Quem já usou uma tira de plástico-bolha para diminuir o nível de estresse do dia-a-dia de trabalho? Acredito que a resposta seria 100% positiva, para esta pergunta!

CapturarPois bem, no final do mês de janeiro deste ano, ou seja, 2010, este produto inventado pelos engenheiros Marc Chavannes e Al Fielding completou 50 anos de sucesso, aparentemente sem que nenhuma outra invenção ou concorrente mostre que poderá substituí-lo.

Como muitas outras coisas práticas, o plástico-bolha nasceu por acaso. Há cinco décadas, Marc Chavannes e Al Fielding, dois engenheiros de Nova Jersey, trabalhavam em um novo tipo de material para proteger paredes, mas a ideia não emplacava.

Os dois inventores tentaram então comercializar o produto como isolante para estufas, mas pouco depois encontraram quase casualmente, durante uma viagem de avião, um novo uso para o plástico.

Quando o avião se preparava para pousar, Chavannes reparou que as nuvens pareciam servir de colchão e se deu conta de que um plástico com pequenas bolhas de ar poderia ser uma excelente embalagem, muito melhor que o papel de jornal comumente utilizado à época.

Nascia assim a Sealed Air Corporation, a companhia que criaram para fabricar e comercializar o produto e que hoje fatura mais de US$ 4 bilhões anuais. Todo ano, a empresa fabrica plástico-bolha suficiente para cobrir a distância da Terra à Lua. Clique aqui e visite o website desta empresa.

Também acesse, clicando aqui, uma reportagem publicada hoje, no jornal Zero Hora.

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Dando continuidade aos nossos artigos no qual estamos desenvolvendo o assunto: Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (vide o último artigo, clicando aqui), hoje vamos comentar sobre as avaliações de desempenho e de competência.

hgNos tempos de hoje as empresas estão buscando formas de obter, reter e desenvolver talentos, para isso encontram nas avaliações uma forma de medir e ponderar as informações sobre seus colaboradores e sua equipe. São através destas avaliações que se analisam as atitudes e os comportamentos que os colaboradores estão exercendo dentro das suas organizações. A ponderação dos resultados das avaliações permite com que os gestores desenvolvam estratégias para a melhoria contínua dos seus processos. Existem vários tipos de avaliações, as mais conhecidas são conhecidas como:

  • Avaliação de Desempenho (90, 180 ou 360 graus), e;
  • Avaliação de Competências.

As empresas que possuem um sistema de gestão baseado na ISO 9001 acabam praticando no mínimo a Avaliação de Competências, pois é um dos requisitos exigido pela norma, mais precisamente o requisito 6.2.2 – Competência, treinamento e conscientização, que descreve a necessidade de determinar as competências necessárias, assim como praticar ações necessárias para atingir as competências ainda não alcançadas pelos seus colaboradores , avaliar a eficácia das ações executadas.

Mas as organizações que não possuem nos seus sistemas de gestão os requisitos da ISO 9001, mas que possuem interesse em ter um Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (veja meus post anteriores, clicando aqui), precisarão destas duas “ferramentas”, no qual o grau de dificuldade para implementar não é difícil e apresenta um baixo investimento / custo para as empresas interessadas. Um dos principais benefícios da utilização destas duas avaliações é que auxilia os seus gestores fornecendo dados interessantíssimos que irão auxiliar em ações de desenvolvimento e melhorias em seus processos de produção, apoio e de gestão.

Mas qual é a diferença da Avaliação de Desempenho e da Avaliação de Competência?

Bom, por mais que não pareça esta diferença no momento que se desenvolve estas “ferramentas” de gestão, as duas são bem diferentes. A primeira visa coletar dados das atitudes, atividades, produção e relacionamento enquanto a outra avaliação vai trazer dados correlacionados a Conhecimento, Habilidades e Atitudes. O tão famoso CHA, ou agora atualmente falado CHAVE (veja o artigo que publiquei sobre este assunto, clicando aqui).

As duas avaliações são importantes, algumas organizações apenas as utilizam para “cumprir tabela”, mas para aquelas que querem ajustar as suas atividades, conseguem através destas avaliações dados que permitirão fazer um mapeamento das necessidades além de ter indicadores que permitirão promover um colaborador ou não. É importante saber que sem elas não tem como implementar o  Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração, pois estas duas “ferramentas” de gestão são as fontes das informações que permitirão analisar o perfil do colaborador dentro da empresa. É interessante que as pessoas façam essas avaliações de 6 em 6 meses montando um histórico com seus resultados para poder analisar o desenvolvimento das atividades desenvolvidas dentro da empresa tanto para o gestor quanto para o colaborador.

Mas para chegar a montar uma estrutura adequada para estas duas avaliações, ou seja, de desempenho e de competências, algumas atividades fazem-se necessário, dentre elas:

  • Elaboração / revisão do “Caderno” de Descrição de Cargos;
  • Elaboração / revisão da estrutura organizacional da empresa (clique aqui, para ter acesso um artigo que publicamos sobre este assunto), e;
  • Definição / revisão da Filosofia Empresarial, ou seja, a sua Missão, Visão, Valores e Princípios (clique aqui, para ter acesso um artigo que publicamos sobre este assunto).

Com estas etapas concluídas, ou seja, com estes dados “em mãos”, poderemos iniciar a montagem dos instrumentos de avaliações, assim como o mapeamento dos indicadores das competências.

Caso a sua organização encontre muita dificuldade de fazer ou estruturar essas ferramentas, o interessante é que se contrate uma empresa terceirizada para fazer o serviço e nós da Simples Soluções® oferecemos esse tipo de serviço.

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Gestão por Competências, Nossas Alianças Estratégicas, Políticas de Cargos Remuneração e Carreira, Posts de Gislaine Angelim Barbosa

Continuando o assunto abordado no artigo anterior (clique aqui) sobre o acompanhamento da produção e qualidade, devemos documentar o método de operação coerente com a cumplicidade da tarefa e a qualificação do pessoal que executa tais atividades. Para isto, então que existe o PQO- Plano de Qualidade da Obra: relatamos nossos serviços críticos e forma de controle, evitando assim na obra, patologias futuras.

Nas obras civis, devemos focar as condições de inicio para as atividades (ex: liberar um serviço após a aprovação da etapa anterior), os materiais, ferramentas e equipamentos necessários para a realização das tarefas de forma planejada (ex: grua, andaimes, etc.), cuidados em relação à segurança do trabalho, e orientação para o monitoramento dos processos, a maneira de verificar conformidades e os cuidados para preservação do serviço concluído. Não esquecendo que toda documentação deve estar concluída e disponível para os envolvidos.

O que não deve ocorrer no controle dos serviços:

  • Falhas no processo de manutenção de equipamentos, não assegurando a capacidade do processo;
  • Falta de adequação nas condições adequadas para se trabalhar;
  • Descrever processos de execução de serviços ideal e não atual;
  • Não abranger todos os equipamentos de medição e monitoramento, e até não calibração;
  • Prever documentos de referencias e não considerá-los plenamente na execução dos processos;
  • Prever verificações no inicio, durante e esquecer o final (testes detalhados de funcionamento e desempenho), e;
  • Não dominar realmente os parâmetros de controle para cada serviço.

Eis algumas regras primordiais para o bom andamento das atividades a fim de garantir a qualidade do produto final, satisfazendo assim nossos clientes.

Nos próximos artigos, iremos descrever de forma prática como estas atividades são realizadas, assim como as suas dificuldades e formas de superá-las!

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

Email: claudia@lpriori.com.br

Skype: claudia.cruz1

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CapturarNo dia 31 de janeiro de 2010, dia em que finalizou o prazo para os países colocarem no Acordo de Copenhague as metas e detalhes de seus programas de redução de emissões, foi a oportunidade para que as nações que pressionam por um acordo do clima demonstrem que estão falando realmente sério sobre essa questão. Isso significa que o prazo acabou para os países declararem por escrito o que eles irão fazer para manter o mundo fora do nível de perigo (dois graus centígrados). Para grande parte dos países isso significa aumentar enormemente os compromissos assumidos até o dia de hoje.

Os países emergentes – Grupo BASIC, composto pelo Brasil, África do Sul, Índia e China  se encontraram em Nova Delhi no final de janeiro para fazerem programas de mitigação voluntária no âmbito do Acordo.

Parece que até ontem (08/02/10), 92 países já aderiram ao Acordo de Copenhague. Juntos, eles respondem por 80,6% das emissões globais. Isso quer dizer que, se todos cumprirem as metas apresentadas, conseguiremos reverter a atual tendência de aquecimento do planeta?

Para Gaines Campbell, especialista em clima do Vitae Civilis que acompanhou a COP15 durante todo tempo, as metas não são ousadas o suficiente e apontam para um aumento médio da temperatura do planeta em torno de 4 graus centígrados. Mas para o Trevor Houser, do Peterson Institute for International Economics, as metas apresentadas podem, sim, ficar dentro do limite de 2 graus estabelecidos pelo Acordo como teto para o aumento da temperatura do planeta.

Creio que ainda surgirão muitas negociações, pontos de vista e ideias sobre o clima, mas se ninguém quiser realmente assumir compromisso, nunca chegaremos a meta almejada e nem mesmo próximos dela. Se todos cumprirem suas promessas, o clima e o planeta inteiro agradecerão.

Fico à disposição de vocês!

Tatiana W. Ypsilanti

Email: tatiana@essencialambiental.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

Categorias: Gestão Ambiental, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Tatiana Wegner Ypsilanti, Qualidade de Vida, Sustentabilidade

Dando continuidade ao post anterior, segue o nosso posicionamento diante das chamadas “obrigações acessórias”.

O Sistema Público de Escrituração DigitalSPED trata-se de uma obrigação que está sendo gradativamente estendida a todas as empresas, e destina-se, oficialmente a integrar ações do fisco federal, estadual e municipal e aprimorar o relacionamento entre fisco e contribuintes.

Mais do que “aprimorar o relacionamento entre fisco e contribuintes” o SPED, nada mais é do que a entrega ao fisco, por meio eletrônico de arquivo contendo todas as operações e lançamentos individualizados constantes na escrita contábil e fiscal das empresas.  

Para empresas que em 2009, optaram pelo Lucro Real, a entrega destes arquivos, deverá acontecer por ocasião da entrega da DIPJ, prevista para 30/06/2010, do contrário fica sujeita a multa de R$ 5.000,00 por mês de atraso.

Queremos ressaltar o fato de que até então as informações contábeis entregues pelas empresas ao fisco federal, limitavam-se a informar apenas o saldo final das contas de seus demonstrativos de resultados e balanços.

Agora estamos falando da entrega de toda a sua contabilidade, lançamento por lançamento, operação por operação. 

Acabou-se o sigilo empresarial e a privacidade das operações. Qual a garantia que é dada as empresas de que as informações serão sigilosas?  Nenhuma. Apenas impõe-se multa pela não entrega. E se algum segredo industrial cair nas mãos indevidas de um funcionário público que possa revelá-lo a concorrência? Tem multa prevista? Não.

Parte-se do principio que toda empresa é sonegadora. Temos a impressão as vezes que somos tratados como infratores a lei em potencial, ou até mesmo criminosos. 

Acontece que se hoje, nosso governo tem dinheiro para gerir e propiciar financiamentos subsidiados de residências populares e alguns bens de capital, isto se deve ao fato de que existe uma arrecadação tributária, gerada por empresas, que vem sendo cada vez mais perseguidas na ânsia de arrecadar mais e mais. 

As empresas precisam ser tratadas de forma mais respeitosa e digna, ao invés de simplesmente criar mais obrigações e impor multas.  Hoje cada vez mais as empresas tem que estar assessoradas interna e externamente por profissionais da área tributária, para cumprir estas obrigações e evitar a imposição de multas.

Como exemplo citamos a maratona enfrentada toda a vez que a empresa necessita de uma Certidão Negativa de Débito. Documento indispensável para participar de concorrências. Neste momento, fica evidente o desrespeito ao qual somos submetidos. 

As confusões criadas pelo próprio fisco, na criação de códigos de guias e gias informativas, muitas vezes induz a empresa a erros simples de codificação, o que não significa que não houve pagamento de tributo, apenas erro de código.

Até adotar os procedimentos para emissão de nova CND, muitas vezes aí a empresa é que perde o prazo para habilitar-se a participar da concorrência.  Prejudicando seu faturamento e consequentemente prejudicando também a geração de mais tributos.

Eis a questão. Ao invés de facilitar a vida das empresas, o fisco faz o contrário, que é dificultar.  Além do SPED, podemos citar:

  • DCTF, outrora semestral e a partir de 2010, mensal
  • DIMOB
  • DIRF
  • SINTEGRA
  • GIAO ICMS
  • DACON

Entre outros.

Talvez com o SPED, que se trata de passar os arquivos digitais toda a contabilidade e seus lançamentos ao fisco, se possa com o tempo abolir algumas das obrigações acima, finalmente racionalizando-se os procedimentos na área fiscal e contábil das empresas.

Porém sabemos que isto irá passar pela integração entre os fiscos federal, estadual e municipal, o que certamente irá demandar alguns anos.

O que devemos atentar como empresas diante do surgimento destas novas obrigações?   

Diríamos que o primeiro passo é organizar-se, ou reorganizar-se.  Adequar seus processos internos e integração de sistemas, para que as informações a serem geradas e fornecidas ao fisco possam ser consistentes, e adequadas ao modelo tributário por ela adotado. Pois do contrário, se irá ter, mais burocracia, custos e multas que possam ser geradas por informações inadequadas fornecidas através do SPED.

Além de simplesmente adequar-se, está mais do que na hora de fazer valer a sua voz. Vemos movimentos sociais diversos atuando em nosso país, e nos parece que o movimento empresarial está com sua voz sufocada. 

Devemos fazer valer nossos direitos constitucionais no que concerne a privacidade, para que nossa contabilidade ao ser entregue ao fisco, não corra o risco de cair em mãos indevidas de pessoas desprovidas do senso de responsabilidade e ética.

Excelente Semana a Todos!

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

Categorias: Gestão Tributária / Fiscal, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Ivo Ricardo Lozekam

Dando continuidade ao post anterior, ontem (05/02/10) finalizamos o treinamento Formação de Auditores Internos pela ISO 9001:2008 no SENAI-MT, sendo que a carga horária foi de 24 horas, ou seja, três dias!

Tivemos a participação de 28 colaboradores de diversas unidades deste SENAI!

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Desejamos sucesso para esta equipe de auditores internos!

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, Formação de Auditores Internos, ISO 19011, Nossos Clientes, Posts de Hélio Rocha, Upgrade da ISO 9001:2008

Com tantos blogs e redes sociais por ai, não é tão fácil saber onde e quando alguém falou mal de um produto ou serviço – ainda mais se for de uma pequena ou média empresa pouco conhecida. A boa notícia é que existem diversos mecanismos gratuitos que ajudam no monitoramento. Eis alguns dos mais usados (clique nos hiperlinks).

  1. Google Alerts: rastreia, com base em alguns tópicos predefinidos, os grupos de discussão do Google. Possui versão em português e avisa os resultados por e-mail.
  2. Icerocket: busca menções em blogs, notícias, imagens. MySpace e Twitter. As respostas são organizadas em ordem cronológica, como o horário e a data dos posts.
  3. Social Mention: encontra um determinado termo em redes sociais. Fornece estatística como quantidade de citações e autores que publicaram um termo com mais frequência.
  4. BlogBlogs: vasculha mais de 200 000 títulos de blogs nacionais cadastrados no site e mantem um ranking dos blogs que recebem mais visitas e comentários dos internautas.
  5. Google Blogs Search: Seus resultados abrangem somente blogs – nacionais e estrangeiros. A pesquisa funciona de maneira idêntica ao Google tradicional – o que torna a ferramenta bastante fácil de usar.
  6. TweetBeep: Monitora o Twitter e envia alertas. Pode-se definir uma palavra-chave, escolher a periodicidade para receber os avisos e ainda ignorar tweets que contenham um termo específico.
Categorias: Blogosfera, Dica de "Website", Posts de Hélio Rocha

Dando continuidade ao post anterior, ontem (02/02/10) realizamos o treinamento Upgrade da ISO 9001 para a versão 2008 para uma equipe de auditores internos do SENAI-MT. Forma 21 pessoas que participaram deste treinamento!

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Sendo que na segunda-feira (01/02/10), em conjunto com a equipe gestora auxiliamos na adequação para principais mudanças da versão 2008, mas principalmente na busca da efetividade do atual Sistema de Gestão pela Qualidade.

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Desejamos sucesso para esta equipe de auditores internos!

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, ISO 9001, Nossos Clientes, Posts de Hélio Rocha, Upgrade da ISO 9001:2008

figura_servicosA Lei 11.638/2007 alterou os dispositivos e acrescentou outros da conhecida Lei 6.404/76, com o objetivo de harmonizar a contabilidade brasileira aos padrões internacionais, para assim facilitar o investimento estrangeiro. Além do que obriga as grandes empresas de capital fechado a divulgarem seus balanços.
Uma das novidades é criação da Demonstração do Fluxo de CaixaDFC. Esta demonstração indicará as alterações ocorridas durante o exercício no saldo de caixa e equivalentes, segregando estas alterações em três fluxos:

  • Fluxos das Operações.
  • Fluxos dos Financiamentos.
  • Fluxos dos Investimentos.

Em outras palavras a DFC indicará o saldo ou insuficiência das origens de recursos em relação às aplicações representando aumento ou redução do capital circulante líquido.

Será um elo de ligação entre o lucro líquido e o caixa/disponibilidades.

Outra novidade é a Demonstração do Valor AdicionadoDVA. Esta demonstração deve indicar o valor da riqueza gerado pela companhia, e a sua distribuição entre os elementos que contribuíram para a geração dessa riqueza, tais como empregados, financiadores, acionistas, governo e outros, bem como parcela da riqueza não distribuída.

Apesar destes demonstrativos serem aplicáveis em um primeiro momento ás Sociedades Anônimas, entendemos que todas as empresas que utilizem a contabilidade como instrumento gerencial, devam utilizá-los, pois estes dois demonstrativos auxiliam na melhor interpretação dos dados contábeis. Apenas para dar um exemplo. Se considerarmos, na forma em que são apresentadas atualmente as operações de Leasing nos balanços, veremos apenas a despesa operacional, em função da natureza jurídica da operação de Leasing.

Com as novas ferramentas e classificações contábeis criadas será possível vislumbrar, no exemplo do Leasing, o valor das imobilizações, bem como o valor das obrigações decorrentes dos contratos firmados, propiciando assim uma avaliação mais precisa do patrimônio da empresa.

É uma excelente oportunidade para a reciclagem e surgimento de contadores voltados para a gestão empresarial, afinal o verdadeiro objeto da contabilidade é o estudo do patrimônio.

Excelente Semana a Todos!

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

Categorias: Gestão Financeira, Gestão Tributária / Fiscal, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Ivo Ricardo Lozekam

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