1 Comentário 29/05/2009 | Por: Hélio Rocha
Faltam 4 dias!

Faltam 4 dias para a Hospitalar 2009, que acontecerá em São Paulo / SP.

Hoje recebemos por e-mail um convite para participar deste evento único … o convite vêm de um dos nossos clientes!

Clique na figura e visite esta empresa e principalmente conheça os seus produtos / lançamentos na Hospitalar 2009!

Sucesso para a equipe da Sitmed!

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A ABIMO promoverá, na Hospitalar 2009 uma palestra com o Diretor Presidente da ANVISA, cm o seguinte tema: “O papel da ANVISA no Complexo Industrial da Saúde”.

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A Abimed promoverá, em sessão plenária na Hospitalar 2009, um debate sobre o “Valor da Tecnologia Médica”, com a participação de Cláudio Maierovitch Pessanha Henriques, diretor da Comissão para Incorporação de Tecnologias – CITEC (representando o Governo Federal); do Dr. Cláudio Lottenberg, presidente do Hospital Israelita Albert Einstein (representando os prestadores de serviço da área médica); e do professor e Dr. Carlos Alberto Suslik, coordenador do MBA de saúde do Ibmec/SP e diretor do Instituto Central do Hospital das Clínicas (representando a academia médica); e o Dr. Antônio Bispo Santos Júnior, presidente da Sociedade Brasileira de Videocirurgia (representando os profissionais médicos). O evento acontece no dia 2 de junho, às 15h, no auditório Cantareira 5.

O presidente da Abimed, Aurimar José Pinto, ressalta que a importância do tema é a melhor qualidade da saúde do brasileiro. “Discutir o valor da tecnologia de produtos e equipamentos médicos é essencial para melhorar o atendimento à população. A tecnologia na área de saúde está diretamente ligada a uma maior perspectiva de sucesso e a uma melhor qualidade de vida do paciente”, explica.

A Abimed também realizará no seu estande da Hospitalar 2009 uma série de palestras e workshops sobre os seguintes temas: Simplificação/Agilização de Processos de Registro, Harmonização e Interpretação Regulatória (GHTF); Consultas Públicas n° 11 e 12 (ANVISA); Tecnovigilância; CP 02 e Gerenciamento de Riscos – ISO 14971. Clique neste link e veja a programação por completo.

Os interessados nos workshops podem se inscrever pelo site da Abimedwww.abimed.org.br

O estande da Abimed terá 42 metros quadrados, com um miniauditório e espaço também para as empresas associadas realizarem contatos com Câmaras de Comércio, Consulados e Embaixadas de outros países presentes ao evento.

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Para poder colocar “O Resgate do Soldado Ryan” ao lado dos maiores do gênero, basta prestarmos atenção na primeira cena de guerra do longa-metragem. A abertura mais sangrenta e selvagem que o cinema já vez, é filmada com a câmera na mão, o que praticamente diz, sozinha, que Steven Spielberg era o melhor diretor de 98. Mesmo que parte da crítica especializada tenha reclamado dos personagens superficiais, o que foi um grande equívoco, afinal, o estudo de personagem que Spielberg tinha que fazer ele já vez (e muito bem, por sinal) em “A Lista de Schindler”. Aliás, Spielberg nunca perde o foco da narrativa e faz com que os 170 minutos passem voando, o que virou um grande paradigma para os futuros filmes que tratariam do conflito.

Durante a Segunda Guerra Mundial, o alto comando do exército descobre que quatro irmãos Ryan estavam nas forças armadas e que três deles foram mortos. O Capitão John Miller (Tom Hanks) é designado para salvar o último soldado da família Ryan que ainda está vivo e retirá-lo do conflito. Porém, é preciso descobrir onde ele está percorrendo diversas regiões do território em guerra. Durante a missão, Miller e seus soldados enfrentam inimigos e seus próprios medos. O filme se inicia com a batalha do Dia D, quando Miller e seu batalhão se aproximam da praia de Omaha, no dia 6 de junho de 1944, frente à artilharia alemã, em uma inesquecível sequência de 24 minutos até a vitória americana.

A rigor, estamos diante de um filme que mostra como o trabalho em equipe é fundamental para o sucesso. É o caso do exército liderado pelo Capitão John (aqui também temos a função do líder, diga-se de passagem), que aqui representa esta vertente com propriedade. Os soldados nitidamente trabalham para o grupo, quando há esta necessidade, estão sempre dispostos ao sacrifício pelo bem comum a todos. A presença de um líder, à luz da lógica, auxilia ainda mais neste processo, dando segurança e garantindo a manutenção do trabalho. Não obstante, torna-se essencial o esforço individual para que o grupo caminhe em sincronia rumo ao sucesso.

Ademais, sabemos que é papel do líder entender e contribuir para que seus comandados possam alcançar realização e satisfação pessoal. Por outro lado, o líder precisa trabalhar em prol do grupo, buscando aumentar o sentimento de lealdade, comprometimento e confiança entre todos. Para o trabalho equipe funcionar na prática, o líder precisa estar atento e o grupo, consciente de suas obrigações. Depois disso, a criatividade surgirá ao natural, pois um grupo determinado e bem focado dificilmente deixará de alcançar a plenitude.

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Semanas atrás, a Rossi lançou em Porto Alegre aquele que está sendo considerado o maior empreendimento imobiliário do Brasil, o Central Parque. Trata-se de um projeto orçado em R$ 600 milhões, que prevê a construção de um bairro completo num prazo de cinco a oito anos, com casas e prédios residenciais e comerciais voltados às classes A e B.

A seguir existem três links, de uma entrevista realizada pelo Programa Opinião Livre (Diego Casagrande):

Sem descuidar da elite, a construtora paulista anuncia agora que irá direcionar boa parte de sua atenção às classes C, D e E. Para isso, criou uma nova marca, a Rossi Ideal. Enquadrada nos moldes do programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida“, do governo federal, a Rossi Ideal pretende chegar ao fim deste ano com 15 mil unidades construídas para famílias com renda até dez salários mínimos. “Já tínhamos linhas de produtos voltados para a baixa renda, mas estamos reforçando a atuação neste nicho”, explica Rodrigo Martins, diretor do segmento econômico da Rossi.

Porto Alegre, escolhida para abrigar o luxuoso Central Parque, também integra os planos da Rossi para a baixa renda – que prevêem a construção de casas e apartamentos com preços entre R$ 60 mil e R$ 130 mil. Segundo Martins, a empresa tem uma atuação bastante consolidada na Região Metropolitana da capital gaúcha, onde atua há dez anos: “Se não somos a maior construtora, com certeza estamos entre as duas maiores”.

Além de Porto Alegre, a atuação da Rossi no Sul também é forte no Paraná – especialmente em Curitiba, onde mantém parceria com o Grupo Thá há três anos. Já em Santa Catarina a presença ainda é tímida, mas deverá ganhar novo impulso, “principalmente no continente, onde estão as maiores demandas”, afirma Martins, excluindo pelo menos por enquanto investimentos na ilha de Florianópolis.

Atualmente, o Sul responde por cerca de 20% do mercado da construtora. “É um share [fatia de mercado] bastante representativo, semelhante ao das maiores regionais da empresa [que contemplam o Sudeste e parte do Nordeste]“.

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