Nenhum comentário 3/02/2011 | Por: Gislaine A. Barbosa
Teste de personalidade – Você já fez?

Recebemos recentemente um e-mail do Sr. Jefferson Ricardo, da Rh Medical (www.rhmedical.com.br), convidando-nos a realizar um teste de personalidade. A seguir a cópia do seu e-mail.

testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-suaOlá pessoal!

Talvez muitos de vocês já tenham realizado um teste de personalidade, e outros não.

Realmente é possível descobrirmos diversas características sobre como somos pessoalmente e profissionalmente.

Conheço diversos Headhunters que utilizam esse sistema para identificar e traçar o perfil de seus profissionais.

É recomendado que se faça esse teste 1x por ano, pois é tempo suficiente para você mudar em diversos pontos, ganhar novos conhecimentos, se aprimorar e também passar por novos desafios. Sendo assim, cada mudança significativa em sua vida, afeta todo o seu contexto profissional e pessoal.

Vale a pena realizar este texto.

Faça e coloquem o resultado!

Vamos debater sobre isso.

Segue o link:

http://www.inspiira.org/view/pt-br/103-before

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Dando continuidade ao post anterior no qual apresentamos um artigo sobre como pedir aumento (clique aqui), “garimpei” na rede este “manual” de como pedir aumento da Revista Super Interessante de Setembro de 2010.

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como-pedir-um-aumento-7

O ano de 2011 se inicia e em algumas organizações, ainda existem colaboradores que estão buscando uma maneira adequada de pedir um aumento em seus salários! Estas situações ainda acontecem principalmente em organizações no qual não existe um Plano de Cargos, Carreira e Remuneração, assim como uma politica clara de avaliação de competências.

Recentemente li um artigo sobre este assunto, ou seja, como pedir aumento salarial, quando não existem regras bem claras. O artigo foi elaborado pelo Sr. Celso Gagliardo de forma clara e objetiva!

Se você faz parte deste grupo de profissionais que ainda não conseguiu estabelecer uma estratégia para pedir um justo e merecido aumento em seu salário, recomendo a leitura / análise deste artigo na integra, clicando aqui!

Basicamente, conforme sugerido pela Psicóloga Izalvi de Souza Mariano, o colaborador precisa de duas coisas, a priori para solicitar o aumento salarial:

1)     Ser conhecedor de suas competências, e;

2)     Ter uma razoável auto estima para poder pleitear seu aumento de salário de maneira objetiva e direta.

E se sua empresa tem interesse em implementar um Plano de Cargos, Carreira e Remuneração … entre em contato conosco e poderemos lhe ajudar neste processo!

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homemcapa215_9Q8B6APesquisa revela que 78% dos executivos sentem-se insatisfeitos com a função que exercem. Saiba como lidar com essa situação

Um clima de angústia parece rondar o ambiente corporativo. Mesmo sem se manifestarem abertamente, muitos profissionais de sua empresa podem não estar felizes no dia-a-dia. Se suas pesquisas de clima não identificam essa tristeza, atente para alguns dados antes de ter prejuízos como o baixo desempenho:

Estudo realizado pela consultoria HLCA Human Learning, do Rio de Janeiro, com 10 mil profissionais, mostra que 78% não estão satisfeitos com o trabalho. Os resultados indicam, também, que algumas pessoas podem obter êxito na carreira, ocupar altos cargos nas organizações, serem bem remuneradas, mas, entretanto, estarem infelizes profissionalmente. Entre as principais causas apresentadas para esse descontentamento, destaca-se a inadequação da pessoa com a função que exerce. Ou seja, o desenho da função não se alinha com o perfil do profissional. O mesmo estudo mostra ainda que 78% dos entrevistados não sabem qual é o seu grande talento.

Depois de ouvir mais de 300 executivos de RH em todo o mundo, sendo 16% latino-americanos, a IBM Business Consulting Services descobriu que mais de 60% deles têm dificuldades para identificar e desenvolver as habilidades e os talentos dos empregados, fundamentais para manter a competitividade. Isso significa que, quando a geração atual se aposentar, muitas empresas descobrirão, tarde demais, que a experiência e o talento de toda uma geração foram embora e que elas não contam com os recursos necessários para preencher essa lacuna. Como as organizações não sabem quais habilidades estão sendo perdidas, será difícil se planejar para as necessidades futuras.

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200517599-001Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual apresentamos um fluxograma para “controlar” a procrastinação, esta semana li no blog da Revista Você S/A, um excelente artigo do Sr. Rodolfo Araújo cujo título é “Adiando suas obrigações”.

Neste artigo, o autor apresenta o experimento dos marshmallows, comparando com o nosso “mecanismo” de atualizar a nosso página do Facebook ou outra rede social, ou ver o vídeo da hora no YouTube.

Também sugere a leitura do recente livro “The Shallows“, do escritor americano Nicholas Carr, no qual explica que a Internet está aumentando nossa incapacidade de nos concentrar em textos mais longos.

Vale a pena, para os “procrastinadores de plantão”, reservar um tempo para a leitura e análise deste artigo (clique aqui).

Aguardaremos os seus comentários.

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SÃO PAULO – No ano em que a economia brasileira deve crescer acima de 7%, boa parte dos trabalhadores vai embolsar uma bolada em participação nos lucros e resultados (PLR) das empresas, que supera o valor pago em 2009 e no período pré-crise. Não há números consolidados, mas órgãos sindicais dão ideia da importância do instrumento. Só os bancários receberão R$ 3,578 bilhões até março de 2011 em PLR.

A massa de recursos dos bancários recebeu injeção de R$ 190 milhões extras ante os R$ 3,388 bilhões pagos em 2009, segundo o Dieese. Do total, R$ 1,329 bilhão está em circulação desde novembro, quando os 470 mil bancários do País receberam parte da PLR. “É um dinheiro extra muito bem vindo e que garantiu a realização de um projeto familiar”, diz o escriturário do Banco do Brasil Gabriel Moraes dos Santos, de 36 anos.

No mês passado, Santos recebeu R$ 3 mil de PLR do BB. Em abril, serão mais R$ 3,9 mil, somando R$ 6,9 mil. Ele mora com a mulher, três filhos e a avó na casa da sua mãe. O dinheiro vai completar a entrada de um apartamento próprio.

Além de rechear o bolso do trabalhador, a PLR movimenta a economia. No ABC paulista, os metalúrgicos conquistaram, ao todo, R$ 390 milhões em PLR, segundo o Dieese. Acordos foram fechados em 201 empresas que empregam 70% da categoria, com 102 mil trabalhadores.

O valor representa salto de 11% em relação ao pago em 2008. A comparação não foi feita com 2009 porque foi atípico em razão da crise, que atingiu de forma diferente os acordos salariais, diz Sérgio Nobre, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

Em alguns casos, o trabalhador recebe mais de quatro vezes o salário. Flávio Augusto Terra, de 31 anos, montador da Volkswagen em Taubaté (SP), ganha entre R$ 2 mil e R $ 2,5 mil ao mês. Junto com os 5,2 mil funcionários da fábrica, embolsará R$ 10 mil em PLR. Desse total, R$ 4,3 mil foram pagos no primeiro semestre e o restante será pago este mês. “Comprei um apartamento e esse dinheiro vai para o pagamento de prestações”, diz Terra.

Os 10 mil trabalhadores da Nestlé em São Paulo vão receber PLR correspondente a 95% do salário, somado a um valor fixo de R$ 3,3 mil. O piso de admissão é de R$ 980. “Foi a melhor PLR do setor”, diz Ovídio Garcia Fernandes, da Federação dos Trabalhadores na Indústria da Alimentação de São Paulo.

No polo petroquímico de Cubatão, os 5 mil trabalhadores de empresas como Copebrás e Dow Química recebem salário médio mensal de R$ 5 mil. “A média de PLR fica em torno de R$ 15 mil, mas chega a R$ 20 mil ou R$ 30 mil nos salários mais altos”, diz Herbert Passos Filho, presidente do Sindicato dos Químicos da Baixada Santista. O valor deste ano será definido em janeiro.

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Nenhum comentário 3/12/2010 | Por: Gislaine A. Barbosa
Gerações X, Y e Z! (Por Wagner Campos)

noticia_45Continuando nossa série de artigos sobre o conflito, ou não, de gerações X e Y, segue um texto recente do Wagner Campos.

Neste texto, o autor apresenta de forma clara, a necessidade de desenvolver um clima de cooperação organizacional, ou seja, envolver as gerações X, Y e Z de forma que uma esteja preparada para respeitar as diferenças existentes e aprender uma com a outra, pois há muito conhecimento que pode ser trocado entre as duas gerações, cada um à sua realidade.

Mas como assim geração Z, não bastasse a X e Y, agora descobriram a “tal” de Z!

Clique neste link e acesse o conteúdo completo deste artigo!

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fluxogramaprocrastinacaoDando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual comentamos sobre o péssimo hábito de deixaram para depois alguma tarefa (procrastinação), localizamos na rede uma proposta de controle da procrastinação através de um fluxograma (clique na figura ao lado). A primeira análise do conteúdo deste fluxograma faz com queiramos rir, mas depois avaliamos o quanto estes passos a passos com estas decisões parecem com a nossa realidade.

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amanha_0Quantas vezes escutamos de nós mesmos ou de colegas, fornecedores e inclusive amigos, diante de uma solicitação, a seguinte resposta: “amanha eu faço”. Pois bem, esta semana que recebi um artigo muito bem elaborado sobre este assunto no qual os autores são os Psicólogos Pedro H. G. Lima e Luís C. Fernandes da empresa Núcleo Psicologia.

Segue abaixo o conteúdo na íntegra:

Adiar a realização de uma tarefa é algo comum na vida das pessoas, para exemplificar esta questão basta responder a uma pergunta simples: quem nunca adiou o preenchimento da declaração de imposto de renda?

Embora pareça um traço da nossa cultura, deixar para amanhã não é uma exclusividade dos brasileiros, mas sim uma característica do ser humano que pode ser potencializada ou atenuada por fatores culturais e/ou educacionais.

Poucas pessoas podem dizer que nunca deixaram para depois alguma tarefa particularmente onerosa, seja física ou psíquica, mesmo tendo tempo de sobra para realizá-la.

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pha0275lContinuando o post anterior (clique aqui), no qual perguntamos se você, que tem papel de liderança na organização, “seria ou não um chefe tóxico?”, esta semana localizei na internet, através do meu twitter, um artigo com seguinte título: “Eu gostaria que os outros fossem como EU!”.

Neste artigo o Sr. Gerson Rodrigues, especialista em gestão de pessoas, fala sobre o impacto do Ego nas organizações!

Segue abaixo o referido artigo na íntegra:

Você considera possível que a mesma pessoa que ergueu um império corporativo a partir do seu próprio trabalho e visão empresarial possa destruí-lo em um terço do tempo que levou para construí-lo?

É pertinente a ideia de que um gestor altamente competente possa criar um ambiente de trabalho de alta perversidade e competição insana?

Dá para entender o fato de que um profissional talentoso que possui todos os atributos para alavancar sua carreira não consiga avançar no rumo da realização de seus sonhos e projetos profissionais?

Será que estas e outras experiências insólitas encontram um culpado comum para tais resultados? A resposta é SIM! Há um culpado. O nome dele: EGO.

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