30/08/2009 | Por: Patrícia Prigol
O ofício de ser psicólogo (Por Patrícia Prigol)

1188258715No dia 27 de agosto, ou seja, semana passada, foi comemorado o “Dia do Psicólogo”. Data significativa se considerarmos este ofício uma vocação, um “Dom” que se revela a partir das experiências / vivências do psicólogo durante o seu desenvolvimento e formação de sua personalidade.

O Conselho Federal de Psicologia (CFP), em 1999, comemorou 100 anos de Psicologia no Brasil. Entretanto, sabemos que a psicologia se desenvolveu ainda no fim do século XIX, como fruto da filosofia através das concepções sobre o homem encontradas nos grandes sábios da época como Hipócrates, Platão e Aristóteles. Sendo que o desenvolvimento posterior da psicologia, através das teorias da personalidade, se deu por meio das contribuições de inúmeros pensadores como: Tomás de Aquino, Bentham, Comte, Hobes, Kierkegaard, Nietzsche e Maquiavel, que viveram nos séculos intermediários, isto é, entre os clássicos e a nossa época, cujas idéias ainda podem ser encontradas no pensamento contemporâneo. Haja vista a grande propagação do livro e do filme “Quando Nietzsche Chorou”, revelando a outra face da psicologia e seus efeitos na relação terapêutica através das lentes do filósofo Nietzsche e do Dr. Breuer, médico e parceiro de Freud em seus estudos psicanalíticos.

Além das contribuições dos pensadores da época, devemos considerar a tradição iniciada no campo da medicina com Charcot, Janet e, principalmente, Freud, Jung e McDougall, os quais contribuíram muito no desenvolvimento desta ciência. Desde então, inúmeras descobertas foram feitas neste campo de infinito conhecimento e prática analítica.

Esta breve introdução leva-nos à compreensão da importância do nosso papel através das contribuições da psicologia que visam promover a saúde integral das pessoas, ajudando no desenvolvimento e na evolução da humanidade. Uma ciência que objetiva “entender” para “atender” as reais necessidades do nosso tempo. Nossas angustias, nossos medos, nossa própria inquietude humana nos remete a reflexão e a introspecção em busca da harmonia e do equilíbrio para nossa existência. Um eterno questionamento, ou um eterno ponto de interrogação, que nos coloca (assim deveria ser) como objeto de estudo e pesquisa para desenvolvermos novas competências e um domínio (em termos de conhecimento) das mais profundas motivações inconscientes que nos fazem cada vez mais humanos (mortais), porém, cada vez mais livres das nossas próprias amarras, trazendo-nos entendimento, sabedoria e individuação. Desta forma, podemos dizer que o principal instrumento de trabalho do psicólogo é a própria pessoa dele, com toda a sua bagagem de conhecimento (acadêmico e também de sua própria história de vida), tendo consciência de que a razão da psicologia existir está fundamentalmente entrelaçada num contínuo investimento (psíquico e afetivo) que se faz no vínculo terapêutico, na relação psicólogo-paciente, psicólogo-cliente. Esta relação, quando bem trabalhada, de modo ético e profissional, traz importante resultado (benefício) em termos de aprendizado. Neste contexto, torna-se imprescindível compreender que o principal instrumento de trabalho também deve ser o principal objeto de estudo e análise, pois quanto melhor (mais “resolvido”) o psicólogo estiver com suas questões e conflitos internos, mais bem preparado estará para ajudar o outro em suas necessidades.

Estudo, pesquisa e autoconhecimento através da análise constante a que somos submetidos, mais um “quantum” de energia e de desejo depositados em forma de investimento no nosso ofício, na nossa profissão, com certeza, resultará em ganhos reais que ultrapassam os ínfimos objetivos da cultura de massa da nossa sociedade. Uma cultura que valoriza apenas o poder e os ganhos materiais num eterno “faz-de-conta” que somos felizes. Desempenhar bem o nosso papel nos dará a certeza de que escolhemos um caminho seguro na direção da nossa própria evolução.

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O SiMaC irá beneficiar Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e Programa Minha Casa, Minha Vida!

O Ministério das Cidades publicou no dia 21/0809 no Diário Oficial da União a portaria nº310/2009, que institui o Sistema de Qualificação de Materiais Componentes e Sistemas Construtivos (SiMaC), no âmbito do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQPH). A composição do sistema contará com entidades líderes de empresas do setor.

Clique neste link, e acesse na integra esta portaria.

A função do SiMaC é avaliar e monitorar a fabricação de materiais e componentes para a construção civil, para elevar a qualidade, atendendo às políticas do Sistema Nacional de Metrologia – SINMETRO, em harmonia com o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade – SBAC.

Entre os objetivos do SiMaC está o zelo pela isonomia competitiva, evitando práticas desleais de concorrência e abuso de poder econômico. Será possível, assim, uma evolução da qualidade dos materiais e dos sistemas construtivos, em prol da segurança, economia, durabilidade e sustentabilidade ambiental.

De acordo com a coordenadora geral do PBQPH, Maria Salette de Carvalho Weber, o SiMaC permitirá que o BNDES e a Caixa Econômica Federal tenham mais eficácia em cadastros para linhas de financiamento. O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Programa Minha Casa Minha Vida também ganham com a criação desse sistema.

Junto à portaria nº310/2009 foi publicado o regimento do SiMaC, estabelecendo princípios, objetivos, estrutura, coordenação e funcionamento dos Programas Setoriais de Qualidade.

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Capturar

Nesta semana, durante três dias de trabalho, acompanhamos a auditoria externa de manutenção em nosso cliente, a Instramed Indústria Médico-hospitalar Ltda. no qual seu Sistema Integrado de Gestão foi recertificado pela versão 2008 da NBR ISO 9001, assim como mantido a ISO 13485:2003. Também foram avaliados itens para a certificação da Comunidade Européia (Marca CE) de um dos produtos desta empresa. A auditoria foi conduzida pelo experiente auditor da UL do Brasil, o Sr. Gilberto Garlera.

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A Instramed recentemente, a cerca de dois meses inaugurou sua nova unidade industrial, em Porto Alegre / RS (vide post anterior). O Sr. Gilberto Garlera elogiou o empenho de todos os colaboradores em função do desafio superado de manter o atual Sistema de Gestão pela Qualidade neste período de mudança de infra-estrutura!

Parabéns à todos os colaboradores da Instramed, por esta conquista!

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27/08/2009 | Por: Hélio Rocha
Tempo não é dinheiro (Por Christian Barbosa)

timeismoney_thumbContrariando a máxima do capitalismo, tempo não é dinheiro. Se fosse, qualquer desempregado seria extremamente rico. Mas também dinheiro abundante não é sinônimo de riqueza. A utilidade que você tira do seu tempo e do seu dinheiro é que determinam o quão rico você é, ou qual a verdadeira prosperidade você possui.

A sinergia entre tempo e dinheiro é tão grande que dificilmente você conseguirá ter um sem o outro de forma equilibrada. Ou seja, para aproveitar seu dinheiro você precisa de tempo e para ter tempo você precisa de dinheiro. Isso não significa a conquista de um sonho utópico, ou ganhar na loteria. Significa que você se prontificou a aprender como usar melhor seu tempo e seu dinheiro, para gerarem prosperidade. Independente do tempo e do dinheiro disponível atualmente.

Esse é o pressuposto que defendemos e comprovamos no livro Mais Tempo Mais Dinheiro, que escrevi em parceria com o Gustavo Cerbasi (Casais Inteligentes Enriquecem Juntos).

Defendemos o conceito de que a vida é vivida basicamente em “ciclos pessoais”, que são o modo como escolhemos e decidimos levar nossa vida. Esses ciclos podem ser visualizados na imagem de uma espiral, como um amortecedor de carro. Essa espiral pode ser ascendente (prosperidade), descendente (frustração) ou contínua no mesmo ponto (sobrevivência).

O Ciclo da Prosperidade compreende as pessoas que dão resultados, que sabem usar bem seu tempo, conseguem fazer o dinheiro render e aumentar, usam técnicas de planejamento para tempo e finanças e vivem de forma sustentável em todos os seus papéis.

O Ciclo da Frustração tem sentido descendente e compreende as pessoas que não conseguem ter tempo para nada, vivem cheias de problemas financeiros, pagam juros aos bancos, vivem atrasadas em suas atividades e o estresse é parte integrante da vida.

O Ciclo da Sobrevivência é quando o círculo se estaciona em alguma posição da espiral da vida e a pessoa literalmente, “corre atrás do próprio rabo”. Muitas vezes ela se conforma em apenas sobreviver. Em ter dinheiro suficiente para pagar suas contas, em permanecer estacionados em sua carreira, em seu tempo ser mal utilizado na maioria das vezes.

O propósito de uma vida equilibrada e com resultados é entrar na espiral da prosperidade e nunca mais sair dela. E isso depende de alguns fatores, mas principalmente da sua auto-análise em descobrir o ciclo que se encontra e de vontade para operar mudanças na sua vida.

Tempo e Dinheiro são grandezas que quando bem utilizadas fazem a diferença na sua vida, da sua família e das pessoas que estão ao seu redor. Não é sorte, mágica ou utopia. É metodologia, treinamento, persistência e planejamento colocados em prática no seu dia-a-dia!

Que tal começar analisando em qual espiral sua vida se encontra?

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CapturarA Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast) fez estudo inédito sobre o setor de transformação do plástico.

Segundo informações da RAIS/MTE de 2007, o setor da transformação do plástico possui 11.329 estabelecimentos ativos, número que se manteve praticamente estável com relação a 2006 quando havia 11.263 empresas. (aumento de 0,5% – 66 novos estabelecimentos).

O setor apresenta um grande número de pequenas empresas.

As poucas grandes empresas detêm posições de destaque dentro do mercado e são altamente competitivas em termos de tecnologia e produtos diferenciados.

Das 11.329 empresas do setor, 94,3% são consideradas pequenas empresas (até 99 empregados), 5,29% são empresas de porte médio (até 499 empregados) e apenas 1% são empresas de grande porte (mais de 500 empregados)

Os dados relativos às formas jurídicas das empresas também fornecem o parâmetro de proporção do tamanho das empresas.

Verifica-se que 85% são de sociedade limitada, 1,2% são S.A (fechada) e 0,3% são S.A (aberta) e 11% são de empresários individuais.

Aproximadamente 85% das empresas transformadoras de material plástico, estão localizadas na região Sudeste e Sul do País.

O estado de São Paulo concentra 44,6% do total de estabelecimentos no Brasil (5.061 estabelecimentos).

No Rio Grande do Sul estão 11%; em Santa Catarina 8%; no Paraná, 8%; em Minas Gerais 7%, e no Rio de Janeiro, 5% do total de estabelecimentos brasileiros.

Conforme os últimos dados disponíveis (IBGEPIA-Empresa 2006) o setor em 2007 representava cerca de 3% do total das indústrias instaladas no Brasil.

Empresas do Setor Plástico:

  • 11.329 Empresas em 2007 (aumento 0,59% em relação ao ano anterior);
  • 94,3% das empresas são de micro e pequeno porte;
  • 85% das empresas brasileiras encontram-se nas regiões Sudeste e Sul do Brasil;
  • Produção de 4,8 milhões de toneladas de resinas termoplásticas em 2008;
  • Redução de 8,6% na produção de resinas termoplásticas em relação a 2007;
  • Consumo Aparente de 5,1 milhões de toneladas de resinas termoplásticas, e;
  • Aumento de 5,3% no consumo aparente de resinas termoplásticas em relação a 2007.

Uma das características do setor de transformação de material plástico é o fato de utilizar mão de obra intensiva.

As estimativas para 2008 indicam que o setor empregava 314.794 empregados diretos (RAIS/CAGED), representando um crescimento de 1,18% comparativamente a 2007 quando haviam 311.118 empregados no setor.

De 2007 para 2008 foram criados 3.676 novos empregos diretos, mesmo considerando os impactos da crise econômica, que puderam ser observados a partir de outubro de 2008, com a redução de postos de trabalho.

Do total de empregados no setor plástico, 81% estão diretamente alocados na área de produção, 15% atuam nas áreas administrativas e de marketing e os outros 4% dizem respeito aos proprietários e sócios. (IBGE: PIA)

Quanto ao nível de escolaridade da mão de obra empregada no setor plástico, verifica-se que 48,8% dos empregados não têm o ensino médio completo, 43,7% possuem o ensino médio, 3,1% estão cursando o ensino superior e 4,3% tem o nível superior completo. (RAIS 2007)

Os dados completos da pesquisa podem ser acessados através deste link.

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