juiz doidoOntem recebi pelo newsletter do website Administradores.com.br, um artigo muito oportuno, pois estou vivenciando em um cliente esta situação! Ocorreram mudanças de liderança, ou seja, mudou o chefe nesta organização, e o clima interno esta muito tenso, tenso demais!

Quando recebi este newsletter, coincidentemente lembrei-me desta empresa e principalmente da angústia e apreensão que estes colaboradores estão vivenciando, assim como este novo gestor, pois a recíproca também é verdadeira, ou seja, o novo chefe também sofre!

Clique aqui e aprecie o conteúdo deste artigo, muito bem elaborado pelo Sr. Fábio Bandeira de Mello.

E você já vivenciou esta situação em sua carreira profissional? Caso positivo como conseguiu superar?

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Temos pautado esta coluna defendendo a possibilidade de planejamento tributário nas empresas.  Este planejamento tributário é pautado por dispor as atividades da empresa de formas legais a propiciar economia tributária lícita.

Utilizamos o termo economia tributária para fazer referencia a empresa a situação econômica que pode ser guinada a empresa que utilizar este expediente (do planejamento tributário) em relação a seus concorrentes do mesmo segmento.

Mas esta economia tributária na verdade trata-se da recuperação do tributo pago pela empresa quando da aquisição dos seus fornecedores das mercadorias adquiridas para revenda ou insumos necessários ao produto posteriormente comercializado.

Isto porque nossa matriz tributária estabelecida pela constituição federal está centrada no sistema da não cumulatividade, ou seja, como regra geral o imposto pago nas compras é deduzido do imposto a pagar por ocasião das vendas.

Ocorre que em muitas atividades, especialmente no que concerne ao ICMS é criada a figura de “benefícios fiscais.” Supostos benefícios, de acordo com a atividade simplesmente suspendem a incidência do imposto quando da saída de determinada mercadoria ou produto.  Esta suspensão de incidência pode ser tecnicamente sob a forma de isenção ou deferimento.

Esta isenção ou deferimento do imposto acaba por prejudicar as empresas que não conseguem recuperar o tributo pago nas operações anteriores, nem repassá-los na cadeia produtiva para o seu cliente, quanto este for contribuinte do imposto e não o consumidor final.

ICMSNo artigo anterior (clique aqui) sugerimos da possibilidade das empresas de recuperar os saldos credores de ICMS, os quais por sua vez enquanto não recuperados pelas empresas constituem-se um custo, embora por se tratarem de “imposto recuperável” acabam fazendo parte do Ativo Circulante, contribuindo então para a existência de um lucro fictício no balanço destas empresas, com consequente recolhimento indevido de Imposto de Renda.

Nosso objetivo é demonstrar que existem possibilidades lícitas de recuperação, em especial na recuperação destes saldos credores de ICMS, e também demonstrar que atualmente existem situações onde a empresa também acaba gerando saldo credor de PIS e COFINS.

Em ambas as situações, a recuperação mais rápida, é aquela via procedimental, ou seja, através do exercício de atividade a qual a empresa esteja legalmente habilitada.

Sua empresa tem um saldo credor de ICMS acumulado em sua escrita fiscal, e seria muito interessante sob o ponto de vista financeiro, (e também uma questão de justiça) que tivesse finalmente a oportunidade de transformar este saldo credor em recursos no caixa da empresa. Qual a solução? Executar uma atividade que gere o tributo respectivo.

Este tributo desta atividade, cobrado do cliente que por sua vez fará uso do respectivo crédito, não será, (na hipótese que estamos formulando) suportado e recolhido pela empresa.  

Ao invés de efetuar o recolhimento a empresa irá (desde que devidamente autorizada pelo fisco) efetuar a compensação na escrita fiscal, diminuindo assim seu saldo credor, recuperando finalmente os valores anteriormente pagos e propiciando a entrada efetiva destes recursos em seu caixa.

Primeiramente se faz necessário verificar a origem do saldo credor da empresa. Ou seja, qual ou quais os dispositivos legais que determinaram ou permitiram que aqueles recursos fossem escriturados como crédito.

Antes de irmos adiante, chegou o momento de dizer que muitas vezes a empresa por falta de orientação ou desconhecimento não escritura adequadamente os saldos credores de tributos os quais tem direito. 

Às vezes a empresa até sabe da existência do crédito, mas sabiamente parte do principio que será um crédito não recuperável e, portanto deixa propositalmente de constituí-lo, co com o intuito de contabilizá-lo adequadamente em custos, ajustando assim seus balanços.

Sob o ponto de vista contábil este procedimento é absolutamente correto, pois se debita no resultado do balanço o valor de uma conta que não se tem perspectiva de receber.

Já sob o ponto de vista fiscal, ao adotar tal procedimento significa abrir mão do crédito a que a empresa tem direito.  Pois a empresa não poderá ressarcir-se de um crédito que não tem constituído.

Desejamos a todos uma semana feliz e profícua!

Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos pertinentes.

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

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Dando continuidade ao post anterior (clique aqui), concluímos nesta semana, mais precisamente neste sábado, mais uma turma de Auditores Internos pela ISO 9001:2008. Desta vez, foram 25 participantes, todos colaboradores do SENAI-MT.

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O treinamento foi realizado em Rondonópolis – MT.

Desejamos sucesso para esta equipe de auditores internos!

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family

Não raras vezes encontram-se pessoas tecendo criticas às suas famílias, nas mais variadas situações e quase sempre relacionadas pela dificuldade de convivência.

Se pararmos um pouco e refletirmos, percebemos que desde bebês, há conflitos de interesses e prevalece a lei do mais forte. Por estes dias me ative a observar uma matilha de filhotes de cachorros. Percebi e reconheço que o relacionamento entre animais é por vezes de admirar e de aprendizado constante. A mãe-cachorra promovia conflito entre os filhotes para que não dividissem o seu prato de comida.

Com isso, suponho que estaria passando lições de sobrevivência e, ao amamentá-los, permanecia imóvel. E de repente a mãe-cachorra saia mansamente, deixando seus filhotes sozinhos, que a principio chorava a ausência da mãe e depois se “ocupavam” uns com os outros, rolando pelo gramado. Quando a cachorra retornava junto a eles, os filhotes corriam até a mãe, esta era assediada e voltavam a chorar novamente.

Se observarmos “nós” filhos repetimos as lamúrias e choros com nossos pais, sempre no sentido de “querer” um colo e um ombro para as queixas e infelicidades. Ainda bem, que nem todas as famílias são iguais. Há famílias que convivem em harmonia entre as gerações tranquilamente sem muitos tropeços.

As virtudes aprendidas em família são passadas de geração em geração. E há em nós, atitudes aprendidas, que outrora reprimidas passamos a repeti-las com nossos filhos, quer queiramos ou não.

A família é um lugar onde se aprende e se ensina a arte de viver.      

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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No inicio desta semana, tive a oportunidade de ministrar um treinamento de Formação de Auditores Internos pela ISO 9001:2008, pelo SENAI-MT, no município de Rondonópolis, estado do Mato Grosso.

O treinamento, cuja carga horária foi de 24 horas, teve a participação de 17 profissionais oriundos de empresas dos mais diversos segmentos da economia desta região.

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Desejamos sucesso para esta equipe de auditores internos!

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sindromeSegundo pesquisa realizada pela International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), associação internacional que estuda métodos de prevenir e tratar o estresse, cerca de 35% dos trabalhadores evidenciam dificuldades de adaptação ao trabalho quando regressam de suas férias.

É esperado que nos primeiros dez dias, após o período das férias, algum desconforto ou algum grau de dificuldade de adaptação à rotina se mostre. Para Madalena Lobo, psicóloga clínica especializada em perturbações de ansiedade, esta síndrome, é, no fundo, uma “versão mais alargada da sensação que as pessoas sentem Domingo à noite, de ter que voltar ao trabalho”.

Nesse período, algumas ações específicas podem auxiliar o relógio biológico a voltar a funcionar de acordo com a programação. Depois do período de adaptação, se o desconforto persistir, é indicado procurar um especialista.

Os sintomas que caracterizam a síndrome pós-férias são: irritação, agressividade, ansiedade, tristeza, desmotivação, cansaço, insônia e falta de concentração. Algumas pesquisas revelam que as pessoas com menos de 40 anos são mais suscetíveis à síndrome.

Para evitar maiores desconfortos é importante planejar a volta das férias. Portanto, a volta das férias deve ser gradativa para que a pessoa possa adaptar-se à nova rotina. É bom lembrar que o organismo, quando entra em férias, tende a obedecer ao máximo o seu próprio ritmo. E todos nós temos um ritmo peculiar. Em férias, o relógio biológico reorganiza suas funções de sono e de secreção de hormônios, entre outras, daí a melhora no bem-estar. Ao voltar para o trabalho, ou para a rotina, o corpo sente a mudança e responde acentuando diversos tipos de mal-estar, caracterizando um quadro de estresse.

Do ponto de vista da Psicologia, as férias sevem também como um período de reorganização da vida da pessoa. Algumas expectativas podem ser levantadas nesse momento. No entanto, nem todas as pessoas conseguem, de fato, colocar em prática o que se propuseram no período de férias, o que pode trazer frustração e ansiedade ao mínimo contato com a realidade.

Assim, o impacto da volta das férias pode ser positivo ou negativo. Depende muito do modo como cada pessoa encara a sua realidade. Se a pessoa está satisfeita com o seu trabalho, se encontra realização e gratificação no que faz, provavelmente não sofrerá tanto no período de adaptação à rotina. Seu desconforto poderá, então, recair sobre outras áreas que – com o trabalho – serão restringidas. É provável que o tempo com os amigos seja reduzido ao retornar das férias, assim como o prazer que a pessoa experimentou nas suas relações sociais. Prá isso algum ajuste será necessário. Ao retornar das férias, aumentar os encontros com os amigos e momentos em família pode ser ou representar uma boa saída nos primeiros dias de trabalho, até acostumar-se com o ritmo normal. Além disso, a partilha das aventuras com os amigos é um “ritual de transição” que ajuda a atenuar a síndrome pós-férias. Quando se regressa, não se aterrissa imediatamente na realidade.

Para sofrer menos na volta das férias:

  • Procure não retornar das férias às vésperas do trabalho ou das aulas.
  • Tente adaptar seu organismo ao novo padrão, tentando, por exemplo, dormir uma hora mais cedo.
  • Mudar os hábitos de alimentação e integrar uma atividade física regular pode ajudar muito a combater os sintomas da síndrome.
  • Evitar longas jornadas de trabalho.
  • Se sentir falta de apetite no horário tradicional das refeições, faça um lanche mais leve, mas não deixe de se alimentar.
  • Tente encontrar novas motivações no seu trabalho e em outras áreas de sua vida.
  • Mesmo que tenha poucas horas de lazer, aproveite bem. Leia vá ao cinema, pedale ou saia com os amigos.

O tratamento para a síndrome pós-férias: quando a pessoa não consegue, por conta própria, a adaptação necessária, muitas vezes é imprescindível procurar ajuda médica. O tratamento pode ser administrado com o uso de antidepressivos e ansiolíticos. Se precisar, procure ajuda médica e psicológica. A sua saúde agradece e o bom convívio com os colegas, a família e os amigos também!

Patrícia Luiza Prigol

Psicóloga Clínica

CRP 07/08744

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temploA Exithum – Desenvolvimento de Seres Humanos, nosso aliado estratégico, em parceria com a ESADE, nesta semana, estará realizando o evento de lançamento da Pós-Graduação em Lean Manufacturing, cujo tema será “A importância do Lean Manufacturing nas organizações”. Será no dia 13 de abril, terça-feira, às 20h em Porto Alegre / RS.

Maiores informações acesse a página da ESADE, clique aqui!

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inteligencia-emocionalAlgumas vezes, quando vou realizar atividades de consultoria … percebo através de “indicadores” se a equipe esta desmotivada, ontem li um artigo muito legal sobre este assunto. A autora apresenta 15 indicadores de uma equipe desmotivada.

Vale a pena ler e refletir este artigo, clique aqui e veja este artigo na íntegra!

E a sua empresa possuem estes “indicadores”? Caso positivo, o que você esta fazendo para controlar e eliminar estes “indicadores”?

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triangulo_sustentabilidade_2Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual apresentamos que é possível através de pequenas atitudes, uma empresa de pequeno porte ser Sustentável, li recentemente um artigo na RH.com.br um artigo mostrando exemplos de como difundir práticas de sustentabilidade junto aos colaboradores.

Para aqueles empresários que almejam este status de Sustentabilidade, vale a pena ler e divulgar este artigo junto aos seus colaboradores! Seque o link, clique aqui.

E a sua empresa já pratica sustentabilidade?

Os colaboradores já praticam sustentabilidade em suas atitudes?

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trabalhoA imaturidade emocional no ambiente de trabalho, se identificada, é considerada um problema grave. Isso porque, dizem especialistas, ela pode impactar os resultados da equipe e até mesmo a carreira do profissional.

De acordo com a gerente de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Priscilla Telles, de modo geral, profissionais imaturos estão mais preocupados com a própria visibilidade, sendo que são pessoas que não possuem paciência para atingir objetivos.

Além disso, diz ela, estes funcionários possuem pouco senso corporativo, ou seja, têm excesso de informalidade, não seguindo as normas da empresa; e são excessivamente inseguros, visto que sentem sua posição constantemente ameaçada pelos colegas.

No mais, acrescenta a consultora de RH (Recursos Humanos) do Grupo Soma, Jane Souza, tais profissionais têm dificuldades para aceitar críticas e separar o profissional do pessoal.

Líder

No caso de líderes emocionalmente imaturos, diz Jane, os prejuízos para a empresa são ainda maiores. Pois, segundo ela, quando a imaturidade atinge o chefe, além de impactar a produtividade, a empresa pode perder bons profissionais.

Como líderes imaturos, dizem as especialistas, podem ser incluídos aqueles que costumam criticar em momentos inadequados, chamar a atenção das pessoas na frente de outros membros da equipe, além daqueles que demonstram preferência por um ou outro funcionário e costumam avaliar levando mais em consideração o pessoal do que o profissional.

Como lidar?

Assim, na opinião de Priscilla, a melhor maneira de lidar com um líder emocionalmente imaturo é mostrar-se uma pessoa companheira. “Dessa forma, o líder se sentirá menos ameaçado e se tornará uma pessoa mais maleável”, diz.

Já o líder que possui um funcionário imaturo, segundo Jane, deve tentar ajudar este profissional a reconhecer suas limitações, mostrando por meio de fatos concretos, para que a pessoa tente melhorar.

As causas da imaturidade

Ao contrário do que muitos possam imaginar, a imaturidade não está preponderantemente ligada à idade, mas sim, às experiências e vivências daquele profissional, tanto no âmbito pessoal como no profissional.

Por fim, dizem as especialistas, seja qual for a posição ocupada pelo profissional, é importante que ele preste atenção às suas atitudes e tente sempre desenvolver a capacidade analítica e a ponderação.

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