Você sabe quando surgiu o sistema de comunicação via internet mais famoso e na maioria das vezes infelizmente mal utilizado? Mas de “quem” nos estamos falando? Sim, estamos falando do “e-mail”.

O e-mail surgiu em 1965 e vem sendo utilizado desde então com pouquíssimas alterações! Na década de 90 começou a ser utilizado nas empresas como ferramenta de comunicação. Me lembro quando se iniciou a “onda” de tornar as reuniões mais eficazes, lembram? E como solução para estes encontros improdutivos, uma boa parte dos gestores tinha uma solução mais “eficiente”, ou seja: “por favor em vez desta reunião, vamos nos comunicar através de e-mail!”. Ledo engano, agora o maior problema corporativo é o famigerado E-MAIL!

Recentemente, li uma reportagem muito esclarecedora sobre como criar / usar alternativas mais simples para diminuir o uso inadequado do E-MAIL. A reportagem foi publicada no website da HSM pelo Sr. Christian Barbosa). No final da reportagem, ele sugere / instiga uma mudança de paradigma!

A seguir publicamos na integra esta reportagem, aproveitem e comecem a mudar os comportamentos / atitudes! Leia mais clicando aqui »

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Em tempos de aquecimento global, surgem a todo o momento temas recorrentes a fenômenos climáticos, como a falta ou o excesso de chuvas, noticiados em meio a tragédias recentes (desmoronamentos no Rio de Janeiro, Santa Catarina). Diante dessa realidade, a preocupação com o meio ambiente e a sociedade vem ganhando cada dia mais espaço na mídia, pautando debates nas empresas e instituições.

Políticas colaborativas, que muitas vezes partem de uma estratégia de comunicação, invariavelmente auxiliam na melhoria da imagem da organização e geram à sociedade um retorno cidadão. Mas para alcançar esse título, não basta apenas comercializar produtos sustentáveis, plantar árvores ou mesmo doar materiais para entidades carentes. Trata-se antes de tudo em vivenciar um posicionamento totalmente voltado para o bem social e ambiental.

greenwashedPortanto, o marketing sócioambiental não incide apenas em construir uma imagem externa positiva da empresa. Pressupõe que as políticas de responsabilidade na organização criem uma nova cultura entre empresários, colaboradores, fornecedores e clientes. Ou seja, ser e fazer o que é necessário para o bem do planeta!

E de que forma, uma empresa consegue driblar o capitalismo para desenvolver uma cultura sócioambiental? Primeiramente, o empresário deve desenvolver uma visão voltada para o bem comum. Isso não significa ter que deixar de pensar no lucro, mas diante dos recursos gerados possa revertê-lo em benefício da sociedade para que de forma sustentável possa obter uma vida com mais qualidade.

Mas em termos de mídia, o que se ganha com isso? Vivenciando essas políticas, a empresa passa a ser vista como amiga da natureza, por exemplo, agregando credibilidade a sua marca perante o mercado e seus clientes. Defina propostas de engajamento em que você acredita e envolva as equipes nas ações, desenvolvendo assim um cronograma em longo prazo.

Seja conhecido e lembrado como alguém que faz a diferença em assuntos voltados para o seu setor. Em uma empresa do ramo alimentício, por exemplo, é essencial preocupar-se com o descarte consciente de resíduos, o reaproveitamento da água e o uso responsável de agrotóxicos ou conservantes. Por outro lado, se você faz ações importantes que contribuam direta ou indiretamente para a sustentabilidade do planeta não deixe de divulgá-las à imprensa, clientes, fornecedores, parceiros e amigos.

Mas, lembre-se: desenvolver uma política sócioambiental não é uma questão de status e sim de responsabilidade perante todos!

Não perca tempo… O futuro da sua empresa só depende da sua atitude.

Permanecemos a inteira disposição para esclarecimentos.

Cláudia Boff

Email: claudiaboff@gmail.com

Jornalista e Especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Empresarial

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midias-sociais-magic2A internet é um fenômeno comunicacional mundial ao qual nenhuma empresa, independente do porte, pode ficar de fora. Fazer parte da rede mundial de computadores não é mais uma questão de status, mas de sobrevivência no mercado. Sem dizer que é uma forma moderna e barata de divulgação para qualquer negócio. Basta estar conectado para que o conteúdo que se queira disponibilizar chegue gratuitamente a todos os cantos do planeta.

Para alguns, as mídias digitais podem até parecer impessoais – já que não contemplam o contato físico, pelo menos em um primeiro momento. Mas não esqueça que os recursos multimídias, que contemplam conteúdos em diferentes formatos (dentre texto, áudio e vídeo, etc.), além da constante interatividade, podem dar um tratamento diferenciado à apresentação de sua empresa. Leia mais clicando aqui »

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Media trainingComunicar-se com a imprensa exige certo jogo de cintura, pois não basta que um conteúdo seja novo ou extraordinário. A mensagem deve ser bem transmitida. Uma única aparição na mídia, dependendo da relevância do assunto, pode alavancar seu negócio ou acabar com uma reputação impecável. Afinal, quem quer se destacar no mercado precisa se expressar de forma rica e atrativa, além de ter um bom relacionamento com a mídia.

Imagine-se sendo o único sobrevivente de uma explosão, que vitimou dezenas de pessoas, no seu local de trabalho. Você permanece horas preso em meio aos escombros e acaba salvo pelos Bombeiros. Mesmo fragilizado, se vê cercado de repórteres… Querendo ou não, torna-se fonte da informação e acaba sabatinado.

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gerenciarDando continuidade ao post anterior (clique aqui), hoje iremos falar sobre a funcionabilidade de um Plano de Prevenção e Gerenciamento de Crises.

Mesmo que a sua empresa esteja passando por um momento de bons negócios é preciso estar alerta. Situações inesperadas, como um curto-circuito, pedidos de indenização, paralisação de funcionários e até mesmo a veiculação de notícias negativas na mídia podem provocar uma crise. Independente do tamanho do problema, ela deve ser solucionada o mais breve possível, evitando a perda de recursos (como dinheiro, tempo e pessoas) e danos à imagem da organização.

Correr este risco é inevitável, porém, ele pode ser minimizado. A prevenção de crises começa na observação de situações recorrentes, ou seja, verificar atitudes que possam estar gerando ou venham a causar dificuldades. Sabendo os pontos fracos e fortes da empresa, é possível antecipar ainda mais os acontecimentos iminentes. Com base em experiências passadas, uma organização estará preparada para enfrentar momentos críticos munida de um Manual de Gerenciamento de Crise. Leia mais clicando aqui »

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Dando continuidade ao post anterior (clique aqui), hoje iremos falar sobre a origem das situações críticas que podem comprometer o Negócio das organizações.

Sendo a empresa uma instituição financeira, torna-se passível a situações adversas. Constituída de pessoas, ela sofre influências o tempo todo seja em caráter informativo, de natureza legal, econômica e mercadológica, e até regulatória. Preocupando-se com circunstâncias que possam comprometer seu negócio, o profissional demonstra uma visão empresarial moderna e só tem a ganhar!

Para os especialistas, a prevenção é a melhor forma de lidar com crises. Antecipar-se, investindo seu tempo quando tudo parece bem, é um caminho mais produtivo… Isso ajudará a equipe a lidar com determinados problemas. Estudar tais casos também auxilia no gerenciamento de ocorrências inesperadas.

Os tipos de crise, porém, variam conforme a realidade de cada organização. Eles dependem dos valores cultivados por seus indivíduos e estão intrinsecamente relacionados à origem do acontecimento e suas características:

  • Criminosa: sabotagens, atentados, sequestros e vandalismo;
  • Natureza Econômica: greves, desvalorização, consequências negativas devido a pacotes econômicos ou mudanças na economia;
  • Informação: a partir de rumores, boatos ou intrigas, acusações diversas, geralmente impulsionadas pela imprensa;
  • Desastres: contaminações de produtos ao meio ambiente, explosões, incêndios e vazamentos; fenômenos naturais como tempestades, enchentes e desmoronamentos;
  • Falhas em equipamentos ou construções: colapsos na rede de computadores, provedores e telefones, defeitos em produtos industriais e quebra nos sistemas de segurança e qualidade;
  • Natureza legal: ações judiciais contra a própria empresa, pedidos de indenização ou condenação;
  • Reputação: exposição negativa da empresa causada por boatos e denúncias, geralmente gerados pela imprensa;
  • Relações humanas: demissão de altos executivos, denúncias de funcionários e sucessões de lideranças organizacionais;
  • Envolvendo risco à vida: grandes contaminações, acidentes de trabalho e mortes, e;
  • Regulatórias: obstáculos fiscais e monetários por parte do governo, regulamentações de leis governamentais e sindicatos de classe.

O Gerenciamento de Crises primeiro cuida das situações em potencial para evitar que elas venham a ocorrer efetivamente. Conhecendo os pontos fracos da empresa, o profissional estará preparado para minimizar grande parte dos efeitos gerados por uma crise.

Diante de uma crise, a empresa não deve esconder a situação pela qual está passando e sim revertê-la perante a opinião pública. Ao lidar com a imprensa, por exemplo, terá prontamente repostas diretas, dando todos os detalhes pertinentes, desde que não haja quebra de segurança ou sigilo.

Passada a crise, o próximo passo será reorganizar o planejamento de relações públicas da empresa voltando suas decisões para o redimensionamento do negócio, controles de segurança, condições sócio-ambientais e análise das políticas estratégias de comunicação. Para enfrentar ocorrências futuras é fundamental que a empresa esteja munida de um manual de Gerenciamento de Crise. (Saiba mais sobre ele na próxima semana!)

Cláudia Boff

Email: claudiaboff@gmail.com

Jornalista e Especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Empresarial

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Hoje em dia fala-se muito na comunicação dentro das empresas e sociedade, essa ferramenta tão essencial nas nossas vidas (familiar, social e de trabalho). É através dela que conseguimos transferir ao outro o que estamos pensando, o que sentimos, queremos e até mesmo o que desejamos, além de demonstrar quais são nossas idéias e quais são nossos valores mais essenciais. Afinal a utilizamos para falar sobre nós. Ela é o ato de comungar idéias, sugestões e opiniões entre duas ou mais pessoas.

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A história nos mostra a importância da comunicação é através dela que conseguimos nos expressar e alcançar nossos objetivos. Ela pode se anunciar de várias formas: escrita, corporal e verbal, sendo que a mais utilizada é o diálogo.

Comunicar-se é simplesmente ter uma ponte de compreensão entre você e outras pessoas, de tal forma que possam compartilhar aquilo que sentem e sabem.

Sabemos que existem as dificuldades na hora em que queremos expressar ao outro o que queremos dizer. Mas para que a comunicação seja eficaz temos que nos lembrar de 3 situações: quem fala, quem escuta e o que se interpreta daquilo que se quis dizer. Essa é a base da comunicação, por isso sempre é importante perguntar ao outro se entendeu o que você disse e pedir para que ele repita o que você falou. Para saber se ele realmente compreendeu o que você quis dizer.

Lembre-se ainda que falar o que se quer dá direito ao outro de também dizer o que pensa, então tenha cuidado, você pode falar uma coisa de mil maneiras diferentes, procure a melhor forma de dizer o que se pensa e o que quer falar, pois para cada ação sua terá a reação do outro, então lembre-se que a maioria das vezes não importa O QUE você quis dizer, mas COMO você disse, por isso tome cuidado em como falar com as pessoas, pois isso tem um peso positivo ou negativo naquilo que você quer dizer.

Pense nisso, você pode fazer diferente e fazer a diferença se realmente desejar isso. . .

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

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Caludia BoffA partir desta semana, estaremos publicando artigos da Sra. Cláudia Boff, Jornalista e Especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Empresarial. Maiores informações sobre esta profissional podem ser acessados a apartir dos conteúdos dos seus dois blogs (Clique nos hiperlinks):

Iniciaremos as publicações com uma série de artigos que explanarão sobre a importância de estabelecermos uma cultura em nossas organizações sobre Gerenciamento de Crises.

Seja bem vinda, Cláudia Boff!

Uma empresa, desde seu nascimento, pode ser comparada a um organismo vivo que passa por metamorfoses. E, em meio a buscas e descobertas, deverá sustentar uma imagem positiva perante o mercado. Mesmo pequena, de médio ou grande porte haverá momentos em que um conjunto de eventos poderá atingir inesperadamente seu patrimônio mais importante: a credibilidade, confiabilidade, reputação. Nesse momento, sua empresa e você estarão diante de uma crise!

Conceituando o termo, alguns estudiosos buscam a origem da palavra crise no grego Krinein, que significa separação, julgamento, momento decisivo. É algo que representa uma ameaça iminente às empresas, podendo paralisar ou prejudicar o andamento dos negócios. Gera perda de recursos (dinheiro, pessoas, tempo, etc.) e danos à imagem da organização, de suas marcas e ou de seus produtos.

Ocorrências que podem passar despercebidas, como uma máquina sem manutenção, a concorrência agressiva ou até mesmo funcionários prestes a gerar uma greve, podem se tornar facilmente uma crise. Por isso é importante que cada organização esteja atenta aos pontos fracos do seu negócio. Com preparação prévia, podem-se evitar determinadas ocasiões com o devido planejamento de ações. Até mesmo potenciais catástrofes, como incêndios, temporais e outros fenômenos da natureza podem ser minimizados através do estudo e entendimento de tais situações.

A falta de planejamento, e até mesmo de tempo, faz com que este acontecimento súbito torne-se uma degeneração, capaz de gerar irreparabilidade. É o fator surpresa que torna algo suscetível à crise, que deve ser revertida imediatamente com ações urgentes, de médio e curto prazo ou pílulas (soluções que demandam continuidade), conforme a preparação da equipe.

Em momentos críticos, o gerenciamento de crise envolverá tentativas de eliminar o fracasso, assim como o desenvolvimento de sistemas de comunicação junto aos stakeholders (públicos), que serão capazes de evitar ou administrar situações de crise.

O sucesso dependerá da capacidade que as organizações têm de enfrentá-las. Para isso, faz-se necessário estudar tais ocorrências, tendo uma atitude pró-ativa para prevení-las. Quando uma crise atinge pessoas e organizações de forma inesperada, põe em risco sua sustentabilidade. Mesmo não havendo uma hora marcada para a instalação de uma crise, a sobrevivência dependerá da habilidade que uma organização tem em processá-la.

No próximo artigo / post, continuaremos este assunto!

Permanecemos a inteira disposição para esclarecimentos.

Cláudia Boff

Email: claudiaboff@gmail.com

Jornalista e Especialista em Gestão Estratégica da Comunicação Empresarial

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