Gerenciamento de crises (parte 1): Esteja preparado para administrar os momentos críticos do seu negócio (Por Cláudia Boff)

Caludia BoffA partir desta semana, estaremos publicando artigos da Sra. Cláudia Boff, Jornalista e Especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Empresarial. Maiores informações sobre esta profissional podem ser acessados a apartir dos conteúdos dos seus dois blogs (Clique nos hiperlinks):

Iniciaremos as publicações com uma série de artigos que explanarão sobre a importância de estabelecermos uma cultura em nossas organizações sobre Gerenciamento de Crises.

Seja bem vinda, Cláudia Boff!

Uma empresa, desde seu nascimento, pode ser comparada a um organismo vivo que passa por metamorfoses. E, em meio a buscas e descobertas, deverá sustentar uma imagem positiva perante o mercado. Mesmo pequena, de médio ou grande porte haverá momentos em que um conjunto de eventos poderá atingir inesperadamente seu patrimônio mais importante: a credibilidade, confiabilidade, reputação. Nesse momento, sua empresa e você estarão diante de uma crise!

Conceituando o termo, alguns estudiosos buscam a origem da palavra crise no grego Krinein, que significa separação, julgamento, momento decisivo. É algo que representa uma ameaça iminente às empresas, podendo paralisar ou prejudicar o andamento dos negócios. Gera perda de recursos (dinheiro, pessoas, tempo, etc.) e danos à imagem da organização, de suas marcas e ou de seus produtos.

Ocorrências que podem passar despercebidas, como uma máquina sem manutenção, a concorrência agressiva ou até mesmo funcionários prestes a gerar uma greve, podem se tornar facilmente uma crise. Por isso é importante que cada organização esteja atenta aos pontos fracos do seu negócio. Com preparação prévia, podem-se evitar determinadas ocasiões com o devido planejamento de ações. Até mesmo potenciais catástrofes, como incêndios, temporais e outros fenômenos da natureza podem ser minimizados através do estudo e entendimento de tais situações.

A falta de planejamento, e até mesmo de tempo, faz com que este acontecimento súbito torne-se uma degeneração, capaz de gerar irreparabilidade. É o fator surpresa que torna algo suscetível à crise, que deve ser revertida imediatamente com ações urgentes, de médio e curto prazo ou pílulas (soluções que demandam continuidade), conforme a preparação da equipe.

Em momentos críticos, o gerenciamento de crise envolverá tentativas de eliminar o fracasso, assim como o desenvolvimento de sistemas de comunicação junto aos stakeholders (públicos), que serão capazes de evitar ou administrar situações de crise.

O sucesso dependerá da capacidade que as organizações têm de enfrentá-las. Para isso, faz-se necessário estudar tais ocorrências, tendo uma atitude pró-ativa para prevení-las. Quando uma crise atinge pessoas e organizações de forma inesperada, põe em risco sua sustentabilidade. Mesmo não havendo uma hora marcada para a instalação de uma crise, a sobrevivência dependerá da habilidade que uma organização tem em processá-la.

No próximo artigo / post, continuaremos este assunto!

Permanecemos a inteira disposição para esclarecimentos.

Cláudia Boff

Email: claudiaboff@gmail.com

Jornalista e Especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Empresarial

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