02-03-09_01As transformações ocorridas nas últimas décadas, a velocidade e o volume de informações que são disponibilizadas a cada dia têm aumentado, significativamente, o conhecimento das pessoas e alterado seus comportamentos. Os permanentes avanços tecnológicos, econômicos, políticos e sociais sinalizam cada vez mais para a necessidade das instituições de ensino em dirigir, coordenar, controlar e organizar suas atividades e procedimentos de forma estratégica.

Diante desse cenário, começa a prevalecer um pensamento comum de que as organizações educacionais precisariam investir em um sistema de gestão pela qualidade, formado por um conjunto de atividades planejadas e estruturadas de forma intencional com a finalidade de estabelecer o equilíbrio de integrar os componentes internos das instituições ao ambiente externo. Nascia aí a Gestão pela Qualidade nas instituições de ensino!

Em consequência do sucesso da aplicação da Gestão pela Qualidade, em algumas empresas, e da extensão desse modelo para outros segmentos, além da indústria, fazendo com que na administração da educação cada vez mais surgisse o termo gestão e a busca por ferramentas que aperfeiçoassem os processos no ambiente educacional, refletindo diretamente na melhoria dos serviços educacionais oferecidos e, felizmente, em um ensino mais eficiente, efetivo e eficaz.

Atualmente, as instituições de ensino que praticam a Gestão Estratégica fundamentada, na qualidade dos processos, aperfeiçoam o conhecimento renovável, encontrando mais possibilidades de acompanhar as mudanças no contexto mundial e criando novos diferenciais organizacionais, que proporcionam uma capacidade de reação, muito mais rápida do que aquelas que simplesmente se dedicam a repetir hoje o que já funcionou no passado.

Cada vez mais as instituições de ensino entendem que a Gestão pela Qualidade possibilita um conhecimento mais aprofundando do negócio, mais clareza na atuação, possibilitando maior assertividade na tomada de decisão quanto às ações estratégicas, táticas e operacionais. Como consequência, atenderão melhor às necessidades e expectativas da comunidade escolar e cumprirão o propósito primordial: educar cidadãos mais preparados e conscientes do seu papel na sociedade, verdadeiros agentes de transformação social, comprometidos com a melhoria da qualidade de vida na construção de um mundo mais próspero, humano e justo.

Fico à disposição de vocês!

Andréia Guerra – Gerente Administrativa Grupo Educacional Caminho do Saber

Pedagoga, Especialista em Gestão de Pessoas e Psicologia Organizacional

E-mail: andreiaguerra-@live.com

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peca-chave_2ddddd1d447ee0915a15384aa65b0499Uma das heranças da filosofia antiga é o entendimento de que o ser humano tem corpo e alma. Uma dualidade que pode ser compreendida como um todo maior, acenando para algo não material, como parte constitutiva da existência. A tentativa de apresentação de partes que completam um todo não pode ser reduzida à divisão. Olhar o ser humano globalmente é acolher a possibilidade de uma existência que ultrapasse o campo material. Assim, pode-se dizer que há algo que vai além do concreto. E essa dimensão é identificada como existência espiritual.

Longe da pretensão de comprovar cientificamente a dimensão espiritual, pode-se, porém, deduzir que existe uma realidade nem sempre descritível que enriquece a vida e possibilita sentimentos e ações que ultrapassam o campo da materialidade. O ser humano tem alma. Se for motivo de inquietude para alguns, não está impedido o caminho de comprovação do contrário. Certamente muito ainda será dito, concordando ou discordando, mas enquanto isso é aconselhável não excluir a possibilidade de que a espiritualidade faz diferença.

O cotidiano é repleto de sinais de espiritualidade. Independente de entendimento ou não, a vida segue seu ritmo e as descobertas, mesmo distantes do campo da cientificidade, possibilitam reflexão e encantamento. Sinceramente, é impossível não acreditar em algo maior, que ultrapasse o campo da percepção. Não admitir a dimensão espiritual é apequenar a existência, vivendo à margem da profundidade, onde a contemplação ocuparia o lugar da explicação. Leia mais clicando aqui »

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CapturarRecentemente localizei na rede um documento elaborado pelo Instituto de Engenharia Biomédica da Universidade Federal de Santa Catarina (IEB-UFSC) sob a orientação e coordenação do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) para o setor de equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos (EMHO),

Esta publicação apresenta o Panorama Setorial da Cadeia produtiva de EMHO, com dados de mercado referenciados e analisados até 2006. É um trabalho panorâmico, mas também analítico, que oferece subsídios para o desenvolvimento de propostas estratégicas e tecnológicas e será utilizado como base para a elaboração do Estudo Prospectivo deste setor.

Para as empresas deste setor, e principalmente para os gestores estratégicos destas organizações esta leitura e análise são fundamentais.

Clique aqui e acesse o estudo na íntegra.

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Você sabe quando surgiu o sistema de comunicação via internet mais famoso e na maioria das vezes infelizmente mal utilizado? Mas de “quem” nos estamos falando? Sim, estamos falando do “e-mail”.

O e-mail surgiu em 1965 e vem sendo utilizado desde então com pouquíssimas alterações! Na década de 90 começou a ser utilizado nas empresas como ferramenta de comunicação. Me lembro quando se iniciou a “onda” de tornar as reuniões mais eficazes, lembram? E como solução para estes encontros improdutivos, uma boa parte dos gestores tinha uma solução mais “eficiente”, ou seja: “por favor em vez desta reunião, vamos nos comunicar através de e-mail!”. Ledo engano, agora o maior problema corporativo é o famigerado E-MAIL!

Recentemente, li uma reportagem muito esclarecedora sobre como criar / usar alternativas mais simples para diminuir o uso inadequado do E-MAIL. A reportagem foi publicada no website da HSM pelo Sr. Christian Barbosa). No final da reportagem, ele sugere / instiga uma mudança de paradigma!

A seguir publicamos na integra esta reportagem, aproveitem e comecem a mudar os comportamentos / atitudes! Leia mais clicando aqui »

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piramide-alimentarEste final de semana, li uma entrevista muito bem elaborada sobre um assunto que há um bom tempo me preocupa: a influência de uma alimentação balanceada na produtividade dos colaboradores!

Sim, muitas empresas / organizações fazem a propaganda de que possuem como benefício diferenciado para os seus colaboradores, a existência de refeitório em sua infraestrutura, mas será que somente a existência é o suficiente para motivar os seus colaboradores e quem sabe potenciais colaboradores?

Aproveito para lembrarem da “famosa” pirâmide alimentar (clique na figura ao lado).

Nesta entrevista, que li, a entrevista, a Nutricionista, Sra. Andréa Rogick comenta que muitos empresários e gestores estão buscando ações para melhorar a qualidade de vida dos seus colaboradores, sendo que uma das mais importantes é a alimentação. Conforme ele comenta no inicio da entrevista: “funcionários sadios produzem melhor”.

E você concorda com esta afirmação?

A sua empresa esta preocupada com a alimentação dos seus colaboradores?

E você, principalmente, esta agindo de forma adequada para melhorar a sua dieta alimentar?

Clique neste link e analise na integra a entrevista com esta profissional.

Segue, também abaixo, o endereço do website da empresa Torres Associados – Consultores de Benefícios, no qual a Sra. Andréa Rogick faz parte:

http://torresbeneficios.blogspot.com/

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estimaMuitas pessoas queixam-se de dificuldades para resolver conflitos pessoais devido à baixa estima e o sentimento de inferioridade.

O mais comum é as pessoas se sentirem inferiores aos colegas de trabalho, aos irmãos, aos vizinhos, etc. É óbvio que o sentimento de inferioridade vem acompanhado quando há comparação naquilo que buscamos e acreditamos. Perpassa a idéia de que o outro é feliz. O outro consegue. O outro pode. As pessoas querem se igualar aos outros, geralmente “pensando” que é o modelo de ser.

A igualdade não existe porque pessoas não são todas iguais. A diversidade, a heterogeneidade dos seres humanos é que traz a evolução e não dá espaço para que  o outro seja inferior. É diferente, mas não inferior.

Outro fator que pode causar o aumento do sentimento de inferioridade é o medo. Talvez por experiências já vividas, ou por situações que não aconteceram ainda. O passado não se muda, o futuro ainda não veio. E o presente? Este pode ser enfrentado com espírito altivo de que daqui por diante os pensamentos e ações estão voltados à melhoria das emoções.

Perceber onde estão os pensamentos que deprimem as ações como a inveja, o ciúme, o orgulho. Geralmente a “cura” destes sentimentos que atrapalham nossa vida vem através da valorização, da descoberta de si mesmo, do potencial que você não consegue ver, mas os outros veem.

Então, buscar aconselhamentos, equilíbrio e espiritualidade são, sem dúvida, um passo de grandeza e superioridade.

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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1 Comentário 13/05/2011 | Por: Hélio Rocha
Vamos “cumbucar”?

A duas semanas atrás, em uma das aulas de pós-graduação em “Lean Manufacturing” realizada pelo Prof. Eng. Luiz Paulo Hauth, tive a oportunidade de conhecer na prática um método simples, mas extremamente prático de desenvolver / compartilhar o conhecimento adquirido nas organizações no qual atuamos como consultores e principalmente como líderes / agentes de mudança. Na realidade já conhecia este método, às vezes utilizava o “termo / verbo” em minhas atividades de consultoria, mas sinceramente falava, sem embasamento, verdade!

Você sabe o que é “cumbucar” ou simplesmente “fazer cumbuca”? Se a resposta para esta pergunta foi sim ou pior, acho que sim, agora posso dizer para vocês que eu sei e principalmente sei como aplicar em minhas atividades de consultoria! Mas antes vamos conhecer a origem desta palavra, para que possamos de fato valorizar, quando usarmos em nosso dia-a-dia.

cumbuca_2Se buscarmos o significado no universo das utilidades domésticas “modernas” iremos encontrar a seguinte definição: “peça multifuncional, utilizada para colocar cereais, sopas, caldos quentes ou frios, porções individuais de salada e até para servir petiscos.” Resumindo é uma cumbuca (rsrs)! Se irmos para a sua origem que é indígena, a língua Tupi-guarani, iremos encontrar que cumbuca, ou melhor, dizendo “cambuca” é um tipo de vasilha de barro no qual os proprietários do Brasil utilizam para fazer comida, por exemplo.

Mas voltando ao assunto de buscar desenvolver e/ou compartilhar o conhecimento adquirido, percebemos claramente que um dos principais problemas nas empresas brasileiras é não conseguir desenvolver e aproveitar a criatividade de seus funcionários / colaboradores. Gritamos “aos quatro cantos” que somos criativos, mas na realidade desperdiçamos talentos. Mas a pior situação é que às vezes sem percebermos guardamos para nós o que conhecemos… retemos o “acervo”, concordam?

Leia mais clicando aqui »

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Recentemente li um artigo muito bem elaborado no website da Qualiblog (clique aqui), que mencionava sobre as mudanças que estão por acontecer no processo de auditoria, em função da norma ISO 17021:2011, onde uma das maiores mudanças é não mais aplicarem a ISO 19011 como base para as auditorias de terceira parte (da certificadora).

Pensando assim, lembrei-me dos diversos pedidos que recebemos sobre esclarecimentos sobre o processo de auditoria interna, considerando todas as fases, ou seja: preparação, exame (coleta de dados), acompanhamento e avaliação da equipe auditora. Sendo assim o objetivo deste artigo é disponibilizar para os nossos visitantes, o nosso conhecimento sobre este assunto, logo abaixo estão os modelos de processo, procedimento e registros da qualidade referente a auditoria interna. Também estamos disponibilizando alguns materiais de apoio para serem encaminhados para os auditados, às vezes esquecidos no processo de implementação deste requisito da ISO 9001:2008 (8.2.2).

Fiquem à vontade para sugerirem melhorias nestes materiais, pois este é um dos diversos “kits”, ou seja, não é o melhor e nem o único!

Segue o kit  para auditorias internas:

  1. Procedimento de Auditoria Interna;
  2. Programa Anual de Auditorias Internas;
  3. Planejamento das Auditorias Internas;
  4. Lista de Verificação;
  5. Relatório de Auditoria Interna;
  6. Avaliação de Desempenho do Auditor Interno;
  7. Orientação sobre Lista de Verificação;
  8. Orientações para reuniões abertura e encerramento, e;
  9. Cartilha sobre como se preparar para uma auditoria interna.
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A revista Vida Simples de abril de 2011 traz uma notícia muito motivadora denominada “Operação Lixo Zero”, no qual uma família inglesa nos mostra como é fácil estabelecermos um compromisso para com o nosso planeta Terra. Veja abaixo a notícia na integra.

1314417-vlargeVocê já parou para pensar em quanto lixo você produz por ano? A família Strauss, da cidade inglesa de Gloucestershire, parou – e percebeu que podia diminuir drasticamente a quantidade de resíduos que colocava na lixeira. Tanto que, durante todo o ano de 2009, eles conseguiram encher apenas uma latão grande com detritos produzidos. Decidiram então, ir além: zerar a produção de lixo. Para isto, trataram de radicalizar o mote: “reduzir, reciclar e reutilizar”. O casal e a filha de 10 anos terminaram 2010 com uma mera sacola de lixo.

A mensagem deles de que é possivel reduzir a quantidade de lixo ganhou o mundo graças ao MY Zero Waste, site onde eles dão dicas e promovem debates sobre o tema. “O impacto coletivo de todos fazendo a sua parte pode levar a uma mudança significativa e transformarmos totalmente nossa relação com nossos resíduos”, diz Rachelle, a mãe.

A experiência rendeu a eles um projeto de documentário que começa a ser gravado em abril.

Para 2011, o objetivo deles é ajudar outras pessoas a reduzir os dejetos. “E adoraríamos acumular menos que uma sacolinha de lixo em 2011”, espera ela.

www.myzerowaste.com

Fico à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

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dia_internacional_da_mulherMulher, no dicionário significa pessoa do sexo feminino; depois da puberdade esposa. Em pleno século 21, este conceito simples é “meio ultrapassado”.

Talvez a singularidade da mulher em si, reporte o quão é difícil contextualizar a mulher pela sua dualidade. A mulher de muitas fases e qualidades, que decide, que ama, que serve, que vibra, que supera, que sofre, que se transforma em mãe, é a mesma que não é valorizada como deveria. Que às vezes fica em segundo plano.

Acredito que há avanços, embora lento. Há uma simbiose mútua entre as mulheres e homens nas trocas de vantagens entre si, a tal ponto de que surge a figura da mulher-mãe. Que sem dúvida é a experiência mais “completa” do conceito de mulher. Mulher que se entrega e não se cansa nas múltiplas fases e tarefas que lhes cabe.

Encontra tempo para fazer além do que poderia ter feito. Assim como há um tempo para cada coisa, há uma fase para cada período na vida da mulher. A mulher vive de fases, que vez ou outra, é pega pela raiva e depois passa.

A mulher soube se incorporar no mundo dos homens e, como eles mesmo dizem, impossível entender e compreender as mulheres.

Acredito que pela mobilidade e facilidade que a mulher tem se mudar, se reciclar e assimilar os desafios tornando-a mais parecida com o “jeito” masculino de ser. Há uma fase em que a mulher é tão segura de si, que pode pactuar o mundo eminentemente masculino, com ares de ternura e graça, (que lhes é peculiar) e que os homens pela sua natureza, ainda resistem em não ser.

Parabéns mulheres!

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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