Recentemente li um artigo na Revista Amanhã (www.amanha.com.br) de autoria do André Coutinho, Sócio-diretor da consultoria Symmetics. Ele é mais conhecido como profissional que participou do prefácio da edição brasileira do livro “A Estratégia do Oceano Azul”! Neste artigo, da Revista Amanhã, ele critica o modo conservador pelo qual as empresas pensam os seus negócios!

Sempre ouvi comentários positivos sobre o conteúdo deste livro, mas nunca tive a oportunidade de lê-lo. Inclusive já até publicamos um artigo escrito pelo José Luís Möllmann comentando sobre este assunto (clique aqui).

Mas voltando ao artigo do André Coutinho, cujo título é “Não basta jogar o jogo”, percebo o quanto nós estamos distantes e talvez indisciplinados para gerarmos inovações em nossos negócios, sempre ficamos no óbvio, ou seja, em “espaços já explorados” pelos nossos concorrentes e em alguns casos pelos nossos benchmarking. Essa posição cômoda e arriscada é decorrente da nossa cultura de baixa criatividade, assim como do conservadorismo que ainda impera nas organizações / empresas, ou seja: “os que estão em cima mandam e acham que pensam / inovam e os de baixo apenas executam”!

Em uma das partes da entrevista, André Coutinho “descarrega a metralhadora”:

“Se você modelou o plano estratégico apostando só na diferenciação, o chinês fará exatamente o mesmo produto pela metade do preço. Isso vale para qualquer produto em qualquer setor”.

Reserve um tempo para ler na íntegra a entrevista do André Coutinho na Revista Amanhã, clique aqui!

Também sugiro a leitura do livro “A Estratégia do Oceano Azul”, clique aqui!

Também, para os preguiçosos ou que gostam de ler resenhas de livros, recomendo os seguintes arquivos, que estão salvos no website www.scribd.com :

  • Apresentação “A Estratégia do Oceano Azul” – autor: Raimundo Miranda (clique aqui), e;
  • Resenha “A Estratégia do Oceano Azul” – autor: Mário Ferreira (clique aqui)

E você é INOVADOR ou é COPIADOR DE INOVAÇÕES? Deixe seu comentário!

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A partir deste post, estaremos divulgando os serviços e artigos do Sebastião Guimarães, considerado o maior especialista no Brasil da ISO 10015:2001. Segue abaixo o seu mini-CV:

Sebastião Guimarães – Professor de curso de pós-graduação da Universidade São Judas, Professor convidado da Fea/Unicamp, e Consultor da T&G Treinamento. Autor de diversos livros didáticos sobre Organização e Técnicas Comerciais. Vivência profissional como Orientador de Ensino do SENAC-SP, Coordenador de Treinamento Empresarial do CCESP, Gerente de Divisão de Treinamento da Mercedes Bens do Brasil, Gerente do Programa de Gestão da Qualidade Total do SEBRAE – SP e facilitador de cursos da ADVB e da FBM.

Vamos iniciar com o artigo “Não Treinar, se Possível”, um texto provocador, levando a uma reflexão bem objetiva: podemos desenvolver / adquirir novas competências, através de outras ações que não sejam somente treinamentos!

A fim de valorizar os trabalhos do autor, estaremos sempre convidando a leitura em seu blog, clique aqui aproveite a sua experiência!

E na sua organização, além dos treinamentos habituais / tradicionais para desenvolver / adquirir as competências necessárias, quais são as outras ações que são realizadas? Você já utilizou algumas das ações recomendadas pelo autor, ou seja:

  • Reformulação dos processos
  • Recrutamento de pessoal treinado
  • Terceirização (outsourcing)
  • Redução da rotatividade
  • Modificação dos procedimento
  • Melhoria de outros recursos

Deixe aqui a sua experiência / vivência sobre este assunto!

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Li um artigo muito bem elaborado, pelo Ronaldo Costa Rodrigues, sobre o verdadeiro papel / função do dono da organização, no que se refere a implementação e principalmente manutenção de um Sistema de Gestão pela Qualidade baseado na ISO 9001.

Neste artigo, Ronaldo desenvolve com a sua habitual mestria uma reflexão inicial, explorando / questionando se a principal função no processo de implementação / manutenção seria realmente o Representante da Direção ou o próprio Diretor.

Infelizmente, presencio “às vezes” em minhas atividades de consultoria que o Dono da empresa se posiciona como na caricatura abaixo, diante das melhorias que são necessárias para atender as necessidades das partes interessadas no sucesso do seu negócio!

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Acesse através deste link o conteúdo na íntegra deste artigo desenvolvido pelo Ronaldo Costa Rodrigues.

E na sua organização, como esta a relação entre o Dono da empresa / organização e o Representante da Direção? Deixe aqui a sua opinião!

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Nesta semana, de 27 à 30 de abril, em Bento Gonçalves / RS esta sendo realizada uma feira “VERDE”, a Fiema!

A Fiema Brasil 2010 concretiza os princípios de sustentabilidade ao concentrar em um mesmo cenário – o Parque de Eventos de Bento Gonçalves – o maior número de empresas e organizações voltadas para a produção de tecnologia, soluções e serviços focados no meio ambiente. A tendência do mercado que dita que ‘Green is Green” (o que é ligado ao verde, a natureza e a sustentabilidade é dinheiro bem aplicado, é bom negócio) impulsionará a exposição e os contatos na 4ª edição da Feira Internacional de Tecnologia para o Meio Ambiente.

Completando e dando ainda mais consistência ao que será visto na parte da feira, especialistas, pesquisadores e público em geral reunirão as ideias, as tendências, as descobertas e as aplicações do universo ambiental contemporâneo na intensa programação paralela.

Nossos dois clientes, vinculados a sustentabilidade, a Essencial Ambiental (www.essencialambiental.com.br) e a Geothec (www.geothec.com.br) estão participando deste evento como expositores, mais especificadamente no Pavilhão D.

 

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Clique aqui e obtenha mais informações sobre este evento, no website oficial desta feira!

Desejamos sucesso a todos que irão participar deste evento!

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Um dos requisitos, da ISO 9001, mais difíceis de atender no segmento da construção civil é o requisito 7.5.2, ou seja, a validação dos processos de produção e prestação de serviço.

É um requisito que não somente envolve o pessoal da engenharia, mas também o comprometimento da alta direção.

A validação vai além da sistemática do controle do processo para atingir tanto a adequação com os requisitos, quanto ao alcance de benefícios para as partes interessadas. Podemos conseguir isso, usando a melhoria da eficácia e da eficiência do processo de realização e dos processos de apoio associados tais como:

  • Comprometimento das pessoas;
  • Redução do desperdício;
  • Capacitação dos envolvidos;
  • Comunicação e registro das informações;
  • Desenvolvimento da capacidade do fornecedor;
  • Melhoria de infra-estrutura;
  • Prevenção de problemas;
  • Métodos de processamentos e rendimento de processo, e;
  • Métodos de monitoramento.

Na construção civil podem ocorrer situações em que o resultado do processo não pode ser verificado plenamente, por meio de uma inspeção subsequente e assim sendo, se algo sair errado, as deficiências somente vão se tornar aparentes depois que o produto estiver em uso (ex: pintura). Nesse caso, o método de produção deve ser validado.

Validar o processo significa demonstrar que ele é capaz de gerar resultados aceitáveis. Isto implica realizar o processo na forma como foi planejado e verificar seus resultados através de ensaios planejados.

Algumas falhas comuns de acontecer são as seguintes:

  • Não reconhecer processos que requeiram validação;
  • Não manter registros de aprovação de processos;
  • Não definir métodos e/ou critérios para aprovação de processos;
  • Realizar processo com o pessoal não qualificado;
  • Não prever requisitos para qualificação do pessoal que executa processos;
  • Realizar atividades de produção em desacordo com a forma como foram validados os processos, e;
  • Não manter registros de qualificação de pessoal.

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

Email: claudia@lpriori.com.br

Skype: claudia.cruz1

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