Nunca vou esquecer-me de uma frase / constatação que inseri em um dos meus primeiros treinamentos a cerca de 13 anos atrás, a frase falava sobre a influência negativa do líder nas organizações, segue a frase / constatação:

A chefia autocrática é a ameaçadora, que passa o tempo todo vigiando, policiando e punindo. Geralmente este tipo de chefia tem uma equipe medíocre e revoltada. Esta equipe não cria, não colabora, não produz e faz apenas o que lhe é mandado. O ambiente de trabalho torna-se ruim ou péssimo.”

Hoje, quando estava navegando / pesquisando na internet, localizei um achado / preciosidade, escrita / adaptada pelo consultor J. Ferrari em seu blog. Neste artigo ele desenvolve a idéia do CAGONAUTA nas empresas / organizações. Depois de lerem e analisarem o que se segue, ficará a pergunta / dúvida “no ar” … eu sou um CAGÃO … eu sou um chefe CAGONAUTA … o meu chefe é um CAGONAUTA?

O CAGONAUTA

Dicionário Aurélio:

CAGÃO = adjetivo e substantivo masculino

1. Sentido figurado pejorativo: Que ou o que não tem coragem; medroso, covarde

2. Por extensão de sentido: Que ou o que é tímido, fraco, frouxo

3. Sentido figurado: Que ou o que é tolo; idiota, palerma

4. Derivação: Que ou o que é presunçoso, vaidoso, gabola, pedante.

CAGAÇO = grande medo; pavor; susto. Estado de quem tem ou está com medo ou assustado. Falta de coragem; covardia.

Há cerca de dois meses, depois de uma reunião, almocei com um diretor de uma empresa, o Silva. Durante todo o tempo, Silva ficou me contando das suas dificuldades para conseguir com que seus funcionários sejam mais eficientes.

Silva não parou de reclamar que o seu pessoal não tinha comprometimento, nem senso de responsabilidade, etc. Reclamou que tinha que ficar o tempo todo “em cima” da turma para que as coisa acontecessem. Que o pessoal só trazia problemas e mais problemas. Que seus encarregados eram medrosos e que já estava no limite de mandar a maioria embora para procurar gente mais competente.

Como eu conhecia Junior de longa data, não precisei pensar muito para “sacar” o problema. Silva dirige a empresa com “mãos de ferro”, ou seja, quando ele chega na empresa as pessoas estremecem. Todos tem medo de ser a vítima do dia, de serem desmontados por cometer um erro ou por dizer uma palavra mal colocada. A maioria dos seus funcionários tinha uma sensação em comum: MEDO. Medo do Silva.

Ou seja: Silva é um CAGONAUTA.

CAGONAUTAS são aqueles empresários, gerentes e encarregados que vivem diariamente rodeados de CAGÕES. E os bons cagonautas, não conseguem enxergar a sua responsabilidade na produção de CAGÕES. Eles são muito competentes em pelo menos seis regras básicas para a criação deles:

1. São emocionalmente instáveis

2. Humilham os funcionários

3. Punem quem traz más notícias

4. Não dão espaço para a comunicação franca

5. Castigam quem falha na primeira tentativa

6. São resistentes às mudanças

Cada vez que o Silva humilha um funcionário, cria um novo cagão. E, quando isto é feito na frente dos outros 30 funcionários, ele cria 31 cagões. Ninguém quer ser o próximo a ser esculachado, portanto o melhor é não se expor, ficar quieto no seu canto, bem escondido.

Quando alguém comete um engano, é trucidado pelo Silva “O CAGONAUTA” e deixa de ter iniciativa própria. Ninguém quer correr riscos na sua empresa.

- Mas como é que ninguém me falou disso antes? grita o cagonauta.

E quem será idiota para levar a má notícia ao Silva? Melhor deixar o tempo passar… E o problema vai crescendo, crescendo… Quando chega ao conhecimento do cagonauta, é tarde demais. Já está fora de controle, não dá para consertar.

O processo de comunicação, então, é totalmente travado. Ninguém se dirige ao Silva de forma aberta, transparente. As pessoas tem medo das conseqüências…

Silva diz sempre: – É um bando de incompetentes!!!, etc., etc.

Não! Silva não é o único não. Estou sempre encontrando CAGONAUTAS por aí. E nenhum deles percebe que aquele bando de cagões incompetentes que o circundam, são suas crias! No mundo de hoje, competitivo e apressado, não vence mais quem tem a melhor tecnologia, melhores planos, mais velocidade.

VENCE QUEM NÃO É CAGÃO!

Caro amigo leitor: Se o diretor da sua empresa, seu chefe ou seu encarregado é um CAGONAUTA, tome cuidado pois ele pode estar te treinando para ser um… CAGÃO!

Categorias: Formação de Líderes, Gestão de Pessoas, Momento de Reflexão
Nenhum comentário 30/03/2009 | Por: Hélio Rocha
Dez passos rumo à qualidade

O Portal AMANHÃ dá início a uma série de reportagens, mais precisamente 10 reportagens, que abordarão os desafios que o Brasil precisará enfrentar para proporcionar a suas crianças e adolescentes uma educação básica de padrão superior.

“A qualidade começa pela educação e acaba na educação”, já dizia Kaoru Ishikawa!

Clique neste link e acesse a primeira reportagem da série que durará cerca de duas semanas.

Categorias: Dica de Leitura, Momento de Reflexão, Qualidade de Vida

 A AGERGSAgência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Rio Grande do Sul possui um Programa de Usuários Voluntários, conforme previsto na Lei 11.075 da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, e eu sou um Usuário Voluntário!

Acessando o conteúdo desta Lei, vocês poderão conhecer a importância deste programa!

A nossa posição cômoda de ficar somente reclamando dos serviços oferecidos pelas concessionárias tem que acabar! E uma das melhores formas é exercer o nosso papel de cidadão consciente e fiscalizador!

Nós como usuários, possuímos os nossos Direitos e Deveres! Vide estes links:

Mas acima de tudo podemos participar ativamente como Usuário Voluntário!

Inscreva-se neste programa através deste link!

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O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

Participe!  É simples. Apague as luzes da sua sala no dia 28 de março, às 20h30min … ou seja … amanhã à noite!

Maiores informações acesse este link.

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 Dando continuidade ao artigo / post anterior, iremos apresentar algumas soluções para minimizar os riscos de segurança das informações corporativas.

As empresas que não querem proibir o uso de dispositivos móveis têm alternativas para reduzir o perigo, entre elas:

  • Política de acesso: Controlar com rigor e atualizar constantemente o perfil do usuário e a permissão de acesso a cada sistema para evitar abusos;
  • Monitoramento de pen drive: Softwares gravam no servidor a data que algum usuário conectou seu pen drive e o conteúdo que foi copiado;
  • Criptografia: A técnica faz com que documentos de PCs, e-mails, smartphones ou pen drives sejam cifrados e apenas um receptor habilitado possa decifrá-los, e;
  • Treinamentos: 45% dos vazamentos de dados são acidentais, dizem especialistas. Reforçar a conscientização dos funcionários ajuda a evitar incidentes.

Mas nem sempre a proibição radical resolve. Impedir sumariamente o uso de pen drives, smartphones ou qualquer outro tipo de memória portátil pode comprometer a produtividade do funcionário que necessita da mobilidade. Segundo Carlos Affonso, diretor regional da Módulo Security, o ideal seria começar uma avaliação para classificar os riscos, monitorando onde residem as informações confidenciais da empresa, e revisar o perfil do usuário que pode acessá-las. Outro item obrigatório da cartilha é o treinamento dos funcionários para que eles entendam quais são os reais riscos de um roubo de informações. “A facilidade é a inimiga da segurança. Os roubos de dados tendem a crescer, e os profissionais de tecnologia precisam estar cada vez mais ativos e incluí-los em suas listas de combate”, resume Affonso. Sinal de que o trabalho está só começando.

Categorias: Gestão da Segurança da Informação, ISO 27001

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