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	<title>Simples Soluções &#187; Dica de Filme</title>
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	<description>13 anos de Experiência, Simplicidade e Resultados!</description>
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		<title>Vídeos Gratuitos sobre Lean Manufacturing na internet!</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Jul 2010 09:36:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[0-Posts de Hélio Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de "Website"]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema de Produção Enxuta (Lean Manufacturing)]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando continuidade ao post anterior, localizamos na internet um website que compartilha um acervo de vídeos gratuitos sobre Lean Manufacturing!
A maioria dos vídeos catalogados neste website foram colocados na rede através do YouTube.
Acesse através deste link o seu conteudo!
Pedimos aos Lean Implementing, ou seja, profissionais que implementam Lean Manufacturing que compartilhem os seus conhecimentos, através [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dando continuidade ao <strong><em><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/06/kaizen-sob-a-visao-de-lean-manufacturing/" target="_blank">post anterior</a></em></strong>, localizamos na internet um <em>website</em> que compartilha um acervo de vídeos gratuitos sobre <strong><em>Lean Manufacturing</em></strong>!</p>
<p>A maioria dos vídeos catalogados neste <em>website</em> foram colocados na rede através do <strong><em>YouTube</em></strong>.</p>
<p>Acesse através deste <strong><em><a href="http://www.askartsolutions.com/leanmanufacturingvideos/" target="_blank">link</a></em></strong> o seu conteudo!</p>
<p>Pedimos aos <strong><em>Lean Implementing</em></strong>, ou seja, profissionais que implementam <strong><em>Lean Manufacturing</em></strong> que compartilhem os seus conhecimentos, através de vídeos, registrando comentários neste <em>post</em>! Desta forma poderemos criar, de fato, uma cultura <strong><em>Lean</em></strong>!</p>
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		<title>Dica de Filme – Introdução do Curso ISO 27000</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2009/09/dica-de-filme-%e2%80%93-introducao-do-curso-iso-27000/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 19:28:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Wagner Firpo</dc:creator>
				<category><![CDATA[0-Posts de Carlos Wagner Firpo]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão da Segurança da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[ISO 27001]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Localizei um vídeo no You Tube muito esclarecedor sobre a norma ISO 27001, na realidade é um vídeo introdutório, realizado pelo Prof. Msc. Marcelo Lau, Diretor Executivo da Data Security Serviços Em Segurança de Dados Em Informática Ltda.
Segue o link deste vídeo.
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Capturar3.JPG"><img class="alignright size-medium wp-image-1439" title="Capturar" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Capturar3-300x244.jpg" alt="Capturar" width="300" height="244" /></a>Localizei um vídeo no <strong><em>You Tube</em></strong> muito esclarecedor sobre a norma <strong>ISO 27001</strong>, na realidade é um vídeo introdutório, realizado pelo <strong><em><a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=W043478" target="_blank">Prof. Msc. Marcelo Lau</a></em></strong>, Diretor Executivo da <strong><a href="http://www.datasecur.com.br/index.html" target="_blank">Data Security Serviços Em Segurança de Dados Em Informática Ltda</a></strong>.</p>
<p>Segue o <a href="http://www.youtube.com/watch?v=3ISY_fL9d_c" target="_blank"><strong><em>link</em></strong> </a>deste vídeo.</p>
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		<title>Dica de Filme – O Poderoso Chefão – Parte II</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 12:15:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[0-Posts de Pedro Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Filme]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Pessoas]]></category>
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Na tentativa de realizar um trabalho tão competente e não menos impecável, Francis Ford Coppola entregou uma obra muito mais complexa, mas não abriu mão do escopo tenso e vigoroso de cenários e personagens que conquistou o mundo pela excelência apresentada na primeira parte da trilogia. A rigor, Coppola seguiu a mesma cartilha, mas inseriu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Poderoso-chefão-II1.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1393" title="Poderoso chefão II" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Poderoso-chefão-II1.jpg" alt="Poderoso chefão II" width="240" height="161" /></a></p>
<p>Na tentativa de realizar um trabalho tão competente e não menos impecável, <em>Francis Ford Coppola</em> entregou uma obra muito mais complexa, mas não abriu mão do escopo tenso e vigoroso de cenários e personagens que conquistou o mundo pela excelência apresentada na primeira parte da trilogia. A rigor, <em>Coppola</em> seguiu a mesma cartilha, mas inseriu fatos históricos reais e falou ainda mais sobre o amor pela família. No entanto, na arriscada opção de carregar duas histórias paralelas, apesar de acertar na montagem, <em>Coppola</em> deixou-as sem isometria alguma, deixando claro que teve problemas sérios com a montagem paralela.</p>
<p>Ademais, <em>Coppola</em> e companhia preparam inúmeras inovações para esta continuação do original. O diretor, por exemplo, investiu numa teia com maior número de personagens importantes, apostou novamente nas longas tomadas e ampliou o espaço de improviso do elenco. O roteiro, desta vez, tem mais o carimbo do autor do livro, <em>Mario</em> <em>Puzo</em>, do que o do próprio diretor, mas mantém a construção dramática com perfeição, arriscando-se um pouco mais ao apresentar novos personagens. <em>O Poderoso Chefão &#8211; Parte II</em> possui, dentre seus maiores méritos, a ousada e belíssima fotografia de <em>Gordon</em> <em>Willis</em>, novamente procurando por novas e inovadoras alternativas, criando uma atmosfera ainda mais obscura e utilizando abundantemente tomadas em contraluz.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/poderoso_chefao2_02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1394" title="poderoso_chefao2_02" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/poderoso_chefao2_02-300x199.jpg" alt="poderoso_chefao2_02" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Tudo é claramente construído com o intuito de agravar e acentuar a trajetória icônica de <em>Michael</em> <em>Corleone</em>, um verdadeiro líder de grupo, que toma conta de tudo com voz e autoridade, ganhando respeito e confiança de todos. Obviamente falamos aqui de um homem que agia fora da lei, mas que evidentemente trabalhava seguindo rigorosos códigos éticos para o bem de sua família. Fazendo uma analogia, podemos mudar a família <em>Corleone</em> por uma organização. Michael é o centro de tudo, o superior que dita às coordenadas do grupo. Em meio a percalços, naturais a todo tipo de trabalho coletivo, o famíia <em>Corleone</em> vai evoluindo em sua “missão”, munida de muita organização e empenho – claro, com medidas explicitamente incorretas.</p>
<p>Como todo bom líder, <em>Michael</em> ensina, motiva, acompanha, sugere, inspira. O líder é o parâmetro de trabalho que os elementos da equipe buscam se espelhar, e <em>Michael</em> <em>Corleone</em> desempenha uma importante função neste sentido &#8211; novamente frisando, através de métodos política e eticamente incorretos. Líder não é quem manda, é quem auxilia quem ensina sua forma de trabalho, sua visão, para que, assim, o grupo consiga se adequar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dica de Filme – Ensaio Sobre a Cegueira</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 11:39:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Henrique</dc:creator>
				<category><![CDATA[0-Posts de Pedro Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Filme]]></category>
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Todo mundo sabe que Fernando Meirelles vem namorando a obra de Saramago desde meados de 1995. Todo mundo também sabe que, terminada a metragem da tão esperada adaptação, o tempo, com seus ensinamentos naturais, funcionou a favor do diretor da obra-prima do cinema nacional. Já com certa experiência e prestígio internacional, Meirelles teve êxito no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/ensaiosobreacegueira.png"><img class="size-medium wp-image-1192 alignnone" title="ensaiosobreacegueira" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/ensaiosobreacegueira-300x224.png" alt="ensaiosobreacegueira" width="240" height="179" /></a></p>
<p>Todo mundo sabe que Fernando Meirelles vem namorando a obra de Saramago desde meados de 1995. Todo mundo também sabe que, terminada a metragem da tão esperada adaptação, o tempo, com seus ensinamentos naturais, funcionou a favor do diretor da obra-prima do cinema nacional. Já com certa experiência e prestígio internacional, Meirelles teve êxito no seu projeto mais ambicioso. Cheio de arrojos e acertos visuais, Ensaio Sobre a Cegueira entra para o hall das maiores metáforas que o cinema já produziu. Calcado no premiado livro do escritor português José Saramago, o filme conta uma história sobre a sociedade em que vivemos, a maneira como ela se porta para com o próximo e, de forma crua e realista, mostra o ser humano e o seu lado animal, aquele que vive sempre à espreita.</p>
<p>Um retrato minucioso de um grupo de pessoas lutando por um único objetivo – neste caso a sobrevivência, mas podemos (e devemos) claramente criar um paralelo, uma linha tênue com outra situação: a de uma organização empresarial. A fome, tal como mostrada no filme, é o que impulsiona os cegos. Em uma organização, o objetivo deve ser parte do consciente coletivo, algo tratado por todos com seriedade e determinação. Com isso, tanto os cegos do filme de Meirelles quanto os trabalhadores da vida real, apostando ainda em suas mentes criativas, tendem a alcançar a plenitude. Afinal, em terra de cego quem um olho é rei.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/ensaio.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1193" title="ensaio" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/08/ensaio-300x199.jpg" alt="ensaio" width="300" height="199" /></a></p>
<p>O livro de Saramago conseguia ser revoltante, nojento, repulsivo, incrível, chocante, absurdo, brilhante. O ávido leitor poderia sentir tudo isso e ainda se sentir reconfortado, afinal, por mais pessimistas que o livro possa ser, Saramago não deixa escapar uma mensagem de paz em seu desfecho. No longa-metragem de Fernando Meirelles há uma clara predominância do pessimismo, porém o grau de impacto não é tão forte. Apesar do diretor de O Jardineiro Fiel ter privilegiado e seguido à risca a narração, o filme ganha quando mostra a decadência e os conflitos dos cegos sem pudor, despido de qualquer senso falso-moralista (exatamente como está no livro).</p>
<p>A sinopse pode ser lida sem problemas já que o próprio título conta um pouco do filme. Em tempo: o filme conta a história de uma inesperada epidemia de cegueira que se passa numa cidade sem nome. Mas não estamos diante de uma cegueira comum. Os &#8220;enfermos&#8221; passam a enxergar um clarão branco &#8220;como se várias luzes fossem acesas ao mesmo tempo&#8221;, diz um personagem. A trama acompanha desde o primeiro homem a ficar cego, chegando a quarentena que é para onde os cegos são enviados. Tratados como animais e vivendo num ambiente inabitável, eles criam suas próprias regras e passam a &#8220;sobreviver&#8221;. Certo dia o sistema falha e todos saem. Para onde? Ninguém sabe&#8230;</p>
<p>O fato é que, dentre outras questões, Saramago discute sobre a humanidade e o coletivo – ou como o homem pode alcançar a plenitude através do trabalho em equipe e do próprio esforço. Além do mais, está em jogo e pode ser posta à prova a existência de cada um dentro de um ambiente. A lei, que diz que o mais forte sobrevive, pode ser aplicada ao coletivo – no caso de você, prezado leitor, o coletivo são seus colegas de trabalho. Juntos e preparados, obviamente uma equipe poderá render, deixando o líder satisfeito e, o grupo, também.</p>
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		<title>Dica de Filme – Um Domingo Qualquer</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 02:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Henrique</dc:creator>
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Durante toda sua extensa e vitoriosa carreira, Al Pacino construiu uma persona cinematográfica de respeito, dentro e fora de Hollywood, e foi em Perfume de Mulher que o ator atingiu seu ápice. Dennis Quaid é um tipo experiente que já fez um ótimo trabalho em Longe do Paraíso, e vêm amadurecendo com o tempo. Jamie [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/um_domingo_qualquer_1999_poster.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1014" title="um_domingo_qualquer_1999_poster" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/um_domingo_qualquer_1999_poster-200x300.jpg" alt="um_domingo_qualquer_1999_poster" width="200" height="300" /></a></p>
<p>Durante toda sua extensa e vitoriosa carreira, <em>Al Pacino</em> construiu uma <em>persona</em> cinematográfica de respeito, dentro e fora de <em>Hollywood</em>, e foi em <em>Perfume de Mulher</em> que o ator atingiu seu ápice. <em>Dennis Quaid</em> é um tipo experiente que já fez um ótimo trabalho em <em>Longe do Paraíso</em>, e vêm amadurecendo com o tempo. <em>Jamie Foxx</em> é um ator carismático e que já conquistou seu espaço, não só pelo excelente desempenho em <em>Ray</em><em>. Cameron Diaz</em> nunca fez nada que justifique seu status pop, sendo <em>Coisas Que Você Pode Dizer só de Olhar Pra Ela </em>a única exceção. <em>Aaron Eckhart</em> e <em>Matthew Modine</em> não são mais do que razoáveis. <em>James Woods</em> e <em>Charlton Heston</em> dispensam comentários, o segundo já é lenda.</p>
<p>É apoiado neste elenco estrelar que o diretor e roteirista <em>Oliver Stone </em>(que ainda massageia o ego com pequeno personagem que não influencia em nada na trama) pretende contar a sua versão sobre os bastidores do milionário mundo do futebol americano. A câmera de <em>Stone</em> assume ângulos épicos e capta muito bem o universo do <em>american</em> <em>football</em>, filmando um verdadeiro espetáculo do esporte. O diretor de <em>Nixon</em>, porém, erra em alguns pontos cruciais, e acaba afastando o espectador antes do final da metragem. Os problemas mais recorrentes da carreira do diretor estão aqui: a firula com a câmera, todo aquele malabarismo com efeito especial e personagens sem profundidade, com sentimentos baratos, gratuitos, superficiais.</p>
<p>O roteiro de <em>John Logan</em> e do <em>próprio Stone</em> peca na construção dos personagens. Ou melhor, o texto nem se preocupa com isso. A trama básica envolve um treinador (<em>Pacino</em>) que perde seu capitão e melhor jogador (<em>Quaid</em>) em meio a jogos importantes. Forçado a colocar um substituto, o treinador escolhe o novato <em>William Beaman</em> (<em>Foxx</em>), que rapidamente assume o status pop e vira o grande astro do time. Quando o capitão recupera-se e se coloca a disposição para voltar a jogar, o treinador não pensa duas vezes antes de colocá-lo em campo, só que recebe ordens superiores da autoritária (e &#8220;dona&#8221; do time) <em>Christina Pagniacci</em> (<em>Diaz</em>) para manter o jovem talento no time.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/um-domingo-qualquer01.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-1015" title="um-domingo-qualquer01" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/um-domingo-qualquer01-300x199.jpg" alt="um-domingo-qualquer01" width="300" height="199" /></a></p>
<p>Apesar dos deslizes, podem ser retiradas várias lições de <em>Um Domingo Qualquer. O </em>filme pincela uma trajetória interessante sobre a liderança, a criatividade e o trabalho em equipe. Uma delas diz que um bom profissional pode buscar propor novas idéias, não temer os debates, mostrar empenho e competência ao propor estas idéias, saber impor seus argumentos de forma a contribuir para o melhor andamento do ambiente de trabalho. Um bom profissional também deve saber que, se um elemento do grupo erra, todos erram. O mesmo vale para o sucesso. E assim caminha a humanidade.</p>
<p>A presença de um líder pode auxiliar ainda mais no desenvolvimento do trabalho, dando segurança e garantindo a manutenção do mesmo. Não obstante, torna-se essencial o esforço individual para que o grupo caminhe em sincronia rumo ao sucesso. Ademais, sabemos que é papel do líder entender e contribuir para que seus comandados possam alcançar realização e satisfação pessoal. Por outro lado, o líder precisa trabalhar em prol do grupo, buscando aumentar o sentimento de lealdade, comprometimento e confiança entre todos. Para o trabalho equipe funcionar na prática, o líder precisa estar atento e o grupo, consciente de suas obrigações. Depois disso, a criatividade surgirá ao natural, pois um grupo determinado e bem focado dificilmente deixará de alcançar seus objetivos.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dica de Filme – Combatendo a Falta de Iniciativa</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 18:26:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio Rocha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Círculos de Controle de Qualidade (CCQ)]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Filme]]></category>
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		<category><![CDATA[MASP (Metodologia para Análise e Solução de Problemas)]]></category>
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		<category><![CDATA[Planejamento Pessoal / Profissional]]></category>
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		<description><![CDATA[Hoje recebi um e-mail no qual achei muito interessante, comentando sobre como combater a falta de iniciativa!
Segue a abaixo o seu conteúdo na íntegra:
Há 25 anos atrás, quando saí de Brasília e fui fazer Universidade no Rio de Janeiro, meu pai me enviava pelo correio, periodicamente, um artigo chamado “Uma Mensagem a Garcia&#8221; &#8211; clique [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje recebi um e-mail no qual achei muito interessante, comentando sobre como combater a falta de iniciativa!</p>
<p>Segue a abaixo o seu conteúdo na íntegra:</p>
<p>Há 25 anos atrás, quando saí de Brasília e fui fazer Universidade no Rio de Janeiro, meu pai me enviava pelo correio, periodicamente, um artigo chamado “<strong><em>Uma Mensagem a Garcia&#8221; &#8211; <strong>clique neste </strong></em></strong><strong><em><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/BDB2B243d01.pdf">link</a></em></strong>”. A essência desse texto é “pegar uma missão e resolver, voltando somente quando ela estiver cumprida”. Numa época que não existia internet, esse texto vendeu milhões de cópias impressas e rodou o mundo inteiro. Pegamos esse mesmo artigo, adaptamos às situações empresariais e gravamos o vídeo <strong>“Combatendo a Falta de Iniciativa”.</strong> Em pouco tempo ele se tornou o vídeo mais vendido da <strong><em>Link Quality</em></strong> com milhares de cópias vendidas.</p>
<p>Hoje, toda vez que passo uma tarefa para alguém fazer e vejo que ela está desistindo frente aos primeiros obstáculos, levanto da minha mesa, vou na prateleira de filmes, pego o vídeo “<strong><em>Combatendo a Falta de Iniciativa</em></strong>” e peço para ela assistir. Alguns, como já são reincidentes, apenas riem porque já conhecem o conteúdo e falam “<em>deixa comigo</em>”, já entendi e vou resolver.</p>
<p>Seguindo essa linha de trabalhar a atitude dos colaboradores, gravamos também o vídeo<strong> “<em>Como ser útil para a empresa fazendo mais do que o feijão com arroz</em>”</strong>, mostrando que, além das qualidades técnicas, as pessoas devem se diferenciar pelas suas qualidades humanas. O outro vídeo<strong>, “<em>Grupo dos 5% &#8211; fazendo a diferença</em>”,</strong> mostra que, se não tentarmos ser especiais em tudo que fazemos, se não tentarmos fazer tudo da melhor maneira possível, seguramente SOBRAREMOS NA TURMA DO RESTO.</p>
<p>É de gente com <strong>Atitude</strong> que precisamos nas nossas empresas. Se você não tem, eduque-os, assim como meu pai fez comigo e eu faço com as pessoas que me cercam.</p>
<p>Para assistir os trailers desses vídeos e fazer a sua compra clique neste<strong> <a href="http://www.linkquality.com.br/linkquality/cartas_email/cef_trabalhando_ati_colab.php?Assunto=---Trabalhando%20a%20Atitude%20dos%20seus%20Colaboradores---%20/%20ADMINISTRADORES&amp;enderecos=leandro@administradores.com.br" target="_blank"><em>link</em></a>.</strong></p>
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</strong></p>
<p>Obrigado e sucesso</p>
<p><strong>Paulo Sauerbronn</strong></p>
<p>Sócio-Diretor da <strong><em>Link Quality Vídeos de Treinamento</em></strong></p>
<p><a href="http://r3.justmail.com.br/upload/r.aspx?DNJLTJNI,FPMFMOON,FKKJMPUK,FPHCSRUK,FMGEQIPM,gxow14A51AyozA55AreohyojkmoB117BA48AhhoA49Aep5hjkskB115BB85BpdB112Bp4B81BcjwB84ByB80BfjicuA57AgB85BmVykcZdjnB82BoawYjsmZjfqZdA49AsfvA70AA77ApB112Bowss84A47A2MtYeB84BrdbkliA57A14B81BA55AA52A5A69AvawsjaA49AA58A8B83BxrA52AA56A7jjnuA40A5A57AIkmB83BjiB112BB85BhjyB81BxA49AA58AA48AA51A06A54AA49AA58A8A70AMLMIPJYKCA71ARPKOA50AbvB83BnqiB83BvjA77AegYqbxkA76AB83BlgrmmnB112BifB82Bqjhq4B84Bpj6B81BB112BA57A">www.linkquality.com.br</a></p>
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		<title>Dica de Filme – Menina de Ouro</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 16:51:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Henrique</dc:creator>
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Poucos cineastas do cinema contemporâneo têm um currículo tão regular como Clint Eastwood. O velhote, apesar de seus 78 anos, ainda anda fazendo coisa boa. O cineasta revelado por Sergio Leone conseguiu dirigir obras-primas durante sua carreira e, mais importante que isso, obras que acabaram servindo de inspiração e exemplo para jovens diretores, como é [...]]]></description>
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<p>Poucos cineastas do cinema contemporâneo têm um currículo tão regular como <em>Clint Eastwood</em>. O velhote, apesar de seus 78 anos, ainda anda fazendo coisa boa. O cineasta revelado por <em>Sergio Leone</em> conseguiu dirigir obras-primas durante sua carreira e, mais importante que isso, obras que acabaram servindo de inspiração e exemplo para jovens diretores, como é o caso do clássico western &#8220;<em>Os Imperdoáveis</em>&#8221; e do romanticamente dramático &#8220;<em>As Pontes de Madison</em>&#8220;, por exemplo. Essa estabilidade é acentuada ainda mais com obras mais recentes como &#8220;<em>Sobre Meninos e Lobos</em>&#8221; e os irmãos-gêmeos &#8220;<em>A Conquista da Honra</em>&#8221; e &#8220;<em>Cartas de Iwo Jima</em>&#8220;. Arriscando se queimar, <em>Clint</em> resolveu filmar um filme sobre boxe. Mas, aí que entra um pequeno erro de conceito. &#8220;<em>Menina de Ouro</em>&#8221; não é um mero filme sobre o esporte. <em>Eastwood</em> usa toda sua experiência para montar um cenário perfeito e discutir amor, amizade e confiança. E faz isso com autoridade.</p>
<p>Dizer que o legado do &#8220;<em>Touro Indomável</em>&#8221; de Scorsese poderia trazer problemas para o longa, seria algo natural, visto que o trabalho de <em>Scorsese</em> criou sobre os próximos filmes do gênero, uma espécie de paradigma. Não obstante, <em>Clint</em> foge completamente do estigma proposto por <em>Scorsese</em>, apelando para um tema universal e, inevitavelmente, político. Tudo bem, <em>Clint Eastwood</em> nunca foi um cineasta original e não foi com &#8220;<em>Menina de Ouro</em>&#8221; que ele se tornou um. Por outro lado, <em>Clint</em> pode contar um <em>Paul Haggis</em> inspirado, que escreveu um roteiro praticamente impecável. <em>Haggis</em> preferiu não esmiuçar todos os ensinamentos que o filme transmite (e eles são muitos), deixando essa parte para o espectador. <em>Paul</em> conseguiu fazer o público pensar, e isso foi fundamental para que o produto final do longa pudesse obter uma lição de moral silenciosa, mas que está lá.</p>
<p>O filme traz a cabo a estória do treinador de boxe <em>Frankie Dunn (Clint Eastwood)</em>. <em>Dunn</em> está distante da filha há muito tempo porque ele mesmo é extremamente fechado em seus relacionamentos. Enquanto luta para mudar isso, chega em sua academia a jovem <em>Maggie Fitzgerald (Hilary Swank)</em>, que está determinada a ser treinada a ponto de se tornar uma boxeadora profissional. Mas, antes disso, ela precisa encontrar alguém que realmente acredite em seu potencial e é em <em>Frank</em> que ela vê essa pessoa.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-911" title="menina-de-ouro02" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/menina-de-ouro02-300x198.jpg" alt="menina-de-ouro02" width="300" height="198" /></p>
<p>Apesar de não demonstrar, a estrutura básica do roteiro também fala sobre a importância da autoconfiança, do trabalho em equipe, da perseverança, e, claro, um pouco sobre criatividade. Quando <em>Maggie</em> conhece o professor <em>Dunn</em>, por exemplo, inicia ali um vínculo de amizade muito forte, terno. Isso tudo acaba ocasionando em outros fatores essenciais para o sucesso, como o trabalho em conjunto, algo que os dois parecem determinados a partilhar para alcançarem seus objetivos. Determinados, os dois deixam-se levar pela imaginação, traçando objetivos e metas a serem batidas. A partir daí, nota-se que as coisas começam a melhorar e então já está consolidado um trabalho bem executado.</p>
<p>Apesar do esforço despendido, a recompensa de saber que todo o esforço não foi em vão e que valeu ser persistente supera qualquer dificuldade. É uma sensação a que todos têm direito de experimentar, e é só querer e trabalhar para tanto.</p>
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		<title>Dica de Filme – 12 Homens e Uma Sentença</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 20:34:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Henrique</dc:creator>
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Em seu primeiro trabalho como diretor de um longa-metragem para o cinema, o hoje autoral Sidney Lumet não poupou esforços para moldar um dos filmes mais fantásticos da história do cinema. Com uma direção genial, composta por delirantes ângulos e planos americanos, Lumet entregou mais uma obra-prima para a gloriosa década de 50. A rigor, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-medium wp-image-852" title="FILME_~1" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/FILME_1-207x300.jpg" alt="FILME_~1" width="110" height="171" /></p>
<p>Em seu primeiro trabalho como diretor de um longa-metragem para o cinema, o hoje autoral <em>Sidney Lumet</em> não poupou esforços para moldar um dos filmes mais fantásticos da história do cinema. Com uma direção genial, composta por delirantes ângulos e planos americanos, <em>Lumet</em> entregou mais uma obra-prima para a gloriosa década de 50. A rigor, o filme de <em>Lumet</em> é uma sucessão de diálogos brilhantes e cortes impecáveis, onde o diretor consegue transmitir a angústia dos personagens apenas com enquadramentos e closes. O diretor arremessa sem cerimônia o espectador, que assiste a tudo extasiado, para dentro da história. <strong><em>12 Homens e Uma Sentença</em> </strong>fala diretamente à razão e mostra que nossas escolhas merecem ser repensadas, sempre.</p>
<p>Essa obra-prima de <em>Sidney Lumet</em> é a prova de que uma história não precisa ser necessariamente complexa e provida de material didático intelectual para funcionar. Com um argumento seco e direto, sem enfeites e com personagens fortes e realistas, <strong><em>12 Homens e Uma Sentença</em></strong> mantém o espectador vidrado na tela, literalmente embasbacado com o que vê diante de seus olhos. Mais que uma aula de cinema, o filme é um ensaio sobre a gramática cinematográfica e um exercício completo sobre a condução da narrativa. Mas que deve ser revisto muitas vezes, pois a direção de <em>Lumet</em> é tão discreta quanto eficiente e pode não denunciar todo o seu brilhantismo logo à primeira vista.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="alignnone size-medium wp-image-853" title="filme-doze-homens-e-uma-sentenca-1" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/filme-doze-homens-e-uma-sentenca-1-300x180.jpg" alt="filme-doze-homens-e-uma-sentenca-1" width="300" height="180" /></p>
<p>O filme conta a história dos doze homens do título que fazem parte do júri encarregado de decidir o futuro de um menino acusado de matar o pai a facadas. O filme, que foi filmado em uma única locação, com exceção da primeira e da última cena – pouco mais de três minutos de duração – é ambientado na sala do júri, onde será decidido se o garoto será condenado ou não. A decolagem e o desenrolar da trama é conduzido com maestria, definitivamente não percebemos que estamos nos envolvendo tanto com um filme dirigido por um estreante. A maneira como <em>Lumet</em> vai preenchendo as lacunas deixadas pelo quebra-cabeça criado pelo roteiro de <em>Reginald Rose </em>é espetacular, e qualquer desvio de atenção ameniza e absorve a tensão eletrizante elaborada com precisão pelo diretor.</p>
<p>Em meio aquele clima claustrofóbico, o diretor fala sobre liderança, trabalho em equipe e, principalmente, sobre o comportamento humano. A sensação dos personagens, o público sente na pele, e passa então a discutir os temas postos à prova pelo filme. A longa e complexa tarefa de liderar, o cauteloso processo de gerenciamento de um trabalho coletivo e a reação de tudo isso no ser humano. O resultado pode ser eficiente se realizado com perícia, mas também pode causar transtornos caso os integrantes entrem em conflito – entre eles ou com o líder do grupo.</p>
<p>No filme, quem toma as rédeas da liderança é o personagem de <em>Henry Fonda</em> que, aos poucos, ganha confiança dos demais e passa a organizar a situação. A equipe sente a presença do “capitão” e passa a acatar suas ideias de forma mais sensata e coerente com o trabalho. De fato, o resultado é satisfatório, pois com o grupo bem gerenciado o trabalho flui naturalmente saudável. Se observado com atenção, <strong><em>12 Homens e Uma Sentença</em></strong> pode ser uma dica imperdível para qualquer ramo empresarial.</p>
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		<title>Dica de Filme – Hair</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 16:27:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Henrique</dc:creator>
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Por ter se tornado um marco de uma geração inteira e um ícone da contra-cultura, Hair, musical colorido e dançante de Milos Forman acabou introduzindo alguns paradigmas para os musicais que viriam logo em seguida. A exemplo de Um Estranho no Ninho, este filme sorridente e saltitante do diretor tcheco é um representante óbvio do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-medium wp-image-824 alignnone" title="4A1AF8_1" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/4A1AF8_1-300x199.jpg" alt="4A1AF8_1" width="300" height="199" /></p>
<p>Por ter se tornado um marco de uma geração inteira e um ícone da contra-cultura, <strong><em>Hair</em></strong>, musical colorido e dançante de <em>Milos Forman</em> acabou introduzindo alguns paradigmas para os musicais que viriam logo em seguida. A exemplo de <strong>Um Estranho no Ninho</strong>, este filme sorridente e saltitante do diretor tcheco é um representante óbvio do anarquismo e da rebeldia excitante que marcou a década de 60. Além disso, é a síntese do inconformismo, característica recorrente no cinema elegante de <em>Milos Forman</em>. As músicas, o ritmo, os diálogos, tudo comporta um argumento simples e inteligente, ajudando a compor um filme coeso e dançante, mas sem nunca deixar de ser bem argumentado.</p>
<p><em>Claude</em> (<em>John Savage</em>), um jovem do <em>Oklahoma</em> que foi recrutado para a guerra do Vietnã, é &#8220;adotado&#8221; em <em>Nova York</em> por um grupo de <em>hippies</em> comandados por <em>Berger</em> (<em>Treat</em> <em>Williams</em>), que, como seus amigos, tem conceitos nada convencionais sobre o comportamento social e tenta convencê-lo dos absurdos da atual sociedade. Lá, <em>Claude</em> também se apaixona por <em>Sheila</em> (<em>Beverly</em> <em>D&#8217;Angelo</em>), uma jovem proveniente de uma rica família.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-825" title="hair3" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/07/hair3.jpg" alt="hair3" width="400" height="268" /></p>
<p>Mas o grande destaque deste belo musical é o seu espírito coletivo. O grupo que <em>Claude</em> conhece e passa então a fazer parte é dotado de um senso coletivo explícito, que conquista quem quer que seja – mesmo que, por vezes, exagere no ostracismo. É interessante apontar que, mesmo nos momentos que precedem a ida de <em>Claude</em> para a guerra, há um claro exemplo deste companheirismo – o que acaba sendo reforçado pelo final corajoso e pacifista. Os conflitos internos existem, é claro, e disso ninguém escapa (pois falamos de seres humanos que erram, discutem e se acertam logo depois, tal como sua natureza demonstra-nos), mas o trabalho coletivo e o sacrifício em prol do próximo podem gerar grandes benefícios no futuro.</p>
<p>O líder do grupo, <em>Berger</em>, carrega consigo o símbolo do inconformismo, mas não deixa de ser ele mesmo o responsável pelo “sucesso” da equipe, convocando e incentivando seus comandados sempre com destreza e respeito, ganhando, assim, a confiança de todos. Conhecendo um ao outro, os personagens alcançam mais facilmente seus objetivos e atingem um grau muito maior de eficiência e, inclusive, satisfação pessoal por ver seu trabalho bem realizado. Ademais, a criatividade pode surgir em momentos onde o grupo está consciente de sua tarefa e o trabalho flui naturalmente – ainda mais se levarmos em conta que, com um grupo satisfeito com suas atividades e colegas, pode render muito mais.</p>
<p>E quêm não se lembra na música principal deste filme? <strong><em>Age of Aquarius</em></strong>, vide o clipe, neste <em><strong><a href="http://www.youtube.com/watch?v=w3I1y3jHgxA" target="_blank">link</a></strong></em>.</p>
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		<title>Dica de Filme – Prenda-Me Se For Capaz</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 05:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pedro Henrique</dc:creator>
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Após dois projetos ficcionais (&#8221;A.I. Inteligência Artificial&#8221; e &#8220;Minority Report &#8211; A Nova Lei&#8221;) que mantiveram a mesma temática de “Contatos Imediatos do Terceiro Grau” e “E.T. &#8211; O Extraterrestre, Spielberg ruma para uma aventura despreocupada, assim como nos velhos tempos de Indiana Jones. Com Prenda-me Se For Capaz, Spielberg cria uma aventura despretensiosa sem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><!--[if gte mso 9]><xml> <o:OfficeDocumentSettings> <o:RelyOnVML /> <o:AllowPNG /> </o:OfficeDocumentSettings> </xml><![endif]--><!--[if gte mso 9]><xml> <w:WordDocument> <w:View>Normal</w:View> <w:Zoom>0</w:Zoom> <w:TrackMoves /> <w:TrackFormatting /> <w:HyphenationZone>21</w:HyphenationZone> <w:PunctuationKerning /> <w:ValidateAgainstSchemas /> <w:SaveIfXMLInvalid>false</w:SaveIfXMLInvalid> <w:IgnoreMixedContent>false</w:IgnoreMixedContent> <w:AlwaysShowPlaceholderText>false</w:AlwaysShowPlaceholderText> <w:DoNotPromoteQF /> <w:LidThemeOther>PT-BR</w:LidThemeOther> <w:LidThemeAsian>X-NONE</w:LidThemeAsian> <w:LidThemeComplexScript>X-NONE</w:LidThemeComplexScript> <w:Compatibility> <w:BreakWrappedTables /> <w:SnapToGridInCell /> <w:WrapTextWithPunct /> <w:UseAsianBreakRules /> <w:DontGrowAutofit /> <w:SplitPgBreakAndParaMark /> <w:DontVertAlignCellWithSp /> <w:DontBreakConstrainedForcedTables /> <w:DontVertAlignInTxbx /> 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<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft" src="http://www.bemparana.com.br/mercadocriativo/wp-content/uploads/2008/11/image-051-listaonline-02.jpg" alt="" width="143" height="212" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Após dois projetos ficcionais (&#8221;<em>A.I. Inteligência Artificial&#8221; e &#8220;Minority Report &#8211; A Nova Lei&#8221;</em>) que mantiveram a mesma temática de <em>“Contatos Imediatos do Terceiro Grau” </em>e<em> “E.T. &#8211; O Extraterrestre</em>, <em>Spielberg</em> ruma para uma aventura despreocupada, assim como nos velhos tempos de <em>Indiana Jones</em>. Com <em>Prenda-me Se For Capaz, </em>Spielberg cria<em> </em>uma aventura despretensiosa sem contradizer o seu projeto de cinema desenhado anos antes. A narrativa cartunesca e as vigorosas performances de <em>Tom</em> <em>Hanks</em> e <em>Leonardo</em> <em>DiCaprio</em> garantem a sustentação deste belo filme-aventura baseado em fatos reais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">O roteiro de <em>Jeff Nathanson</em> conta a história do agente do FBI <em>Carl Hanratty</em> (<em>Tom Hanks</em>) que tem como tarefa prender <em>Frank Abagnale Jr.</em> (<em>Leonardo DiCaprio</em>), um jovem falsificador que se faz passar por piloto de avião, médico, promotor e professor de História, e já conseguiu passar US$ 2,5 milhões em cheques falsos em 26 países. O problema é que <em>Frank</em>, apesar da pouca idade (ainda não completou 21 anos), está sempre um passo a frente do agente do FBI.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">Toda a trama do filme é centrada nas falsificações feitas por <em>Frank</em>, que precisa de muito talento (à luz da lógica, é um talento criminoso, é verdade, mas também criativo). O diretor conscientiza-se de que a melhor forma de carregar a narrativa é através do foco no interior criativo do personagem, e é isso que <em>Spielberg</em> faz. Sem perder o ritmo, vemos o processo criativo de <em>Frank</em> tomar forma – e conteúdo. Através de situações complicadas e momentos de puro desespero, <em>Frank</em> demonstra que não só o talento exerce influência no resultado final. A filosofia de <em>Frank</em> reza que, antes de tudo, precisamos compreender a mente humana como sendo um critério rigoroso de exercício cerebral que está sempre aberta a aspectos inovadores e perceptuais. O processo de criação, como mostrado no filme, demanda treinamento e concentração, pois a criatividade surgirá ao natural com o exercício do trabalho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: 10pt; font-family: ">A criatividade de <em>Frank</em> o leva longe, mas tudo porque ele compreendeu que errar e refazer faz parte do processo criativo. Para ser criativo como Frank, precisamos estar disposto a trabalhar em cima de testes e ter consciência de que o erro aparecerá muitas vezes, mas o reconhecimento do trabalho bem realizado virá na hora certa. O velho clichê que diz que aprendemos com nossos erros encaixa-se perfeitamente aqui, pois nossas percepções para o próximo trabalho ficam mais aguçadas. Tudo isso atrelado ao auto-conhecimento auxilia a potencializar nossas capacidades e, certa feita, ampliar o alcance de intenções humanas e profissionais.</span></p>
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