Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual comentamos o artigo cujo título é: “Por que os funcionários se demitem?”, esta semana localizei na internet, mais precisamente no website da revista Você S/A, uma reportagem que complementa o assunto, o título é muito sugestivo: “Como lidar com chefes tóxicos”.

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A reportagem trata sobre os chefes tóxicos e por que as empresas ainda toleram esses gestores (antiéticos e incompetentes). A verdade é que muitas vezes a empresa tolera um mau gestor simplesmente porque a empresa em si, sua cultura corporativa, é horrível. Essa organização está interessada apenas nos resultados financeiros – e isso já é meio caminho para dizer que a empresa é muito ruim, pois ela sequer considera a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Quando isso acontece, o bom gestor é naturalmente “expelido” e ficam somente os chefes tóxicos. Aí a melhor alternativa para o funcionário incomodado é mesmo buscar outro emprego numa empresa que fomente boas práticas de gestão de pessoas entre seus líderes.

Clique aqui e leia a reportagem na integra!

E você é um chefe tóxico? Ou possui um chefe tóxico?

Aguardaremos os seus comentários!

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Hoje em dia fala-se muito na comunicação dentro das empresas e sociedade, essa ferramenta tão essencial nas nossas vidas (familiar, social e de trabalho). É através dela que conseguimos transferir ao outro o que estamos pensando, o que sentimos, queremos e até mesmo o que desejamos, além de demonstrar quais são nossas idéias e quais são nossos valores mais essenciais. Afinal a utilizamos para falar sobre nós. Ela é o ato de comungar idéias, sugestões e opiniões entre duas ou mais pessoas.

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A história nos mostra a importância da comunicação é através dela que conseguimos nos expressar e alcançar nossos objetivos. Ela pode se anunciar de várias formas: escrita, corporal e verbal, sendo que a mais utilizada é o diálogo.

Comunicar-se é simplesmente ter uma ponte de compreensão entre você e outras pessoas, de tal forma que possam compartilhar aquilo que sentem e sabem.

Sabemos que existem as dificuldades na hora em que queremos expressar ao outro o que queremos dizer. Mas para que a comunicação seja eficaz temos que nos lembrar de 3 situações: quem fala, quem escuta e o que se interpreta daquilo que se quis dizer. Essa é a base da comunicação, por isso sempre é importante perguntar ao outro se entendeu o que você disse e pedir para que ele repita o que você falou. Para saber se ele realmente compreendeu o que você quis dizer.

Lembre-se ainda que falar o que se quer dá direito ao outro de também dizer o que pensa, então tenha cuidado, você pode falar uma coisa de mil maneiras diferentes, procure a melhor forma de dizer o que se pensa e o que quer falar, pois para cada ação sua terá a reação do outro, então lembre-se que a maioria das vezes não importa O QUE você quis dizer, mas COMO você disse, por isso tome cuidado em como falar com as pessoas, pois isso tem um peso positivo ou negativo naquilo que você quer dizer.

Pense nisso, você pode fazer diferente e fazer a diferença se realmente desejar isso. . .

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

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Ricardo Piovan

Recebi um artigo muito bem elaborado do Palestrante e Coach, Sr. Ricardo Piovan, no qual ele realiza um “insight” sobre um assunto polêmico e atual, a demissão sob o olhar e interesse dos funcionários, ou seja, o funcionário pedindo para sair e não ele sendo demitido.

tropa-elite-1gIsto faz lembrar do personagem Capitão Nascimento, do filme “Tropa de Elite”, no qual ele pedia para os seus recrutas saírem … desistirem, lembram?

Pois bem, e quando o “funcionário” pede para sair da “empresa”, o que fazer? Vale uma reflexão, por parte dos seus gestores e principalmente do “dono” do negócio?

O funcionário esta se demitindo da empresa ou do seu chefe / superior imediato?

 O Ricardo Piovan, desenvolve este assunto com bastante maestria neste artigo, segue o link do artigo, direto do website do autor:

E você, o que acha deste assunto, aguardamos os seus comentários!

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Nenhum comentário 4/07/2010 | Por: Gislaine A. Barbosa
Exemplos de Kaizen.

Dando continuidade ao post anterior no qual apresentamos a conceituação de KAIZEN utilizando-se das palavras do “Senhor Kaizen”, o Sr. Masaaki Imai, gostaria de apresentar alguns comentários sobre a recente reportagem publicada pelo jornal Zero Hora no dia de hoje (04/07/10) sob o título de “Talento Recompensado”.

Não são as grandes idéias que fazem com que as organizações sem mantenham no mercado, mas sim, uma série de pequenas idéias vindas dos colaboradores que no dia-a-dia percebem as dificuldades como oportunidades de melhorias.

O texto do artigo “Talento Recompensado” reforça esta teoria, através de exemplos tais como da GM (Gravataí) que em 2009, distribuiu R$ 600.000,00 para uma economia que chegou a R$ 3.500.000,00. O melhor projeto , oriundo de uma idéia, no final do ano ganha um carro! Existe um média de 8 sugestões para cada colaborador nesta planta da GM!

Ainda no texto deste artigo, podemos constatar a confirmação da teoria referente a uma série de pequenas melhorias gera grandes resultados, ou seja, em um dos projetos vencedores reduziu em 8 segundos por carro o processo de controle de qualidade do setor de pintura dos automóveis. Pode até parecer pouco, mas o novo método apresentado representa duas horas a menos num dia de produção da GM, gerando uma economia de R$ 127.000,00!

Capturar2Segundo pesquisas realizadas pela Fundação Dom Cabral (FDC), aponta que os empresários brasileiros ainda se ressentem de um ambiente interno favorável à inovação, mas já encontram entre seus funcionários os principais aliados para a criatividade. A inovação é fundamental para a sobrevivência da organização, comenta o professor Carlos Arruda, da FDC.

 

Conforme dados colhidos da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), em um processo de contratação, a competência CRIATIVIDADE só perde para a “capacidade de trabalhar em equipe”.

A coordenadora da Fundação Instituto de Administração (FIA), Ana Cristina Limongi, adverte que é necessário uma cultura de respeito e ética para implantar programas de participação no desenvolvimento de idéias.

Sem título

- O pagamento de um prêmio é polêmico porque indica uma monetarização do conhecimento. Hoje todos os programas são muito iguais – avalia.

Acesse o artigo na integra, clicando aqui.

Também sugerimos que analisem o conteudo dos seguintes artigos já publicados em nosso WeBlog (clique nos títulos):

  1. Você realmente inova no seu segmento ou simplesmente “melhora” o que já existe de inovador?, e;
  2. Programa de Idéias Criativas (PIC) na Sildre Plásticos e Matrizes Ltda.

Gostaríamos de receber as suas sugestões e comentários sobre estes assuntos!

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Você tem paixão (worklover) ou vício (workaholic) pelo seu trabalho?

CapturarPara muitos profissionais, jornadas de trabalho longas são associadas ao prazer pelo que se faz. Alguns chegam empolgados para desempenhar seu trabalho na segunda-feira, extrapolam o expediente, mas conseguem manter o entusiasmo até sexta-feira. Outros ultrapassam a carga horária mínima por carregar consigo a obsessão pela produtividade. Uma linha tênue divide estes dois profissionais extremamente envolvidos em suas funções, e esse limite diferencia o PRAZER da COMPULSÃO!

Uma pesquisa realizada no Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB) desmistificou a idéia de que todos os que trabalham excessivamente se encaixavam na definição de workaholics.

A tese apresentou ao mundo o worklover, um apaixonado pelo seu ofício.

Clique aqui e acesse a reportagem na integra.

Clique aqui, e descubra se você é worklover ou workaholic. Faça o teste!

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