voluntariadoAs organizações como as escolas, clubes, agremiações, associações e/ou organismos voltados a serviços assistenciais e afins, tem apresentado certo grau de dificuldade em escolher seus dirigentes pelos mais variados motivos. Ou seja, as pessoas têm relutância em aceitar cargos não remunerados para compor uma diretoria constituída de fato e de direito.

Há os mais variados tipos de explicações fundamentadas e procedentes pela não-aceitação.

Será que há uma exaustão natural das muitas atribuições aos “mesmos” ou há falta de lideranças preparadas em assumir? De fato, a resposta de ambos os casos, é no mínimo instigante para a reflexão. E, nos parece que este processo tem a tendência de se agravar. Assim, como há dificuldades em comprometer-se, há também a constatação de que é muito fácil abandonar situações pela falta de capacidade de enfrentar desafios e momentos de superação.

Historicamente, o ser humano vive em crise. Por exemplo, a crise existencial é superada na maturidade da vida, mas até dar-se conta disso, passou-se por provações, desafios e enfrentamentos para superá-los. Organizações são feitas de pessoas, organismos vivos com o único objetivo de manter-se de pé, para servir a aqueles de quem necessitar usufruir pela necessidade de viver em comunidade. O cargo não é para a “pessoa”, mas a serviço de um bem maior, sem a necessidade de gerar qualquer tipo de interesse.

E como diz o dito popular: Vão-se os anéis, ficam os dedos!  Portanto, se cada um der um pouco de si, muito se fará!          

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

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6/03/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
O espaço da mulher …(Por Maria de Lurdes Fontana)

Dia após dia a mulher tem-se apresentado como referência no mundo dos negócios, nos lares, e comunidades.

dia-da-mulherMuito se fala do papel da mulher e na crescente valorização em diversos campos de atuação. Acredito que a mulher sempre ocupou papel de destaque no mundo. Embora, às vezes, como figura oculta, mas se faz presente no silencio demonstrado nas suas ações.

De fato a mulher se permitiu a ousar e buscar manter-se em posição de valorização. É diferente do que dizer que o homem perdeu seu espaço. A mulher ocupa o espaço que lhe cabe. E o faz com competência.

As muitas faces e fases da mulher a tornou mais hábil, mais forte e com potenciais de igualdade consigo mesmas e com os seus pares opostos. Principalmente, pela necessidade que a mulher tem de ser desafiada, criticada, “posta à prova”. Isso a torna mais sagaz, pois a mulher se vê diante de situações tendo que tomar decisões que antes eram apenas tomadas pelos homens.

E num mundo que ainda “pensa” e valoriza o homem, a mulher ocupa seu espaço. Houve avanços, sim! Mas ainda assim, tem-se a impressão que a mulher tende a fazer mais por menos. Tudo tem um preço.

A falta de entendimento e compreensão do papel da mulher poderá trazer à tona os conflitos como a culpa, a inferioridade etc. Num mundo em que as mulheres precisam aprender a vestir as “botas” para as batalhas, faço votos que nunca perca o gosto em vestir suas sandálias. 

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

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28/02/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Caridade

caridadeCaridade é simplesmente ajudar os outros, mas com amor.

É o principio comum em todas as religiões do mundo. A diferença é a compreensão do que seja “ajudar” dentro do contexto do qual estamos inseridos.

Para os países pobres, caridade é dar o mínimo necessário para a subsistência. E há quem testemunhe que não há o suficiente para todos, principalmente comida.

Na maioria dos países ricos cabe ao governo e as entidades civis constituídas proverem o alimento, a casa, a saúde. Mas nos últimos anos tem-se visto que não há mais tanta distinção entre os países.

O agravamento da crise é reconhecido também nos países mais desenvolvidos. Especialistas dizem que há crise financeira e consequentemente o aumento da pobreza. Quem diria a Europa sentindo os reflexos desta crise e muitos sem trabalho, sem teto e sem previdência. Mas esquecendo um pouco o lado material, percebe-se que não há partilhas proporcionais entre os humanos. E isso, além de achar que é normal, enrubesce e torna as pessoas mais isoladas, sem condições de fazer caridade.

São Paulo, apóstolo, em uma das suas cartas escreve: “E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.”

E ainda, a caridade perfeita é aquela que poderei alcançar a alegria de dar sem esperar retribuir. A caridade e o amor são acima de tudo reconhecer que nada somos sozinhos e que embora muitos, infelizmente vivemos na solidão.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

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20/02/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Economia e Vida (Por Maria de Lurdes Fontana)

Tema deste ano da Campanha da Fraternidade tem o objetivo de chamar a atenção ao consumo exacerbado e a inversão de valores e aos princípios da vida.

vidaJá faz muito tempo que o ser humano busca na cultura do Ter como uma condição de vida e conseguir conviver com os demais, num mundo cheio de invejas, preconceitos e que valoriza as aparências. O homem precisa preencher sua vida com algo. E há muito, o vazio e a insatisfação sobrecarrega as mentes e não há como ficar por muito tempo sem buscar alternativas que preencham as chamadas razões e motivos para suprir os desgastes da jornada.

Para viver necessita-se muito pouco. Apenas três refeições diárias e muita água (sabe-se que muitos não têm nem isso no seu dia-a-dia). Roupas para se vestir na condição de sentir-se confortável e nada mais. Mas ao contrário, vemos o corre-corre diário de pessoas com muitas sacolas nas mãos. Acumulam tantas peças de vestuário, que muitas vezes são esquecidas no fundo do armário.

O apego lhes impede de dar a alguém que poderia servir-lhes com muito orgulho e necessidade. Poderíamos pensar que há sobras financeiras, mas ao contrário há falta de recursos e muitos débitos vencidos e a vencer, por conta da falta de consciência e de planejamento.

Perguntas como: Eu preciso disso? É necessário? É importante? Aflora o desejo diante da necessidade e aí precisam dar-se conta de que não tem como servir a dois senhores.

A vida é o ar, o doar, é amar. E a economia é saber usar para nunca faltar.                  

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

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23/01/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Prosperidade (Por Maria de Lurdes Fontana)

Vem do latim prosperitate que significa abundância, fartura. Muitos confundem prosperidade com dinheiro e propriedades.

A prosperidade é a evolução tendo como principal valor a busca de conhecimento, aprendizagem, questionamentos e ensinamentos.

LeisDaProsperidade

O ser humano tende sempre buscar o melhor para si e consequentemente vive entre a dor e o prazer. A busca de prazer em viver, ajudar os outros, a crescer a evoluir e acima de tudo ser agradecido.

A constatação do papel de cada um, na sua missão e qual é o seu propósito de vida, é que determina o quanto de prosperidade o individuo possui.

Para muitos a prosperidade é vista como princípio econômico de medida e quantidade. Embora se possa afirmar que para ser próspero o individuo tenha que buscar o seu bem-estar. E requer não somente a satisfação de necessidades básicas. Mas o mínimo necessário das condições físicas, ambientais e sociais, na integração e promoção à vida e de uma relativa permanência entre o sentido do Ser em detrimento do Ter.

Portanto a prosperidade exige atitudes internas de mudança, de melhoria contínua, de valorização de si mesmo, de atitudes, de ética e principalmente que seja pró-ativo junto a sua família, seu trabalho e sua comunidade. Nem sempre nos damos conta das pérolas que nos rodeiam.

A prosperidade começa onde termina o egoísmo.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

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