Dando continuidade ao post anterior no qual percebemos a possibilidade real de implementar um sistema de gestão pela qualidade em organizações públicas, clique aqui e leia o post, novamente. Localizamos uma notícia surpreendente na rede, uma delegacia de polícia no Brasil certificada pela ISO 9001:2008 na cidade de Avaré!

A Delegacia Seccional de Polícia de Avaré / SP é única instituição no Brasil com um Sistema de Gestão pela Qualidade cerificado pela ISO 9001:2008 pelo OCC Germanischer Lloyd Industrial Services do Brasil Ltda.

Clique neste link e tenha acesso a esta notícia!

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, Buscando clientes, ISO 9001, Organismos Certificadores, Posts de Hélio Rocha

“Planejamento é o processo de se decidir qual ação deverá ser tomada no futuro”

Como executamos qualquer ação em nossas vidas?

CapturarPara respondermos essa pergunta, começaremos por examinar como agem os seres inferiores aos humanos: os animais irracionais atuam por instinto, executando ações que lhes são determinadas por impulsos próprios, o que algumas vezes os protege de perigos e outras vezes os expõe a riscos da própria vida. Sua sorte, portanto, depende, quase que exclusivamente, de fatores externos, tendo em vista que seus atos não são refletidos previamente.

Já o ser humano saudável, na maioria das vezes, PENSA e EXECUTA, exatamente nesta ordem.

Assim, respondendo à pergunta acima, a maioria das ações que executamos, excluídas aquelas impostas por instintos que não controlamos, é precedida de reflexão e planejamento, mesmo nas tarefas mais simples.

Pensando, agora, nas empreitadas coletivas, imaginemos o que é necessário para colocar-se um carro de Fórmula 1 em ação: engenheiros especializados, sofisticados equipamentos, um piloto qualificado, conhecimento da pista de corrida, controle de peso do carro e outros inumeráveis quesitos.

Logo, o sucesso de quaisquer ações, sejam individuais ou coletivas, é mais facilmente alcançado quando há uma reflexão e programação prévias.

É importante ressaltar que os planos, por si, não garantem o êxito da empreitada, porém sem eles fica mais difícil e/ou mais custoso atingir-se o objetivo.

O orçamento empresarial é a ferramenta de gestão que descreve as manifestações escritas de quanto a empresa crescer suas vendas e quanto irá gastar com os custos de produção, as despesas operacionais e quanto precisará investir em Imobilizados para modernizar seu parque fabril, bem como a projeção do Balanço Patrimonial e do Demonstrativo de Resultado.

Os números que o orçamento irá trabalhar são retirados das metas definidas no Planejamento Estratégico.

No mínimo mensalmente esse acompanhamento deverá ser realizado uma análise do previsto x realizado.  Mais importante que planejar é controlar os resultados realizados e realizar ações corretivas para atingir os resultados planejados.

Ele é uma ferramenta flexível no caso de acontecer eventos econômicos que possam afetar o planejamento da empresa ou reavaliarmos investimentos previstos.

Para fazer o orçamento é definida uma equipe comprometida com os Resultados.

O planejamento deve constituir-se em um esforço coordenado, não sendo produto de uma só pessoa.

Os diversos orçamentos devem ser preparados pelos respectivos responsáveis de cada atividade da empresa, para que se obtenha um comprometimento com a sua consecução.

A consolidação dessas informações é feita, normalmente, por pessoas da área de Controladoria e responsáveis pelas várias áreas da empresa, exatamente para que todos tenham objetivos comuns: RESPEITO A FERRAMENTA ORÇAMENTO EMPRESARIAL.

No próximo artigo falaremos de como elaborar as Projeções do Orçamento.  

Fico à disposição de vocês!

Volnei Ferreira de Castilhos

Mestre em Finanças (UFRGS)

Professor da Fundação Getúlio Vargas

Consultor Financeiro

volneifc@terra.com.br

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Gestão Financeira, Nossas Alianças Estratégicas, Planejamento Estratégico, Posts de Volnei Ferreira de Castilhos

Cerca de 60% dos trabalhadores do setor metalmecânico de Caxias do Sul / RS não terão descanso neste fim de ano, e não terão o que reclamar, diante da crise financeira que se abateu no final 2008 resultando numa avalanche de demissões, férias prolongadas, clima de insegurança e o medo de perder o emprego. Passar o verão de 2009 trabalhando é sinal de recuperação econômica para as empresas e garantia de emprego para os trabalhadores.

Veja a reportagem da integra, clicando neste link.

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Análise macroeconômico, Dica de Leitura, Posts de Hélio Rocha, Tendências

Vocês conhecem a OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico)? Caso negativo acesse este link, para maiores informações!

Recentemente esta entidade realizou um estudo sobre as projeções econômicas para a América Latina para o ano de 2010!

O Sr. Eduardo Pocetti publicou um artigo sobre este estudo, no qual salienta que Brasil terá “crescimento robusto, em torno 4,5%, em 2010 e 2011”. Clique neste link, e acesse este artigo na íntegra.

Acesse também a apresentação deste estudo realizado pela OECD, clicando neste link.

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Análise macroeconômico, Dica de Leitura, Posts de Hélio Rocha, Tendências

servicosdes2Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual apresentamos “passo-a-passo” para implementar as exigências contidas na RDC 59/2000 a fim de que a empresa interessada possa solicitar a inspeção da ANVISA, solicitando a certificação de Boas Práticas de Fabricação.

Neste post iremos mostrar que é possível integralizar as exigências da RDC 59/2000 com os requisitos das normas ISO 9001 e ISO 13485. Localizamos um artigo na rede que apresenta as principais características da adoção dos programas de melhoria da qualidade nas empresas brasileiras do setor de equipamentos médicos.

Neste artigo foi realizado um estudo em uma empresa fabricante da máquina de circulação extracorpórea, que no Brasil representa 33% das organizações que produzem o referido equipamento. Os resultados obtidos apontam para a obtenção de  melhorias e também do cumprimento da legislação brasileira para o setor.

O artigo foi coordenado pela Profa. Silvia Helena Boarin Pinto (clique aqui para ver o CV desta profissional).

Clique aqui e acesse o artigo na íntegra.

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, Boas Práticas de Fabricação, Dica de Leitura, ISO 13485, ISO 9001, Posts de Hélio Rocha

A partir desta post, teremos a oportunidade de ter a presença do Ivo Ricardo Lozekam com os seus artigos.

É contador e tributarista, atua como consultor de empresas na área tributária e fiscal.

Membro do IBPT, Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – Curitiba – PR.

Possui especialização – MBA em Gestão Tributária pela Faculdade INPG – São José dos Campos – SP.

Realizou vários cursos de Aperfeiçoamento em Gestão Empresarial da Tributação, especificamente no que se refere a gestão dos Impostos Indiretos na dinâmica dos negócios empresariais.

Atualmente executa alguns trabalhos personalizados de planejamento tributário notadamente para clientes dos ramos metal-mecânico, construção civil e transportes internacionais.

Abaixo, segue o seu primeiro artigo:

Tributos, Confisco e Limitações ao Poder de Tributar

angeli_tributosNos remotos tempos de nossa história, consta que os perdedores das guerras eram obrigados a entregar seus bens ou parte deles para os vencedores. Assim iniciaram-se as cobranças dos chefes de Estado de parte da produção dos seus súditos. 

Os coletores de impostos visitavam regularmente as aldeias para colher parte da produção.  Sabe-se da violência aplicada, caso a aldeia por algum motivo não tivesse produção a contento para ofertar ao rei. A aldeia era saqueada, suas casas eram queimadas, mulheres sofriam abuso, e outras barbáries.

A época do Império Romano além dos pilares do direito moderno estabeleceram-se os pilares do sistema de tributação atualmente utilizado, inclusive as tributações sobre a produção, o consumo e sobre o patrimônio das pessoas.

Na época do Brasil Colônia, era estabelecido que um quinto de toda a produção brasileira era devido a Portugal, o que originou a expressão até hoje utilizada “quinto dos infernos” objeto da inconfidência mineira, com seu histórico mártir Tiradentes.

O tributo nunca foi simpático aos contribuintes, tendo sua imposição sida causa de diversas revoltas ao longo da história.

A Revolução Francesa e a Americana, decorreram em grande parte do descontentamento do povo diante opressão fiscal.

Estes e outros históricos conflitos conduziram a afirmação definitiva de que os impostos, sem dúvida não podem ser exigidos sem que haja o prévio consentimento da maioria dos componentes da sociedade.

Nossa Constituição Federal, em seu Título VI, Capítulo I, Seção II, tem o Capítulo intitulado LIMITAÇÕES AO PODER DE TRIBUTAR.

Estabelece a Carta Magna brasileira que:

 - Os tributos não podem ser cobrados de forma retroativa.

 - Os templos de qualquer culto, assim como livros e jornais não tem tributação.

- Ao estabelecer tributo, deve ser respeitada a capacidade contributiva do contribuinte, observando o direito de propriedade. Ou seja, o tributo deve ser razoável e proporcional, do contrário não será tributo, será um CONFISCO.

Ocorre que a legislação ordinária Brasileira, ao criar tributos, estabelecer a base sobre os quais vão incidir, bem como suas alíquotas, não tem observado em uma parcela significativa dos casos, estes princípios constitucionais.  

Ao contribuinte não resta outra alternativa, senão a de recorrer ao poder judiciário, para que este se pronuncie de forma a respeitar os princípios constitucionais das LIMITAÇÕES AO PODER DE TRIBUTAR.

É sabido que grande parte da morosidade da justiça brasileira, é devida ao fato de que, a mais da metade dos processos que emperram o judiciário, tratam-se de disputadas travadas entre governo e contribuintes, em questões tributárias.

Continua no próximo post.

Fico à disposição de vocês!

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

Categorias: Gestão Tributária / Fiscal, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Ivo Ricardo Lozekam

42-15528410Nesta época, de fim de ano, a retrospectiva dos “melhores e piores” momentos vividos faz com que muitos entrem em contato com um sentimento de tristeza e pesar do que não foi conquistado durante o ano (as metas que não foram atingidas), levando, em alguns casos, a uma frustração que pode se tornar mais intensa e difícil de se lidar. A permanência neste estado de frustração pode levar a um sentimento de tristeza maior (ou melancolia) caracterizando, muitas vezes, um episódio depressivo na vida da pessoa. Este “estado de melancolia” pode surgir quando já não se consegue mais dar conta das emoções e dos sentimentos que acabam por paralisar as ações ou atrapalhar a rotina. É quando a rotina começa a pesar demais e aquilo que antes fazia parte do dia-a-dia, toma uma proporção maior e uma densidade tal que a pessoa sente-se incapaz de enfrentar.

O “espírito natalino”, muitas vezes, leva as pessoas a um mergulho ao passado, uma espécie de “resgate dos valores humanos” e de tudo aquilo que passa a ter um significado e um sentido maior em suas vidas. É normal, portanto, ficar mais sensível à época, pois ao “retornar à casa” , resgata-se um passado que representa a trajetória do sujeito: suas escolhas e o caminho trilhado até o momento. As lembranças tomam espaço em meio a rotina das pessoas, levando-as a experimentarem sentimentos que ainda estão presentes e que, nem sempre, são simples de serem recordados.

Porém, há uma boa notícia em meio a essa turbulência de emoções: o ser humano precisa conectar-se, entrar em contato com a sua essência, com tudo aquilo que o define “humano” e, mais, que faz com que ele se dê conta do que é, e não de como está. Esta é a principal diferença do momento depressivo ou da depressão situacional: as emoções natalinas poderão ajudar as pessoas a reencontrarem-se novamente, internamente, para depois compartilhar com o outro as suas verdadeiras conquistas, os seus verdadeiros achados.

Por tudo isso, cabe lembrar que apesar de nos “deprimirmos” um pouco no Natal, o Ano Novo logo chega para brindarmos quem verdadeiramente somos e tudo aquilo que ainda poderemos conquistar. Para alimentar a esperança em dias melhores, num futuro próximo que nos remeta ao recomeço, as novas possibilidades, a um novo caminho.

E para aqueles que, por ocasião, perceberem que as emoções ou o sentimento de tristeza maior (melancolia) começar a atrapalhar a rotina de forma expressiva, cabe salientar que o mais importante é reconhecer que é hora de pedir ajuda. Se não conseguir, por alguma razão, pedir ajuda diretamente ao profissional da área da saúde mental, que possa, então, solicitar este auxílio a um familiar ou amigo mais próximo para que este venha interceder, ajudando a pessoa a buscar um tratamento que traga não somente o alívio dos sintomas, mas a compreensão de suas possíveis causas. É enfrentando a realidade que a pessoa poderá ser ainda mais feliz.

Para encerrar o ano, escolhi uma mensagem de Fernando Pessoa e dedico a mesma para todos os leitores da minha coluna, parceiros e amigos nesta caminhada:

“Há tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos”.

Desejo a todos um Feliz Natal e um Ano Novo repleto de realizações.

Categorias: Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Patricia Prigol, Psicologia Organizacional, Qualidade de Vida

clip_image001É comum chegar nesta fase do ano, e as pessoas sentirem-se cansadas, desanimadas, com agenda cheia de compromissos e tarefas. O sentimento de que há necessidade de fazer tudo antes que termine o ano.

Os mais experientes dizem que a velocidade do tempo hoje é maior do que no passado. Os rituais sejam comerciais ou religiosos permanecem quase sempre os mesmos.

O comportamento muda em face ao espanto da corrida dos anos.

O comércio faz a sua parte, no sentido de auxiliar as pessoas na escolha dos presentes, para pais, filhos, netos, amigos e até os secretos. Infinidade de opções com o intuito de que ninguém fique sem presentes. É o lado cruel do consumismo de coisas que nem sempre necessárias, mas não importa é Natal.

Há certa sensação de cansaço e a esperança de que isso passe na passagem de um ano para o outro.

Talvez para muitos, é um tempo de melancolia, tristeza, e sensação de vazio. Não poderia ser diferente. É um rito de passagem entre a alegria do nascimento e a esperança de um novo começo de “outro” ano.

Expectativas frustradas decorrentes de fatos não planejados. Situações ocorridas que nem sequer foram planejadas. Infortúnios da vida inerentes ao ser humano.

A corrida exagerada em ganhar tempo, imaginando que quando maior a velocidade maior é o rendimento. E consequentemente maior é o cansaço.

Talvez estejamos nos sentindo assim: cansados por buscar tanto e ter um resultado menor ou igual de um tempo mais calmo, cauteloso e sóbrio.

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

Categorias: Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Maria de Lurdes Fontana, Qualidade de Vida

A MVC, empresa controlada pelo grupo Artecola (56%), com participação da Marcopolo (44%) produzirá duas mil unidades do modelo construtivo Casa Prática em 2010, contando com o estímulo do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida.

Em novembro deste ano, a MVC obteve a homologação da CEF (Caixa Econômica Federal) para um lote 500 unidades da Casa Prática para empreendimentos de pequeno porte. O processo de homologação do sistema construtivo Casa Prática – que usa uma estrutura sanduíche de lâminas de plástico reforçado com fibra de vidro – começou há cerca de dois anos.

Clique neste link e acesse a notícia na íntegra, veiculada no Jornal do Comércio.

Também acesse este link para obter maiores informações sobre o modelo construtivo Casa Prática.

E a sua empresa construtora, esta inovando nos processos construtivos, aproveitando as oportunidades que o mercado está oferecendo de financiamentos?

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 3-Gestão pela Qualidade, Dica de "Website", Minha Casa, Minha Vida, PBQP-H, Posts de Hélio Rocha, Tendências

Hoje tirei um tempo da minha agenda de trabalho para publicar alguns posts que no meu ponto de vista são “recados” para os nossos cliente, afim de estimular uma reflexão de final de ano / ciclo.

Quando auxiliamos na implementação de um Sistema de Gestão pela Qualidade, por exemplo baseado na ISO 9001, sempre temos alguns desafios … para não dizer de forma negativa “obstáculos”. Um dos primeiros desafios é definir em conjunto com o cliente, quem será o Gestor do Projeto …. ou seja o Coordenador no Sistema de Gestão pela Qualidade … e depois explicar que naturalmente este profissional escolhido será nomeado Representante da Direção, para este desafio já apresentamos / publicamos alguns artigos e sintetizamos em um post único (clique neste link para ter acesso).

Mas o maior desafio é deixar claro para este “escolhido” e para o cliente, ou seja, o dono da empresa que este trabalho não pode ser realizado sozinho … ou seja, não é um “exército de um homem só” que irá implementar … certificar e manter o Sistema de Gestão pela Qualidade … cabe a uma Gestão Participativa este desafio, formando um Grupo Gestor ou Comitê da Qualidade. Parafraseando o famoso livro do Moacyr Scliar: O Exército de um Homem Sóe a famosa música do Engenheiros do Hawaii, “Exército De Um Homem Só” …

oded-baliltyE aproveitando os insights do meu amigo e colega Ronaldo Costa Rodrigues, para auxiliar os nossos clientes e principalmente Gestores da Qualidade a não seguirem por este caminho sem volta de fazer tudo sozinho, gostaria de sugerir a leitura do artigo “Um exército emprestado”, clique neste link e desfrute destes ensinamentos valiosos!

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, Dica de Leitura, Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Nossos Clientes, Posts de Hélio Rocha

« Posts anteriores                   Posts recentes »