Recebemos, hoje, uma release de uma reportagem da Planeta Voluntários, a maior rede social de voluntários e ONGs do Brasil.

E se o nosso planeta Terra fosse reduzido a uma cidade pequena com 100 habitantes, qual seria a nossa posição neste pequeno mundo?

Fizemos questão de representar as distribuições em formato de gráficos com a finalidade de estimular a nossa consciência social para esta realidade em menor escala.

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Poderíamos refletir que:

  • Quando olha para o mundo nessa perspectiva, consegue perceber a real necessidade de solidariedade, compreensão e educação?
  • Esta manhã, se acordar com saúde, então é mais feliz do que 1 milhão de pessoas que não vão sobreviver até ao final da próxima semana.
  • Se nunca sofrer os efeitos da guerra, a solidão de uma cela, a agonia da tortura, ou fome, então é mais feliz do que outros 500 milhões de pessoas do mundo.
  • Se pode entrar numa igreja (ou Mesquita) sem medo de ser preso ou morto, é mais feliz do que outros 3 milhões de pessoas do mundo.
  • Se tem comida na geladeira, tem sapatos e roupa, tem uma cama e teto, é mais rico do que 75% das outras pessoas do mundo.
  • Se tem uma conta bancária, dinheiro na carteira e algumas moedas num moedeiro, pertence ao pequeno grupo de 8% de pessoas do mundo que estão bem na vida.

I-467-0250Se está lendo esta mensagem, é triplamente abençoado, pois:

  • Alguém lembrou-se de você.
  • Não faz parte do grupo de 780 milhões de pessoas que não sabem ler.
  • E tem um computador!
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Com tantos blogs e redes sociais por ai, não é tão fácil saber onde e quando alguém falou mal de um produto ou serviço – ainda mais se for de uma pequena ou média empresa pouco conhecida. A boa notícia é que existem diversos mecanismos gratuitos que ajudam no monitoramento. Eis alguns dos mais usados (clique nos hiperlinks).

  1. Google Alerts: rastreia, com base em alguns tópicos predefinidos, os grupos de discussão do Google. Possui versão em português e avisa os resultados por e-mail.
  2. Icerocket: busca menções em blogs, notícias, imagens. MySpace e Twitter. As respostas são organizadas em ordem cronológica, como o horário e a data dos posts.
  3. Social Mention: encontra um determinado termo em redes sociais. Fornece estatística como quantidade de citações e autores que publicaram um termo com mais frequência.
  4. BlogBlogs: vasculha mais de 200 000 títulos de blogs nacionais cadastrados no site e mantem um ranking dos blogs que recebem mais visitas e comentários dos internautas.
  5. Google Blogs Search: Seus resultados abrangem somente blogs – nacionais e estrangeiros. A pesquisa funciona de maneira idêntica ao Google tradicional – o que torna a ferramenta bastante fácil de usar.
  6. TweetBeep: Monitora o Twitter e envia alertas. Pode-se definir uma palavra-chave, escolher a periodicidade para receber os avisos e ainda ignorar tweets que contenham um termo específico.
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Comparado com a era anterior, a industrial no qual o acesso as informações era restrito a um pequeno grupo de privilegiados, atualmente na era da informação, existe um excesso de informações!

As informações estão cada dia mais dinâmicas, são acessíveis a todos, são distribuídas de forma maciça, caótica. O desafio consiste em selecionar o que realmente é importante para o aprendizado – a diferença é saber aprender.

O que é aprender? Aprender é transformar sua maneira de SENTIR, PENSAR e AGIR; considerando que existe, pelo menos deveria existir uma seqüência lógica destes “três” elementos, ou seja, primeiro eu sinto, ou seja, percebo algo … logo em seguida em penso, ou seja, raciocino … e finalmente eu ajo, ou seja, eu tomo uma atitude!

Na categoria SENTIR estão nossas emoções e sentimentos. Uma pessoa pode ser ensinada a sentir inveja diante de outra que possua certa habilidade, característica ou um objetivo considerado de valor. Pode haver outra cultura, entretanto, que a posse dessa característica ou objeto não seja vista como invejável. Os modos de sentir podem mostrar-se inadequados e o indivíduo pode querer aprender outros modelos, mudando, portanto.

Na categoria PENSAR incluem-se suas idéias, visões de mundo, modelos (idealização sobre como as coisas são ou funcionam), conceitos, paradigmas. Por exemplo, você pode pensar algo sobre o consumidor: as pessoas nunca vão deixar de ir ao supermercado. Essa idéia pode revelar-se coerente ou não com a realidade. Nós adquirimos um conjunto de modos de pensar por meio dos relacionamentos familiares, sociais e da escola. Muitas vezes o mundo se transforma e não mudamos a maneira de vê-lo.

Na categoria AGIR estão nossos comportamentos, hábitos, condutas. Tudo isso tem relação com nossos pensamentos (PENSAR) e sentimentos (SENTIR)!

Além do excesso de informações, somam-se algumas “barreiras” ao aprendizado, tais como:

  • A resistência natural do indivíduo à mudança, que traz desconforto e medo;
  • O ambiente que segura qualquer tentativa de mudança – isto é, o medo de outros indivíduos que resistem à mudança e tentam enquadrar o mais ousado
  • A desinformação – o indivíduo não se expõe a novas informações e mantém modos limitados de sentir, pensar e agir por não ter confronto. Muitas vezes ele não descobre nem mesmo coisas que seriam boas para si mesmo
  • O ceticismo, que tem várias origens, até emocionais. Ele pode fazer que o mesmo indivíduo que está cercado pela tecnologia e se beneficia dela a cada minuto não acredite na ciência
  • O desinteresse, a falta de curiosidade, a desmotivação – que podem também ter várias origens.

O que podemos fazer para aproveitar ao máximo a “era da informação”?

Podemos:

  • Combater rigorosamente o comodismo e as respostas fáceis.
  • Em vez de ficar buscando loucamente informações dispersas, procure ler textos mais extensos (livros e bons artigos), que são fundamentais para a formação de conceitos que facilitarão e orientarão posteriormente a busca e assimilação das informações. Lembre-se de que não adianta ter muita informação se não soubermos utilizá-la.
  • Buscar sempre a informação, mesmo sem ter objetivos imediatos a atingir com ela.
  • Adquira a humildade dos sábios, que nunca acreditam que sabem tudo e sempre estão dispostos a ouvir mais e a dizer menos.
  • Valorizar as oportunidades de mudança: contatos, eventos, viagens, desafios.
  • Deixar a competitividade de lado, que ela não combina com uma atitude de busca do saber: em vez de tentar provar que você está certo ou que o outro está errado, entre numa linha de cooperação que todos aprenderão mais.
  • Deixar de lado os preconceitos – contra pessoas, correntes filosóficas ou religiosas, métodos, linhas de atuação.
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Em homenagem ao Dia do Cliente que será amanha, dia 15 de setembro, pelo menos em 120 municípios da Federação (Brasil), estamos disponibilizando em nosso WeBlog um novo “Canal de Comunicação” para com os nossos “visitantes” … o “Atendimento on-line via MSN”!

Pelas nossas estatísticas de acesso, estamos com uma média de cerca de 450 acessos por dia! Para nós isto nos “enche de orgulho”, mas principalmente de responsabilidades! Então resolvemos implementar esta “ferramenta”. Nosso aliado o Nícolas Müller (http://www.nmuller.net/) em conjunto com as orientações valiosas do Jonathan Lamim Antunes em seu post “Atendimento on-line via MSN no seu site” realizou este trabalho! Obrigado Nícolas, obrigado Jonathan!

Esperamos aumentar a proximidade com os nossos visitantes!

Hah, como utilizar este “atendimento on-line” em nosso WeBlog? Clique no ícone que encontra-se na lateral direita, logo abaixo no “quebra-cabeças”!

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Logo após eu entrar na “blogosfera”, o universo dos “blogs”, através da criação do nosso WeBlog, fiquei curioso, para não dizer ansioso, em ter a garantia que os “visitantes” iriam se manter fiéis aos nossos “posts”!

O profissional que nos auxiliou na criação do nosso WeBlog, Nicolas Muller, tinha a “solução”! Comentou-me que seria através dos “Feed RSS”! Meu Deus são muitas palavras / termos novos para mim … iniciante na “blogosfera”, às vezes já é difícil explicar o “qualitês” e o “isoês” para os nossos clientes!

Então sugeri, ao Nicolas, que elaborasse um “post” sobre esta “ferramenta”. Convido-os a ler o artigo, no qual o Nicolas aborda de forma clara e objetiva este assunto!

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