Se você, em seu negócio / organização possui uma sociedade com outra pessoa, podes ter a certeza de que existe outro “sócio”, oculto, inativo e principalmente MAJORITÁRIO … o FISCO!

fiscoEste sócio é qualificado mediante a existência de uma Carga tributária equivalente a 40% do PIB sob forma de impostos Diretos e Indiretos. Alíquotas do ICMS, e IPI incidentes sobre o venda.  PIS e COFINS incidentes sobre a venda. Inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e COFINS, além de Imposto de Renda, incidente a razão de 34% sobre o lucro obtido.

Isto é tudo? Não, apenas uma parte dos impostos suportados pelas empresas. Ocorre que além dos impostos incidentes sobre o total de suas vendas, os impostos incidentes (um terço sobre o lucro contábil ainda que não realizado), existem os impostos incidentes sobre os insumos.

Ou seja, supondo-se uma empresa industrial cujos insumos representem 40% de seu faturamento, existem os impostos embutidos e pagos quando da aquisição destes respectivos insumos.

Para ilustrar esta situação vamos elaborar um Demonstrativo de Resultados exemplificativo e simplificado inerente a uma venda efetuada por uma indústria no valor de R$ 100 mil reais, considerando os parâmetros médios hoje praticados de custos sobre produção de 40% e despesas operacionais de 10% sobre o valor da venda.

Faturamento Bruto………………………………………………. R$ 100.000,00

(-) Valor custos e Insumos necessários a fabricação…R$   40.000,00

(-) Valor Impostos s/Vendas………………………………….R$   33.250,00

Icms…………………R$ 12.000,00

IPI……………………R$ 12.000,00

PIS e COFINS…..R$   9.250,00

(=) Lucro Bruto…………………………………………………..R$    26.750,00

(-)  Despesas Operacionais……………………………………R$    10.000,00

                                                                                  ——————–

(-) Lucro Tributável……………………………………………R$      16.750,00

(-) Imposto de Renda e C.Social sobre Lucro…………R$       5.695,00

                                                                                  ———————-

(=) Lucro Final…………………………………………………..          11.055,00

Deste simplório e exemplificativo Demonstrativo de Resultados,  utilizando dos praticáveis parâmetros de custo industrial equivalente a 40% sobre a venda, bem como despesas operacionais equivalentes a 10% sobre a venda, observamos que:

  • Os impostos incidentes sobre a venda representam 33,25%, os quais somados aos impostos incidentes sobre o lucro de 11,05% totalizam 44,30%.
  • Devido a sua complexidade não estão elencados os encargos sociais sobre a folha de pagamento, na ordem de 44% sobre o total da remuneração paga a funcionários.
  • Também não estão elencados os impostos IPVA sobre veículos existentes, bem como IPTU sobre imobilizado necessário, além de demais taxas municipais, emolumentos, cartórios, pedágios, etc….

Desejamos a todos uma semana feliz e produtiva!

Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos pertinentes.

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

Categorias: Gestão Tributária / Fiscal, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Ivo Ricardo Lozekam

Dando continuidade ao post anterior (clique aqui), pois bem, temos, finalmente, um coordenador, responsável pela implantação das Boas Práticas de Fabricação. Cabe salientar que este profissional possui a responsabilidade e desta forma, precisa ter autoridade suficiente para exercer esta função, acreditamos ser de extrema valia saber transferir responsabilidade e autoridade, assunto muito pouco trabalhado nas organizações já que delegam-se inúmeras responsabilidades às pessoas sem repassar-lhes as devidas autoridades. Dilema complexo este, não?

Então, fechando o parêntese, voltemos ao assunto objeto deste texto, a formação da equipe multidisciplinar que auxiliará o coordenador nas etapas de implantação das Boas Práticas de Fabricação. Para termos sucesso na implementação, como já dissemos, precisamos ter o apoio da direção e é esta que deve, em conjunto com o coordenador, definir quais e quantos membros comporão a equipe de trabalho.

trabalho_em_equipe

Para definição de quantos indivíduos formarão a equipe é preciso levar em consideração a complexidade da organização. Podemos estabelecer um número mínimo de 3 e máximo de 7 integrantes, porém, no caso de micro-empresas, este número pode ser menor. Definido o número de integrantes, precisamos pensar nas características dos participantes, ou seja:

  • A primeira é COMPROMETIMENTO COM A QUALIDADE e logo, saberem trabalhar em grupo;
  • Serem críticos;
  • Terem profundos conhecimentos dos processos, e;
  • Terem bom relacionamento inter-pessoal e apresentarem características de liderança.

Esta equipe deve ser multidisciplinar, envolvendo representantes da produção, controle de qualidade, manutenção, vendas, compras, recursos humanos dentre outras. A multidisciplinaridade da equipe é importante para enriquecer o trabalho, diminuindo o tempo de busca de soluções e permitindo que os conceitos sejam difundidos por todos os setores da empresa, facilitando a implantação, atuando seus membros como multiplicadores. Desta forma, torna-se muito mais fácil o levantamento de questões importantes à correta implantação do programa, cumprindo o P, do ciclo PDCA (Planejar, Executar, Verificar e Agir) de maneira mais efetiva.

A equipe deve estar alinhada e, para tanto, é necessário um treinamento de nivelamento, para que todos os membros tenham a real dimensão e extensão das Boas Práticas de Fabricação e quais os objetivos da empresa com a implantação desta ferramenta. Este treinamento pode ser ministrado pelo coordenador da implantação ou pelo consultor / assessor da empresa.

Realizado o treinamento, devemos programar a frequência das reuniões que a equipe fará. Sugerimos reuniões semanais, com duração de variável, conforme as etapas a serem seguidas. É de extrema importância avaliar corretamente a frequência e duração das reuniões para evitar que se perca o interesse da equipe em sua participação, fenômeno frequentemente observado nas organizações. Ainda, por mais que se tenhamos muitas atividades a realizar, precisemos da ajuda dos membros, é comum que estes encontrem desculpas para se atrasarem ou simplesmente não comparecerem, acabando que o coordenador se torna o conhecido como “Euquipe” e a mesma figurará apenas na descrição do manual do sistema de gestão da segurança dos alimentos ou de Boas Práticas de Fabricação.

Sabemos das dificuldades que todos encontramos no dia-dia de uma organização, porém, a implantação das Boas Práticas de Fabricação deve ser encarada como mais uma delas e as reuniões da equipe devem ser encaradas com a mesma importância que a maioria das atividades que temos. Cabe ao coordenador da equipe identificar o comprometimento dos membros e, caso perceba dificuldades para conduzir as reuniões por falta de quorum, comunicar imediatamente a alta direção e que esta, tome as medidas cabíveis, demonstrando seu comprometimento com o processo. Se o coordenador não tomar esta atitude, corre o risco de perder a equipe e, por consequência, maiores dificuldades para obter sucesso esperado pela empresa. Nunca é demais lembrar, que o coordenador é o responsável pelo programa, mas não pode “carregar o piano sozinho” e, além disso, serão cobrados os resultados do seu trabalho então, no nosso ponto de vista, deve sim informar a falta de comprometimento de seus colegas à direção sem ser considerado um “dedo-duro”.

Durante as reuniões da equipe devemos manter sempre o foco evitando torna-las momentos de descontração, fofocas e, ahhhhhh…o momento das lamentações e reclamações das condições de trabalhos e discussões inúteis e troca de acusações, estes últimos os mais observados. Durante as reuniões devemos discutir as tarefas solicitadas, buscar soluções e definir os responsáveis pela implantação destas. Podemos usar este tempo para descrever os documentos requeridos pelo programa, elaborar tabelas e planilhas de controle e afins.

Na semana que vêm continuaremos esta nossa “jornada”!

Até breve!

Andres Lopez Lens

E-mail: doandres@terra.com.br

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, APPCC, Boas Práticas de Fabricação, ISO 22000, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Andres Lopez Lens
Nenhum comentário 11/06/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Dia dos Namorados (Por Maria de Lurdes Fontana)

Como sempre há de se ter um motivo para comemorar datas e, por conseguinte, o Dia dos Namorados não pode passar em branco.

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Faz-se necessário comprar presentes, viajar ou desfrutar de momentos a dois em nome do amor e dos laços que os une. Este é o dia para comemorar as conquistas de poder ficar juntos, mesmo diante de tantas adversidades. E o egoísmo é a maior delas. Recentemente uma pesquisa apontou a dificuldade das pessoas “encontrarem” alguém para amar, para conviver, para chamar de seu ou sua.

Quando buscamos alguém para namorar cria-se um sentimento de pertença entre ambos. Muitas pessoas querem fazer coisas mirabolantes e o amor é algo sereno, paciente, exige sabedoria, confiança, responsabilidade. Cresce e aumenta com o tempo, através do conhecimento.

E nota-se que muitos casais não têm tempo para aprender e construir juntos. Quando se começa um relacionamento ambos assumem um passivo emocional, racional, com as manias e jeitos diferentes. No começo parece que é fácil, mas depois com o tempo ou no primeiro conflito terminam tudo.

Hoje as pessoas estão tão distantes umas das outras. É bem verdade, que a tecnologia colabora para encurtar distancias, e como consequência alguns não consegue se relacionar com pessoas de maneira presencial.

E, estamos vivendo num mundo de pessoas solitárias, exigentes consigo mesmas, achando que é o outro que vai preencher o vazio existencial. É necessário estar bem “resolvido” primeiro para depois completar-se com o outro. Caso contrário, é melhor só, estando bem, do que mal acompanhado.     

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Categorias: Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Maria de Lurdes Fontana

Após a primeira certificação, a empresa pode gerar uma série de problemas em seu Sistema de Gestão, fazendo uma analogia, como se fosse um bebê recém-nascido que necessita de cuidados especiais e proteção até ter condições de caminhar sozinho.

Porradas039aUma empresa recém certificada não está preparado para dar continuidade com resultados eficazes em seu primeiro ano de vida, precisando assim de uma atenção especial. O primeiro passo é impedir que o “Efeito UFA” aconteça, onde ele é muito comum quando não se tomam algumas providências essenciais: as pessoas se esforçaram muito e na cabeça de algumas delas, chegou o momento de dar um tempo, aí é que está o grande problema: relaxando as dificuldades tendem a aumentar para retomar o pique. Todos devem manter o mesmo ritmo de antes, só que aos poucos para que as pessoas acostumem-se, com a nova realidade. Além disso, as auditorias devem estar mais presentes e mais frequentes, fazendo que os funcionários adquiram o hábito de planejar, executar, controlar e agir com eficiência e eficácia.

No decorrer deste 1º ano de certificação, a empresa deve garantir as conquistas efetivadas até a certificação, impedindo que o Efeito UFA se propague. O maior problema das empresas é o fim, ou até a exclusão do Sistema de Gestão provocado pela cultura errada de que quando a certificação chega, tudo está conforme, como se tivesse ganho um prêmio, estilo Top of Mind.

E como garantir que este Efeito UFA não ocorra na empresa? Deve ser implantado um plano de sensibilização sob o comando do Representante da Direção. Podemos usar o seguinte exemplo: uma pessoa não consegue um bom emprego tendo apenas o ensino básico enquanto seus concorrentes possuem escolaridade e experiência profissional superior. A mesma coisa acontece com uma empresa: não consegue sucesso tendo sua concorrência com recursos avançados e competitivos, e que possuem não apenas um Sistema de Gestão, mas um sistema forte e concreto, que garanta a verdadeira “qualidade”, “produtividade” e “competitividade”. O início desta caminhada é fortalecer a gestão nas suas partes mais significativas para o negócio da empresa. Desta forma, podemos garantir que o atual Sistema de Gestão está muito bem construído e adequado à empresa e haver o diagnóstico cuidadoso de qual parte do sistema deve ser fortalecida para atender a Estratégia atual da empresa, principalmente quando sua concorrência é acirrada.

Os indicadores devem ser muito bem elaborados e acompanhados, alinhados sempre com a sua Política da Qualidade, não bastando ser gráficos que são bem vistos aos olhos. Toda empresa, deve ter seus indicadores corretamente concretos, para que decisões certas devam ser tomadas na hora certa. A ISO 10017 (técnicas estatísticas) possui ferramentas corretas para uma empresa com ISO 9001 não cometer erros na construção de seus indicadores da qualidade (amostragens e nas medições).

Para concluir, ao se implantar a ISO 9001 a empresa deve ter consciência dos recursos que possui para aderir seu Sistema de Gestão da Qualidade ao seu faturamento e custos operacionais.

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

Email: claudia@lpriori.com.br

Skype: claudia.cruz1

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, ISO 9001, Minha Casa, Minha Vida, Nossas Alianças Estratégicas, PBQP-H, Posts de Claudia Cruz

13_2621-patricia-maldonado3Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual apresentamos um artigo da Patricia Garcia no qual possuía um exemplo de Acordo para Compensação de Horas … nos dias / horários dos jogos da Copa do Mundo, recebi através do newsletter da RH.com.br, um outro convite de leitura para dois artigos muito bem elaborados pela Patricia Bispo.

Nestes dois artigos, sendo que um deles é uma entrevista com advogado da área Trabalhista e Previdenciária da IOB, Silvio Helder Lencioni Senne, cita que as empresas não são obrigadas, mas entram no Clima da Copa do Mundo, liberam os funcionários no momento dos jogos e ainda aproveitam a oportunidade para realizar campanhas internas. Confira estas informações, clicando nos dois links abaixo:

E na sua empresa … como estão os preparativos para entrar no Clima da Copa do Mundo? Deixe aqui as suas experiências sobre este assunto!

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Dica de Leitura, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Qualidade de Vida

CapturarA aula magna do Sr. Francisco A. Brandão (vide ao lado o currículo deste profissional) proferida no curso de pós-graduação em Lean Manufacturing (vide post anterior) foi um sucesso, superando as expectativas de nós, alunos e demais convidados!

Através de testemunho e experiência, o Sr. Brandão conseguiu repassar de forma magistral o Toyota Way, ou seja, a “fonte de força competitiva da Toyota”!

Agradecimentos especiais para coordenação deste curso, representado pelo Dr. Eng. Edson Zílio Silva, Eng. Luiz Eduardo Mutzberg, Diretor Executivo da Exithum, em especial ao Prof. Eng. Hirton Browne Maia Filho que organizou / apoiou a vinda do Sr. Francisco A. Brandão.

Categorias: 2-Gestão da Produção Enxuta (Lean Manufacturing), Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Hélio Rocha
Nenhum comentário 8/06/2010 | Por: Ivo Ricardo Lozekam
Pão e Circo. (Por Ivo Ricardo Lozekam)

pao_e_circo1Semana que passou, O presidente Luiz Inácio Lula da Silva justificou a alta carga tributária do Brasil – uma das maiores do mundo e a recordista da América Latina – considerando-a imprescindível para garantir um Estado forte, em condições de atender os mais pobres.

Ao participar do encerramento do Seminário de Alto Nível da Comissão Econômica para America Latina e Caribe (Cepal), em Brasília, o presidente da República chegou a afirmar que “quem tem carga tributária de 10% não tem Estado”.

Casos como os chamados Tigres Asiáticos, com um percentual de impostos entre 10% e 15% do PIB, reafirmam a viabilidade de um poder publico se financiar adequadamente sem exauris os contribuintes, e principalmente, respeitando-os na hora de aplicar os recursos arrecadados em favor do bem comum.

O fato é que apesar de cobrar o equivalente à Alemanha na forma de impostos, o Brasil brinda a população com um retorno muito inferior, de maneira geral, na hora da utilização de bens e serviços ofertados pelo poder público.

 A situação é particularmente preocupante no Brasil, porque, quanto mais o poder público arrecada, mais os gastos oficiais costumam se adequar rapidamente à nova situação de caixa, criando novos gastos.

Precisamos de reformas, reforma política, reforma tributária, reforma no sistema educacional.  Temas que sempre voltam em época de eleições, mas que são esquecidos tão logo definidos os resultados das urnas.

Já diziam os imperadores romanos:  “deem ao povo pão e circo que ele fará o que quiserdes”.

Enquanto as eleições ocorrem sempre em  ano de copa do mundo, tem aquele deputado que apresentou projeto de Lei visando incluir os moradores de rua no Bolsa Família.

Deem ao povo pão e circo…

Desejamos a todos uma semana feliz e produtiva!

Permanecemos a disposição para quaisquer esclarecimentos pertinentes.

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

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Nenhum comentário 5/06/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Decepções (Por Maria de Lurdes Fontana)

Goodbye2

O conceito de decepção é o ato de lograr ou se desiludir.

A decepção vem acompanhada quase sempre pelo ato do outro. Ou seja, o ser humano decepciona-se quando coloca uma expectativa para algo e acaba não acontecendo.

Mas se dissemos que as pessoas precisam umas das outras e criam-se vínculos e em algum momento, não tem jeito, ocorre a decepção.

Então se tira a conclusão que as decepções também fazem parte do aprendizado humano no sentido de aprender errando e corrigindo. E ainda, a decepção é uma forma de “fazer pensar” as atitudes e comportamentos nos relacionamentos.

Concluindo, não tem jeito mesmo, nós seres humanos precisamos ficar tristes em algum momento. Faz parte da compreensão do “eu” interior e do silencio inocente e introspectivo.

Pelo fato de decepcionar-se, não se pode afirmar que irão ocorrer mais decepções com a mesma pessoa. Até porque, se sabemos e conhecemos como é o comportamento daquele (a) que nos decepciona, passamos a aprender e agir de modo diferente. E consequentemente, haverá o aprendizado, e nas lições aprendidas corrigimos ou pelo menos atuamos para que não mais tornemos a nos decepcionar.

Criam-se mecanismos de atuação cerebral para nos proteger de certas armadilhas que nos fazem sofrer. Isso é o que a priori deveria acontecer. Mas nem sempre isso é possível, devido o grau de relacionamento e envolvimento das pessoas.

Por isso, às vezes, há eternos conflitos. Decepção não mata, mas ensina!                     

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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Grupo do BrasilO que fazer nos três jogos da Copa 2010 que o Brasil vai participar, que serão à principio em horários de trabalho?

Eu já me conscientizei, não vou trabalhar em projetos de consultoria / aprendizado nestes horários … em nossos clientes!

Bom, localizei no Blog da Patrícia Garcia um artigo bem elaborado no qual esclarece algumas alternativas, inclusive com a elaboração de um Acordo para Compensação de Horas.

Clique aqui e acesse o artigo na íntegra!

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de olhoDando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual informamos a consulta pública para que todos os interessados contribuíssem para a revisão final do conteúdo da versão português da ISO 9004:2010, no mês anterior, mais precisamente no dia 14/05/2010 esta norma foi publicada pela ABNT!

Agora, já temos a versão atualizada em português da ISO 9004!

Aos interessados em adquirir esta norma a fim de contribuir para o alcance do sucesso sustentado através de uma abordagem da gestão da qualidade, solicitamos que entrem em contato com a ABNT, através do seguinte link:

Será que as suas contribuições, durante a consulta pública foram valorizadas pela ABNT? Para responder esta pergunta somente adquirindo a norma!

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