geray310xSe você faz parte da geração do século passado, por exemplo, nascido nas décadas de 70 e 80, e ainda está atuando no mercado corporativo como gestor de pessoas ou meramente tentando buscar ainda “um lugar ao sol” nesta “selva de pedra”, deve estar tentando entender e conviver com colegas / profissionais da famosa “geração Y”, grupo de pessoas formadas por jovens entre 18 e 30 anos!

Particularmente, diariamente convivo com estes profissionais, nas empresas no qual atuo como consultor organizacional, sendo que me enquadro na faixa dos “enta”, ou seja, tenho “quarenta e poucos anos”!

Recentemente li um artigo de autoria do Sr. Bernt Entschev, cujo título é o seguinte: “Por que a Geração Y é tão exigente?” (publicada na Revista Amanha – edição de setembro de 2010) no qual conseguiu me esclarecer sobre este perfil de profissionais que estão “invadindo” o mundo corporativo!

Também localizei no You Tube, uma entrevista do Sr. Bernt Entschev no qual ele esclarece de forma simples e direta como devemos conviver e aproveitar este potencial desta geração, mas principalmente alerta sobre o quanto as qualidades positivas e negativas desta geração denominada Y.

Clique aqui e assista esta entrevista!

Clique aqui e leia o artigo!

Fica aqui o meu questionamento como pai de duas filhas de 2 e 6 anos, qual será a geração delas?

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Buscando Talentos, Dica de Leitura, Gestão de Carreira, Gestão por Competências, Momento de Reflexão, Posts de Hélio Rocha, Psicologia Organizacional, Retendo Talentos

SÃO PAULO (Reuters) – O aquecimento da economia doméstica, que fez a indústria imobiliária saltar e recuperar anos de atraso fez o próprio setor de construção civil de vítima.

De um lado, o setor comemora números recordes de vendas e lançamentos, volumes robustos de crédito imobiliário sendo liberados e programas habitacionais para garantir à parcela menos favorecida da população a possibilidade de ter uma casa própria.

Em sentido oposto, a indústria da construção sofre as consequências do forte ritmo de produção resultando em escassez de terrenos e, consequentemente, pressão nos preços dos imóveis, além de receios de possível esgotamento dos recursos da poupança para financiar a habitação em cerca de dois ou três anos.

O ponto mais crítico, contudo, gira em torno da falta de mão de obra qualificada, apontada por representantes do ramo imobiliário como principal entrave ao desenvolvimento do setor.

As ousadas metas de lançamentos traçadas pelas principais construtoras do país, somadas a obras simultâneas do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, tornam o cenário ainda mais preocupante.

Leia mais clicando aqui »

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 3-Gestão pela Qualidade, 4-Gestão de Pessoas, Buscando Talentos, Gestão por Competências, Minha Casa, Minha Vida, Nossas Alianças Estratégicas, PBQP-H, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Tendências

9333993Programas impulsionam setor e exigem mais mão de obra!

Profissão? Pedreiro. E com orgulho. Essa é a frase que todo empresário da construção civil sonha ouvir nas salas de recrutamento.

O futuro é promissor para quem atua no setor. Projetos como o Minha Casa, Minha Vida, que já contratou a edificação de 700 mil unidades residenciais no país, são um dos fatores que garantem o bom momento por, pelo menos, mais dois anos. Garantir a infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e para a Olimpíada do Rio de Janeiro também irá demandar trabalhadores em larga escala.

Leia mais clicando aqui »

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 3-Gestão pela Qualidade, 4-Gestão de Pessoas, Análise macroeconômico, Buscando Talentos, Gestão de Carreira, Gestão por Competências, Minha Casa, Minha Vida, PBQP-H, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Retendo Talentos

Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual comentamos o artigo cujo título é: “Por que os funcionários se demitem?”, esta semana localizei na internet, mais precisamente no website da revista Você S/A, uma reportagem que complementa o assunto, o título é muito sugestivo: “Como lidar com chefes tóxicos”.

ceu-ou-inferno

A reportagem trata sobre os chefes tóxicos e por que as empresas ainda toleram esses gestores (antiéticos e incompetentes). A verdade é que muitas vezes a empresa tolera um mau gestor simplesmente porque a empresa em si, sua cultura corporativa, é horrível. Essa organização está interessada apenas nos resultados financeiros – e isso já é meio caminho para dizer que a empresa é muito ruim, pois ela sequer considera a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Quando isso acontece, o bom gestor é naturalmente “expelido” e ficam somente os chefes tóxicos. Aí a melhor alternativa para o funcionário incomodado é mesmo buscar outro emprego numa empresa que fomente boas práticas de gestão de pessoas entre seus líderes.

Clique aqui e leia a reportagem na integra!

E você é um chefe tóxico? Ou possui um chefe tóxico?

Aguardaremos os seus comentários!

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Buscando Talentos, Dica de Leitura, Formação de Líderes, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Psicologia Organizacional, Qualidade de Vida, Retendo Talentos, Sustentabilidade

Ricardo Piovan

Recebi um artigo muito bem elaborado do Palestrante e Coach, Sr. Ricardo Piovan, no qual ele realiza um “insight” sobre um assunto polêmico e atual, a demissão sob o olhar e interesse dos funcionários, ou seja, o funcionário pedindo para sair e não ele sendo demitido.

tropa-elite-1gIsto faz lembrar do personagem Capitão Nascimento, do filme “Tropa de Elite”, no qual ele pedia para os seus recrutas saírem … desistirem, lembram?

Pois bem, e quando o “funcionário” pede para sair da “empresa”, o que fazer? Vale uma reflexão, por parte dos seus gestores e principalmente do “dono” do negócio?

O funcionário esta se demitindo da empresa ou do seu chefe / superior imediato?

 O Ricardo Piovan, desenvolve este assunto com bastante maestria neste artigo, segue o link do artigo, direto do website do autor:

E você, o que acha deste assunto, aguardamos os seus comentários!

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Buscando Talentos, Dica de "Website", Dica de Leitura, Gestão por Competências, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Retendo Talentos
Nenhum comentário 4/07/2010 | Por: Gislaine A. Barbosa
Exemplos de Kaizen.

Dando continuidade ao post anterior no qual apresentamos a conceituação de KAIZEN utilizando-se das palavras do “Senhor Kaizen”, o Sr. Masaaki Imai, gostaria de apresentar alguns comentários sobre a recente reportagem publicada pelo jornal Zero Hora no dia de hoje (04/07/10) sob o título de “Talento Recompensado”.

Não são as grandes idéias que fazem com que as organizações sem mantenham no mercado, mas sim, uma série de pequenas idéias vindas dos colaboradores que no dia-a-dia percebem as dificuldades como oportunidades de melhorias.

O texto do artigo “Talento Recompensado” reforça esta teoria, através de exemplos tais como da GM (Gravataí) que em 2009, distribuiu R$ 600.000,00 para uma economia que chegou a R$ 3.500.000,00. O melhor projeto , oriundo de uma idéia, no final do ano ganha um carro! Existe um média de 8 sugestões para cada colaborador nesta planta da GM!

Ainda no texto deste artigo, podemos constatar a confirmação da teoria referente a uma série de pequenas melhorias gera grandes resultados, ou seja, em um dos projetos vencedores reduziu em 8 segundos por carro o processo de controle de qualidade do setor de pintura dos automóveis. Pode até parecer pouco, mas o novo método apresentado representa duas horas a menos num dia de produção da GM, gerando uma economia de R$ 127.000,00!

Capturar2Segundo pesquisas realizadas pela Fundação Dom Cabral (FDC), aponta que os empresários brasileiros ainda se ressentem de um ambiente interno favorável à inovação, mas já encontram entre seus funcionários os principais aliados para a criatividade. A inovação é fundamental para a sobrevivência da organização, comenta o professor Carlos Arruda, da FDC.

 

Conforme dados colhidos da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), em um processo de contratação, a competência CRIATIVIDADE só perde para a “capacidade de trabalhar em equipe”.

A coordenadora da Fundação Instituto de Administração (FIA), Ana Cristina Limongi, adverte que é necessário uma cultura de respeito e ética para implantar programas de participação no desenvolvimento de idéias.

Sem título

- O pagamento de um prêmio é polêmico porque indica uma monetarização do conhecimento. Hoje todos os programas são muito iguais – avalia.

Acesse o artigo na integra, clicando aqui.

Também sugerimos que analisem o conteudo dos seguintes artigos já publicados em nosso WeBlog (clique nos títulos):

  1. Você realmente inova no seu segmento ou simplesmente “melhora” o que já existe de inovador?, e;
  2. Programa de Idéias Criativas (PIC) na Sildre Plásticos e Matrizes Ltda.

Gostaríamos de receber as suas sugestões e comentários sobre estes assuntos!

Categorias: 2-Gestão da Produção Enxuta (Lean Manufacturing), 3-Gestão pela Qualidade, 4-Gestão de Pessoas, Buscando Talentos, Kaizen, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Programa de Idéias

Hoje em dia fala-se muito na atração e retenção de talentos dentro das empresas e também que o maior bem que a empresa possui são os seus colaboradores, por isso a importância de retê-los. Essas novas posturas vêm da evolução do homem dentro das organizações. A historia nos mostra essa evolução de cultura organizacional, mas ainda percebemos que existem pessoas que ainda não perceberam isso e acabam se tornando aquela “pedrinha no sapato”.

gestao93-1Bom, podemos deduzir que atrair talentos pode se tornar um desafio ou uma filosofia, depende muito do profissional de Gestão de Pessoas (ou Recursos Humanos ou na “pior” das hipóteses do “DePrê” … ou Departamento Pessoal), pois este setor é o primeiro caminho que o candidato irá trilhar na empresa. Através deste setor o candidato irá ter uma breve percepção da empresa ao qual ele está se candidatando e dependendo da postura dos profissionais deste setor o candidato poderá se encantar ou se decepcionar. Então podemos dizer que este é o primeiro passo para atrair de talentos, a conquista do profissional.

Sabemos que o desafio de atrair e reter talentos é global, pois profissionais capacitados está sendo uma mão de obra escassa, e “pelo andar da carruagem”, nos próximos anos será pior, alguns até dizem que faltará gente (Reportagem Revista VOCÊ S/A de Jan. 2010, clique aqui). O crescimento da economia causará grande impacto positivo no mercado de trabalho, fazendo com que as empresas abram vagas de trabalho. Bom para as empresas, grande oportunidade para quem está à procura de emprego e grande desafio para o setor de gestão de pessoas que terão que atrair os talentos e reter os que já estão na empresa, pois o assédio será grande.

Por isso o profissional desta área de RH, precisa ter habilidades e ferramentas que despertem nos colaboradores o desejo de estar na empresa. O setor de Gestão de Pessoas precisa ter todos os processos de RH muito bem estruturados e todos os projetos muito bem elaborados, pois a diretoria da empresa depende das informações que este setor trará em dados coletados no dia a dia da empresa para tomar as ações necessárias na retenção e atração dos talentos. Sem essa parceria fica complicado falar sobre atração e retenção de talentos.

O Setor de Gestão de Pessoas tem que conhecer muito bem a visão e missão da empresa para dar a seu grupo diretivo algumas estratégias que serão fundamentais para o alcance de seus objetivos. Por isso que hoje em dia focasse muito no RH ESTRATÉGICO.

Mas quais as ferramentas para se fazer a atração e retenção de pessoas dentro da empresa?

É simples, uma política de gestão de pessoas muito bem definida e transparente é fundamental, deixar claro os critérios de recrutamento e seleção por competência, ter um plano de Cargos, Carreira e Remuneração (post sobre o assunto, clique aqui) bem definidos, política de benefícios bem estruturada, programas de desenvolvimento, avaliação de desempenho com foco em competências dentre outros subsistemas de RH.

O fundamental é que os profissionais desta área realmente queiram ser pessoas, pois não existe gestão sem planejamento como não existe RH sem pessoas.

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Buscando Talentos, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Retendo Talentos

CapturarContinuando o post anterior, no qual falamos sobre a disputa por mão de obra no setor de construção civil, gostaríamos de convidá-los a analisar uma reportagem da Revista Construção Mercado, que alerta que com o aumento do volume de obras acontecerá uma aquecimento nas contratações de profissionais qualificados e trazendo os riscos de “rouba-rouba” de engenheiros e aumento de salários.

O aquecimento da demanda por profissionais já está resultando em ofertas salariais mais vantajosas e até superiores às experimentadas durante o boom de contratações de 2007. “Hoje, os engenheiros ganham cerca de 20% a 30% a mais do que ganhavam em 2007“, calcula Léa Fedelman, consultora da Michael Page (veja a tabela abaixo). Mas ela admite que o aquecimento não chegou ao nível observado há dois anos. “Hoje temos algo mais de 150 vagas em todo o Brasil; em 2007, tínhamos 100 vagas só em São Paulo”, lembra.

Capturar2

Segundo ela, a movimentação no setor de RH é decorrente do cenário promissor da construção civil para os próximos anos. Léa distingue as áreas de grandes obras, incentivadas pela realização das Olimpíadas e da Copa, e do mercado imobiliário, motivada pelo projeto MCMV (Minha Casa, Minha Vida). Segundo ela, nos segmentos habitacional e comercial, o cenário é mais favorável para os gestores de obras e profissionais com habilidade em planejamento e orçamento. Ela identifica um engenheiro civil com pós-graduação em gerenciamento de projetos, como profissional ideal e explica: “o segmento de baixa renda – que tende a crescer por conta do plano MCMV – exige conhecimento em infraestrutura porque os projetos têm muitas torres e demandam a instalação de todos os serviços de arruamento e de desenvolvimento urbano“. Por outro lado, a área de grandes obras, gerida por escritórios de projetos técnicos de engenharia, demanda profissionais habilitados a assumirem gerências de contratos, que podem chegar à ordem dos R$ 500 milhões.

i159461

Gestores de obras, especialistas em planejamento e orçamento, profissionais de novos negócios e com experiência em prospecção de terrenos compõem a lista dos perfis mais demandados.

i159462As contratações de operários também estão aquecidas. O vice-presidente de relações capital-trabalho do SindusCon-SP (Sindicato da indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Haruo Ishikawa, informa que o nível de contratação de 2009 já superou o pico alcançado em 2008. Segundo o executivo, o setor de construção emprega, atualmente, 2.300.000 trabalhadores, contra 2.194.000 contratados em setembro de 2008.

Para Ishikawa, os profissionais em falta no mercado são aqueles empregados na fase de acabamento das obras, tais como azulejistas, gesseiros, ceramistas e pintores, por conta da finalização dos empreendimentos iniciados antes do estouro da crise. Ishikawa considera, entretanto, a possibilidade de que nos próximos cinco ou seis meses venha a ocorrer uma carência de profissionais de início de construção. Para ele, caso haja uma demanda muito grande, os salários podem ser aumentados em 8% a 10% sobre o valor do piso.

Clique aqui e veja a reportagem na íntegra.

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 3-Gestão pela Qualidade, 4-Gestão de Pessoas, Análise macroeconômico, Buscando Talentos, Dica de Leitura, Minha Casa, Minha Vida, PBQP-H, Pesquisa Salarial, Políticas de Cargos Remuneração e Carreira, Posts de Hélio Rocha, Retendo Talentos, Tendências

Porradas039aEm nossas atividades de consultoria, no qual somos “agentes de mudança”, o desafio da intervenção / reestruturação / orientação torna-se mais desafiador quando a organização, ou seja, a empresa no qual nos contrata esta proliferada / contaminada por profissionais que não querem mudar, que querem “ficar no quadro” … ou melhor dizendo “ficar na zona de conforto”! Mas o que estes profissionais não querem perceber que de “conforto” esta “zona” não tem nada, na realidade deveria se chamar de “zona de risco”, alto risco melhor dizendo!

Hoje li um artigo muito bem elaborado pela Patrícia Bispo.

“Tudo vai bem, quando a tranqüilidade torna-se uma constante. Não há surpresas desagradáveis, a rotina no trabalho não exige muito do colaborador. Contudo, apesar de acreditar que está em uma situação confortável, ele não imagina que a chamada zona de conforto em nada é benéfica à sua carreira e pode comprometer seriamente o desenvolvimento profissional.”

Clique neste link e acesse na integra este artigo!

E você … esta na “zona de risco”?

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 4-Gestão de Pessoas, Buscando Talentos, Formação de Líderes, Planejamento Pessoal / Profissional, Posts de Hélio Rocha, Psicologia Organizacional

CapturarAlgumas vezes, em minhas consultorias, os meus contatos / representantes dos clientes, me questionam sobre qual seria o perfil / competências adequados para o responsável pelo Sistema de Gestão pela Qualidade, ou seja, o Gestor da Qualidade. Recentemente li um artigo do meu colega Ronaldo Costa Rodrigues no qual faz analogia com um preparo de uma comida, um “prato” especial, achei muito boa a abordagem!

Segue o link do artigo!

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, 4-Gestão de Pessoas, Buscando Talentos, Círculos de Controle de Qualidade (CCQ), Dica de Leitura, Formação de Auditores Internos, Formação de Líderes, Gestão por Competências, Gestão por Processos, ISO 9001, MASP (Metodologia para Análise e Solução de Problemas), Posts de Hélio Rocha, Programa 5 S, Programa 8 S

« Posts anteriores                   Posts recentes »