1 Comentário 13/05/2011 | Por: Hélio Rocha
Vamos “cumbucar”?

A duas semanas atrás, em uma das aulas de pós-graduação em “Lean Manufacturing” realizada pelo Prof. Eng. Luiz Paulo Hauth, tive a oportunidade de conhecer na prática um método simples, mas extremamente prático de desenvolver / compartilhar o conhecimento adquirido nas organizações no qual atuamos como consultores e principalmente como líderes / agentes de mudança. Na realidade já conhecia este método, às vezes utilizava o “termo / verbo” em minhas atividades de consultoria, mas sinceramente falava, sem embasamento, verdade!

Você sabe o que é “cumbucar” ou simplesmente “fazer cumbuca”? Se a resposta para esta pergunta foi sim ou pior, acho que sim, agora posso dizer para vocês que eu sei e principalmente sei como aplicar em minhas atividades de consultoria! Mas antes vamos conhecer a origem desta palavra, para que possamos de fato valorizar, quando usarmos em nosso dia-a-dia.

cumbuca_2Se buscarmos o significado no universo das utilidades domésticas “modernas” iremos encontrar a seguinte definição: “peça multifuncional, utilizada para colocar cereais, sopas, caldos quentes ou frios, porções individuais de salada e até para servir petiscos.” Resumindo é uma cumbuca (rsrs)! Se irmos para a sua origem que é indígena, a língua Tupi-guarani, iremos encontrar que cumbuca, ou melhor, dizendo “cambuca” é um tipo de vasilha de barro no qual os proprietários do Brasil utilizam para fazer comida, por exemplo.

Mas voltando ao assunto de buscar desenvolver e/ou compartilhar o conhecimento adquirido, percebemos claramente que um dos principais problemas nas empresas brasileiras é não conseguir desenvolver e aproveitar a criatividade de seus funcionários / colaboradores. Gritamos “aos quatro cantos” que somos criativos, mas na realidade desperdiçamos talentos. Mas a pior situação é que às vezes sem percebermos guardamos para nós o que conhecemos… retemos o “acervo”, concordam?

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rhcriseComo já havia comentado no artigo anterior, os talentos humanos são as peças fundamentais para o crescimento e manutenção das organizações. São eles que fornecem as informações para que as estratégias certas sejam criadas dentro das organizações. Temos que ter isso bem claro, as pessoas são as partes mais importantes dos processos, é através das ações, atitudes e comportamentos desses recursos que as organizações podem crescer rapidamente ou não, ganhar muito dinheiro ou perder muito dinheiro. A globalização dita o caminho, mas como as organizações vão construir, cruzar, atravessar e principalmente aproveitar, dependerá das pessoas inseridas nos processos. Por isso temos que possuir um olhar diferenciado!

Para isso, um plano de desenvolvimento de talentos é muito importante para que os líderes consigam conduzir as suas estratégias na busca constante da excelência de suas ações. Desenvolver talentos por mais que pareça fácil, tem que ser muito detalhado, utilizando de muita estratégia e análise. Somente se constrói um bom plano de desenvolvimento de talentos se a organização realizar um diagnóstico da sua cultura. O primeiro passo é  analisar quais são os focos de problemas, quais são as melhores pessoas, aquelas que mais se destacam em suas ações, profissionalismo e comprometimento. Depois analisar quais os treinamentos necessários para desenvolver. Para isso ferramentas como pesquisa de clima organizacional e avaliação de desempenho com foco em competências, são fundamentais para a elaboração do plano de ação no desenvolvimento de talentos nas empresas. Por exemplo, o Plano Anual de Treinamento / Desenvolvimento, só poderá ser construído de posse dessas informações. Fazer uma boa pesquisa é fundamental para então se criar a estratégia de treinamento e desenvolvimento para que isso influencie na redução de custos e façam com que os empregadores realizem investimentos necessários sem desperdícios.

O acompanhamento dos treinamentos / desenvolvimentos também se faz necessário para que a organização veja a progressão do desenvolvimento. Por isso devemos ter nos recursos humanos, as “ferramentas” necessárias para essa verificação. Devemos sempre fazer registros de todos os passos, sempre pesquisas para que se tenha as informações necessárias. Caso a organização não tenha ainda as “ferramentas” para essa verificação, é importante então reavaliar as ações.

Ter pessoas capacitadas, motivadas e comprometidas com as ações da organização é fundamental para o crescimento da mesma. Parece ser uma receita fácil, mas se não tomar cuidado, como diz o ditado popular: “o molho pode sair mais caro que o peixe”, então, analise bem as ações antes de executá-las.

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coaching3O serviço, bem popular nos EUA, tem deixado de ser modismo para apresentar crescimento sólido no Brasil. Contudo, especialistas alertam: muitos estão utilizando essa ajuda de forma errada e é preciso pesquisar bem.

Uma das traduções do termo inglês coach é treinador. Por isso, hoje, denominam-se profissionais do coaching aqueles que, a partir de uma metodologia específica, “treinam” os clientes para que atinjam suas metas profissionais e pessoais.

- “Os coaches visam ao aumento de resultados positivos. Eles fazem perguntas e aplicam ferramentas junto ao assessorado para que a própria pessoa trace uma estratégia para alcançar objetivos que deseja”, explica Adriana Marques, 35 anos, que preside o Coaching Club de Brasília.

O método, que já é bastante difundido nos Estados Unidos, está em franco crescimento no Brasil. Segundo o presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, Sulivan França, a procura por cursos de capacitação na área cresceram, de 2007 para cá, cerca de 250% ao ano, enquanto a demanda das empresas por esse tipo de assessoria subiu em torno de 180% ao ano. “Isso mostra que a atividade deixou de ser moda aqui e se tornou uma realidade”, avalia.

Há seis anos, quando coaching ainda era uma expressão completamente estranha aos brasileiros, Adriana – à época educadora física e dona de uma academia – foi buscar no exterior alguma capacitação extra para tocar seus negócios e acabou se deparando com a metodologia. “No começo, encarei como uma forma de melhorar minhas tarefas no ramo da educação física, mas agora não faço outra coisa da vida”, comenta a coach, que se orgulha de já ter ajudado 89 clientes a alcançarem as metas pessoais com as quais sonhavam.

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Recentemente li um artigo muito bem elaborado no website da Qualiblog (clique aqui), que mencionava sobre as mudanças que estão por acontecer no processo de auditoria, em função da norma ISO 17021:2011, onde uma das maiores mudanças é não mais aplicarem a ISO 19011 como base para as auditorias de terceira parte (da certificadora).

Pensando assim, lembrei-me dos diversos pedidos que recebemos sobre esclarecimentos sobre o processo de auditoria interna, considerando todas as fases, ou seja: preparação, exame (coleta de dados), acompanhamento e avaliação da equipe auditora. Sendo assim o objetivo deste artigo é disponibilizar para os nossos visitantes, o nosso conhecimento sobre este assunto, logo abaixo estão os modelos de processo, procedimento e registros da qualidade referente a auditoria interna. Também estamos disponibilizando alguns materiais de apoio para serem encaminhados para os auditados, às vezes esquecidos no processo de implementação deste requisito da ISO 9001:2008 (8.2.2).

Fiquem à vontade para sugerirem melhorias nestes materiais, pois este é um dos diversos “kits”, ou seja, não é o melhor e nem o único!

Segue o kit  para auditorias internas:

  1. Procedimento de Auditoria Interna;
  2. Programa Anual de Auditorias Internas;
  3. Planejamento das Auditorias Internas;
  4. Lista de Verificação;
  5. Relatório de Auditoria Interna;
  6. Avaliação de Desempenho do Auditor Interno;
  7. Orientação sobre Lista de Verificação;
  8. Orientações para reuniões abertura e encerramento, e;
  9. Cartilha sobre como se preparar para uma auditoria interna.
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P726Mais de 300 pessoas, entre industriais e autoridades públicas, diretores, sindicatos e colaboradores do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt) prestigiaram o evento de premiação do Programa Mato-grossense da Qualidade (Quali-MT), ocorrido na noite de ontem (28/04), no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-Cuiabá), localizado na Avenida XV de Novembro. Ao todo, 15 indústrias receberam os troféus que reconhecem pela boa performance em processos de gestão de qualidade, sendo duas na categoria Ouro, quatro na Prata e nove na classificação Bronze.

“Esta é a quarta edição do Quali-MT, fruto de uma parceria de sucesso entre o Sistema Fiemt e o Governo do Estado, que contribui decisivamente para elevar a competitividade das indústrias mato-grossenses no atual mercado globalizado. Diante deste cenário, é fundamental que as empresas busquem alcançar critérios de excelência em gestão, com foco inovação tecnológica e na melhoria contínua dos produtos e processos industriais”, avaliou o presidente em exercício do Sistema Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Sistema Fiemt), Jandir Milan. Ele acrescentou que, por meio do Quali-MT, o setor privado se prepara e qualifica para pleitear importantes certificações, como a ISO 9001:2008 (gestão de qualidade), ISO 14000 (gestão ambiental) e a ISO 26000 (gestão de responsabilidade social).

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