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Possibilidades de tratamento para Transtorno de Adicção à Internet em diversos países:

BRASIL: É bom lembrar que o profissional capacitado para estabelecer um diagnóstico diferencial, nestes casos, é o psiquiatra juntamente com o psicólogo ou psicoterapeuta já que, ambos, são necessários para um tratamento complementar. A associação de medicamentos, a psicoterapia e a terapia ocupacional são de extrema relevância para os casos de adicção, estejam eles relacionados à Internet ou a outro efeito adictivo. Há necessidade, também, de se constituir equipe interdisciplinar que atenda a demanda de cada caso. Respeitam-se, cientificamente, as peculiaridades de cada caso, considerando a estrutura psíquica e de personalidade do adicto, bem como seu funcionamento dinâmico visando estabelecer um plano terapêutico que venha a comportar as reais necessidades do paciente. No Brasil, Centros de Reabilitação, Comunidades Terapêuticas e Clínicas Multidisciplinares são disponibilizadas para as pessoas, além de fornecerem apoio à família do dependente, esta última, funcionando, na maioria das vezes, como co-dependente ou co-participante da disfunção apresentada em seu membro.

ALEMANHA - O país tem um acampamento para crianças que passam tempo demais na internet. O local também oferece computadores, mas seu uso é restrito. As crianças são estimuladas a passar tanto tempo quanto possível ao ar livre. A licença para uso diário de computador está limitada a 30 minutos.

CHINA – No final do ano passado, o governo chinês criou uma clínica para cuidar de pessoas viciadas em internet. Entre os métodos de tratamento aplicados estão acupuntura, meditação, esporte e apoio psicológico. Em alguns casos, são usadas agulhas de acupuntura que dão pequenos choques elétricos no paciente.

CORÉIA DO SUL – O governo se diz preocupado com o intenso uso de games on-line no país, que conta com clínicas especializadas para tratar dos doentes. O número de pessoas que procuraram ajuda por serem viciadas em games, no final de 2005, chegou a 7.649.

ESTADOS UNIDOS – Uma das primeiras clínicas para adictos em internet foi criada em 1996, pela psiquiatra Maresha Orzack, que a batizou de Clínica da Dependência dos Computadores, no hospital McLean de Harvard (Massachusetts). Além disso, foi nos Estados Unidos que surgiu o nome para o vício: Internet Addiction Disorder. Atualmente, a luta dos psicólogos americanos é conseguir incluir o problema na relação oficial de distúrbios mentais.

HOLANDA – O país tem um centro de tratamento para pessoas viciadas em games. O programa de reabilitação pode durar de quatro a oito semanas e inclui, entre outras atividades, terapia, excursões em grupo, palestras sobre comportamento, medicamentos e visitas às pessoas viciadas que não conseguem deixar suas casas.

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ensaiosobreacegueira

Todo mundo sabe que Fernando Meirelles vem namorando a obra de Saramago desde meados de 1995. Todo mundo também sabe que, terminada a metragem da tão esperada adaptação, o tempo, com seus ensinamentos naturais, funcionou a favor do diretor da obra-prima do cinema nacional. Já com certa experiência e prestígio internacional, Meirelles teve êxito no seu projeto mais ambicioso. Cheio de arrojos e acertos visuais, Ensaio Sobre a Cegueira entra para o hall das maiores metáforas que o cinema já produziu. Calcado no premiado livro do escritor português José Saramago, o filme conta uma história sobre a sociedade em que vivemos, a maneira como ela se porta para com o próximo e, de forma crua e realista, mostra o ser humano e o seu lado animal, aquele que vive sempre à espreita.

Um retrato minucioso de um grupo de pessoas lutando por um único objetivo – neste caso a sobrevivência, mas podemos (e devemos) claramente criar um paralelo, uma linha tênue com outra situação: a de uma organização empresarial. A fome, tal como mostrada no filme, é o que impulsiona os cegos. Em uma organização, o objetivo deve ser parte do consciente coletivo, algo tratado por todos com seriedade e determinação. Com isso, tanto os cegos do filme de Meirelles quanto os trabalhadores da vida real, apostando ainda em suas mentes criativas, tendem a alcançar a plenitude. Afinal, em terra de cego quem um olho é rei.

ensaio

O livro de Saramago conseguia ser revoltante, nojento, repulsivo, incrível, chocante, absurdo, brilhante. O ávido leitor poderia sentir tudo isso e ainda se sentir reconfortado, afinal, por mais pessimistas que o livro possa ser, Saramago não deixa escapar uma mensagem de paz em seu desfecho. No longa-metragem de Fernando Meirelles há uma clara predominância do pessimismo, porém o grau de impacto não é tão forte. Apesar do diretor de O Jardineiro Fiel ter privilegiado e seguido à risca a narração, o filme ganha quando mostra a decadência e os conflitos dos cegos sem pudor, despido de qualquer senso falso-moralista (exatamente como está no livro).

A sinopse pode ser lida sem problemas já que o próprio título conta um pouco do filme. Em tempo: o filme conta a história de uma inesperada epidemia de cegueira que se passa numa cidade sem nome. Mas não estamos diante de uma cegueira comum. Os “enfermos” passam a enxergar um clarão branco “como se várias luzes fossem acesas ao mesmo tempo”, diz um personagem. A trama acompanha desde o primeiro homem a ficar cego, chegando a quarentena que é para onde os cegos são enviados. Tratados como animais e vivendo num ambiente inabitável, eles criam suas próprias regras e passam a “sobreviver”. Certo dia o sistema falha e todos saem. Para onde? Ninguém sabe…

O fato é que, dentre outras questões, Saramago discute sobre a humanidade e o coletivo – ou como o homem pode alcançar a plenitude através do trabalho em equipe e do próprio esforço. Além do mais, está em jogo e pode ser posta à prova a existência de cada um dentro de um ambiente. A lei, que diz que o mais forte sobrevive, pode ser aplicada ao coletivo – no caso de você, prezado leitor, o coletivo são seus colegas de trabalho. Juntos e preparados, obviamente uma equipe poderá render, deixando o líder satisfeito e, o grupo, também.

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not_9Delegação é um conceito aparentemente claro, mas que, na prática, poucas pessoas aplicam. O desejo manifesto de delegar normalmente não corresponde a uma efetiva ocorrência de delegação, especialmente em tempos de crise, quando a centralização decisória tende a predominar. Dentro dessa linha, cremos que vale a pena examinar algumas das MOTIVAÇÕES positivas e/ou negativas da delegação. Elas funcionam como elementos facilitadores ou obstáculos ao processo.

MOTIVAÇÕES:

  • POSITIVAS: Treinar subordinados; motivar subordinados; obter tempo para tarefas mais nobres; aumentar a iniciativa dos subordinados; desenvolver a criatividade.
  • NEGATIVAS: Não gostar de tarefa; transferir tarefas com resultados que demoram a acontecer; delegar função de apreço pessoal pelo subordinado, não levando também em conta a competência; delegar por não conseguir executar a tarefa em tempo hábil.

É sempre bom lembrar que a tese por trás da delegação é a de transferir tarefas mais programáveis, picotadas, repetitivas, rotineiras, para liberar o Executivo / Gerente para atividades criativas, não-programáveis, que demandem maior concentração de tempo e profundidade de análise.

Outra questão envolvida com o ato de delegar e que vem causando grandes problemas é delegação de responsabilidade desacompanhada de autoridade.

Tudo pode ser feito pelo delegado, mas nada é decidido por ele. Quando isto ocorre, é comum aparecerem problemas como expectativas não realistas de parte a parte, interrupções freqüentes, conflitos interpessoal, e conseqüentemente, maior perda de tempo.

NÍVEIS DE DELEGAÇÃO

Há seis níveis para delegação de autoridade. Cada um deles possui diferentes implicações para o tempo do Executivo.
Convidamos o leitor a analisar suas delegações, procurando enquadrá-las em cada um dos estágios ou graus de autoridade a seguir exemplificados:

  1. “Vá em frente: nenhum contato comigo é necessário”.
  2. “Vá em frente: ‘me informe’ o que você fez”
  3. “Vamos ver isso juntos: mantenha-me informado do que você pretende fazer; vá fazendo tudo, a menos que eu diga não”
  4. “Vamos ver isso juntos: mantenha-me informado do que você pretende fazer; não faça nada até que eu aprove”
  5. “Vamos ver isso juntos: traga-me alternativas de ação, argumentos favoráveis, recomende a melhor alternativa para minha aprovação”;
  6. “Vamos ver isso juntos: forneça-me todos os fatos; eu decidirei o que fazer”.

A delegação eficiente sempre tenderá para o primeiro estágio. O sexto estágio praticamente representa a negação da idéia de delegação. O processo pode também sofrer uma involução, determinando uma diminuição do grau de autoridade já concedida, embora isto sempre deva acontecer em caráter temporário.

TESTE: VOCÊ SABE DELEGAR?

Deixando de lado as considerações referentes a graus de autoridade no processo de delegação, segue um rápido teste para que o leitor possa situar-se em termos de sua posição atual de delegante. Procure responder as questões de acordo com sua realidade e não pensando no que é ideal. Se tiver dúvidas sobre a resposta adequada, solicite a opinião de um subordinado, resumindo: SEJA HONESTO COM AS TUAS RESPOSTAS!

Use as seguintes alternativas de resposta:

“SIM” (S),

“NÃO” (N),

“MAIS OU MENOS” (M).

Sugestão: Imprima e faça o teste “a próprio punho”!

1. Você tem um substituto eventual formalmente designado?

(S)(N)(M)

2. Quando você tira férias ou se ausenta do trabalho, a produtividade cai significativamente?

(S)(N)(M)

3. Você possui tendência para “assumir” tarefas que não lhe competem (especialmente aquelas que você executava como técnico antes de sua promoção a gerente)?

(S)(N)(M)

4. Seu critério usual para delegação é o de transferir para os subordinados as tarefas que gosta de executar?

(S)(N)(M)

5. Ao delegar é comum você usar a frase: “isto agora é com você, não quero mais ver este problema”?

(S)(N)(M)

6. Você tem sempre a convicção de que executa as tarefas melhor e mais depressa que seus subordinados?

(S)(N)(M)

7. Seus subordinados, mesmo depois de receberem qualquer delegação, tendem sempre a voltar a você para “dividir” a decisão?

(S)(N)(M)

8. Você sempre ou quase sempre aceita dividir com seus subordinados o “ônus” das decisões?

(S)(N)(M)

9. Você se considera um perfeccionista?

(S)(N)(M)

10. Você considera mais agradável executar diretamente as tarefas, em oposição a conseguir resultados através de terceiros?

(S)(N)(M)

11. Quando delega, você tende a conceder mais responsabilidades (atribuições) do que autoridade (mais coisas para fazer do que o poder de decisão sobre elas)?

(S)(N)(M)

12. Logo depois que você delega uma tarefa, é comum se impacientar quando procurado para esclarecer eventuais dúvidas?

(S)(N)(M)

13. Você costuma definir a forma de controle da delegação no momento em que ela é efetuada?

(S)(N)(M)

14. Além de delegar “o que fazer” você costuma definir com seus subordinados exatamente qual deva ser o caminho a ser seguido por eles (o “como fazer”)?

(S)(N)(M)

15. Quando delega, você usualmente define prazos e limites da delegação, procurando fazê-lo de comum acordo seu grau de comprometimento?

(S)(N)(M)

16. No início do processo de delegação você sempre ou quase sempre procura deixar claro para seu subordinado sua disponibilidade para dirimir dúvidas eventuais (você tem consciência de que quem delega, a curto prazo, deve reservar tempo adicional para treinamento do subordinado)?

(S)(N)(M)

Você esta ansioso para interpretar o resultado da sua auto-análise sobre a habilidade de DELEGAÇÃO? Então clique neste link e terá acesso ao arquivo de interpretação.

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Comments Off 19/08/2009 | Por: Volnei F. de Castilhos
Gerenciando o Capital de Giro (Por Volnei F. de Castilhos)

noticias_investimentoDando continuidade ao 1º post que publicamos, hoje gostaria de falar sobre Capital de Giro, mais precisamente como gerenciá-lo em nosso “dia-a-dia”.

Você sabia que a má gestão do capital giro é responsável pelo fechamento de 90% das empresasaté 4 anos de abertura (Dados obtidos de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas)

E por que isso acontece?

O empreendedor abre a empresa, e sem notar se preocupa com as vendas, com a produção, e para conquistar mercado, abre demasiadamente o seu prazo de vendas sem ter capital de giro para financiar esse prazo.

Quais as contas que compõem o Capital de Giro?

São as contas do caixa, bancos, aplicações, estoques, clientes e demais contas do ativo circulante, ou seja, são os valores que estão em constante circulação.

O capital de giro deve ser prioridade de qualquer empresa, independente do seu porte.

A preocupação com as finanças da empresa deve ser uma prioridade diária para o gestor.

Um bom planejamento financeiro e uma equipe motivada são o segredo para o sucesso de qualquer negócio!

Quais são as causas que podem ocasionar a falta do Capital de Giro das empresas?

Abaixo, apresentamos as principais causas, avalie cada uma delas e verifique / avalie se estas não são as causas que atualmente encontra-se em sua empresa.

  1. Irregularidade nas vendas da empresa: a empresa não consegue manter um nível constante de faturamento.
  2. Índice de Devolução de Vendas muito alto: falta conferência na saída da mercadoria, preenchimento dos pedidos não é conferido por outras pessoas ou os produtos não tem a qualidade adequada para o cliente.
  3. Inadimplência descontrolada: a empresa vende e alguém não acompanha diariamente quem pagou e quem não pagou.  O volume de recursos em atraso por data de vencimento é bem importante não deixar aumentar e encaminhar depois de um tempo para uma agência de cobrança.
  4. Investimentos exagerados em Estoques: estoque parado na empresa significa dinheiro parado. Isso gera a necessidade em muitas vezes de se buscar recursos em bancos para saldar fornecedores.  Acompanhamentos estatísticos ajudam o comerciante para não exagerar nas compras.
  5. Descasamento entre o prazo médio de recebimento e pagamento: a empresa nem nota em muitas vezes que a abertura do prazo das vendas, deve ter a mesma evolução no prazo de fornecedores.  A área financeira precisa monitorar mensalmente o acompanhamento de seus prazos.
  6. As contas bancárias da empresa são usadas pela família: deve haver uma separação dos gastos da empresa e os gastos pessoais da família que trabalha na empresa. Como a realidade no Brasil é de empresas familiares e isso não é um problema, se houver limites de gastos da família compatíveis com o faturamento da empresa.  A melhor alternativa é determinar um valor mensal de retiradas para os sócios, compatíveis com o fluxo de caixa da empresa.
  7. Investimentos em Imobilizados com recursos do capital de giro: muitas empresas usam seus recursos do capital de giro para construções ou compras de equipamentos. Deve-se sempre buscar recursos para construções ou compra de máquinas com o uso de linhas de financiamento de longo prazo. Nos dias atuais o custo é baixo e os prazos para pagamento são bons, além de o empresário ter a opção de carência para começar a pagar os financiamentos.
  8. Não acompanhar mensalmente a evolução dos gastos: é importante criar o hábito de verificar as variações mensais dos gastos e se possível ter metas sempre para reduzir os mesmos.
  9. Falta de uma política de concessão de crédito: pessoas especializadas precisam avaliar quanto cada cliente pode comprar. É importante determinar o valor máximo que cada cliente pode comprar.  Atualização dos dados é fundamental para uma possível cobrança judicial do cliente.
  10. Preços de vendas mal calculados: fazer preços na forma antiga, ou seja, multiplicando o custo de aquisição por 2, 3 ou multiplicadores que não contemplam todos os componentes de custos da empresa.
  11. Abertura mal planejada de filiais: a empresa começa a ter um faturamento bom e sem um estudo de planejamento, alguém resolve abrir filiais demandando novos investimentos.
  12. Não impor limites no valor das compras mensais: planejar quanto e como comprar são fundamentais na gestão do capital de giro. O lucro de qualquer empreendimento começa com uma boa compra.
  13. Irregularidade trabalhista e tributária: ter profissionais qualificados para evitar reclamatórias trabalhistas ou multas tributárias podendo gerar gastos financeiras no
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Recebi um texto muito provocativo, através de um e-mail do meu amigo Marcos Antonio Oliveira da Costa, Gerente da Qualidade da Sulbras Moldes e Plásticos Ltda.

O texto / artigo e de autoria do Luciano Pires, clique neste link para conhecer um pouco mais da vida desta figura singular.

Na sua vida você é passageiro ou é tripulante?

As respostas podem estar aqui, clique neste link!

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