Guia ISO 22000 2005 - APCERDando continuidade ao post anterior no qual informamos sobre o guia interpretativo dos requisitos da ISO 9001:2008 elaborado pela APCERAssociação Portuguesa de Certificação gostaria de informar sobre a existência, também do guia interpretativo da ISO 22000:2005.

Clique aqui e acesse o referido guia.

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1225985044Iqq5PfEsta semana, recebi um informativo, através de e-mail, de um dos nossos clientes, a Mirador Assessoria Atuarial, no qual me fez refletir, infelizmente, sobre a forma como nos preparamos ou não para a MORTE! De um modo geral, falar sobre a morte provoca desconforto, pois nos confrontamos com uma verdade implacável: a certeza de que um dia a vida chegará ao fim. Essa constatação aciona uma série de reações psicológicas que interferem no comportamento econômico das pessoas.

O artigo denomina-se “A morte como elemento sensibilizador em seguros de vida”, elaborado pelos seguintes profissionais: Sérgio Rangel Guimarães (Consultor Sênior da Mirador Assessoria Atuarial) e Luciane Fagundes (Psicóloga Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental).

Na sua essência, este artigo busca uma justificativa / resposta para uma constatação: “Por que priorizamos a contratação de seguros que visam à proteção de bens materiais como automóveis e residências em detrimento do maior bem que possuímos: a vida?”.

Faço o convite, para lerem este artigo, clicando aqui!

O artigo completo pode ser acessado, clicando aqui, no qual foi publicado na revista Cadernos de Seguros nº 160 (Funenseg), de maio 2010.

E você … esta se preparando para a MORTE?

Deixe aqui os seus comentários sobre este assunto.

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Guia ISO 9001 2008 - APCERA APCERAssociação Portuguesa de Certificação, entidade líder do mercado da certificação em Portugal há mais de uma década, acaba de nos presentear com um guia interpretativo dos requisitos da ISO 9001:2008.

Com o presente guia a APCER vem partilhar a sua experiência na certificação segundo a ISO 9001 e identificar as oportunidades de melhoria da gestão apresentadas na edição de 2008, esperando deste modo contribuir para o desenvolvimento das organizações, prosseguindo assim a sua missão.

Clique aqui e acesse o referido guia.

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Você tem paixão (worklover) ou vício (workaholic) pelo seu trabalho?

CapturarPara muitos profissionais, jornadas de trabalho longas são associadas ao prazer pelo que se faz. Alguns chegam empolgados para desempenhar seu trabalho na segunda-feira, extrapolam o expediente, mas conseguem manter o entusiasmo até sexta-feira. Outros ultrapassam a carga horária mínima por carregar consigo a obsessão pela produtividade. Uma linha tênue divide estes dois profissionais extremamente envolvidos em suas funções, e esse limite diferencia o PRAZER da COMPULSÃO!

Uma pesquisa realizada no Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB) desmistificou a idéia de que todos os que trabalham excessivamente se encaixavam na definição de workaholics.

A tese apresentou ao mundo o worklover, um apaixonado pelo seu ofício.

Clique aqui e acesse a reportagem na integra.

Clique aqui, e descubra se você é worklover ou workaholic. Faça o teste!

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Como verificamos nos post da última semana, o planejamento tributário eficiente e eficaz, além de respeitar as limitações impostas pela legislação, deverá ser provido de propósito negocial, ou seja, a atividade objeto do planejamento tributário deve acontecer de fato e de direito, na teoria e comprovadamente na prática.

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Este raciocínio nos leva a rever alguns conceitos. O primeiro é a própria definição de planejamento tributário, que dentro desta dimensão deixa de ser apenas “planejamento tributário” para ser também “planejamento das atividades da empresa, com vistas a diminuir os custos com a carga tributária”.

Nesse momento nosso leitor poderá perguntar: afinal de que estamos falando? 

i) planejamento tributário ou  ii) de planejamento de atividades empresariais.  Estamos falando de ambas as situações,  conjugadas em apenas um planejamento.

Dentro deste raciocínio será a economia tributária que nos levará a executar ou não determinada atividade, ou a eleger qual atividade econômica iremos executar.    

Na concepção de qualquer novo empreendimento, a análise sobre qual modelo tributário adotar (lucro presumido, real, ou simples), bem como a análise prévia das incidências de  PIS, COFINS, IPI, e ICMS, serão determinantes para  o sucesso e a sobrevivência do empreendimento.

Nos empreendimentos já existentes esta análise, e revisão fiscal deve ser uma preocupação constante em face de dinâmica que a legislação tributária apresenta, com edições de novas normas quase que diariamente.

No empreendimento atento a gestão dos impostos, sempre se irá ter a possibilidade de recuperação de alguns impostos pagos pelo regime de não cumulatividade. Créditos de IPI, COFINS, PIS, e também de ICMS.

A forma com que as atividades da empresa são dispostas, e escrituradas é que determinará a existência de Impostos a Recuperar.  Na maioria dos casos, o fisco impõe restrições  as empresas  no sentido de recuperar os tributos com as atividades principais exercidas pela empresa no seu dia a dia.

Neste momento, é  que a empresa poderá acrescer novas atividades ao seu objetivo social, com vistas a reaver os valores a que tem direito receber do fisco,  mediante a compensação  do débitos fiscais destas novas atividades com os créditos fiscais gerados pelas atividades anteriores.

Estamos a disposição para quaisquer esclarecimentos pertinentes.

Desejamos a todos uma semana feliz e produtiva!

Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos pertinentes.

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

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Dando continuidade ao post anterior no qual iniciamos a nossa “jornada” pelo Lean Manufacturing, estamos apresentando uma visão nova sobre um termo japonês que por muito tempo foi mal interpretado pelos ocidentais, ou seja, o KAIZEN!

Nós ocidentais sempre buscamos para problemas complexos em nossas organizações, normalmente soluções complexas e caras, e principalmente de difícil assimilação junto aos colaboradores!

Em vez destas soluções de difícil implementação, o método Kaizen propõe medidas simples para a melhoria contínua com foco em resultados.

masaaki_imaiNa percepção de Masaaki Imai, fundador e principal executivo do Kaizen Institute, o principal lugar de uma empresa é o gemba, termo popular japonês para os locais onde o produto é desenvolvido (laboratórios), produzido (“chão de fábrica”) e os serviços realizados (loja de revenda, assistências técnicas e locais onde o consumidor é atendido).

O Sr. Imai critica de forma ostensiva a Alta Administração (Diretores) e a Alta Gerência (Gerentes) que não gostam de ir ao gemba, ficando atrás das suas mesas recebendo as informações em forma de relatórios.

Ele acredita que, se há uma anormalidade, o Gerente e até mesmo o próprio Diretor, precisam estar no local para julgar em tempo hábil e encontrar uma solução.

A idéia de levar os “dirigentes” para o “chão de fábrica” é apenas uma das propostas do “Kaizen”.

seg-KaizenKai, em japonês, significa “mudança” e Zen, “para melhor”. Juntas, podem significar “melhoria contínua” e dão nome ao método. A fórmula é simples, ou seja: “Todos fazem um pouco a todo momento”.

Os princípios do Kaizen não são menos singelos: se acontecer alguma anomalia, os “dirigentes” devem ir para o gemba e estar sempre verificando os bens tangíveis como máquinas, materiais, produtos com problemas e condições de segurança. “Faça análise, cheire, prove, leve para casa o produto rejeitado e você terá melhor compreensão do problema”, ensina o Sr. Imai, com a experiência adquirida em seus 72 anos, divididos entre a atuação em empresas e consultoria.

O “senhor Kaizen“, como se apresenta o Sr. Imai, prega a checagem periódica de produtos e a discussão do problema na fábrica, para assim remover sua causa pela raiz. Feito isso, é possível padronizar algumas ações e prevenir novos conflitos. “A checagem é o princípio mais importante”, ressalta.
Não há restrição de setor. Hoje adotamos seus princípios desde a indústria automotiva até processos bancários, educativos e governamentais. Para que a metodologia obtenha sucesso, ele destaca a importância da participação de todos, da base ao topo da pirâmide.

“O pessoal do gemba é muito conservador e a tendência de voltar à maneira antiga é muito grande”, afirma. “Quando a alta gerência toma iniciativa, os outros copiam.” Sr. Imai cita o exemplo do presidente de uma pequena empresa indiana que produz jarras de plástico, fiel seguidora dos princípios do método há sete anos. Lá, é comum ver o presidente entre seus funcionários limpando o chão da fábrica.

“Ele está envolvido no processo diário do gemba e isso se tornou um hábito”, diz o Sr. Imai. Outra proposta do Kaizen é a otimização de espaço e trabalho. Jogar fora tudo que não precisa: máquinas velhas, estoque inservível. “Dê uma olhada no gemba e coloque uma fita vermelha no que você acha desnecessário.
Se não houver um bom motivo para ficar, tire, ensina Sr. Imai. Além disso, todo item deve ter seu próprio endereço para ser localizado. São medidas simples como desenhar o formato das ferramentas onde elas devem ser guardadas, indicar com marcações no chão os passos a serem seguidos ou ainda colar fitas adesivas em arquivos. Com estas orientações, percebemos também que o Programa 5S tem vinculo próximo com o Kaizen.

O local de trabalho e os equipamentos devem ser limpos constantemente para evitar defeitos e, no processo, podem ser descobertos problemas. “Se o operador limpa e mantém seu equipamento, o pessoal da manutenção ganha tempo para se dedicar à previsão e design de novas máquinas”, diz o Sr. Imai.

Com as melhorias, estabelece-se o padrão a ser seguido. “A autodisciplina e a força de trabalho treinada são os benefícios mais importantes deste método”, ressalta o Sr. Imai. Mas o processo precisa ser contínuo e o gerente tem que dar apoio todos os dias. Fácil não é, mas mais simples impossível!

Os princípios do Kaizen asseguram melhoria contínua, ou seja:

  • Quando acontecer alguma anomalia, vá ao gemba (“chão de fábrica”);
  • Verifique bens tangíveis (máquinas, falhas, produtos rejeitados, condições de segurança);
  • Faça checagens temporárias do produto e discuta seus problemas no próprio local de produção;
  • Remova a causa do problema pela “raiz”, e;
  • Padronize para prevenir problemas.

Lembrando que melhoramento contínuo não é um programa estático e sim dinâmico, a melhor analogia é visualizarmos, quando pedalamos uma bicicleta, quanto mais você pedala, maior é a estabilidade e segurança da bicicleta, porém se você parar, nós caímos!

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 CapturarDando continuidade ao post anterior, ontem – segunda-feira (21/06/10) o Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense recebeu o certificado ISO 9001:2008 no escopo: Gerenciamento de Associados.

Somente mais dois clubes do Brasil possuem esta certificação, ou seja: o Sport Club Internacional e o Santos Futebol Clube, porém em áreas de atuação diferentes e menos abrangentes!

O escopo do Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense engloba comunicação, associação, atendimento, administração, promoções, convênios e benefícios, planejamento e divulgação de jogos e venda de ingressos para sócios do clube.

Maiores detalhes sobre esta conquista, clique aqui.

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, ISO 9001, Organismos Certificadores, Posts de Hélio Rocha

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Prever e dispor os negócios jurídicos do contribuinte de forma que haja uma economia de tributos, sempre respeitando os limites impostos pela lei e ao mesmo tempo permitindo a empresa obter o equilíbrio financeiro necessário, para aumentar sua competitividade. 

Mas quais referenciais devem ser adotados para o êxito deste planejamento tributário?

Na visão do Professor Marco Aurélio Greco (clique aqui para visualizar o seu Currículo), em seus ensinamentos, o planejamento tributário deverá contemplar:

  1. ALÉM DE LÍCITO, TAMBÉM EFICAZ / OPONÍVEL AO FISCO. Não basta apenas estar dentro da Lei, assim como não eficiente apenas a eficiência (fazer certo), é preciso ser eficaz (fazer a coisa certa), tornando-se desta forma oponível ao fisco.
  2. ALÉM DE PESSOA JURÍDICA, TAMBÉM EMPRESA/ EMPREENDIMENTO. Aqui entra a questão de não ser uma empresa de fato e de direito. Além de ser uma pessoa jurídica legalmente constituída e inscrita nos órgãos competentes, o empreendimento deve existir de fato.
  3. ALÉM DE LIBERDADE PURA, TAMBÉM  MOTIVO/FINALIDADE. O planejamento tributário para ser eficiente e eficaz deverá estar provido de evidente propósito negocial, e este propósito negocial deverão estar devidamente consubstanciados na prática.
  4. ALÉM DE ATO ISOLADO, TAMBÉM CONJUNTO. Além da foto, também o filme. Ou então, enxergar não apenas a árvore, e sim a floresta inteira.  Ter atenção e cuidado a todos os detalhes quanto aos reflexos fiscais e contábeis que a operação de planejamento tributário irá gerar.

Ou seja, além de interpretar a lei, qualificar devidamente o fato, lembrando-se sempre do provê-lo do propósito negocial, com efetiva circulação de mercadorias, serviços, recursos.   Verificando o cumprimento dos requisitos formais e materiais para a caracterização do negócio declarado.

É preciso que haja “substancia” econômica do negócio.  

Desejamos a todos uma semana feliz e produtiva!

Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos pertinentes.

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

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Nesta semana li uma reportagem no jornal Zero Hora apresentando o resultado de um trabalho de mais de quatro anos desenvolvido pela ONG Polo Agência de Desenvolvimento, no qual será encaminhado para os candidatos a governador do estado do Rio Grande do Sul.

untitledOs dados surgiram de um dos mais completos levantamentos já realizados sobre as carências e as potencialidades do Rio Grande do Sul. Desde março de 2006, mais de 6 mil pessoas, representando 160 entidades governamentais e de sociedade civil, participam voluntariamente da Agenda 2020, um plano estratégico de longo prazo que pretende desenvolver áreas prioritárias para chegar ao “Rio Grande Que Queremos” (como é denominado o projeto) até o final da década. Ao todo, foram recolhidas 96 propostas em 10 áreas que se levadas adiante, tornariam, em 2020, “o Rio Grande do Sul o melhor Estado do país para se viver e trabalhar”.

Na fase final do trabalho, cerca de 350 técnicos detiveram-se na análise de 12 temas utilizando o Balanced Scorecard, uma metodologia desenvolvida na Harvard Business Schooll (EUA) que aplica tecnologia da informação e softwares de gestão para medir o desempenho das empresas. Dez fóruns temáticos já finalizaram seu trabalhão, apontando a situação atual, propondo soluções e indicando o custo econômico e social que o problema acarreta.

Clique aqui e acesse a reportagem da integra, no qual existe um resumo dos resultados destes dez fóruns temáticos que já concluíram os seus trabalhos.

Para saber mais sobre a Agenda 2020, acesse o website clicando aqui.

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Análise macroeconômico, Balanced Scorecard, Dica de "Website", Momento de Reflexão, Posts de Hélio Rocha, Tendências

Recentemente recebi por e-mail um “convite” da revista Liderança para fazer um diagnóstico da minha competência de liderança. Achei a abordagem deste “convite” bem prática e resolvi repassar para vocês o texto:

CapturarVocê já passou por algumas destas situações em seu trabalho?

(  ) Brigas entre membros de sua equipe.

(  ) Fofocas.

(  ) Dificuldades para terminar projetos.

(  ) Disputas internas por poder.

(  ) Investiu dinheiro em sua equipe e não obteve resultados.

(  ) Demissões frequentes.

(  ) Apatia generalizada, comunicação baixa ou inexistente.

(  ) Falta de foco para a equipe.

Se marcou uma ou mais opções, você sofre de gerentite, uma doença que ataca seus lucros, suga sua paciência, devora seu tempo e, a longo prazo, pode acabar com sua carreira.

Mas um ambiente de trabalho não deve nem precisa ser assim. Ele pode ser um lugar onde as pessoas se esforçam para construir e desenvolver algo, para fazer o que é melhor para a empresa e clientes

Ter uma equipe assim não é questão de sorte. É questão de liderança!

Para tornar seu trabalho melhor, ajudá-lo a colocar sua equipe nos eixos e melhorar o ambiente de sua empresa, vamos conhecer as verdadeiras competências de um líder, através do comparativo entre o Líder e o Chefe:

O líder

O chefe

De manhã cedo já está pronto para o que der e vier. De manhã cedo já está cansado.
Planeja seu dia. Apenas reage aos acontecimentos.
Tem planos e metas muito claros. Tem desculpas prontas.
Tenta descobrir por que determinada ação ou procedimento não está funcionando. Culpa os outros quando alguma coisa não está funcionando.
Está sempre pronto para tomar decisões ou resolver problemas. Diz: “E o que você quer que eu faça?”.
Assina e lê boletins e revistas que o ajudem em sua carreira profissional. Acha que boletins e revistas profissionais são perda de tempo e dinheiro.
Procura ganhar, no dia a dia, o respeito dos outros. Reclama por não ser respeitado.
Faz o que é melhor. Faz o que os outros fazem.
Cuida de sua carreira. Tem medo de perder o emprego.
Investe seu dinheiro em crescimento profissional e pessoal para aprimorar seu desenvolvimento na empresa. Acha um absurdo gastar o que ganha em “coisas de trabalho”.

Ser um líder eficaz é uma das maneiras mais seguras de aumentar a lucratividade e diminuir as dores de cabeça no trabalho. Sem uma pessoa com essas características, sem um líder, não há equipe, unidade ou direção em uma empresa.

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

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