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	<title>Simples Soluções &#187; Posts de Claudia Cruz</title>
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	<description>13 anos de Experiência, Simplicidade e Resultados!</description>
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		<title>PBQP-H: o que é e como identificar se uma empresa o leva a sério (Por Cristiano Alvarenga)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/11/pbqp-h-o-que-e-e-como-identificar-se-uma-empresa-o-leva-a-serio-por-cristiano-alvarenga/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 00:41:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[3-Gestão pela Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa, Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Momento de Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[PBQP-H]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Claudia Cruz]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, ao “navegar” na internet, buscando informações atualizadas sobre o PBQP-H, mais precisamente pelo SiAC, identifiquei um excelente artigo elaborado por um engenheiro civil, o Sr. Cristiano Alvarenga). O artigo mostra de forma clara e objetiva a realidade da grande maioria das empresas do segmento da construção civil de buscar incorporar na rotina do dia-a-dia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, ao “navegar” na internet, buscando informações atualizadas sobre o PBQP-H, mais precisamente pelo SiAC, identifiquei um excelente artigo elaborado por um engenheiro civil, o Sr. Cristiano Alvarenga). O artigo mostra de forma clara e objetiva a realidade da grande maioria das empresas do segmento da construção civil de buscar incorporar na rotina do dia-a-dia e da gestão, os requisitos do SiAC. Segue abaixo o artigo na íntegra.</p>
<p><strong>PBQP-H</strong>: o que é e como identificar se uma empresa o leva a sério (Por Cristiano Alvarenga)</p>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/i210233.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4610" title="i210233" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/i210233.jpg" alt="i210233" width="262" height="169" /></a>Simplesmente dizer que <strong>PBQP-H</strong> é o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat não explica muita coisa. A maioria dos estudantes de engenharia e diversos compradores de imóveis já ouviram falar nesta sigla, mas não conseguem entender na prática como o programa funciona ou qual sua finalidade. Na verdade<strong>,</strong> a grande maioria dos engenheiros civis conhece o programa, trabalha numa empresa que é certificada, mas não sabe muito bem o que é o programa ou ainda acredita fielmente que ele engessa seu trabalho e que tem uma papelada para ser preenchida que só atrapalha!</p>
<p>Tentarei explicar aqui de uma maneira de fácil entendimento como funciona o <strong>PBQP-H </strong>na construção de edifícios, para que ele serve e ainda como identificar se uma empresa leva a sério o programa ou se apenas quer possuir um selo (que é a maioria dos casos, por incrível que pareça).</p>
<p><span id="more-4608"></span>Pode-se dizer que o <strong>PBQP-H </strong>é a <strong>ISO 9001</strong> voltada para a construção civil, pois ele possui muitas semelhanças com a ISO, tanto que geralmente as empresas certificadas no <strong>PBQP-H </strong>também são certificadas na <strong>ISO 9001</strong>. O principal objetivo do <strong>PBQP-H </strong>é trazer mais qualidade e produtividade para a construção civil, visando assim uma melhoria dos produtos para o cliente (comprador). Na prática, o programa consiste em identificar quais são os pontos mais críticos na empresa e padronizar os serviços. Por exemplo, se a empresa acha que o serviço de pintura é importante para a qualidade percebida pelo cliente, então ela deve padronizar este serviço; se julga que a concretagem das peças estruturais é vital para a qualidade da obra, então tem que padronizar a tarefa; se acredita que os tijolos são materiais importantes para a qualidade da edificação, então tem que padronizar a forma de receber, armazenar e manusear os mesmos. Depois de um tempo, a empresa deve medir os resultados para ver se o cliente está percebendo mais qualidade e melhorar cada vez mais seus procedimentos padronizados. Só isto!</p>
<p>Percebe-se então que o principal termo do programa de qualidade é <strong><span style="text-decoration: underline;">padronização</span></strong>. Isto implica em fazer as principais atividades de uma obra de forma sempre igual e obter um mesmo resultado para os serviços padronizados. Desta forma, se ganha qualidade, produtividade e evita-se<strong>,</strong> assim<strong>,</strong> problemas futuros como trincas, infiltrações, bolhas na pintura, queda de cerâmica de fachada, entre outros. Depois de um determinado tempo, os padrões são revisados e aprimora-se a forma de fazer os serviços, ganhando mais qualidade, produtividade e evitando defeitos construtivos. Assim, entra-se num ciclo de melhoria contínua cumprindo os padrões, revisando-os e atuando nas falhas (ou, como se diz no jargão da qualidade, removendo as anomalias). Pode-se dizer então que manter o <strong>PBQP-H </strong>significa fazer girar o ciclo SDCA (Standard, Do, Check, Action) – em breve outras notícias sobre conceitos de qualidade total e o método PDCA estarão disponíveis no site da Anglo Engenharia.</p>
<p>O <strong>PBQP-H </strong>exige que além dos serviços, a construtora controle ainda alguns materiais. Estes materiais devem ter o recebimento, armazenamento e manuseio de forma padronizada. Sendo assim, qualquer obra da empresa deve seguir as mesmas seqüências e regras para a execução dos serviços e tratamento dos materiais mais importantes.</p>
<p>Um problema freqüente que ocorre em diversas empresas é que muitos engenheiros negligenciam o <strong>PBQP-H </strong>porque, segundo eles, o programa tem muita papelada. Normalmente este tipo de profissional não se envolve no programa por preguiça de raciocinar e entender os conceitos de qualidade ou então por julgar que a empresa não precisa do programa. Para se descobrir se o engenheiro de sua obra se envolve ou não no programa, basta perguntar a Política de Qualidade da empresa para ele e também quais são os serviços e materiais controlados e ainda pedir para ver se existe alguma ficha de verificação de serviço assinada pelo engenheiro da obra. Se ele não souber responder às suas perguntas ou se não tiver assinado alguma ficha, esta empresa ou este profissional adotou o <strong>PBQP-H </strong>apenas para ter um selo, e não para te entregar qualidade!</p>
<p>Portanto, um ponto crucial para o bom funcionamento do programa de qualidade é o envolvimento dos engenheiros. A primeira coisa que os engenheiros devem fazer pela manhã é ver as Fichas de Ocorrências registradas no dia anterior e tratar estas anomalias. Estas fichas apontam o que não funcionou no programa de qualidade e como estes problemas estão sendo resolvidos. Portanto, outra forma de ver se o <strong>PBQP-H </strong>está sendo bem conduzido na empresa é verificando se o engenheiro está tratando corretamente as Fichas de Ocorrências. Se por acaso o engenheiro falar que em sua obra nunca houve nenhuma ocorrência, então pode ter certeza que ele desconhece a forma ideal de se tratar as Fichas de Ocorrências e como conduzir a análise de anomalias. Na verdade, este profissional só sabe preencher papel e fazer a empresa manter um selo de qualidade.</p>
<p>Então na prática várias empresas encontram dificuldades na implantação ou manutenção do programa de qualidade. A principal razão para isto é que o <strong>PBQP-H </strong>acaba se tornando um corpo estranho na empresa e é tratado como uma burocracia a ser vencida. Os engenheiros param de se envolver com o programa, passam a terceirizá-lo a outras pessoas na empresa, deixam de conhecer a Política da Qualidade, não sabem sequer quais são os serviços e materiais controlados! A gerência e diretoria da empresa não cobram ou não sabem cobrar o desenvolvimento do programa, então tudo pára… Se a empresa encarar o programa desta maneira, estará fadada a não conquistar a certificação ou a perdê-la.</p>
<p>Somente com envolvimento de todos os setores da empresa (compras, financeiro, etc) na busca pela qualidade é que se pode realmente entregar produtos de excelência para os clientes! A participação da diretoria da empresa é crucial, bem como o envolvimento por completo dos engenheiros nos processos de qualidade. Conduzido de maneira séria, o <strong>PBQP-H </strong>pode trazer ganhos enormes para a empresa e seus clientes.</p>
<p>Edificar com qualidade não é tarefa fácil. Construir visando à melhoria contínua dentro de um conceito amplo de qualidade é desafiador, mas é dever de todos profissionais de engenharia que pisam num canteiro de obras.</p>
<p><strong>Cristiano Alvarenga</strong> é sócio-diretor da <strong>Anglo Engenharia e Participações Ltda</strong>. Graduado em engenharia civil pela UFMG, com MBA em Finanças Corporativas pelo IBMEC-MG e MBA em Finanças com Foco em Gestão Bancária pelo IBMEC-SP. Foi consultor do INDG de 2003 a 2006 e Gerente Geral de Agências no Unibanco de 2006 a 2008.</p>
<p>Contatos por e-mail: <a href="mailto:cristiano@angloengenharia.com.br">cristiano@angloengenharia.com.br</a></p>
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		<title>A Importância do Treinamento “em Chão de Fábrica” (Por: Cláudia Cruz)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/09/a-importancia-do-treinamento-%e2%80%9cem-chao-de-fabrica%e2%80%9d-por-claudia-cruz/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Sep 2010 02:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[2-Gestão da Produção Enxuta (Lean Manufacturing)]]></category>
		<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão por Competências]]></category>
		<category><![CDATA[ISO 10015]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Claudia Cruz]]></category>
		<category><![CDATA[Retendo Talentos]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas profissionais, desde líderes a liderados, enxergam o treinamento, especificadamente aquele treinamento realizado “em chão de fabrica”, ou como fala os americanos: “on the job”, como uma tarefa onde perdesse  muito tempo.
Você certamente já deve ter ouvido na sua empresa as seguintes frases:

De novo treinamento?
Pra quê treinamento?
Eu não tenho tempo de treiná-los?
Eu não tenho tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muitas profissionais, desde líderes a liderados, enxergam o treinamento, especificadamente aquele treinamento realizado “em chão de fabrica”, ou como fala os americanos: “on the job”, como uma tarefa onde perdesse  muito tempo.</p>
<p>Você certamente já deve ter ouvido na sua empresa as seguintes frases:</p>
<ul>
<li>De novo treinamento?</li>
<li>Pra quê treinamento?</li>
<li>Eu não tenho tempo de treiná-los?</li>
<li>Eu não tenho tempo para ser treinado?<span id="more-3586"></span></li>
</ul>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/LIDERANCACHAODEFABRICA_999.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3591" title="LIDERANCACHAODEFABRICA_999" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/09/LIDERANCACHAODEFABRICA_999-300x242.jpg" alt="LIDERANCACHAODEFABRICA_999" width="338" height="358" /></a>Como se vê essas perguntas parte tanto das lideranças quanto dos liderados. Mas muitos líderes pensam que se investir ou disponibilizar recursos para capacitação de seus liderados, poderão no futuro bem próximo perdê-los, seus liderados, para outra empresa, e desta forma pensam erroneamente que o investimento foi em vão!</p>
<p>Eles não podem e nem devem pensar assim, porque se posicionando desta forma, as empresas sempre irão ter no seu quadro de colaboradores, uma equipe com baixíssima competência. O treinamento “em chão de fábrica” é indispensável para quem quer alcançar os objetivos e cumprir sua política. O objetivo deste tipo de treinamento não se restringe somente em conseguir que seus liderados executem suas tarefas com a melhor eficiência e eficácia, mas também para fazer com que eles se sintam importantes, motivados e capacitados, e desta forma irão divulgar sempre a marca da empresa.</p>
<p>Não existem regras para estes tipos de treinamentos, cada empresa faz do seu jeito. A maior dificuldade está nas pequenas e médias empresas, pois a maioria não dispõe de um setor para integração dos funcionários. Diante desta realidade, gostaria então de repassar algumas orientações:</p>
<p>1.     Prepare / elabore uma <strong>Cartilha de Integração</strong>, no qual contenha alguns itens básicos e indispensáveis para quem é “novato”. Estes itens são: resumo sobre a empresa, política, visão, missão, apresentação da sua hierarquia, informações sobre a conduta ética da empresa, remuneração e benefícios, alguns direitos e deveres do colaborador e da empresa, segurança do trabalho e segurança da informação etc.;</p>
<p>2.     Desenvolva um <strong>Plano de Integração</strong> que contenha datas, horários, títulos dos treinamentos, bem como instrutores e participantes. Não podemos esquecer de avaliar a eficácia do treinamento (prática e teórica).</p>
<p>Para auxiliar nestes treinamentos “em chão de fábrica”, o ideal é que a empresa possua uma lista das rotinas documentadas (procedimentos, instruções, folhas de processo, etc), de modo que as tarefas de repasse de informações se torne um padrão, facilitando muito a vida do instrutor e do colaborador que está sendo treinado. Qualquer orientação pode ser considerada um treinamento, desta forma cria-se o hábito. Esses treinamentos “em chão de fábrica” são indispensáveis, pois as pessoas com o passar do tempo se acomodam podendo adquirir vícios (até de empresas anteriores) prejudicando o desenvolvimento das atividades.</p>
<p>Uma vez avaliada a eficácia desses treinamentos, devem ser abertos planos de ação para moldar e melhorar a efetividade. Esses planos devem ser acompanhados pelos líderes responsáveis do setor. Várias ações podem decorrer deste plano tais como: promoção, demissão, substituição de cargos.</p>
<p>O treinamento é uma ótima ferramenta de melhoria da empresa. Ele serve para abrir a mente das pessoas, estimula a criatividade e a eficácia.</p>
<p><strong><em>Treinar é ter compromisso com a empresa, é ter a consciência que tudo que é bom pode ser “melhorado”!</em></strong></p>
<p>E na empresa de vocês, como o treinamento &#8220;em chão de fábrica&#8221; é planejado, realizado e acompanhado? Deixe aqui a sua experiência!</p>
<p>Fico à disposição de vocês!</p>
<p><strong><em>Cláudia Cruz</em></strong></p>
<p>Email: <a href="mailto:claudia@lpriori.com.br">claudia@lpriori.com.br</a></p>
<p>Skype: <a href="mailto:danidematos@pop.com.br">claudia.cruz1</a></p>
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		<title>Efeito UFA &#8230; pós-certificação! (Por: Cláudia Cruz)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/06/efeito-ufa-pos-certificacao-por-claudia-cruz/</link>
		<comments>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/06/efeito-ufa-pos-certificacao-por-claudia-cruz/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 19:05:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[3-Gestão pela Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ISO 9001]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa, Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[PBQP-H]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Claudia Cruz]]></category>

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		<description><![CDATA[Após a primeira certificação, a empresa pode gerar uma série de problemas em seu Sistema de Gestão, fazendo uma analogia, como se fosse um bebê recém-nascido que necessita de cuidados especiais e proteção até ter condições de caminhar sozinho.
Uma empresa recém certificada não está preparado para dar continuidade com resultados eficazes em seu primeiro ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após a primeira certificação, a empresa pode gerar uma série de problemas em seu Sistema de Gestão, fazendo uma analogia, como se fosse um bebê recém-nascido que necessita de cuidados especiais e proteção até ter condições de caminhar sozinho.</p>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/Porradas039a.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3248" title="Porradas039a" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/06/Porradas039a-243x300.jpg" alt="Porradas039a" width="243" height="355" /></a>Uma empresa recém certificada não está preparado para dar continuidade com resultados eficazes em seu primeiro ano de vida, precisando assim de uma atenção especial. O primeiro passo é impedir que o “Efeito <strong>UFA</strong>” aconteça, onde ele é muito comum quando não se tomam algumas providências essenciais: as pessoas se esforçaram muito e na cabeça de algumas delas, chegou o momento de dar um tempo, aí é que está o grande problema: relaxando as dificuldades tendem a aumentar para retomar o pique. Todos devem manter o mesmo ritmo de antes, só que aos poucos para que as pessoas acostumem-se, com a nova realidade. Além disso, as auditorias devem estar mais presentes e mais frequentes, fazendo que os funcionários adquiram o hábito de <strong>planejar</strong>, <strong>executar</strong>, <strong>controlar</strong> e <strong>agir</strong> com <strong>eficiência</strong> e <strong>eficácia</strong>.</p>
<p>No decorrer deste 1º ano de certificação, a empresa deve garantir as conquistas efetivadas até a certificação, impedindo que o Efeito <strong>UFA</strong> se propague. O maior problema das empresas é o fim, ou até a exclusão do Sistema de Gestão provocado pela cultura errada de que quando a certificação chega, tudo está conforme, como se tivesse ganho um prêmio, estilo <strong><em>Top of Mind</em></strong>.</p>
<p>E como garantir que este Efeito <strong>UFA</strong> não ocorra na empresa? Deve ser implantado um plano de sensibilização sob o comando do <strong>Representante da Direção</strong>. Podemos usar o seguinte exemplo: uma pessoa não consegue um bom emprego tendo apenas o ensino básico enquanto seus concorrentes possuem escolaridade e experiência profissional superior. A mesma coisa acontece com uma empresa: não consegue sucesso tendo sua concorrência com recursos avançados e competitivos, e que possuem não apenas um Sistema de Gestão, mas um sistema forte e concreto, que garanta a verdadeira “qualidade”, “produtividade” e “competitividade”. O início desta caminhada é fortalecer a gestão nas suas partes mais significativas para o negócio da empresa. Desta forma, podemos garantir que o atual Sistema de Gestão está muito bem construído e adequado à empresa e haver o diagnóstico cuidadoso de qual parte do sistema deve ser fortalecida para atender a Estratégia atual da empresa, principalmente quando sua concorrência é acirrada.</p>
<p>Os indicadores devem ser muito bem elaborados e acompanhados, alinhados sempre com a sua Política da Qualidade, não bastando ser gráficos que são bem vistos aos olhos. Toda empresa, deve ter seus indicadores corretamente concretos, para que decisões certas devam ser tomadas na hora certa. A <strong>ISO 10017</strong> (técnicas estatísticas) possui ferramentas corretas para uma empresa com ISO 9001 não cometer erros na construção de seus indicadores da qualidade (amostragens e nas medições).</p>
<p>Para concluir, ao se implantar a ISO 9001 a empresa deve ter consciência dos recursos que possui para aderir seu Sistema de Gestão da Qualidade ao seu faturamento e custos operacionais.</p>
<p>Fico à disposição de vocês!</p>
<p><strong><em>Cláudia Cruz</em></strong></p>
<p>Email: <a href="mailto:claudia@lpriori.com.br">claudia@lpriori.com.br</a></p>
<p>Skype: <a href="mailto:danidematos@pop.com.br">claudia.cruz1</a></p>
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		<title>Construtoras terão de fazer isolamento acústico entre apartamentos.</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/05/construtoras-terao-de-fazer-isolamento-acustico-entre-apartamentos/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 01:21:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[3-Gestão pela Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa, Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[PBQP-H]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Claudia Cruz]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de agora, as construtoras serão obrigadas a reduzir o nível de ruído dentro dos imóveis. Do corredor para o interior ou de um apartamento para o outro, o limite aceitável é de 45 decibéis.
Objetivo é diminuir discórdia entre vizinhos causada por ruídos.
Nova norma de engenharia entra em vigor  a partir da data de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de agora, as construtoras serão obrigadas a reduzir o nível de ruído dentro dos imóveis. Do corredor para o interior ou de um apartamento para o outro, o limite aceitável é de 45 decibéis.</p>
<p>Objetivo é diminuir discórdia entre vizinhos causada por ruídos.</p>
<p>Nova norma de engenharia entra em vigor  a partir da <strong>data de hoje</strong> (<strong>12/05/2010</strong>) determina que não deve haver vazamento de ruídos entre os cômodos de um imóvel e entre os apartamentos. Determina também que o piso deve atenuar os sons resultantes de impacto.</p>
<p>“Vai ser feito um teste e ele pode exigir o seu certificado antes de comprar. Se não tiver, não compre”, afirma o professor de acústica da Universidade Federal de Minas Gerais, Marco Antonio Vecci.</p>
<p>Se necessário, as construtoras deverão usar materiais especiais entre a laje e o contra-piso. A queda de um objeto pode causar no andar de baixo um barulho 30% maior do que sobre um piso com isolamento acústico.</p>
<p>Assista a notícia que foi veiculada hoje pelo <strong>Jornal Nacional</strong> (Rede Globo), através deste <strong><em><a href="http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/construtoras-terao-que-reduzir-o-ruido-nos-imoveis/1262308/#/Edições/20100512/page/1" target="_blank">link</a></em></strong>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Validação dos Processos (Por: Cláudia Cruz)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/04/validacao-dos-processos-por-claudia-cruz/</link>
		<comments>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/04/validacao-dos-processos-por-claudia-cruz/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 03:51:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[3-Gestão pela Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ISO 9001]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[PBQP-H]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Claudia Cruz]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos requisitos, da ISO 9001, mais difíceis de atender no segmento da construção civil é o requisito 7.5.2, ou seja, a validação dos processos de produção e prestação de serviço.
É um requisito que não somente envolve o pessoal da engenharia, mas também o comprometimento da alta direção.
A validação vai além da sistemática do controle [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos requisitos, da <strong>ISO 9001</strong>, mais difíceis de atender no segmento da construção civil é o requisito <strong>7.5.2</strong>, ou seja, a <strong>validação dos processos de produção e prestação de serviço</strong>.</p>
<p>É um requisito que não somente envolve o pessoal da engenharia, mas também o comprometimento da alta direção.</p>
<p>A validação vai além da sistemática do controle do processo para atingir tanto a adequação com os requisitos, quanto ao alcance de benefícios para as partes interessadas. Podemos conseguir isso, usando a melhoria da eficácia e da eficiência do processo de realização e dos processos de apoio associados tais como:</p>
<ul>
<li>Comprometimento das pessoas;</li>
<li>Redução do desperdício;</li>
<li>Capacitação dos envolvidos;</li>
<li>Comunicação e registro das informações;</li>
<li>Desenvolvimento da capacidade do fornecedor;</li>
<li>Melhoria de infra-estrutura;</li>
<li>Prevenção de problemas;</li>
<li>Métodos de processamentos e rendimento de processo, e;</li>
<li>Métodos de monitoramento.</li>
</ul>
<p>Na construção civil podem ocorrer situações em que o resultado do processo não pode ser verificado plenamente, por meio de uma inspeção subsequente e assim sendo, se algo sair errado, as deficiências somente vão se tornar aparentes depois que o produto estiver em uso (ex: pintura). Nesse caso, o método de produção deve ser validado.</p>
<p>Validar o processo significa demonstrar que ele é capaz de gerar resultados aceitáveis. Isto implica realizar o processo na forma como foi planejado e verificar seus resultados através de ensaios planejados.</p>
<p>Algumas falhas comuns de acontecer são as seguintes:</p>
<ul>
<li>Não reconhecer processos que requeiram validação;</li>
<li>Não manter registros de aprovação de processos;</li>
<li>Não definir métodos e/ou critérios para aprovação de processos;</li>
<li>Realizar processo com o pessoal não qualificado;</li>
<li>Não prever requisitos para qualificação do pessoal que executa processos;</li>
<li>Realizar atividades de produção em desacordo com a forma como foram validados os processos, e;</li>
<li>Não manter registros de qualificação de pessoal.</li>
</ul>
<p>Fico à disposição de vocês!</p>
<p>Cláudia Cruz</p>
<p>Email: <a href="mailto:claudia@lpriori.com.br">claudia@lpriori.com.br</a></p>
<p>Skype: <a href="mailto:danidematos@pop.com.br">claudia.cruz1</a></p>
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		<item>
		<title>Minha Casa, Minha Vida &#8211; Parte 2 &#8230;. de 2011 à 2014 &#8230; 3 milhões de unidades (Fonte: Agência Estado)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/03/minha-casa-minha-vida-parte-2-de-2011-a-2014-3-milhoes-de-unidades-fonte-agencia-estado/</link>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 14:32:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[3-Gestão pela Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa, Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[PBQP-H]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Claudia Cruz]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana recebi a notícia da perspectiva de continuidade do programa “Minha Casa, Minha Vida”, ou seja, a “Parte 2”!
Segue abaixo a notícia na integra, publicado pela Agência Estado, cujo autor é Fábio Graner:
A fase dois do programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221; deverá prever a construção de dois a três milhões de novas residências no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana recebi a notícia da perspectiva de continuidade do programa “<strong>Minha Casa, Minha Vida</strong>”, ou seja, a “<strong>Parte 2</strong>”!</p>
<p>Segue abaixo a notícia na integra, publicado pela <strong>Agência Estado</strong>, cujo autor é <strong>Fábio Graner</strong>:</p>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/casapopular_pablo_valadares_ae.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2788" title="casapopular_pablo_valadares_ae" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/03/casapopular_pablo_valadares_ae.jpg" alt="casapopular_pablo_valadares_ae" width="188" height="104" /></a>A fase dois do programa &#8220;<strong>Minha Casa, Minha Vida</strong>&#8221; deverá prever a construção de dois a três milhões de novas residências no País, informou o presidente da <strong>Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil</strong> (<strong>CBIC</strong>), Paulo Safady Simão na quinta-feira. Segundo ele, que participa das discussões sobre o tema com o governo, os estudos consideram uma duração de quatro anos para a nova etapa, de 2011 a 2014.</p>
<p>O &#8220;<strong>Minha Casa, Minha Vida 2</strong>&#8221; deve ser mais ambicioso, beneficiando de forma mais ampla as famílias com renda até três salários mínimos. Segundo Safady, pelo menos 50% das unidades serão destinadas a essa faixa de renda. Porém, o volume pode chegar a 75%. No &#8220;<strong>Minha Casa 1</strong>&#8220;, o governo definiu que 40% de 1 milhão de unidades previstas vão para o grupo até três salários. Até agora, segundo ele, foram contratadas 750 mil unidades. A contratação é a fase que antecede a construção do empreendimento.</p>
<p>O subsídio do Tesouro será tanto maior quanto for a meta do programa. Se o alvo for a construção de dois milhões de casas, o subsídio total do Tesouro em quatro anos &#8211; incluindo não só o grupo até três salários mínimos, mas também de três a seis &#8211; será de R$ 48 bilhões. Se a meta for de três milhões de unidades, o subsídio para os anos de 2011 a 2014 será de R$ 72 bilhões.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Controle dos Serviços de Execução (Por: Cláudia Cruz)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/02/controle-dos-servicos-de-execucao-por-claudia-cruz/</link>
		<comments>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/02/controle-dos-servicos-de-execucao-por-claudia-cruz/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 12:09:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[3-Gestão pela Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ISO 9001]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[PBQP-H]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Claudia Cruz]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuando o assunto abordado no artigo anterior (clique aqui) sobre o acompanhamento da produção e qualidade, devemos documentar o método de operação coerente com a cumplicidade da tarefa e a qualificação do pessoal que executa tais atividades. Para isto, então que existe o PQO- Plano de Qualidade da Obra: relatamos nossos serviços críticos e forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando o assunto abordado no artigo anterior (clique <strong><em><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/01/acompanhamento-da-producao-e-qualidade-nas-obras-por-claudia-cruz/" target="_blank">aqui</a></em></strong>) sobre o acompanhamento da produção e qualidade, devemos documentar o método de operação coerente com a cumplicidade da tarefa e a qualificação do pessoal que executa tais atividades. Para isto, então que existe o <strong>PQO- Plano de Qualidade da Obra</strong>: relatamos nossos serviços críticos e forma de controle, evitando assim na obra, patologias futuras.</p>
<p>Nas obras civis, devemos focar as condições de inicio para as atividades (ex: liberar um serviço após a aprovação da etapa anterior), os materiais, ferramentas e equipamentos necessários para a realização das tarefas de forma planejada (ex: grua, andaimes, etc.), cuidados em relação à segurança do trabalho, e orientação para o monitoramento dos processos, a maneira de verificar conformidades e os cuidados para preservação do serviço concluído. Não esquecendo que toda documentação deve estar concluída e disponível para os envolvidos.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;">O que não deve ocorrer no controle dos serviços:</span></em></p>
<ul>
<li>Falhas no processo de manutenção de equipamentos, não assegurando a capacidade do processo;</li>
<li>Falta de adequação nas condições adequadas para se trabalhar;</li>
<li>Descrever processos de execução de serviços ideal e não atual;</li>
<li>Não abranger todos os equipamentos de medição e monitoramento, e até não calibração;</li>
<li>Prever documentos de referencias e não considerá-los plenamente na execução dos processos;</li>
<li>Prever verificações no inicio, durante e esquecer o final (testes detalhados de funcionamento e desempenho), e;</li>
<li>Não dominar realmente os parâmetros de controle para cada serviço.</li>
</ul>
<p>Eis algumas regras primordiais para o bom andamento das atividades a fim de garantir a qualidade do produto final, satisfazendo assim nossos clientes.</p>
<p>Nos próximos artigos, iremos descrever de forma prática como estas atividades são realizadas, assim como as suas dificuldades e formas de superá-las!</p>
<p>Fico à disposição de vocês!</p>
<p><strong><em>Cláudia Cruz</em></strong></p>
<p>Email: <a href="mailto:claudia@lpriori.com.br">claudia@lpriori.com.br</a></p>
<p>Skype: <a href="mailto:danidematos@pop.com.br">claudia.cruz1</a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Acompanhamento da Produção e Qualidade nas obras (Por: Cláudia Cruz)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/01/acompanhamento-da-producao-e-qualidade-nas-obras-por-claudia-cruz/</link>
		<comments>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/01/acompanhamento-da-producao-e-qualidade-nas-obras-por-claudia-cruz/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 27 Jan 2010 10:54:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Claudia Cruz</dc:creator>
				<category><![CDATA[3-Gestão pela Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ISO 9001]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[PBQP-H]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Claudia Cruz]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir desta semana, teremos a oportunidade de ler os artigos da Cláudia Cruz, profissional com vasta experiência no segmento de Construção Civil, atualmente exercendo a função de Analista da Qualidade e Representante da Direção das empresas do Grupo L.PRIORI.
O primeiro artigo descreve de forma clara e prática, como são realizados os acompanhamentos da produção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta semana, teremos a oportunidade de ler os artigos da <strong>Cláudia Cruz</strong>, profissional com vasta experiência no segmento de Construção Civil, atualmente exercendo a função de <strong>Analista da Qualidade</strong> e <strong>Representante da Direção</strong> das empresas do Grupo <strong>L.PRIORI</strong>.</p>
<p>O primeiro artigo descreve de forma clara e prática, como são realizados os acompanhamentos da <strong>produção</strong> e <strong>qualidade</strong> nas obras:<strong></strong></p>
<p><strong>Controle da Produção </strong></p>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/7546885.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2480" title="7546885" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/7546885.jpg" alt="7546885" width="246" height="158" /></a></p>
<p>O controle da produção nas obras consiste em monitorar o andamento das obras com base nos serviços executados pela construtora e seus fornecedores.</p>
<p>Em primeiro lugar, é preciso garantir o cumprimento do planejamento físico da obra, através das seguintes atividades:</p>
<ul>
<li>Por meio do monitoramento dos prazos estabelecidos;</li>
<li>Do andamento / acompanhamento das várias etapas de execução de obras, e;</li>
<li>Tomada de ações corretivas com o objetivo de corrigir desvios que porventura ocorrer.</li>
</ul>
<p>Para realizar o controle da produção é necessário:</p>
<ul>
<li>Estabelecer metas de produção para o mês seguinte, baseadas no planejamento físico, e os fornecedores de serviço. Isso pode ser feito usando-se planilhas ou quadros espalhados em pontos estratégicos do canteiro que consideram a produção diária ou semanal;</li>
<li>Avaliar o andamento dos serviços nas reuniões com a construtora e seus fornecedores. As reuniões ocorrem com periodicidade semanal, quinzenal ou mensal, dependendo da velocidade de execução da obra. Nessas reuniões também se verifica a existência de interferências entre os serviços que estão sendo executados pelos diversos fornecedores;</li>
<li>Verificar a existência de tendências de atraso por meio da análise da velocidade de execução dos serviços, e estabelecer novas metas para recuperação do tempo perdido, verificando se o fornecedor tem disponibilidade de recursos para a execução dos serviços programados.</li>
<li>Realizar a medição dos serviços concluídos para pagamento dos fornecedores, conforme a sistemática de medição dos serviços estabelecida no PQO &#8211; Plano da Qualidade da obra.</li>
</ul>
<p><strong>Controle da Qualidade </strong></p>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/20070514170832.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2481" title="20070514170832" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/20070514170832.jpg" alt="20070514170832" width="259" height="183" /></a><strong></strong></p>
<p>O controle da qualidade da obra é realizado tendo-se como referencia o PQO – Plano da Qualidade, que foi estabelecido ainda na etapa de planejamento. Em uma das suas ações, o PQO prevê o controle de materiais, equipamentos, mão de obra, serviços e a organização do canteiro de obra.</p>
<p>A seguir apresentamos alguns controles de qualidade que a construtora deve exercer durante a execução da obra:</p>
<ul>
<li>Materiais e equipamentos:
<ul>
<li>Acompanhar o processo de aquisição de materiais: escolha do fornecedor, cotação, compra e prazo para entrega;</li>
<li>Acompanhar o processo de aluguel de equipamentos, previstos no planejamento físico, que são usados para execução do transporte vertical e horizontal da obra, analisando a capacidade da empresa fornecedora em assumir responsabilidade técnica relacionada à operação e à manutenção do equipamento.</li>
<li>Monitorar o recebimento dos materiais, manuseio e armazenamento.</li>
<li>Monitorar o consumo de materiais e comparar com os quantitativos e os custos estabelecidos no orçamento.</li>
</ul>
</li>
<li>Serviços:
<ul>
<li>Monitorar o processo de aquisição de serviços: seleção do fornecedor com base na sua capacitação, cotação e contratação.</li>
<li>Avaliar a desempenho dos fornecedores, baseando-se no cumprimento do planejamento físico e no controle da qualidade.</li>
<li>Supervisionar e controlar a utilização dos EPI´s e dispositivos de segurança do trabalho pelos funcionários.</li>
</ul>
</li>
<li>Canteiro de obra:
<ul>
<li>Acompanhar a evolução da organização do canteiro da obra de acordo com o andamento da obra, observando: as áreas destinadas às pessoas, à estocagem de materiais e às centrais de produção.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p>O controle da qualidade é feito por meio de:</p>
<ul>
<li>Inspeções periódicas e por amostragem de serviços e materiais, conforme os critérios de inspeção e de aceitação estabelecidos nos Procedimentos de Execução de Serviços (PES) e Procedimentos de Controle de Materiais (PCM). Essas inspeções são registradas em formulários específicos, sendo possível a utilização dos controles da própria construtora, caso ela possua um sistema de gestão da qualidade.</li>
<li>Ações corretivas necessárias em caso de identificação de falhas e não conformidades.</li>
</ul>
<p>É importante ressaltar que um serviço só poderá ser considerado concluído e ser pago após sua liberação pelo controle da qualidade.</p>
<p>Nos próximos artigos (clique <strong><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/02/controle-dos-servicos-de-execucao-por-claudia-cruz/" target="_blank">aqui</a></strong>), iremos descrever de forma prática como estas atividades são realizadas, assim como as suas dificuldades e formas de superá-las!</p>
<p>Fico à disposição de vocês!</p>
<p><strong><em>Cláudia Cruz</em></strong></p>
<p>Email: <a href="mailto:claudia@lpriori.com.br">claudia@lpriori.com.br</a></p>
<p>Skype: <a href="mailto:danidematos@pop.com.br">claudia.cruz1</a></p>
]]></content:encoded>
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