Dando continuidade ao post anterior, no qual iniciamos uma explicação sobre o que é realmente Responsabilidade Social, estamos finalizando neste post / artigo este assunto.

responsabilidad-social2Cada vez mais, seja pelo impacto da globalização e comunicação instantânea, seja pelo fato de as organizações estarem sujeitas a críticas e investigações públicas, observa-se que o papel da responsabilidade social está fazendo empresas irem além do reconhecimento de suas obrigações legais. Além disso, elas estão cada vez mais cientes dos benefícios de um comportamento socialmente responsável.

O fácil acesso à informação, por outro lado, também está contribuindo para a formação de consumidores com maior consciência social e ambiental. Espera-se que logo essa mentalidade começará a influenciar fortemente os padrões de consumo, como já ocorre em alguns países europeus. A sociedade mundial está se perguntando quais são os limites do progresso: até que ponto a humanidade pode crescer e consumir sem afetar o destino do planeta e das gerações futuras? Leia mais clicando aqui »

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o-que-e-CEO

Que cargo você preferiria exibir no cartão de visitas: CEO ou diretor-geral? CMO ou vice-presidente de marketing? Por alguma razão inexplicável, a simples conjunção de três letrinhas parece fazer com que a primeira opção tenha mais importância senioridade e poder do que a segunda. Depois de Chief Executive Officer, a onda de “executivos-chefe-de-não-sei-o-que” vem se espalhando numa velocidade espantosa nos organogramas.
O resultado é muita gente perdida, sem entender o que esses profissionais fazem.
Para dar nome aos bois, ou melhor, aos cargos elaboramos uma relação dos principais chiefs que estão por ai!

E levantamos possíveis explicações para a existência deles:

1.     Estratégia – o profissional recebe o nome de principal executivo de alguma coisa – logística, por exemplo – para indicar tanto internamente quanto para o mercado que se trata de uma área absolutamente estratégica para a empresa. “Normalmente quem é chief sendo no conselho e tem peso de voto igual ao do CEO”.

2.     Globalização – ter um cargo que faz parte da terminologia corporativa mundial pode facilitar a comunicação entre empresa e profissionais.

3.     Sim, status. Há donos de pequenas empresas se intitulando chief executive officers. Ou diretores de finanças que depois de colocar CFO no cartão, acreditam dar uma roupagem toda nova ao charmoso cargo de…….diretor financeiro.

CEO – Chief Executive Officer

Facilmente identificado, é o cara que manda em todo mundo – menos no chairmam (ou presidente do conselho) a menos que ele seja poderosíssimo e acumule as duas funções.
Pode ser chamado de principal executivo, presidente, superintendente, diretor-geral… As pessoas costumam fazer confusão quando a empresa tem os dois, CEO e presidente. Nesse caso a função do segundo é mais representativa.

COO – Chief Operating Officer

Seu nome é executivo-chefe de operações, mas você pode chamá-lo de braço direito do CEO. Enquanto o chefe pensa a estratégia, o COO cuida mais de perto da rotina do negócio.

CFO – Chief Financial Officer

Principal executivo de finanças.

CHRO – Chief Human Resources Officer

Principal executivo de recursos humanos.

CIO – Chief Information Officer

Era mais fácil identificá-lo quando ele era o único executivo responsável pelo planejamento e pela implementação da tecnologia no pedaço. Mas aí surgiu …..

CTO – Chief Technology Officer

…….e hoje há muita confusão. Em linhas gerais, o CIO cuida da estratégia por trás da tecnologia – como ele pode mudar a forma como a empresa faz negócios, enquanto o CTO comanda a arquitetura e a infra-estrutura dos sistemas. Há empresas com os dois profissionais.

CKO – Chief Knowledge officer

Também chamado de chief learning officer (CLO), é quem administra o capital intelectual da empresa, reúne e gerencia todo o conhecimento da organização. Entende tanto de tecnologia e processos quanto de pessoas. É um sujeito-chave, por exemplo, nas consultorias.

CRO – Chief Risk Officer

O cargo surgiu quando empresas de todas as áreas, e não somente bancos passaram a se preocupar com a administração de riscos. Além de questões financeiras, o CRO avalia itens como estratégia do negócio, concorrência, legislação e problemas ambientais.

CMO – Chief Marketing Officer

Executivo-chefe de marketing certo? Na subsidiaria brasileira do BankBoston não é tão simples assim. Lá ele cuida também de novos negócios e Internet.

CIO – Chief Imagination Officer

A fabricante de computadores americana Gateway tem um executivo-chefe de imaginação, responsável por promover a criatividade entre o pessoal.

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RHAs empresas que possuem um número significativo de funcionários fixos e / ou temporários somado a um alto índice de rotatividade possuem um desafio em comum: como localizá-los no mercado de trabalho, assim como gerenciar estas informações?

Esta realidade também existe em empresas no buscam localizar no mercado de trabalho profissionais com perfil diferenciado que normalmente estão já empregados!

Normalmente, estas empresas possuem uma equipe interna de “recrutadores”, profissionais com formação em Recursos Humanos, assim como em Psicologia.

Sendo que em alguns casos em função do alto volume de candidatos, geram um banco de dados significativo, originados de currículos nos quais as informações geralmente estão desorganizadas em diversos formatos eletrônicos (.doc e/ou .pdf), sendo que algumas vezes vindos ainda do correio tradicional ou entregues na recepção da empresa!

Esta equipe de recrutamento tem que otimizar os seus recursos escassos a fim de receber, decifrar e organizar estas informações contidas nestes currículos. Sendo que poderiam aproveitar o tempo para atividades que agregariam valor, por exemplo: gerenciar as vagas, gerando um banco de dados extremamente valioso e fazendo uma seleção de profissionais de forma segura para estas vagas com o envolvimento dos futuros superiores imediatos, principais interessados neste processo!

Por estes motivos, normalmente este subsistema de RH (Recrutamento e Seleção) necessita, muitas vezes, de diversos profissionais trabalhando nestas atividades sem considerar que às vezes estas atividades são terceirizadas de forma errada para empresas / profissionais de recrutamento e seleção identificando profissionais inadequados para as necessidades / perfis desejados.

A forma mais efetiva (eficaz e eficiente) para que isto seja resolvido é utilizando uma ferramenta / aplicativo que gerencie eletronicamente estas informações, organizando-as em um banco de dados.  A Desenvolve Web, empresa parceira da Simples Soluções, esta disponibilizando um sistema informatizado em ambiente de internet, totalmente integrado ao website da empresa. O sistema possibilita que os potenciais candidatos acessem o website da empresa, normalmente na página / canal denominado “trabalhe conosco” e façam seus cadastros, gerenciando seus currículos e participando das vagas desta empresa.

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Busca por currículos:

Para qualquer empresa, independente do segmento e porte, a melhor solução para estes desafios é ter domínio completo sobre o gerenciamento destas vagas de emprego. Filtrando os currículos destes candidatos que estejam relacionadas com as vagas em aberto. Assim um serviço que antes poderia demorar horas para filtrar as mesmas pessoas hoje com o sistema da Desenvolve Web podem ser realizadas em poucos minutos, disponibilizando recursos para atividades mais significativas em outros subsistemas de RH, principalmente com o objetivo de manter estes talentos satisfeitos com as oportunidades / desafios da empresa – comenta o Sr. Nícolas Muller, Diretor Executivo da Desenvolve Web.

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Com este filtro, o profissional responsável pelas atividades de recrutamento pode selecionar ou descartar os candidatos através de palavras-chaves, graduações, cargos, estado civil, sexo, experiência da pessoa. Logo após este filtro, a empresa pode criar um histórico com as pessoas que foram selecionadas, gerando uma nova versão destes currículos selecionados em formato .pdf de cada um dos participantes da vaga, adicionando relatórios para uso interno.

Todas estas informações dos candidatos e da empresa ficam guardadas no banco de dados e criptografadas para garantir uma maior segurança para a empresa e para os candidatos.

A Excelsior Alimentos S.A. é uma das empresas que utiliza este aplicativo com o propósito de gerenciar este ativo extremamente importante, ou seja, os talentos! Clique neste link e veja na prática!

Maiores informações sobre esta excelente solução de recrutamento e seleção podem ser adquiridas através do fone (51) 3902 0017 ou através do e-mail contato@desenvolveweb.com.br.

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Em tempos de aquecimento global, surgem a todo o momento temas recorrentes a fenômenos climáticos, como a falta ou o excesso de chuvas, noticiados em meio a tragédias recentes (desmoronamentos no Rio de Janeiro, Santa Catarina). Diante dessa realidade, a preocupação com o meio ambiente e a sociedade vem ganhando cada dia mais espaço na mídia, pautando debates nas empresas e instituições.

Políticas colaborativas, que muitas vezes partem de uma estratégia de comunicação, invariavelmente auxiliam na melhoria da imagem da organização e geram à sociedade um retorno cidadão. Mas para alcançar esse título, não basta apenas comercializar produtos sustentáveis, plantar árvores ou mesmo doar materiais para entidades carentes. Trata-se antes de tudo em vivenciar um posicionamento totalmente voltado para o bem social e ambiental.

greenwashedPortanto, o marketing sócioambiental não incide apenas em construir uma imagem externa positiva da empresa. Pressupõe que as políticas de responsabilidade na organização criem uma nova cultura entre empresários, colaboradores, fornecedores e clientes. Ou seja, ser e fazer o que é necessário para o bem do planeta!

E de que forma, uma empresa consegue driblar o capitalismo para desenvolver uma cultura sócioambiental? Primeiramente, o empresário deve desenvolver uma visão voltada para o bem comum. Isso não significa ter que deixar de pensar no lucro, mas diante dos recursos gerados possa revertê-lo em benefício da sociedade para que de forma sustentável possa obter uma vida com mais qualidade.

Mas em termos de mídia, o que se ganha com isso? Vivenciando essas políticas, a empresa passa a ser vista como amiga da natureza, por exemplo, agregando credibilidade a sua marca perante o mercado e seus clientes. Defina propostas de engajamento em que você acredita e envolva as equipes nas ações, desenvolvendo assim um cronograma em longo prazo.

Seja conhecido e lembrado como alguém que faz a diferença em assuntos voltados para o seu setor. Em uma empresa do ramo alimentício, por exemplo, é essencial preocupar-se com o descarte consciente de resíduos, o reaproveitamento da água e o uso responsável de agrotóxicos ou conservantes. Por outro lado, se você faz ações importantes que contribuam direta ou indiretamente para a sustentabilidade do planeta não deixe de divulgá-las à imprensa, clientes, fornecedores, parceiros e amigos.

Mas, lembre-se: desenvolver uma política sócioambiental não é uma questão de status e sim de responsabilidade perante todos!

Não perca tempo… O futuro da sua empresa só depende da sua atitude.

Permanecemos a inteira disposição para esclarecimentos.

Cláudia Boff

Email: claudiaboff@gmail.com

Jornalista e Especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Empresarial

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Recentemente li um artigo no Jornal Zero Hora (10/02/11), escrito pelo Sr. Flávio Nascente dos Santos no qual apresentava uma nova abordagem / responsabilidade das empresas, além de atender as necessidades / expectativas dos seus clientes através da venda dos seus produtos e / ou prestação de serviço! Sim , a empresa tem outros papéis, por exemplo de ser uma “escola viva” ou melhor dizendo ser uma “escola DE VIDA” para as pessoas!

vida

Leiam e reflitam também:

Que o desemprego em nosso estado (Rio Grande do Sul) está em baixa, todos sabem. Que sobram vagas e falta de mão de obra qualificada em diversos setores, já estamos cansados de ler nos jornais. Porém, o que ninguém sabe é quais tarefas as empresas terão de fazer agora, diante desta situação, para preencher seus postos de trabalho e parar de desperdiçar tempo recrutando profissionais que não querem o verdadeiro crescimento na carreira.

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Nenhum comentário 3/02/2011 | Por: Gislaine A. Barbosa
Teste de personalidade – Você já fez?

Recebemos recentemente um e-mail do Sr. Jefferson Ricardo, da Rh Medical (www.rhmedical.com.br), convidando-nos a realizar um teste de personalidade. A seguir a cópia do seu e-mail.

testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-suaOlá pessoal!

Talvez muitos de vocês já tenham realizado um teste de personalidade, e outros não.

Realmente é possível descobrirmos diversas características sobre como somos pessoalmente e profissionalmente.

Conheço diversos Headhunters que utilizam esse sistema para identificar e traçar o perfil de seus profissionais.

É recomendado que se faça esse teste 1x por ano, pois é tempo suficiente para você mudar em diversos pontos, ganhar novos conhecimentos, se aprimorar e também passar por novos desafios. Sendo assim, cada mudança significativa em sua vida, afeta todo o seu contexto profissional e pessoal.

Vale a pena realizar este texto.

Faça e coloquem o resultado!

Vamos debater sobre isso.

Segue o link:

http://www.inspiira.org/view/pt-br/103-before

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Inicialmente gostaria de agradecer a equipe da Simples Soluções pela oportunidade de iniciar esta aliança estratégica (vide post anterior).

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Vamos iniciar a publicação de artigos / posts relacionados a Gestão da Responsabilidade Social tendo como finalidade inicial, apresentar de forma clara e objetiva o que é Responsabilidade Social?

O termo Responsabilidade Social vem tornando-se cada vez mais comum, especialmente na mídia e no meio empresarial. Muitas organizações vêm apoiando-se nessa expressão para conquistar os consumidores e vender uma imagem confiável.

Mas, na prática, você sabe o que significa Responsabilidade Social? Primeiro, responda para você mesmo algumas questões a seguir:

  • A sua empresa possui práticas sustentáveis?
  • Que ações são realizadas?
  • Quais são os princípios da empresa?
  • A empresa preza pela transparência em relação à prestação de contas?
  • Como seu negócio impacta o meio ambiente e o que é feito sobre o assunto?
  • A empresa investe em programas sociais?

Agora, vamos a uma breve passagem histórica pelo desenvolvimento do conceito de Responsabilidade Social no Brasil para entender a complexidade do significado desta expressão no atual mundo corporativo.

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jogoDando continuidade a nossa estratégia de apresentar soluções integradas para os nossos clientes e potenciais clientes, assim como aumentar a nossa rede de relacionamentos com profissionais e empresas no qual possuam afinidade com os nossos valores e princípios, a partir deste mês de janeiro, estamos formalizando uma aliança estratégica com uma consultora especializada em Gestão da Responsabilidade Social, seu nome é Isaura Schmidt Morél.

A Sra. Isaura Schmidt Morél é Graduada em Ciências Sociais, com ênfase em Antropologia, pela UFRGS. Especialista em Dinâmica de Grupos pela Sociedade Brasileira de Dinâmica de Grupos (SBDG) e Especialista em Gestão da Responsabilidade Social, pela FIJO /PUCRS.

Atua na coordenação de projetos pesquisa de marketing, consumo e em projetos sociais. Em 2010, fez parte da Comissão de Avaliação do Prêmio Top Cidadania ABRH/RS.

É consultora em gestão de projetos sociais, responsabilidade social e sustentabilidade.

Com esta aliança, poderemos oferecer aos nossos clientes, serviços de gestão da responsabilidade social integrada ou não aos seus outros sistemas de gestão já implementados.

Maiores informações desta profissional podem ser acessadas através do seu perfil no Linked In pelo seguinte link.

Que esta aliança gere resultados para os nossos clientes!

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