Dando continuidade ao post anterior no qual iniciamos a falar sobre Segurança da Informação, gostaríamos de apresentar os resultados de uma pesquisa recente que recebemos do website www.computerworld.uol.com.br
São dados preocupantes a respeito de roubo de informações dos empregadores, por empregados demitidos. O índice é preocupante e se baseia em pesquisa realizada.
Framingham – Copiar e-mails e arquivos foram as práticas mais adotadas por ex-empregados, sendo que 50% ainda acessam redes remotamente.
O índice de roubo de informações de funcionários que foram demitidos ou deixaram seus empregos nos últimos 12 meses foi de 69%, de acordo com uma pesquisa do Ponemon Institute divulgada esta semana.
O estudo “Jobs at Risk = Data at Risk” foi realizado com 945 pessoas que foram dispensadas, demitidas ou que deixaram seus empregos em um ano, sendo que 67% disseram ter usado informações confidenciais de seus empregos anteriores para se recolocarem no mercado.
A pesquisa mostra que 61% dos respondentes que tinham uma visão negativa das companhias onde trabalhavam levaram dados, enquanto o índice de desvio de informações entre ex-funcionários que viam seus ex-empregadores de forma positiva foi de 26%.
Somente 31% dos participantes da pesquisa responderam que “confiavam” em seus ex-empregadores, enquanto 25% mostraram “incerteza” e 44% disseram que não confiavam nas práticas das empresas que deixaram.
Dos 945 participantes da pesquisa encomendada pela Symantec, 37% foram demitidos, 38% mudaram de emprego e 21% deixaram as empresas antecipando cortes. O grupo entrevistado atuava em 12 setores diferentes da indústria, sendo que 20% lidavam com tecnologia, 10% com finanças e contabilidade, 24% estavam na área de vendas e 8% em marketing e comunicações.
Levar informações de e-mails e copiar arquivos foram as ações mais praticadas pelos funcionários que roubaram documentos de seus antigos empregos, de acordo com o estudo. As práticas menos adotadas foram o desvio de arquivos em PDF, o acesso a arquivos de bancos de dados e o roubo de códigos-fonte. As informações foram levadas tanto em papéis simplesmente carregados pelos ex-funcionários como transferidas para mídias e pen-drives ou como anexos via e-mail para contas pessoais.
Alguns entrevistados admitiram ser errado levar informações das empresas sem permissão, mas 79% destes citaram várias razões para suas atitudes, incluindo respostas como “todo mundo faz isso”, “a informação pode ser útil no futuro” ou “a companhia não pode rastrear a informação até mim.”
Surpreendentemente, 24% dos ex-funcionários que responderam à pesquisa disseram que ainda podiam acessar os sistemas de seus antigos empregadores, sendo que 50% tiveram acesso entre um dia e uma semana após terem deixado as empresas, e 20% acessaram suas ex-redes corporativas por mais de uma semana.
Algumas perguntas / reflexões para os Gestores:
Quanto vale os dados da sua empresa?
Quanto a sua empresa já investiu em desenvolver documentos para uso próprio?
Quais são os riscos das suas informações serem levadas para o seu concorrente através de seus ex-funcionários?
E os funcionários que ainda estão no quadro de colaboradores da empresa?
Participe, registrando as suas experiências, nos campos de comentários deste post!







