Feliz 2011 à todos os nossos visitantes no WeBlog e perseguidores no Twitter!
Esta semana recebi uma sugestão de leitura de um cliente, sendo que o artigo relatava sobre qual seria o melhor lugar na empresa para o DONO, ou seja, o fundador se posicionar principalmente quando aquela fase inicial de “abertura da empresa”, ou seja, a era do empreendedorismo finalmente termina e a empresa começa a tentar buscar espaço em um mercado que normalmente é extremamente agressivo e muito profissional.
Quantas vezes em minhas atividades de consultoria percebo a “olhos vistos” que o dono do negócio, ainda se considera infelizmente na fase do empreendorismos e busca fazer tudo … sem fazer nada e reclamando que os seus empregados não conseguem entender a sua forma de pensar e agir! Pobre coitado destes donos de empresa, se tornam angustiados, normalmente realizando tarefas no qual não gostam … protelando … procrastinando (vide aqui o artigo que comentamos sobre este mau hábito) e não conseguindo fazer bem aquilo que possuem mais “tesão”, ou seja, gosto por fazer!
Bom, o artigo que este cliente me sugeriu “caiu como uma luva” para as minhas análises e acredito que irão fazer o mesmo com vocês, DONOS do NEGÓCIO! Clique aqui e leia o artigo na integra!
Ficaremos no aguardo dos seus comentários!
Ecossistema da Gestão dos negócios (Fonte: HSM.com.br)
Recentemente li um artigo no website da HSM (www.hsm.com.br) que apresentava uma visão sistêmica da interação das gestões existentes em uma organização que busca o sucesso empresarial. O artigo busca uma relação de “causa e efeito” para as seguintes gestões:
1. Gestão das pessoas;
2. Gestão da inovação e da tecnologia;
3. Gestão da contabilidade;
4. Gestão financeira;
5. Gestão operacional, e;
6. Gestão de marketing.
Neste artigo, o consultor Carlos Alberto Zaffani sugere a criação de um Ecossistema, no qual recursos financeiros, instalações, máquinas, materiais, processos e pessoas são “parte de um sistema em que a concorrência e as forças competitivas alimentam a criação de novas oportunidades para o desenvolvimento e crescimento do ser humano”.
Confira no infográfico (clique na figura) ao lado como criar um ecossistema de gestão e veja com o que a empresa deve continuar se preocupando.
Também acesse o artigo na integra, através deste link.
O que está por trás do selo de brinquedos (Fonte: Inmetro)
Publicada no jornal e no site de O Globo, neste domingo, 19 de dezembro, a coluna Defesa do Consumidor decidiu ir até os laboratórios do Inmetro, em Xerém / RJ, e desvendar o que está por trás do selo de avaliação da conformidade do instituto que estampa brinquedos.
O Inmetro tem seis organismos e quatro laboratórios acreditados no Brasil e um em Hong Kong para testes de brinquedos. Mas o Instituto também tem, em seu Campus, laboratórios capazes de fazer ensaios para pesquisa e controle, como os de ruído, análise química (como a presença de ftalatos) e de metais pesados (como chumbo e mercúrio).
Mas, por trás do selo, há muito mais do que ensaios, destaca o diretor substituto da Divisão da Qualidade do Inmetro, Paulo Coscarelli. “Há pesquisa de padrões da qualidade e segurança praticados mundo afora, muito conhecimento colocado em prática.
A certificação vai além dos testes de ruído, químicos e mecânicos. Vai até a verificação do processo nas fábricas. E a questão do brinquedo é tão importante que está havendo um esforço de busca de harmonização dos padrões internacionais, já que os produtos são globalizados”, afirma Coscarelli.
Leia a matéria (clique) do Jornal O Globo, com vídeo.
Na semana do Natal, chegou o certificado da Brinquedos Junges!
Dando continuidade ao post anterior, recebemos a notícia da Brinquedos Junges, nosso cliente, que o IQB (Instituto Brasileiro de Qualificação e Certificação) formalizou que os seus produtos atende as exigências do Sistema 5 do Regulamento Técnico MERCOSUL – Portaria INMETRO 108/2005 e Nota Técnica DIPAC 043/2008.
Abaixo segue a cópia do Atestado emitido pelo IQB.
Novamente, desejamos sucesso à todos os colaboradores da Brinquedos Junges!
Para o inicio do ano que vêm (2011), a Brinquedos Junges esta planejando uma melhoria significativa no Sistema de Gestão Junges (SGJ)! Aguardem as notícias!
PLANEJANDO 2011
Como sobreviver a esta Selva chamada Modernidade:
1. Manter atividade física regular: se na sua rotina você ainda não incluiu uma atividade física regular, comece o ano realizando um bom check-up. Você pode começar com uma consulta ao médico (especialista) em busca de uma avaliação da sua condição física. Não esqueça os testes de resistência e a avaliação cardiológica para introduzir uma atividade física que melhor se adapte as suas necessidades. E, fundamentalmente, não se esqueça de considerar seus gostos e interesses na hora de decidir qual atividade física você irá escolher. Lembre-se que corpo e mente deve estar em sintonia, caso contrário, você não sustentará a atividade contratada.
2. Introduzir técnicas de relaxamento diário: procure intercalar a atividade física com atividades de relaxamento. Lembre-se: o cérebro precisa descansar. Para tanto é fundamental alongar o corpo e a mente diariamente. Alongar a mente? Sim, sua mente também precisa de descanso e relaxamento! Pratique diariamente, se possível, meditação ou alguma atividade que auxilie a relaxar e limpar sua mente dos pensamentos e das preocupações diárias. Esse exercício deve durar, pelo menos, 20 minutos.
3. Renovar as energias: Colocar corpo, cérebro e mente para descansar e “recarregar as baterias” significa ter o direito de tirar uma boa soneca de, no máximo, 30 minutos durante o dia, preferencialmente após o almoço. É excelente para uma boa digestão e revigora suas forças para a segunda e a terceira parte do dia. Procure um ambiente acolhedor para lhe ofertar o descanso necessário. As empresas modernas já disponibilizam aos seus funcionários essa ambiência. Algumas introduzem, nesse espaço, atividades como: massagens relaxantes, alongamento ou técnicas de respiração. Se o seu ambiente de trabalho não oferece essas condições, leve um colchonete e um travesseiro para um espaço privativo. E relaxe! Serão 30 minutos do seu intervalo de almoço que, com certeza, repercutirá em ótimo desempenho na segunda parte do dia. Leia mais clicando aqui »
O Brasil ocupa 36ª posição em ranking da competitividade. (Fonte: FIESP)
Recebi através do twetter da FIESP, uma noticia muito triste!
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) realiza periodicamente um levantamento no que se refere à competitividade das economias de 43 países que respondem a 90% do PIB mundial. E qual é a surpresa, talvez não tanta, somente confirma as suspeitas de forma objetiva, de que o Brasil aparece na 36ª colocação deste ranking, colocando o Brasil na classificação de economia de baixa competitividade.
No indicador de competitividade, o IC-FIESP, o Brasil já ocupou a 40ª posição em 2000 e vem subindo lentamente no ranking nos últimos anos. Neste ano, no levantamento, o Brasil ficou à frente de países como África do Sul, Venezuela, Turquia e Índia, sem comentários, por favor!
A lista é liderada pelos EUA, seguido de Noruega e Suíça. O IC- FIESP indica que os países desenvolvidos perderam competitividade. Os países asiáticos avançaram no ranking.
O estudo elaborado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP analisou 55 mil informações em oito áreas: economia doméstica, abertura da economia, governo, capital, infraestrutura, tecnologia, produtividade e capital humano.
Os principais motivos que fizeram com que o Brasil perdesse pontos no ranking foram os seguintes:
- Alta carga tributária;
- Juros elevados;
- Câmbio valorizado, e;
- Baixos investimentos educacionais e tecnológicos.
Os dados completos deste levantamento podem ser acessados através deste link.
Vamos seguir os Duendes Saltitantes e ficaremos ricos. (Por Ivo Ricardo Lozekam)
Um dos melhores exemplos de país que deu um grande salto para frente, ao escolher o desenvolvimento e efetuar uma reforma no varejo, de seus regulamentos, infraestrutura e educação é a Irlanda.
Eis algo que realmente não sabia até a leitura de “O Mundo é Plano” de Thomas Friedman. A Irlanda é hoje o país mais rico da União Europeia, depois de Luxemburgo. Sim, o país que durante centenas de anos era mais conhecido por emigração, poetas trágicos, fome, guerras civis e o folclore dos duendes, tem um PIB per capita maior que os de Alemanha, França, Escócia e Inglaterra.
Como a Irlanda deixou de ser o “homem doente” da Europa para se tornar o “homem mais rico” em menos de uma geração é uma história incrível? A virada da Irlanda teve início, na verdade, no fim dos anos 1960, quando o governo eliminou o pagamento pelo ensino secundário, permitindo que muito mais crianças da classe trabalhadora tivessem um nível de escolaridade de técnico maior.
Como resultado, nos anos que seguiram a sua entrada na Comunidade Europeia, a Irlanda conseguiu utilizar uma força de trabalho muito mais instruída do que tivera na geração anterior.
As Estratégias para o ano de 2011 (Por Volnei F. de Castilhos)
Estamos nos últimos dias de 2011 e não podemos esquecer-nos de algumas coisas básicas do mundo da gestão para o SUCESSO de nossos NEGÓCIOS.
Foi escolhida a primeira mulher para governar o nosso país e alguns desafios e estratégicas precisam ser reforçadas para 2011.
Primeiro precisamos ter muito otimismo, entusiasmo, pensamento positivo que se nosso negócio possuir um bom Planejamento Estratégico, com certeza e com a ajuda de nossos colaboradores, que é o nosso maior intangível, as PESSOAS atingiremos todas as metas traçadas no planejamento estratégico.
Mas quais serão essas estratégicas para 2011:
- Avaliar as novas oportunidades ao nosso portfólio de produtos, mercadorias e serviço, lembrar sempre que não podemos ficar refém de poucos clientes com muita concentração de faturamento. Ter metas de vendas que garantam rentabilidade.
Dando continuidade aos diversos posts que estamos publicando sobre os planejamentos para 2011, na semana passada recebemos, novamente, a contribuição de um cliente (Sitmed Equipamentos Hospitalares Ltda.). A Sitmed, através do seu Diretor, o Sr. Miguel Mazzocco, no final do ano passado (2009) havia nos presenteado com um post sobre este assunto (clique aqui).
A contribuição deste ano baseia-se no texto publicado pela Revista Amanha neste mês de dezembro / 2010, cujo título é extremamente provocador: “O Valor de uma Bola de Cristal”, escrito “a três mãos” pelos renomados profissionais: Tim Laseter, Casey Lichtendahl e Yael Grushka-Cockayne.
Neste excelente artigo, os autores comentam que não existe uma única regra para prever o futuro … das organizações, mas o que existem é a certeza de que simplesmente fazer “futurologia” sem metodologias claras e validada é um desastre completo.
No inicio deste artigo, os autores comentam:
“Ser competente na previsão não significa ter o dom de predizer o futuro com absoluta precisão. Significa aceitar o papel que a incerteza tem no mundo, dedicando-se a um processo de melhoria constante da capacidade de sua empresa de antever o mercado e trilhar o melhor caminho para o sucesso. Uma boa previsão leva, por meio de recomendações diretas ou de conversas informais, a ações sólidas – ações que serão de alto valor, independentemente do que vier a acontecer.
Muitas vezes, uma boa previsão envolve reconhecer as incertezas inerentes às estimativas, deixando claro que as coisas podem dar muito errado de uma hora para a outra. Esse tipo de reconhecimento não deve invocar a paranoia; em vez disso, deve promover o desenvolvimento de planos de contingência, tanto para gerenciar riscos quanto para rapidamente tirar vantagens de oportunidades inesperadas.”
Convidamos através deste link, a ler e analisar o referido conteúdo deste artigo, desejando à todos um excelente planejamento para 2011!





