Sabe aquele antigo jargão: “Quando você gosta do que faz, não precisa trabalhar”? Pois é, em algumas ocasiões, os maiores clichês são a mais pura verdade.

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Mas da intenção à realidade há uma longa distância, e o grande desafio dos empresários neste século, quando tudo parece acontecer de forma cada vez mais competitiva e acelerada, é fazer com que seus colaboradores realmente sintam-se em casa no ambiente de trabalho, sintam prazer em estar ali.

Como atingir tal situação? Estamos cansados de escutar dicas de especialistas que aconselham às pessoas desenvolverem hábitos saudáveis no cotidiano doméstico, para contrabalançar o estresse do cotidiano profissional, em busca de uma melhor qualidade de vida, visando a evitar problemas de saúde causados pelas pressões sofridas no trabalho. Só que nem sempre a prática de esportes, a alimentação correta e outras atitudes positivas, realizadas fora da empresa, são suficientes para neutralizar as conseqüências do desgaste passado dentro de uma corporação.

Claro que levar uma vida pessoal regrada é sempre benéfico, mas é preciso que essa vida saudável aconteça também durante o exercício profissional. Não se trata de um bicho de sete cabeças. A solução pode ser mais simples do que aparenta. Há várias formas de levar colaboradores a realmente sentirem prazer em suas atividades.

A empresa pode investir em benefícios, incentivos, prêmios, cursos e tantas outras iniciativas que despertem o bem-estar do profissional. Mas tudo isto pode ser ainda insuficiente para fazer com que o ele se “apaixone” pelo seu trabalho. Temos de considerar que um trabalhador apaixonado pelo que faz busca superar qualquer barreira que possa aparecer pela frente. É como uma relação amorosa. Quando existe amor, deseja-se o melhor à pessoa amada. Ao contrário, uma relação desgastada leva as pessoas ao comodismo, tudo parece soar chato, cansativo, difícil.

Há outros recursos que podem ser considerados para criar o clima ideal. A criação de ambientes culturais dentro da empresa, como biblioteca, videoteca, estúdio musical onde os funcionários possam tocar instrumentos e cantar, palco para ensaios de artes cênicas, pode trazer bons resultados. Outras possibilidades são os cursos de idiomas gratuitos; atividades esportivas durante ou após o expediente; uma interrupção rápida das atividades para fazer uma massagem com um especialista. Tudo isso funciona como benefícios diferenciados, complementos aos benefícios “comuns” como vale-refeição, assistência médica etc.

O mais importante é fazer com que o profissional sinta-se à vontade. Isso não quer dizer que ele poderá esquecer seus objetivos e obrigações. Existem as metas, a cobrança, mas estas são mais bem assimiladas quando há uma boa relação entre organização e colaborador. Se esse bom relacionamento estende-se a todo corpo de trabalhadores, não há como dar errado: todos vestem a camisa da empresa, sentem-se parte dela e buscam o seu melhor desempenho.

A dica para o empresário que quer um ambiente de trabalho harmônico é: invista no prazer. Trabalho não significa exercício militar. É preciso cativar, chamar o colaborador para o seu lado. Um ambiente “pesado”, nervoso, pode se tornar o calcanhar de Aquiles quando concorrências se acirram e crises surgem. Será nesses momentos que haverá necessidade de entrega, daquele “algo mais” por parte do trabalhador. E aquele que sentir prazer em trabalhar, será aquele que se doará de forma intensa no momento necessário.

Só para ilustrar, lembremos do Google, onde funcionários não precisam usar terno e gravata, encontram um escritório “descolado” e várias opções de lazer dentro da empresa. Eles fazem da marca a maior do segmento em que atua…

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20/03/2009 | Por: Hélio Rocha
Manual para voar baixo!

Como desembrulhar um pacote de medidas duríssimas em plena época de Natal? Aliás, fazer ou não fazer a festa de confraternização? Em fins de novembro, esses e outros dilemas tumultuaram a agenda de companhias acostumadas a distribuir agrados inesquecíveis a seus funcionários. Foi um período especialmente tenso para Analisa de Medeiros Brum, fundadora da HappyhouseBrasil, uma agência que cuida do relacionamento das empresas com seu público interno. Ao mesmo tempo em que precisava tomar decisões sobre sua própria empresa e os 70 funcionários que trabalham na sede, em Porto Alegre, Analisa tinha de orientar seus clientes – entre eles, mamutes corporativos como Vale e Gerdau, além de Amanco, Braskem e Brasil Telecom, entre outras companhias. Autora do primeiro livro publicado no Brasil sobre endomarketing, tema que já lhe rendeu cinco outro títulos desde 1994, expõe nesta entrevista a AMANHÃ muito do que disse a seus clientes e do que pôs em prática na sua agência em meio ao vendaval do final do ano passado. A conversa, publicada em parte na edição 251 de AMANHÃ, de março, pode ser lida agora na íntegra, clique neste link.

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Título do livro: 1001 Maneiras de Premiar seus Colaboradores

Autores: Nelson, Bob

Editora: Sextante

Resumo do livro:

Com mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos em todo mundo, 1001 maneiras de premiar seus colaboradores se tornou uma referência por mostrar que o que motiva uma pessoa a ter um desempenho brilhante não é tanto um aumento de salário nem uma promoção, mas certos gestos inesperados no dia-a-dia que demonstram o real reconhecimento por um trabalho bem-feito.

Comentários sobre a leitura do livro:

Nas minhas atividades de consultoria, já estou percebendo o quanto os gestores estão preocupados em manter os seus colaboradores sempre motivados para alcançar as suas metas ou obter sucesso em um projeto considerado audacioso, por exemplo, certificar o sistema de gestão da organização em uma norma internacional de qualidade ou atingir uma meta desafiadora de faturamento.

Os conselhos para manter os colaboradores motivados são vários, mas agora localizei e estou terminando de ler um livro que poderá me ajudar e os gestores dos nossos clientes neste “desafio”.

O livro chama-se 1001 Maneiras de Premiar seus Colaboradores. Se você está em busca de formas originais e altamente eficazes de premiar seus colaboradores por uma excelente atuação, este livro tem sugestões sob medida para o seu caso, seja qual for o tamanho de sua organização e do seu orçamento para isso

Você vai encontrar neste obra centenas de estratégias de sucesso, desde iniciativas informais de agradecimento de baixo − ou nenhum − custo a programas formais de reconhecimento.

Segundo Bob Nelson, as pesquisas e a prática comprovam que, embora o dinheiro seja importante, o reconhecimento cuidadoso e pessoal pela execução primorosa de uma tarefa ou atividade está entre os recursos mais poderosos para se elevar o entusiasmo, melhorar o desempenho e aumentar a retenção das pessoas nos bons e nos maus tempos.

Citando práticas adotadas por empresas de diferentes áreas, além de estudos de caso, ele apresenta uma rica fonte de consulta que qualquer pessoa pode usar para premiar tanto indivíduos quanto equipes.

Entre as dicas de como dizer aquele “obrigado” de um jeito especial estão notas pessoais de elogio, folgas, permissão para chegar tarde ou vestir roupas informais, envio de flores, organização de jogos e concursos e concessão de benefícios e privilégios.

“Como parte do meu projeto de doutorado, realizei uma pesquisa sobre os motivos pelos quais os gerentes usam ou não o reconhecimento para estimular os funcionários e descobri que a variável mais importante que distingue os gestores que fazem isso é a seguinte: eles – e não a empresa nem o departamento de recursos humanos – se responsabilizam pela criação do ambiente motivacional para seus colaboradores. Esses supervisores acreditam de fato que o reconhecimento dos profissionais merecedores exerce uma influência direta sobre a forma como essas pessoas encaram o trabalho.

Essa descoberta confirma o que minha pesquisa demonstra: simples comportamentos diários que qualquer gerente pode adotar com seu pessoal, sobretudo o elogio, são as formas de reconhecimento preferidas entre aqueles que executam um bom trabalho. O melhor elogio é feito pessoalmente, na hora, de forma específica, sincera, de modo positivo e proativo. Em questão de segundos, ele expressa a seguinte idéia: ‘Vi o que você fez, considero muito importante, estou grato e feliz por isso’- poucas palavras e tanto significado.”

Neste livro, você também encontrará dicas importantes como:

  • Enfatize o sucesso e não o fracasso.
  • Realize o reconhecimento de modo pessoal e honesto, evitando algo muito “meloso” ou elaborado.
  • Certifique-se de que o reconhecimento e a premiação atendam as necessidades dos envolvidos.
  • Premie assim que possível − os atrasos enfraquecem o efeito dessa iniciativa.
  • Faça com que as pessoas entendam por que recebem prêmios e os critérios usados para determiná-los.
  • Valorize os colaboradores que enaltecem os colegas por fazerem o que é melhor para a empresa.

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Hoje é Dia Mundial da Gentileza, em um post anterior, havia comentado sobre este assunto, e não poderia deixar passar “em brancas nuvens” este dia!

A escritora Rosana Braga atualizou preceitos bem antigos, mas por vezes não lembrados… estilo dez mandamentos da gentileza… não custa pensar um pouco…

  1. Tente se colocar no lugar do outro. Isso o ajuda a entender melhor as pessoas, seu modo de pensar e agir.
  2. Aprenda a escutar. Ouvir é muito importante para solucionar qualquer desavença ou problema.
  3. Pratique a arte da paciência. Evite julgamentos e ações precipitadas.
  4. Peça desculpas. Isso pode prevenir a violência e salvar relacionamentos.
  5. Pense positivo. Procure valorizar o que a situação e o outro têm de bom e perceba que este hábito pode promover verdadeiros milagres.
  6. Respeite as pessoas quando elas pensarem e agirem de modo diferente de você. As diferenças são uma verdadeira riqueza para todos.
  7. Seja solidário e companheiro. Demonstre interesse pelo outro, por seus sentimentos e por sua realidade de vida.
  8. Analise a situação. Alcançar soluções pacíficas depende de se descobrir a raiz do problema.
  9. Faça justiça. Esforce-se para compreender as diferenças e não para ganhar, como se as eventuais desavenças fossem jogos ou guerras.
  10. Mude a sua maneira de ver os conflitos. A gentileza nos mostra que o conflito pode ter resultados positivos e ainda tornar a convivência mais íntima e confiável.

Segue dois links de reportagens que foram publicadas, hoje, sobre este assunto:

Também, segue o link do livro da Rosane Braga no qual ela aborda este assunto:

  • O Poder da Gentileza

Assim como o endereço do seu website.

Existe também uma entidade no Brasil chamada Associação Brasileira de Qualidade de Vida, visitem o site, vale a pena!

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14/10/2008 | Por: admin
Dica de Website – “Santo de Casa”

Em minhas “jornadas” pela internet, esta semana localizei um “site” … uma agência de marketing interno, concebida especialmente para fazer endomarketing. O nome desta empresa é “convidativo”, chama-se “Santo de Casa”!

Imediatamente, entrei em contato com eles … e conheci o seu Diretor, o Daniel Costa, no qual pedi que nos encaminhasse um artigo no qual apresentasse esta “Nova Visão de Endomarketing”.

Obrigado, Daniel, grato pela contribuição! Segue abaixo o artigo:

A busca pela competitividade, ao valorizar cada vez mais o papel das pessoas, motiva as empresas a implementarem práticas de marketing interno. O tema, ainda um tanto obscuro, propõe uma discussão interessante. Nesse sentido, é importante agregar ao debate uma proposta diferenciada e inovadora acerca do desenvolvimento de soluções estratégicas de endomarketing que produzam resultados significativos.

Partindo do fato que a relação que a empresa estabelece com seu mercado é um reflexo da relação que ela tem com seu público interno, endomarketing deve então ser compreendido como um processo gerencial, cíclico, duradouro e alinhado às orientações estratégicas da empresa, cujo objetivo é gerar melhores resultados. Assim, a motivação se apresenta apenas como um dos meios pelos quais os resultados são atingidos. Até porque, motivação não é gerada espontaneamente, nem mesmo extraída através de comunicação interna. Ela é propriedade exclusiva do indivíduo, podendo apenas ser induzida, por uma série de fatores que, em conjunto ou combinados, nas proporções certas àquela pessoa, irão estimular sua realização profissional.

Comunicação interna é diferente de marketing interno, apesar de na prática, a primeira ser interpretada como se fosse. A comunicação é parte da gestão de endomarketing, que se estrutura a partir de um composto, análogo aos conhecidos 4 P´s, de empresa, trabalho, ambiente e comunicação, onde: Empresa é o próprio produto “vendido” às pessoas, ou seja, tudo aquilo que a empresa “entrega” em troca do trabalho do empregado, e que vai além da remuneração. Logo, o Trabalho está para preço, e significa o valor “pago” pelo indivíduo por tudo que recebe da empresa, portanto, quanto mais “cara” lhe for sua empresa, tanto melhor será seu desempenho. Já o Ambiente equivale a ponto, e possui duas dimensões: tangível e intangível, a primeira relacionada às instalações físicas da empresa, a segunda, reúne todos os aspectos relativos ao clima organizacional. Por fim, Comunicação está para promoção, e significa o canal de informações entre empresa e seus colaboradores, que deve ser interativo e eficaz. Cabe salientar que o fluxo de informações na empresa é muito importante, mas seu principal objetivo não deve ser propiciar integração, e sim subsidiar as pessoas do conhecimento necessário para tomarem melhores decisões, com menor risco.

Ainda há muito a ser aprendido, porém a partir desta base conceitual lógica e consistente é possível construir mais sobre o assunto, tendo sempre foco em resultados, e visando o uso do endomarketing como estratégia eficaz de desenvolvimento organizacional, em busca da competitividade e da excelência humana.

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