coletorsolarO governo brasileiro iniciou a segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) e definiu que as casas construídas pelo “Minha casa, Minha Vida” deverão usar coletores solares. Através dessa medida, cerca de dois milhões de residências populares utilizarão energia limpa.

Clique aqui e veja o artigo que anteriormente havíamos publicado.

Segundo informações divulgadas pela ministra Dilma Roussef, o PAC 2 terá investimento de R$ 1,1 bilhão. Dentro desse valor, 442 milhões de reais serão destinados ao Programa de Eficiência Energética, que engloba também o uso dos coletores de energia solar.

Ao ser questionada sobre a utilização desse tipo de energia limpa somente na segunda fase do PAC, a ministra explicou que o governo temia que houvesse falta de equipamentos, já que seriam necessários milhões de coletores.

Acesse este link, para buscar maiores informações sobre o uso de coletores solares.

A empresa contratara para instala e fornecer manutenção do sistema de aquecimento solar deve ter certificado Qualisol.

Categorias: 0-Posts de Daniela de Matos, Gestão Ambiental, Gestão pela Qualidade, Minha Casa, Minha Vida, Nossas Alianças Estratégicas, PBQP-H, Sustentabilidade

A Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica ABTG – utiliza na assinatura dos seus e-mails a seguinte frase:

Capturar

Neste caso refletimos: quem garante que a pessoa que recebe este e-mail está utilizando papel proveniente de florestas plantadas?

Mesmo sendo de florestas plantadas, se devem avaliar a questão social, pois sabemos que em muitos casos ainda no Brasil existe trabalho escravo e infantil nestas “lavouras”, é então correto contribuir para isto?

Sim, as árvores combatem o efeito estufa, durante seu crescimento e sua vida, mas a partir do momento que são cortadas para a produção do papel já não há mais este benefício.

A produção de papel tem alto potencial poluidor. Conforme pesquisa realizada pela UNESCO, divulgada no site http://meumundosustentavel.com/noticias/custo-em-litros-de-agua/  , para produzir uma folha de papel A4 são utilizados 10 litros de água, isto significa que são contaminados 10 litros de água.

Ressaltamos que se o papel utilizado pelo leitor do e-mail for reciclado, a contribuição para o meio ambiente é maior, pois “Para fabricar 1 tonelada de papel novo é preciso 10 a 20 árvores, 10 000 litros de água e 5 Mw/hora de energia, enquanto que para produzir 1 tonelada de papel reciclado apenas é preciso 1,2 toneladas de papel velho, 2000 litros de água e 2,5 Mw/hora de energia, segundo http://www.centrovegetariano.org/Article-253-Curiosidades%2Bsobre%2Breciclagem%2Bde%2Bpapel.html .  Mesmo assim, imprimir nem sempre é dar vida.

Desta forma é questionável a afirmação da ABTG, o que voce pensa a respeito?

Ficamos à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

Categorias: 0-Posts de Daniela de Matos, Gestão Ambiental, Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Sustentabilidade

Capturar

O Sindicato das Indústrias Gráficas da Região Nordeste do RS (SINGRAF) entregou em solenidade realizada no dia 01/03/10 na Câmara da Indústria e Comércio de Caxias do Sul o selo “Amanhã mais Verde” para empresas que cumpriram requisitos exigidos pelo departamento de meio ambiente deste sindicato. Estavam presentes na solenidade, entre outros o Secretário Municipal do Meio Ambiente de Caxias do Sul, Sr. Adelino Teles, membros da diretoria do SINGRAF, associados e as sócias da Essencial Engenharia Ambiental Ltda, as quais foram apresentadas aos associados para dar início a 2ª etapa do projeto ambiental do SINGRAF, que tratará das questões relacionadas aos resíduos sólidos.

A Essencial foi contratada pelo SINGRAF para avaliar os resíduos gerados pelas indústrias gráficas da região e posteriormente propor soluções de destino ambientalmente corretas e economicamente viáveis.

Esta iniciativa do SINGRAF, como o próprio Sr. Adelino Teles afirmou no evento, é que fazem com que tenhamos animo de continuar trabalhando e demonstra o comprometimento do sindicato com a preservação do meio ambiente.

Ficamos à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

Categorias: 0-Posts de Daniela de Matos, Gestão Ambiental, Nossas Alianças Estratégicas

71211post_fotoNa edição de 06 de março de 2010 do programa de televisão dominical Fantástico, foi discutida a questão do lixo eletrônico. Realmente é uma pergunta que nos fizemos com frequência: O que fazer com este computador estragado, o micro ondas que não tem mais concerto ou até o produto eletrônico que retorna do cliente para uma assistência técnica e não é viável um conserto e nem a devolução para o cliente? Para onde enviar estes materiais que não tem mais utilidade em nossa casa?

O Brasil é o país emergente que mais gera lixo eletrônico no mundo, segundo dados da ONU, e este lixo não têm um destino correto. Como visto na reportagem do Fantástico as prefeituras e órgãos públicos também não sabem para onde enviar estes resíduos, e acabam colocando em “lixões” ou aterros sem o menor cuidado. Este lixo contém uma série de materiais contaminados e metais pesados, o que pode contaminar o solo e a água onde está sendo descartado. Mas o pior é que grande parte deste material é reciclável e bastante caro, ou seja, tem um valor agregado alto, podendo ser aproveitado. 

Por ano, cada brasileiro joga fora o equivalente a 0,5 quilos desse lixo eletrônico, mais que a China onde o valor per capita é de aproximadamente 0,2 quilos.

Mas existem empresas aqui na região Sul do Brasil que podem nos ajudar a resolver este problema. No município de Porto Alegre / RS a Secretaria do Meio Ambiente concedeu licença de operação para a empresa Peacock do Brasil Ltda. que, além de outras atividades, esta licenciada para receber e reciclar lixo eletrônico (clique aqui e acesse o website desta empresa).

Isso prova que o sentimento que já tínhamos é verdadeiro, em que o desenvolvimento e o crescimento de um país deve ser estruturado e consciente para que este crescimento não venha acompanhado de outros problemas as vezes maiores do aqueles de um país pobre e sem tecnologia.

Busque informações nas secretarias de meio ambiente dos seus estados, por exemplo:

  • Santa Catarina: FATMA – clique aqui para visitar o website;
  • Paraná: IAP – clique aqui para visitar o website, e;
  • São Paulo: CETESB – clique aqui para visitar o website.

Fico à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

Categorias: 0-Posts de Daniela de Matos, Gestão Ambiental, Nossas Alianças Estratégicas, Sustentabilidade

A legislação ambiental do Rio Grande do Sul, através da Resolução CONSEMA 129/2006 (clique aqui para ter acesso a esta legislação), tem exigido análise de Toxicidade dos efluentes industriais. Isto tem causado grandes preocupações às empresas, pois mesmo atendendo a todos os parâmetros de lançamento exigidos em suas licenças de operação, ainda assim ocorre de apresentar toxicidade nos testes realizados.

Isto faz com que as empresas e pesquisadores iniciem uma investigação para descobrir quais as fontes de toxicidade e como reduzi-las.

Recentemente um grupo de investigadores publicou um estudo sobre uma bactéria que permite descolorar e reduzir a toxicidade dos efluentes da indústria têxtil. Esta abordagem “mais verde” pode ajudar o setor a cumprir os padrões de legislação com um baixo custo e alta eficácia.

31186Os cientistas estudaram a Staphylococcus arlettae, uma bactéria com a capacidade de crescer em ambientes aeróbios (com oxigênio) e anaeróbios (sem oxigênio), veja na figura ao lado “o rosto” deste “trabalhador ecológico”. Os resultados dos testes realizados indicam uma clara redução da toxicidade do efluente e da concentração de substâncias perigosas.

Esperamos que cada vez mais pesquisadores desenvolvam tecnologias para que as empresas possam cumprir a legislação de forma economicamente viável e ecologicamente correta.

Fonte: http://autolaboratorio.com/?p=295

Fico à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

Categorias: 0-Posts de Daniela de Matos, Dica de "Website", Gestão Ambiental, Nossas Alianças Estratégicas

« Previous Entries