commodities agrícolas”.

A notícia na integra pode ser consultada através deste link.

E você, qual é a sua opinião sobre este assunto?

Quais são as perspectivas de crescimento para o estado do Rio Grande do Sul em 2009? Como podemos buscar estes dados?

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 3-Gestão pela Qualidade, Análise macroeconômico, Nossas Alianças Estratégicas, Nossos Clientes, Quali Mato Grosso

Dando continuidade na série de post que elaboramos sobre Gestão Estratégica Pessoal, gostaria de sugerir uma dica de leitura, um artigo que foi publicado no Caderno de Empregos e Oportunidades do jornal Zero Hora deste domingo (18/01/2009). Este artigo descreve de forma clara e eficiente como criar e manter uma rede de contatos (network), ações essenciais para alcançarmos sucesso em nossa Gestão Estratégica Pessoal!

Sendo que neste link poderão obter um Roteiro para ampliar os Relacionamentos.

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 4-Gestão de Pessoas, Dica de Leitura, Gestão de Carreira, Planejamento Pessoal / Profissional

 

Tanto se comentam e desenvolvem-se melhorias nos conceitos seculares do Programa 5S, por exemplo 8S, que resolvi desenvolver uma forma simples e eficaz de treinar os colaboradores nos conceitos dos 5 Sensos, assim como na Formação de Avaliadores / Auditores. Segue abaixo dois links, referente a estes duas etapas que implementamos na Gráfica Jacuí, nosso cliente:

E você, já implementou os 5S em sua empresa / organização?

Quais foram as dificuldades na implementação?

Conseguiste manter as auditorias / avaliações?

Aguardaremos os comentários!

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, Nossos Clientes, Programa 5 S

Dando continuidade ao post anterior, vamos continuar as orientações para a nossa Gestão Estratégica Pessoal.

7. Price

O preço é absoluto, mas o valor é sempre relativo.

O preço é um atributo típico dos produtos. E estes têm sido comoditizados ao longo do tempo. Olhe ao seu redor e analise produtos similares de diferentes marcas das mais variadas empresas.

Analogamente, todos nós, tomados como produtos no mercado de trabalho, também nos assemelhamos. Nossas competências técnicas são muito próximas, posto que ensinadas nas mesmas escolas, com metodologias parecidas e mesmos livros didáticos. O que outrora fora um diferencial, como o domínio de um segundo idioma ou um título de pós-graduação, hoje representa apenas igualdade de condições junto aos demais profissionais.

Como se não bastasse, tudo concorre com tudo agora. A competição é pelo tempo e pelo dinheiro do consumidor potencial. No restaurante, refrigerante compete com tubaína, mas também com suco, água natural e aromatizada pela preferência do cliente. No hospital, cardiologista concorre com oncologista, mas também com administradores, advogados e até engenheiros pela direção do estabelecimento.

Mas todo produto encerra em si a prestação de um serviço. E é neste campo que o jogo pode e deve ser jogado. Saem os predicados objetivos, entram os subjetivos. Em lugar da forma, o conteúdo. Em vez do palpável, o intangível.

Atendimento é a palavra de ordem. O bom atendimento, vale frisar. Atendimento que deriva de atenção, da capacidade de direcionar não somente olhos e ouvidos, mas os cinco sentidos para acolher a uma demanda qualquer.

Imagem que se fortalece, valor que se tonifica.

8. People

A era do conhecimento colocou as pessoas em primeiro lugar, suplantando as máquinas.

E a importância das pessoas começa pelo cliente, esta entidade poderosa dotada da propriedade de fazer uma companhia prosperar ou capitular.

Porém, há um cliente específico, igualmente significativo, mas cuja relevância precede ao anterior. Trata-se do cliente interno, formado pelos parceiros de trabalho, seja qual for o ambiente. São eles os seus colegas de trabalho, de todos os níveis hierárquicos, e os demais alunos matriculados no seu curso universitário, ao lado de todo o corpo docente.

Da harmonia no relacionamento interpessoal cultivado junto a estes pares depende o êxito de qualquer empreitada. No mundo corporativo, por exemplo, um ambiente saudável entre os colaboradores permite a formação de equipes altamente comprometidas com a organização o que se traduz em excelência no atendimento ao cliente externo, possibilitando sua fidelização.

O instrumento utilizado neste processo de evolução das relações internas atende pelo nome de endomarketing.

É através das pessoas que poderá colher impressões reais a seu respeito tencionando praticar o kaizen, ou aprimoramento contínuo. E um dos melhores expedientes de coleta de informações é um questionário para levantamento de pontos fortes e fracos. Experimente aplicá-lo junto a pessoas de seu relacionamento que, mais do que amigas, sejam justas e dispostas a auxiliar você na busca pelo autoconhecimento.

9. Providers

Fornecedores já foram tidos como uma espécie de “mal necessário”. Eram tempos em que os monopólios reinavam absolutos impondo-nos preços, prazos e condições.

A tecnologia, a profusão e difusão das inovações, a expansão dos mercados, enfim, as novas relações de consumo alteraram o perfil dos providers. E, por decorrência do exposto na variável anterior, o endomarketing tornou você cliente e fornecedor ao mesmo tempo.

A necessidade de concentrar tempo, recursos e energia no phocus propiciou o surgimento da terceirização. Tal como empresas passaram a se dedicar quase integralmente à sua atividade-fim, delegando operações acessórias a outras companhias para elevar sua competitividade, da mesma maneira você deve conduzir sua carreira.

Exemplificando a partir de temas já abordados, contrate um especialista para desenvolver seu website em vez de aprender recursos de programação apenas para esta finalidade. Confeccione seus cartões de visita em uma gráfica, ao invés de produzi-los artesanalmente em sua impressora. Abrace o profissionalismo como lema, pois cada decisão, por menor que seja, impacta sua imagem.

Ao contratar estes novos parceiros, certifique-se de que eles trabalham em sintonia com seus valores e podem atender suas demandas dentro de condições favoráveis.

E, por derradeiro, no papel de fornecedor, considere a possibilidade de trabalhar no sistema home office, ou seja, a partir de um escritório estruturado em sua própria residência. Esta pode ser uma alternativa secundária para uma atividade suplementar que com o tempo possa assumir o posto de principal. Mas tenha consigo a recomendação de que para ter sucesso nesta iniciativa é preciso mais do que infra-estrutura. Preparo, organização e disciplina são quesitos fundamentais.

10. Post-Place

A primeira venda não é a mais difícil de ser realizada. É a segunda, porque sinaliza fidelidade. Este conceito vale para produtos, vale para serviços, vale para sua imagem e para a atividade que desempenhar. Você pode chamá-lo de aftermarketing, porque vem depois da venda.

Pergunte-se: quantas vezes você já acionou um SAC – Serviço de Atendimento ao Cliente, tendo seu problema resolvido? Em quantas ocasiões recebeu um telefonema de retorno de alguém para agradecer-lhe pela presença ou participação num evento qualquer?

Costumo dizer que nós somos maus amantes, porque costumamos lutar por nossas conquistas e desmerecê-las logo em seguida, tão logo seja superado o sabor do desafio.

Por isso, aprenda a agradecer. Agradeça não apenas por presentes recebidos, mas também por um sorriso, por uma singela mensagem. Cultive o hábito de jamais deixar alguém sem resposta, ainda que ela seja negativa ou inconclusa.

Retorne telefonemas recebidos, recados remetidos, mensagens postadas. Cumprimente com cordialidade as pessoas que encontrar, mesmo que acidentalmente. Vale para o frentista, o ascensorista, o operador de caixa.

Coloque-se disponível às pessoas. Evite criar barreiras, forjar obstáculos, tornar-se inacessível como se isso fosse torná-lo mais importante, desejado ou respeitado. O mundo anda carente de alegrias e basta uma delas para combater muitas tristezas. A gratidão e a benevolência não trazem a felicidade, mas ajudam a assegurá-la.

11. Protection

Esteja atento para assuntos relacionados à proteção legal. Primeiro, para resguardar a si mesmo e à sua imagem. Segundo, para evitar o inverso, ou seja, que você, desafortunadamente, por um lapso em uma fração de segundos, invada a privacidade alheia, cometa um plágio, ultrapasse a linha tênue que muitas vezes separa o plausível do inaceitável.

Procure patentear sua marca pessoal, caso crie uma. Registre seu domínio www. Conheça o código de ética da sua categoria profissional e estude o código de conduta da sua empresa. Leia e aprenda a interpretar o Código de Defesa do Consumidor e a Constituição Federal.

12. Percognitiom

A última variável das ferramentas para edificação de seu planejamento estratégico pessoal é um neologismo em inglês que representa uma seqüência de ações capazes de referendar os passos anteriores: percepção, reconhecimento, reputação, imagem e marca.

Isso posto, todo o planejamento só poderá ser qualificado como válido se houver a percepção de suas qualidades e atributos. Uma vez percebido ou notado, que você seja reconhecido e, ato contínuo, reputado positivamente. Então ocorrerá a experimentação, representada pelas oportunidades de interação que conduzam à convivência, respaldando uma imagem sólida que se incorpore à sua marca pessoal.

O percognitiom é fruto de um processo de diferenciação capaz de lhe tornar dotado de características únicas e indissociáveis, suficientes para conquistar a o respeito, a admiração e a confiança das pessoas em seus corações e mentes.

Lembre-se de que o hoje é a vitória sobre o você de ontem e a preparação para o seu amanhã.

E você já fez o seu planejamento pessoal / profissional?

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 4-Gestão de Pessoas, Gestão de Carreira, Planejamento Pessoal / Profissional

Dando continuidade ao post anterior, vamos continuar as orientações para a nossa Gestão Estratégica Pessoal.

Parte B – A Caixa de Ferramentas

Os convencionais 4Ps, apresentados por Jerome McCarthy em sua obra Basic Marketing, de 1960, como únicas variáveis relevantes do chamado composto mercadológico, receberam uma abordagem inovadora. Mais de quarenta anos de estudo e trabalho permitiram a Francisco Alberto Madia de Souza, presidente da Madia Mundo Marketing, desenvolver uma matriz fantástica formada por 12Ps, conforme apresentaremos adiante.

1. PEST

Agora que já descobriu sua missão de vida, selecionou os valores que irão balizar seus comportamentos e ações e determinou onde pretende estar a partir de sua visão do futuro, deverá fazer uma análise atenta do ambiente externo, ou seja, o ambiente Político, Econômico, Social e Tecnológico no qual está inserido.

O ambiente político ganhou notoriedade ainda maior dentro da atual conjuntura do país devido aos desmandos envolvendo governantes de todas as esferas do poder, colocando a ética no centro das atenções. Assim, a conduta moral ilibada passou a ser, além de louvável, pré-requisito para viver em sociedade e edificar a imagem pessoal.

O ambiente econômico pode ser resumido na força de uma palavra: globalização. Muros e cortinas ruíram, decretando o fim das fronteiras físicas. Telefones e computadores encurtaram distâncias. Caminhamos para idiomas e moedas universais, promovendo uma aproximação cultural sem precedentes.

O ambiente social, como que por decorrência dos anteriores, acionou o alerta da responsabilidade socioambiental. As desigualdades entre os povos precisam ser dirimidas. O crescimento não pode ser de poucos e o desenvolvimento precisa ser sustentável para não comprometer as gerações futuras.

O ambiente tecnológico legou-nos a inovação e com ela a certeza de que sempre será possível fazer melhor, mais rápido e mais barato. É um retorno a cinco séculos antes de Cristo e a dialética de Heráclito de Éfeso que dizia: “Tudo flui, nada persiste, nem permanece o mesmo”.

Do ambiente externo aprendemos que devemos estar em constante busca pelo conhecimento e pela inovação, agindo num mundo globalizado com ética e foco na sustentabilidade.

2. Phocus

Compreendido o ambiente externo, estabeleça seu foco de atuação. Pode parecer elementar, mas muitos se equivocam neste instante, comprometendo o resultado de todo o planejamento. E erram ou por constituir muitos focos ou por eleger como primordial o objetivo inadequado.

Várias flechas não garantem o acerto do alvo, e vários alvos confundem o arqueiro. Por isso, a definição deve ser clara, analítica e específica. Procure fundamentá-la em sua missão, orientá-la pelos seus valores e traçá-la em direção à sua visão.

Resista à tentação de definir seu foco por interferência de terceiros. Isso acontece, por exemplo, com jovens em estágio pré-vestibular, por ocasião da escolha do curso superior, quando optam pela mesma carreira dos pais ou seguem à risca a sugestão de amigos ou familiares.

É também comum a definição do foco por influências de cunho conjuntural, como moda ou expectativa momentânea de ganhos financeiros elevados. Assim pode-se notar com profissionais que escolheram carreiras a partir da análise de pesquisas salariais, negligenciando seus anseios de realização e talentos pessoais. Invariavelmente a desilusão os visita com brevidade, trazendo-lhes o desafio do recomeço ou o equívoco de persistir no erro.

3. Positioning

O posicionamento consiste no planejamento e organização de sua identidade pessoal. Representa todos os sinais e códigos de comunicação transmitidos por seu estilo e personalidade.

O objetivo é delimitar, baseado no seu phocus, as características mais singulares que nortearão a construção de sua imagem com intuito de conquistar o respeito, a admiração e a confiança das pessoas.

4. Product

Observado como se fora um produto, é o momento de trabalhar seu marketing pessoal, projetando uma imagem de marca em relação a si a partir de dois níveis essenciais: a embalagem e o conteúdo.

O aspecto externo é o princípio de tudo, pois você não terá uma segunda oportunidade de causar uma primeira boa impressão. Portanto, cuide de sua aparência, trajando-se com propriedade, evitando o uso excessivo de acessórios e cosméticos, aprendendo regras de etiqueta e melhorando seu vocabulário, tanto falado quanto escrito.

Mas embora o design seja determinante, se o que estiver por dentro não lastrear a expectativa criada, você seguramente deixará de se estabelecer. Por isso, atente para sua formação acadêmica. Estude com regularidade e aprenda outros idiomas. Seja uma pessoa autêntica, transparente e íntegra. É o melhor caminho para conquistar a confiança e simpatia das pessoas.

5. Promotion

Não adianta fazer a melhor coisa do mundo ou ter atributos invejáveis se ninguém tomar conhecimento. É preciso comunicar e repercutir. Esta ferramenta poderia ser traduzida literalmente por promoção, mas envolve mais do que isso: é o campo da propaganda e da comunicação.

Por isso, tenha sempre seu cartão de visitas à mão, mesmo que esteja desempregado. Crie um blog ou website pessoal e participe de comunidades na internet. Depois crie suas próprias comunidades.

Se gostar de escrever, publique artigos. E depois um livro. Se não gostar de escrever, comece a ler mais e aprenda a escrever.

Além disso, participe de eventos para ver e ser visto. E todo tipo de evento. Shows, seminários, feiras, reuniões de condomínio. Procure freqüentar ambientes variados para ter acesso a pessoas diferentes, com formação, cultura e idéias diversas.

Faça um curso de expressão verbal e aprenda a arte da retórica. A habilidade de falar em público abre portas e eleva a auto-estima e a autoconfiança.

O resultado final deste processo de comunicação é uma ampla rede de relacionamento, o tão comentado networking. Procure criá-la e expandi-la em sintonia com o seu phocus.

6. Place

Falamos aqui de distribuição. Utilizando as técnicas de comunicação sugeridas no tópico anterior, suas idéias e ideais poderão ser conhecidos por todos que se sentirem seduzidos a visitar seu sítio na internet.

A reunião de opiniões qualificadas e networking extenso pode proporcionar grande alcance e destaque para seus conceitos e sua imagem. Mas lembre-se de guardar fidelidade e alinhamento à sua missão. Com base nela, seu place, ou seu mundo, poderá acertadamente se restringir não aos cinco continentes, mas apenas à sua comunidade.

No próximo post, concluímos este assunto.

E você já fez o seu planejamento pessoal / profissional?

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 4-Gestão de Pessoas, Gestão de Carreira, Planejamento Pessoal / Profissional

Nós estamos acostumados a falar e discutir sobre gestão estratégica no âmbito das corporações. As organizações iniciam ou revisam, normalmente no início de setembro de cada ano, os planos e a revisão de planos existentes para o ano seguinte, bem como para períodos mais longos, vale um comentário que médio / longo prazo está ficando mais difícil de projetar cenários.

Mas o que queremos com este primeiro post é convidar vocês para a execução de uma gestão estratégica diferente e muito importante: a gestão da sua vida … o planejamento estratégico pessoal. / profissional E, para fazê-lo, iremos nos basear em uma metodologia inovadora.

Parte A – O Tripé da Gestão Estratégica Pessoal / Profissional

Gestão Estratégica Pessoal / Profissional é o processo de construir o seu futuro. E tal como nas organizações, a primeira etapa consiste na definição de três aspectos essenciais: missão, valores e visão.

1. Missão

A missão é a sua razão de existir. Entendê-la habita antigas questões filosóficas como: “De onde viemos?” e “Para onde vamos?”.

Descobrir sua missão é fruto das perguntas que você se fizer. Algumas sugestões:

a) O que está incompleto em sua vida?

Procure entender o que falta para sentir-se realizado em termos profissionais e pessoais.

b) O que gostaria de aprender?

A resposta indicará suas paixões e poderá revelar talentos latentes que tenha negligenciado no decorrer dos anos, seja pela rotina imposta pelo cotidiano, seja pelo medo auto-imposto.

c) O que faria se ganhasse um grande prêmio numa loteria?

O propósito é observar se há planos que você tem adiado indefinidamente sob a alegação de falta de recursos. É possível que sua missão esteja mergulhada neste pântano sombrio desenhado em sua mente e que a realização deste sonho seja exeqüível mesmo diante da ausência de dinheiro.

d) O que faria se tivesse somente seis meses de vida?

É uma questão lúgubre, sei disso. Mas ela se faz necessária para que você avalie suas reais prioridades e reflita sobre como tem gerenciado seu recurso mais significativo e perene: seu tempo.

e) Imagine-se em seu enterro…

A exemplo da pergunta anterior, este é um exercício revelador. A proposta é que você se imagine nesta situação e procure identificar três pessoas de seu relacionamento: um familiar, um amigo e um colega de trabalho. Ouça o que estão dizendo sobre você e quais os sentimentos que delas afloram. Talvez perceba como as tem tratado e quanto de amizade, carinho e amor tem oferecido àqueles que lhe são importantes.

Após todos estes questionamentos, analise suas respostas. Elas indicarão seu legado, ou seja, a contribuição que deixará para o mundo e através da qual poderá eternizar seu nome e seus feitos.

2. Valores

Os valores são os princípios que guiam as decisões e balizam o comportamento no cumprimento da missão.

Desde muito cedo, por influência de nossos pais e familiares, estabelecemos um conjunto de valores. Mas as pessoas, o ambiente, as crenças e as circunstâncias agem no sentido de modificá-los. Um bom exemplo desta mutabilidade dos valores é o estatuto da pena de morte. Você pode ser absolutamente contrário à aplicação da sentença capital. Porém, se um ente querido for vitimado por um ato de violência extrema, é possível que você passe a tolerá-la em condições excepcionais.

Para encontrar seus valores:

a) Identifique os princípios que governam sua vida.

É uma tarefa demorada e que ordena alta concentração e reflexão. Verifique os valores mais recorrentes em seus pensamentos e ações. Podem ser a integridade e a justiça, indicando um perfil voltado à conduta social; ou a humildade e a generosidade, sinalizando para foco em serviços ao próximo; ou a autonomia e a autoconfiança, apontando para o egocentrismo. Pode ser um conjunto de todos eles. Não importa. O fundamental é que os aspectos selecionados representem o que você de fato é, e não o que gostaria que as pessoas pensassem a seu respeito. Assim, escolha valores inerentes ao seu caráter e não à sua reputação.

b) Coloque-os em ordem de prioridade.

Após selecionar entre cinco e sete valores, procure ordená-los de acordo com o grau de importância relativa. É um momento decisivo, pois exigirá que você faça escolhas. Neste momento ficará evidenciado se os valores preponderantes são materiais ou emocionais, individuais ou coletivos.

c) Escreva um parágrafo para cada um dos valores escolhidos.

É o momento de unir razão e emoção, cabeça e coração. Coloque no papel o porquê de suas escolhas, leia com atenção e reflita. Você estará relacionando os valores com os princípios!

Ao final você terá escrito o que denomino “Constituição Pessoal”. É sua carta de valores e princípios, pessoal e intransferível. Carregue consigo esta pequena lista, leia-a regularmente e tome suas decisões com base nela. Uma atitude em desacordo com seus valores e princípios deverá causar desconforto, incômodo até, ensejando uma mudança atitudinal ou uma revisão dos valores e princípios selecionados.

3. Visão

A visão é a explicitação do que você espera e acredita para o seu futuro. É uma imagem mental poderosa que tem a propriedade de materializar sonhos.

Para construir uma visão de futuro:

a) Imagine-se daqui a alguns anos.

Onde você estará em um, cinco, dez e 25 anos? O que estará fazendo? Quais terão sido suas realizações? Quem terá conhecido? O que terá aprendido?

b) Adote um “diário do futuro”.

Há quem ainda escreva diários, um registro pessoal e muitas vezes secreto de comportamentos, pensamentos e ações. Modernamente os diários ganharam o mundo virtual através dos blogs. Em qualquer dos casos, faça seus relatos não sobre o passado, mas sobre o futuro que imaginou conforme sugestão anterior. Seja detalhista, entusiasmado e profético ao discorrer suas palavras.

c) Projete o filme da sua vida.

Reúna suas experiências passadas e sua visão de futuro, ambas ilustradas pelos seus diários do passado e do futuro, para imaginar o filme de sua vida, uma película extraordinária onde você figura como diretor e protagonista de sua própria história.

Ao vislumbrar seu futuro, lembre-se de desenhá-lo com cores alegres, vibrantes e positivas. O que hoje se conceitua como “leis da atração” nada mais é do que uma imagem mental positiva amparada por ação concreta em direção da realização e da conquista do sucesso.

Continuaremos esta análise no próximo post.

E você, já elaborou a sua gestão estratégica pessoal? Antes da organização no qual esta trabalhando / gerenciando, pense em sua vida pessoal / profissional!

Aguardaremos os comentários!

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Gestão de Carreira, Planejamento Pessoal / Profissional

Apontado entre as empresas mais inovadoras nas últimas pesquisas, o Google segue alguns princípios e processos para que consiga ser uma empresa que traz novas soluções na web.
Foi mostrado na FastCompany
por Marissa Mayer, vice-presidente de produtos de busca, os 9 principais princípios que o Google, nos quais apresentamos a seguir:

1. Inovação e não a perfeição instantânea

Trata-se de uma escolha difícil. Lançar um produto antes que ele esteja perfeito e ser o primeiro a comercializá-lo, ou gastar meses no seu aperfeiçoamento e se arriscar a um fracasso quando lançado no mercado?

A Google optou por não esperar pela perfeição e lançar logo seus produtos. Usa as reações do mercado para refinar seus produtos de acordo com as reais necessidades dos usuários.

2. Idéias vêm de toda parte

A Google espera que todos tenham idéias: executivos, gerentes, empregados e usuários. A empresa mantém um fórum interno permanente e encoraja os empregados a publicar novas idéias e submetê-las aos seus colegas para análise e melhoria. As melhores idéias são votadas e sobem para o topo da lista. Os comentários dos colegas levam a novas e melhores idéias.

3. Licença para seguir seus sonhos

Os engenheiros podem dedicar 20% do tempo em suas idéias. Têm liberdade para escolher temas que os interessam e que julgam vir a ser valiosos para a empresa.

4. Transforme os projetos, não os descarte

Qualquer projeto que foi suficientemente bom para passar pelo processo de filtragem, mas que não foi aprovado pelos usuários, provavelmente tem uma semente ou algo interessante em algum ponto que possa ser aproveitado. A idéia deve ser trabalhada e transformada em algo que o mercado deseja.

5. Compartilhe informações o máximo que puder

Através da intranet, os empregados são informados do que está acontecendo com os negócios e o que é importante. Além disso, todos os empregados informam por e-mail o que fizeram na semana anterior. Estas informações vão para uma página na intranet. Assim qualquer um tem acesso a quem está trabalhando em que, evitando duplicidades.

6. O foco é nos clientes, não no dinheiro

A Google acredita que se concentrar nos clientes o dinheiro entra naturalmente. Se trabalhar em produtos que os usuários necessitam, eles pagarão por eles.

7. Os dados são apolíticos

As decisões sobre projetos são tomadas com base em dados e não ditadas por preferências ou gostos pessoais.

8. Criatividade ama restrições

As pessoas pensam sobre a criatividade como uma coisa sem freios, mas a engenhosidade floresce em situações de restrições. Os engenheiros amam enfrentar desafios e resolver problemas difíceis.

9. Recrute pessoas brilhantes

Pessoas brilhantes estabelecem para si mesmos elevados padrões de desempenho. Elas querem trabalhar em projetos importantes e criar grandes coisas para o mundo.

É claro que o que serve para a Google Inc. pode não ser totalmente aplicável ou adequado para outras empresas. Cada empresa é única, com seus próprios valores, desafios e dificuldades. Mas vale a pena refletir sobre este nove princípios e ver como podem ser adaptados.

O que você pensa sobre estes nove princípios? Eles podem ser aplicados ao seu negócio? Que adaptações você faria?

Lembre-se, este ano é o ano da inovação … 2000”INOVE”!

Estaremos apresentando na seqüência outros post sobre o Google.

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Benchmarking

« Posts anteriores