Nenhum comentário 28/02/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Caridade

caridadeCaridade é simplesmente ajudar os outros, mas com amor.

É o principio comum em todas as religiões do mundo. A diferença é a compreensão do que seja “ajudar” dentro do contexto do qual estamos inseridos.

Para os países pobres, caridade é dar o mínimo necessário para a subsistência. E há quem testemunhe que não há o suficiente para todos, principalmente comida.

Na maioria dos países ricos cabe ao governo e as entidades civis constituídas proverem o alimento, a casa, a saúde. Mas nos últimos anos tem-se visto que não há mais tanta distinção entre os países.

O agravamento da crise é reconhecido também nos países mais desenvolvidos. Especialistas dizem que há crise financeira e consequentemente o aumento da pobreza. Quem diria a Europa sentindo os reflexos desta crise e muitos sem trabalho, sem teto e sem previdência. Mas esquecendo um pouco o lado material, percebe-se que não há partilhas proporcionais entre os humanos. E isso, além de achar que é normal, enrubesce e torna as pessoas mais isoladas, sem condições de fazer caridade.

São Paulo, apóstolo, em uma das suas cartas escreve: “E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.”

E ainda, a caridade perfeita é aquela que poderei alcançar a alegria de dar sem esperar retribuir. A caridade e o amor são acima de tudo reconhecer que nada somos sozinhos e que embora muitos, infelizmente vivemos na solidão.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

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A legislação ambiental do Rio Grande do Sul, através da Resolução CONSEMA 129/2006 (clique aqui para ter acesso a esta legislação), tem exigido análise de Toxicidade dos efluentes industriais. Isto tem causado grandes preocupações às empresas, pois mesmo atendendo a todos os parâmetros de lançamento exigidos em suas licenças de operação, ainda assim ocorre de apresentar toxicidade nos testes realizados.

Isto faz com que as empresas e pesquisadores iniciem uma investigação para descobrir quais as fontes de toxicidade e como reduzi-las.

Recentemente um grupo de investigadores publicou um estudo sobre uma bactéria que permite descolorar e reduzir a toxicidade dos efluentes da indústria têxtil. Esta abordagem “mais verde” pode ajudar o setor a cumprir os padrões de legislação com um baixo custo e alta eficácia.

31186Os cientistas estudaram a Staphylococcus arlettae, uma bactéria com a capacidade de crescer em ambientes aeróbios (com oxigênio) e anaeróbios (sem oxigênio), veja na figura ao lado “o rosto” deste “trabalhador ecológico”. Os resultados dos testes realizados indicam uma clara redução da toxicidade do efluente e da concentração de substâncias perigosas.

Esperamos que cada vez mais pesquisadores desenvolvam tecnologias para que as empresas possam cumprir a legislação de forma economicamente viável e ecologicamente correta.

Fonte: http://autolaboratorio.com/?p=295

Fico à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

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Reportamos-nos com frequência, a Carta Magna, pois como é que se deriva toda legislação ordinária, e atos normativos. Esta legislação ordinária e demais atos, por sua vez, não podem se desvirtuar dos princípios constitucionais estabelecidos pela Carta Magna, pois do contrário desrespeita-se a hierarquia da legislação. 

Quando isto ocorre temos uma discussão judicial, onde o autor procura demonstrar que determinada Lei Ordinária é Inconstitucional, logo, seriam nulos todos os seus efeitos.

1265243116justicaTivemos nesta quarta feira, dia 3 de fevereiro de 2010, declaração de inconstitucionalidade, feita por votação unânime do Plenário do Supremo Tribunal Federal, onde o tribunal desobrigou empregador rural de recolher FUNRURAL sobre receita bruta de sua comercialização.

A Corte Suprema Brasileira declarou a inconstitucionalidade do artigo 1º da Lei 8.540/92, que prevê o recolhimento de contribuição para o Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (FUNRURAL) sobre a receita bruta proveniente da comercialização da produção rural de empregadores, pessoas naturais.

A decisão tem validade especificamente para a parte autora do processo julgado, porém, como já dito, por se tratar de uma decisão unânime da mais alta corte do País, abre precedentes para que todo e qualquer caso semelhante, acione o poder judiciário para ter o seu direito reconhecido, com enormes possibilidade de êxito, em face de jurisprudência criada.

Enquadram-se nesta condição, todo e qualquer produtor rural, pessoa física ou jurídica que:

  • Tenha empregados contratados, independentemente da quantidade, e que logicamente efetuou o recolhimento do INSS sobre sua folha de pagamento.

E que ao mesmo tempo:

  • Teve o desconto, quando da emissão da Nota Fiscal de produtor de 2,2% a título de FUNRURAL, sobre a comercialização de seus produtos, (soja, trigo, arroz, milho, suínos, aves, etc.) 

Busca-se uma liminar para eximir-se do desconto sobre a comercialização, bem como, também os valores indevidamente recolhidos relativos aos últimos dez anos, desde que documentalmente possam ser adequadamente comprovados.

Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos pertinentes.

Excelente Semana a Todos!

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

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Nenhum comentário 20/02/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Economia e Vida (Por Maria de Lurdes Fontana)

Tema deste ano da Campanha da Fraternidade tem o objetivo de chamar a atenção ao consumo exacerbado e a inversão de valores e aos princípios da vida.

vidaJá faz muito tempo que o ser humano busca na cultura do Ter como uma condição de vida e conseguir conviver com os demais, num mundo cheio de invejas, preconceitos e que valoriza as aparências. O homem precisa preencher sua vida com algo. E há muito, o vazio e a insatisfação sobrecarrega as mentes e não há como ficar por muito tempo sem buscar alternativas que preencham as chamadas razões e motivos para suprir os desgastes da jornada.

Para viver necessita-se muito pouco. Apenas três refeições diárias e muita água (sabe-se que muitos não têm nem isso no seu dia-a-dia). Roupas para se vestir na condição de sentir-se confortável e nada mais. Mas ao contrário, vemos o corre-corre diário de pessoas com muitas sacolas nas mãos. Acumulam tantas peças de vestuário, que muitas vezes são esquecidas no fundo do armário.

O apego lhes impede de dar a alguém que poderia servir-lhes com muito orgulho e necessidade. Poderíamos pensar que há sobras financeiras, mas ao contrário há falta de recursos e muitos débitos vencidos e a vencer, por conta da falta de consciência e de planejamento.

Perguntas como: Eu preciso disso? É necessário? É importante? Aflora o desejo diante da necessidade e aí precisam dar-se conta de que não tem como servir a dois senhores.

A vida é o ar, o doar, é amar. E a economia é saber usar para nunca faltar.                  

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

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Dando continuidade ao artigo / post anterior (clique aqui), no qual iniciamos a apresentação de como realizar um planejamento estratégico, utilizando-se do artigo elaborado pelo Guilherme Chagas Pereira (guilherme.pereira@avacorp.com.br)

Vamos continuar, falando sobre como responder a terceira pergunta, ou seja:

3. O que queremos?

Olhando novamente para figura que publicamos no primeiro artigo, adaptada do livro “Planejamento Estratégico Empresarial”, cujo autor é Mauricio Castelo Branco Valadares:

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Uma vez conhecendo a si e ao seu mercado, a empresa deve responder a terceira pergunta: o que queremos? Para tanto, deve definir primeiramente os objetivos que deseja alcançar no futuro. Esses objetivos deverão ser quantificados e possuírem um prazo para a sua realização. Ao estabelecer seus objetivos, a empresa deve observar alguns aspectos como:

  • Ser condizentes com a missão, visão e princípios da empresa;
  • Serem específicos, mensuráveis e desafiadores;
  • Ter sistema de controle e avaliação para cada um dos objetivos, e;
  • Ter prioridades estabelecidas.

Para facilitar e monitorar cada um dos objetivos ao longo do prazo estabelecido. É recomendável o estabelecimento de metas. Por exemplo, se o objetivo da empresa for que todos os seus funcionários administrativos aprendam espanhol para atuarem no Mercosul, é recomendável o estabelecimento de metas intermediárias até a conclusão deste objetivo, tais como: os gerentes devem ter o espanhol básico terminado até 15/12/10; os supervisores em 30/01/11; e assim por diante.

Ao estabelecer todos os seus objetivos e metas, a empresa necessita responder então a quarta pergunta: como atingir?

No próximo artigo (clique aqui), iremos comentar sobre como responder a quarta pergunta, ou seja:

  • Como atingir?
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Saiba como cruzar a nuvem de fatos e tendências capazes de alterar o cenário dos negócios em um ano muito promissor para o Brasil – e de cautela no resto do mundo, através da reportagem que foi veiculada na Revista Amanha deste mês de fevereiro de 2010. A reportagem foi elaborada pelo Andreas Müller.

Um cenário de contrastes desponta das análises de qualquer pessoa que se aventure a antever os fatos capazes de moldar 2010. Para o Brasil, a expectativa é de uma sólida retomada econômica depois de um ano de crescimento zero. Já para o mundo, é de estagnação e prudência após o auge da crise financeira. Desde agora, porém, é possível vislumbrar uma série de eventos com força suficiente para alterar a gangorra das expectativas e invalidar o planejamento de muitas empresas para 2010. Quais são eles? Quando vão ocorrer? Uma parte das respostas se desdobra no conteúdo desta “Agenda”, que agrupam os principais fatos esperados para o ano. Na “Agenda” estão não só as eleições e a Copa do Mundo, mas também alguns dos eventos e decisões que podem redesenhar a atual conjuntura econômica e colocar novas prioridades no caminho dos líderes empresariais. Dos juros norte-americanos às convenções ambientais da ONU, das preocupações em torno da política fiscal brasileira ao provável substituto de Henrique Meirelles na presidência do Banco Central, saiba qual é a melhor rota para singrar este ano que tem tudo para ser bom – ao menos para o Brasil.

Clique aqui e veja a Agenda na sua íntegra!

Sugestão / Dica: utilize estas informações em suas “reuniões / encontros de acompanhamento de cenários” no  Planejamento Estratégico da sua empresa!

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Imagem1A Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano, ou seja, 2010, cujo slogan é “Economia e Vida” já esta dando o que falar alguns a consideram uma utopia diante da globalização, mas como um cristão que sou, já tenho a minha opinião sobre “ela”.

No meu ponto de vista o principal objetivo desta campanha é fazer com que as pessoas, principalmente nós empresários que nos consideramos cristãos possamos avaliar as nossas condutas, os nossos valores / princípios. No “frigir dos ovos”, a campanha coloca a Ética Cristã em guerra com a Ética do Capitalismo, dando “um puxão de orelha” aos empresários gananciosos e individualistas!

Na essência visa substituir o atual modelo econômico baseado no lucro por outro, voltado para o bem estar das pessoas, o famoso “bem comum”. Isso me faz lembrar um pouco sobre outro tema emergente, ou seja, da sustentabilidade “versus” lucratividade (clique aqui e veja um artigo que publicamos sobre este tema).

Esta é terceira campanha ecumênica no qual o CONIC (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs) esta a frente. O CONIC foi fundado em 1982, sendo uma aliança fraterna das seguintes igrejas cristãs:

  • Igreja Católica Apostólica Romana;
  • Igreja Episcopal Anglicana no Brasil;
  • Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;
  • Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, e;
  • Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia.

Entre os diversos objetivos propostos por esta campanha, considero a seguir aqueles nos quais eu me identifico e apoio:

  • Buscar a superação do consumismo, que faz com que o “ter” seja mais importante do que as pessoas, e;
  • Criar laços entre as pessoas de convivência mais próxima, em vista do conhecimento mútuo e da superação tanto do individualismo como das dificuldades pessoais.

O reverendo anglicano Luiz Alberto Barboza, secretário-geral do CONIC e responsável por comandar a campanha deste ano, reconhece seu caráter utópico. O objetivo é substituir o modelo econômico baseado no lucro por outro, voltado para o bem-estar das pessoas. Em lugar dos bancos, da globalização, do agronegócio e da movimentação de capitais, entram em cena cooperativas, redes solidárias, agricultura familiar e iniciativas de microcrédito. Barboza diz que não se trata de uma crítica às políticas do governo:

- A crítica é ao modelo que coloca o lucro acima do ser humano.

Em conjunto com o slogan da campanha (Economia é Vida), o CONIC instiga nós, empresários cristãos, através do versículo 24 do evangelho de Mateus 6:

“Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”

Segue o link da página oficial da campanha:

http://www.cnbb.org.br/site/component/docman/cat_view/241-cf/242-cf-2010

Assim como o link da apresentação, desenvolvido para trabalhos em grupo de estudo e reflexão:

http://www.cnbb.org.br/site/component/docman/doc_download/41-apresentacao-em-power-point

Também, convidamos a ler um artigo que foi veiculado hoje, 17/02/2010, no jornal Zero Hora (clique aqui)

E você, qual é a sua opinião sobre o assunto?

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Nenhum comentário 17/02/2010 | Por: Hélio Rocha
É jogando que a gente aprende!

No ano passado, durante a preparação de um treinamento “in company” de Formação de Auditores Internos para um cliente (clique aqui para ver o post que publicamos anteriormente), tivemos a oportunidade de conhecer, através de pesquisa na internet, uma empresa brasileira que desenvolve Jogos Empresariais. O nome da empresa chama-se Game For Business!

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Os jogos empresariais da Game For Business são desenvolvidos para comunicar e capacitar conceitos de gestão empresarial para as organizações, seus funcionários, fornecedores, parceiros, clientes e demais stakeholders. Por meio da interação entre as pessoas, da diversão proporcionada pela competição e dos momentos lúdicos vividos na atividade, os participantes aprendem e assimilam os conceitos propostos pelo jogo de forma inteligente.

Clique aqui e acesse as informações completas sobre todos os jogos empresariais disponíveis!

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Nenhum comentário 16/02/2010 | Por: Tatiana Wegner Ypsilanti
Ajuda contra enchentes. (Por Tatiana W. Ypsilanti)

Hoje em dia a frequência e gravidade das enchentes aumentaram no mundo inteiro, principalmente devido a grande poluição do meio ambiente. A enchente já virou rotina em alguns locais do mundo. Como se vê nas noticia atualmente, cidades como São Paulo vivem lutando contra este problema.

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Muitas mãos, muitos sacos, muita força,muito tempo: Construção de um muro de sacos de areia.

Foto: Torsten Bätge; Bundesanstalt Technisches Hilfswerk (Organização Técnica Nacional de Ajuda)

A próxima enchente com certeza vira e como se pode observar na foto, em algum lugar na Alemanha na ultima enchente, o velho saco de areia e ainda o melhor amigo do homem contra as enchentes.

Mas parece que ele já esta começando a perder seu lugar…

Em novembro de 2009, em uma feira sobre enchentes em Hamburgo, na Alemanha (Messe Acqua alta), surgiram varias inovações no sistema de ajuda contra enchentes. Entre elas, o uso de uma espécie de mangueira gigante parece ser genial.

Thomas Tjaden da empresa EU-Flood-Control (www.eu-floodcontrol.eu) ,que já participou na ajuda contra varias enchentes, declara: Um saco de areia precisa ser cheio e para isso e necessária a colaboração de muitas pessoas.  Sua empresa oferece a alternativa de um sistema de mangueiras. “Uma mangueira substitui 500 sacos de areia e eu posso carregar ela nas costas”. As mangueiras são cheias com a própria água da enchente ou com ajuda de hidrantes e tem um comprimento de 15 metros. “Em 30 minutos dois homens treinados podem construir uma barreira de 100 metros”.

Clique aqui e acesse um vídeo sobre a utilização desta tecnologia de contenção.

As mangueiras tem a vantagem de serem resistentes a produtos químicos. Thomas diz: “Nos vimos na enchente do Rio Elbe em 2002. Os sacos de areia que tiveram contato com a água contaminada tiveram que ser depois destinados corretamente. Os sacos foram queimados e a areia levada para aterros. Alem disso, durante a construção da barreira a ajuda de voluntários é grande, inclusive do exercito. Mas depois que a enchente termina quem leva todos os sacos embora?” A mangueira depois do uso e enxaguada e enrolada e fica pronta. E os custos? Em um único uso o custo da mangueira seria igual ao dos sacos de areia, mas e claro se descarta o custo de destino final e não se considera que a mangueira e reutilizável.

Bibliografia:  The Epoch Times Deutschland Nr. 45/09

http://www.epochtimes.de/articles/2009/11/27/521572.html

Fico à disposição de vocês!

Tatiana W. Ypsilanti

Email: tatiana@essencialambiental.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

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Dando continuidade ao artigo / post anterior (clique aqui), no qual iniciamos a apresentação de como realizar um planejamento estratégico, utilizando-se do artigo elaborado pelo Guilherme Chagas Pereira (guilherme.pereira@avacorp.com.br).

Vamos continuar, falando sobre como responder a segunda pergunta, ou seja:

2. Como estamos?

Olhando novamente para figura que publicamos no primeiro artigo, adaptada do livro “Planejamento Estratégico Empresarial”, cujo autor é Mauricio Castelo Branco Valadares:

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O passo seguinte é avaliar qual a situação atual da empresa e de seu ambiente (mercado em que atua). Em outras palavras, é responder a segunda pergunta: como estamos? Esta avaliação é realizada através de duas análises, uma externa a empresa e outra interna.

A análise externa tem como objetivo avaliar o mercado em seu contexto atual e futuro. Para tanto, deve-se buscar caracterizá-lo através de três “quadros”:

  1. Quadro das ameaças e oportunidades;
  2. Contexto de negócios x produtos / serviços x mercados, e;
  3. Identificação dos valores dos clientes.

As ameaças são caracterizadas como forças, variáveis ou situações externas adversas à empresa, as quais criam barreiras ao desempenho e/ou ao crescimento. Uma ameaça pode ser uma tendência de alta de juros, inviabilizando um financiamento para aquisição de máquinas e equipamentos e inibindo o crescimento econômico.

As oportunidades, ao contrário, são caracterizadas por forças, variáveis ou situações externas que favorecem a empresa no seu desenvolvimento e/ou crescimento. A queda de barreiras tarifárias de países do Mercosul é um exemplo de oportunidade de crescimento para a empresa, desde esta esteja em condições de atender a este mercado.

É importante salientar que a ameaça para uma empresa pode ser uma oportunidade para outra, dependendo de sua situação frente às circunstâncias do mercado e vice-versa.

No “quadro” de contexto do negócio x produto / serviço x mercado, é necessário avaliar quais são os mercados que se deseja atuar e quem são os consumidores do produto / serviço. É importante neste ponto, analisar o tamanho dos mercados, qual a sua participação nele e ainda qual a taxa de crescimento de cada um. Desta forma, evita-se competir em um mercado saturado para concentrar esforços em novos. Esta análise também permite um acompanhamento do desempenho em determinado locais de consumo.

A identificação dos valores dos clientes, o terceiro “quadro”, busca descrever melhor quem é o seu cliente e entender quais são suas principais características, peculiaridades, necessidades enfim, seus valores. Esta identificação ode ser feita de maneira simples e objetiva: pergunte ao seu cliente. Faça uma pesquisa por telefone, por e-mail ou mesmo pessoalmente, perguntando se ele está satisfeito com seus serviços, o que poderia melhorar e o que faria se fosse dono do seu negócio.

A análise interna tem por finalidade fazer um diagnóstico interno da organização, identificando os pontos fortes e fracos diante do conjunto de informações obtidas na análise externa.

Os pontos fortes são as características ou diferenças da organização que se sobressaem frente aos seus concorrentes.

Os pontos fracos são as características ou diferenças da organização que se inferiorizam frente aos seus concorrentes.

Estes pontos, fracos e fortes, devem ser avaliados a partir das funções empresariais, tais como, marketing e vendas, financeira, suprimentos, produção, distribuição, recursos humanos, informática, etc. Nesta avaliação devem ser analisados aspectos como posição dos pontos de venda, capacidade financeira para suportar as operações e a integração de suprimentos, produção e distribuição.

No próximo artigo (clique aqui), iremos comentar sobre como responder a terceira pergunta, ou seja:

  • O que queremos?
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