Nenhum comentário 11/07/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
A Rotina (Por Maria de Lurdes Fontana)

Rotina[34]Houve-se falar que a rotina é a vilã do ser humano, impedindo-o de ousar, criar, inovar e desafiar.

Se pararmos um pouco e olhamos os processos de um dia comum, ou seja, desde o acordar e o deitar, vemos que há coisas que são muito repetitivas. O lado negativo da rotina é quando inibe e priva as pessoas do contato com outras pessoas e dar-se a oportunidade de se desenvolver no coletivo.

A rotina é necessária para ter a noção de regularidade e a constância das ocupações e tarefas. Assim como há as estações do ano, há também as mudanças de comportamento, pensamento e atitudes e são perfeitamente normais. São ciclos temporais em que vai-e-vem das coisas com a finalidade de parecer diferente, sob o olhar de quem olha.

De tempos em tempos muda tudo na vida desde os aspectos físicos, emocionais e comportamentais. Somos seres evolutivos e incapazes de viver do mesmo jeito por muito tempo. Tanto o emocional como o corporal necessita da rotina para reorganizar-se formando um elo para a transformação. A rotina dá sentido e ordem das coisas, mesmo quando insistimos em “achar” que nada muda.

A rotina é tão necessária para a vida que sem ela seria a maior confusão. Se deixarmos de fazer a rotina de uma casa por alguns dias, vira uma grande confusão e desorganização.

A rotina precisa ser vista e entendida como algo externo, ou seja, o fazer de tarefas e coisas que enxergamos. O malefício da rotina é quando é interna, que sufoca nossos talentos, deixando-nos vulneráveis e passivos diante da vida.             

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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Nenhum comentário 2/07/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Qualidade de Vida (Por Maria de Lurdes Fontana)

qualidadedevida1Sempre que se aborda temas que se relacione com o modo de se viver, a tendência é pensar que é fácil e simples. A mim, é tão difícil quanto a muitas pessoas que conheço.

Cada pessoa tem seu estilo e seu modo de entender os processos de vida e de trabalho.

Geralmente quando se fala em qualidade de vida, pensa-se em comer bem e melhor, vestir-se confortavelmente e de alguma maneira “ficar” sem trabalhar.

Desde os primórdios dos tempos sabe-se que trabalho não mata ninguém, mas a qualidade de como se trabalha, faz toda a diferença. Primeiro é preciso gostar do que se faz. Mesmo que em algum momento se faça tarefas que não agradam, mas pensar em fazer bem o que dá prazer faz esquecer os desconfortos das atividades menos prazerosas.

Valorizar o gosto por aquilo que fazemos.

Costumeiramente ouve-se falar em “desacelerar” e, que o ritmo do nosso tempo é muito frenético, aumentando o stress, e a qualidade de vida cai, porque o individuo adoece.

O stress impacta na parte física e mental do organismo e cada individuo responde de maneira diferente. Há diversas doenças que o stress causa que vai desde uma úlcera até um simples zumbido no ouvido.

Aprenda a prestar atenção ao seu estado físico para identificar quais as necessidades para diminuir o ritmo de maneira a sintonizar mente-espírito, corpo e ambiente. A partir disso, busque orientação para desacelerar o ritmo das atividades e saia da rotina.

Treinar nossa mente para criar novas alternativas de rotas e caminhos para sair do desconforto.  

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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Nenhum comentário 11/06/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Dia dos Namorados (Por Maria de Lurdes Fontana)

Como sempre há de se ter um motivo para comemorar datas e, por conseguinte, o Dia dos Namorados não pode passar em branco.

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Faz-se necessário comprar presentes, viajar ou desfrutar de momentos a dois em nome do amor e dos laços que os une. Este é o dia para comemorar as conquistas de poder ficar juntos, mesmo diante de tantas adversidades. E o egoísmo é a maior delas. Recentemente uma pesquisa apontou a dificuldade das pessoas “encontrarem” alguém para amar, para conviver, para chamar de seu ou sua.

Quando buscamos alguém para namorar cria-se um sentimento de pertença entre ambos. Muitas pessoas querem fazer coisas mirabolantes e o amor é algo sereno, paciente, exige sabedoria, confiança, responsabilidade. Cresce e aumenta com o tempo, através do conhecimento.

E nota-se que muitos casais não têm tempo para aprender e construir juntos. Quando se começa um relacionamento ambos assumem um passivo emocional, racional, com as manias e jeitos diferentes. No começo parece que é fácil, mas depois com o tempo ou no primeiro conflito terminam tudo.

Hoje as pessoas estão tão distantes umas das outras. É bem verdade, que a tecnologia colabora para encurtar distancias, e como consequência alguns não consegue se relacionar com pessoas de maneira presencial.

E, estamos vivendo num mundo de pessoas solitárias, exigentes consigo mesmas, achando que é o outro que vai preencher o vazio existencial. É necessário estar bem “resolvido” primeiro para depois completar-se com o outro. Caso contrário, é melhor só, estando bem, do que mal acompanhado.     

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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Nenhum comentário 5/06/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Decepções (Por Maria de Lurdes Fontana)

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O conceito de decepção é o ato de lograr ou se desiludir.

A decepção vem acompanhada quase sempre pelo ato do outro. Ou seja, o ser humano decepciona-se quando coloca uma expectativa para algo e acaba não acontecendo.

Mas se dissemos que as pessoas precisam umas das outras e criam-se vínculos e em algum momento, não tem jeito, ocorre a decepção.

Então se tira a conclusão que as decepções também fazem parte do aprendizado humano no sentido de aprender errando e corrigindo. E ainda, a decepção é uma forma de “fazer pensar” as atitudes e comportamentos nos relacionamentos.

Concluindo, não tem jeito mesmo, nós seres humanos precisamos ficar tristes em algum momento. Faz parte da compreensão do “eu” interior e do silencio inocente e introspectivo.

Pelo fato de decepcionar-se, não se pode afirmar que irão ocorrer mais decepções com a mesma pessoa. Até porque, se sabemos e conhecemos como é o comportamento daquele (a) que nos decepciona, passamos a aprender e agir de modo diferente. E consequentemente, haverá o aprendizado, e nas lições aprendidas corrigimos ou pelo menos atuamos para que não mais tornemos a nos decepcionar.

Criam-se mecanismos de atuação cerebral para nos proteger de certas armadilhas que nos fazem sofrer. Isso é o que a priori deveria acontecer. Mas nem sempre isso é possível, devido o grau de relacionamento e envolvimento das pessoas.

Por isso, às vezes, há eternos conflitos. Decepção não mata, mas ensina!                     

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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Nenhum comentário 29/05/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Motivados pela Fé (Por Maria de Lurdes Fontana)

Sabe-se que a felicidade não depende do tempo, até porque tempo tem a conotação de ser intangível. Mede-se o tempo, mas não se “sente” o tempo.

Cada um tem o seu tempo e o conceito de felicidade.

Nota-se que as pessoas mais espiritualizadas, são mais felizes e vivem com mais prazer e para estes tem-se notado que o tempo é mais longo.

fé

Quem é feliz vive mais tempo, entende-se, por contagem de anos. Percebe-se que as pessoas que superam a média de vida dos brasileiros, além de outros fatores, são pessoas que rezam muitas vezes ao longo da sua jornada. Param o que estão fazendo e retiram-se para orar.

Cada um da sua maneira do seu jeito e das mais variadas devoções e em comum: a fé constante. A certeza, o ânimo, a alegria e ao falar com eles, percebe-se que os desafios da nossa atualidade são semelhantes as que já vividas.

Um povo de fé e espiritualidade mais evoluída tem mais tempo a dedicar-se a construir e empreender para melhorar sempre. O espírito que une milhares de pessoas em torno de um evento religioso, a devoção é a prova viva de que nós seremos humanos, somos necessitados de “algo maior” do que nós mesmos.

São Paulo, um dos apóstolos de Jesus Cristo nos diz: O homem é justificado pelas obras e pela fé.

Obras no sentido dos feitos em relação a sua vida, na família, na comunidade, na sociedade, e a fé naquilo que acredita e coloca as em prática nas ações em favor do outro. Isso pode ser a grande motivação da fé e da graça da vida.           

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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