geracao y 409 x 250A Geração Y ficou estigmatizada por ser indisciplinada, infiel e insubordinada. Agora, as empresas começam a perceber que se apressaram nessa generalização e passam a mudar o discurso.

Apressados. Ansiosos. Ambiciosos. Tecnológicos. Esses são alguns dos muitos adjetivos atribuídos à Geração Y, grupo de pessoas que, segundo a literatura americana, nasceram a partir de 1978. Uma turma difícil de lidar, infiel, insubordinada e indisciplinada, que vem causando conflitos com gerações anteriores no ambiente de trabalho.

Nos últimos cinco anos, esse discurso ganhou força e foi replicado inúmeras vezes entre acadêmicos, consultores e profissionais de recursos humanos.

Começou, então, uma corrida das empresas para se moldar a esse público, mudando formas de atrair, recrutar, reter e de se relacionar, e houve uma explosão de receitas de como entender esse novo público. Do outro lado, rotulada, essa geração, que muitas vezes nem sequer sabia que se chama Y, começou a forçar o estereótipo para não decepcionar o discurso corporativo. E aí a confusão foi instalada. Afinal ao estudar um pouquinho mais o assunto, alguns já começaram a notar que não existe de fato um grupo tão diferente assim. Existe apenas um grupo de jovens profissionais vivendo num mundo diferente. “Não é negar que há diferenças, mas não se pode justificar isso com base apenas na idade”, diz o professor Renato Guimarães, da Fundação Getulio Vargas de são Paulo (FGV).

Veja a seguir o que realmente essa geração traz de novo e o que não passa de mito ou, simplesmente, características atribuídas a uma fase de vida ou a um momento favorável da economia brasileira.

Ansiosos, apressados e ambiciosos. E você, já não foi assim?
“Quando eu era trainee, também queria subir rápido na carreira e tinha um discurso ambicioso”, diz Guilherme Rhinow, diretor de desenvolvimento humano e organizacional da Votorantim Cimentos, hoje com 42 anos. Sua afirmação levanta a dúvida sobre a principal característica dada a essa geração. Afinal, ter pressa e querer subir na carreira é desejo dos chamados Y, ou um traço comum dos jovens, independentemente da época em que eles viveram? “Se você pesquisar uma revista Fortune de 1979, vai encontrar todas essas características no jovem profissional da época, mas ele era chamado de baby boomer”, diz Alexandre Santille, sócio da consultoria LAB SSJ. Segundo Maira Habimorad, sócia do Grupo DMRH, a diferença entre a pressa do jovem da década passada e a do pessoal de hoje está na fala, e não no ideal. “O que talvez os jovens de hoje façam com mais frequência, ou mais abertamente, é exigir esse crescimento”, diz Maira. “A vontade de crescer rápido pode ser igual à dos demais profissionais, mas os jovens deixam isso claro para quem tem de saber isso, algo que em outras épocas ficava velado.”

Infiéis que querem estabilidade?
A reclamação vem de muitos gestores de RH: “Esses jovens não são comprometidos com a empresa”. Em parte, a afirmação é verídica. Só em parte. Porque não se trata de jovens que não param na companhia, mas de profissionais brasileiros de uma forma geral. Afinal, o mercado nunca esteve tão aquecido, o que gera rotatividade maior de pessoas, e isso não tem a ver com idade. Dizer, portanto, que a nova geração é infiel é bancar uma generalização sem conceitos. “Outro dia uma aluna me disse que queria ficar muito tempo na empresa mas tinha vergonha de falar isso”, conta Renato Guimarães, da FGV. A realidade é que os jovens querem, sim, ficar no emprego por um longo tempo, desde que, claro, sejam oferecidos “projetos nos quais aprendam e agreguem”, ressalta Maira. O que faz sentido para qualquer pessoa.

Para Guilherme Rhinow, o que faz esse jovem sair é trabalhar ao lado de gestores medíocres. “Numa economia aquecida, é mais fácil ainda se desligar”, diz. De acordo com a última pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens, da Cia. de Talentos, que faz parte do Grupo DMRH, 41% dos jovens esperam trabalhar mais de 20 anos na mesma organização (desde que seja a empresa de seus sonhos). Em segundo lugar no ranking da pesquisa – atrás do Google – está a Petrobras, um símbolo de estabilidade. Resultado que combina com a realidade do país, que registrou um aumento de 15% em 2011 na procura por concursos públicos Não dá para tachar esse público, que busca estabilidade e segurança, de infiel, certo?

Desprezo pela hierarquia (ou, simplesmente, desapego)
Aqui há quase um consenso. Esse jovem, sim, tem uma relação diferente com seus chefes das dos jovens de outras épocas. Mas que fique claro: há um desapego a relações de hierarquia (e não desrespeito). “Isso começou com a mudança da estrutura familiar, que assistiu à entrada da mulher no mercado de trabalho e à ausência maior dos pais em casa”, diz Alexandre Santille, da LAB SSJ. “Os pais, antes chamados de ‘senhor e senhora’, passaram a ser amigos dos filhos, que levam esse ensinamento para o trabalho.” Santille ainda reforça que parte desse comportamento é aderido e, muitas vezes, valorizado pelas organizações de uma forma geral. Hoje, há menos divisórias nos escritórios, o cargo saiu do crachá, o chefe virou líder e até a roupa de trabalho é mais informal.

Virtuais x presenciais
Não há como negar que a Geração Y nasceu num contexto tecnológico bem mais avançado que o de gerações passadas. Obviamente, isso impacta na sua relação não só com o trabalho, mas com a vida. Para Santille, a facilidade de se obter conhecimento, a rapidez das informações e as redes sociais afetam mais a Geração Y do que os mais velhos. “Isso faz com que tenhamos jovens com conhecimento mais abrangente, porém, menos profundo”, afirma. “O jovem, em geral, se satisfaz rápido com a informação superficial, conquistada facilmente.” É exagerada, no entanto, a visão de que esse público só sabe se comunicar por mensagens eletrônicas e tem o computador como melhor amigo. “Essa geração é mais tecnológica, mas isso não significa que não compreenda ou se comunique de outras formas”, diz Maira.

Sombra, suor e água fresca
A ideia de que somente os jovens de hoje é que buscam mais tempo para a vida pessoal também é distorcida. “Se fosse assim, não teríamos um jovem trabalhando em banco de investimento”, diz Renato Guimarães. O consultor Alexandre Santille acredita que esse é um desejo que o jovem sempre teve, não importa a época em que viveu, até encarar o mercado de trabalho. “O jovem sempre buscou qualidade de vida. O que mudou é que agora ele se sente à vontade para falar isso. Antes pegava mal.” Para Maira, da Cia. de Talentos, a diferença não está apenas em ser mais aberto no discurso, mas num mundo diferente, que provoca reflexões diversas. “Talvez a qualidade de vida tenha um peso maior para esse público porque no passado existia uma separação clara entre trabalho e lazer”, diz. “Claro que as pessoas trabalhavam até tarde, mas uma vez que saíam do escritório, não tinham como acessar o que ficou lá.”

A experiência de Maira com jovens mostra que essa geração está bem consciente de que no mundo de hoje não é possível trabalhar pouco e ganhar muito e que qualidade de vida não significa deixar de trabalhar à noite ou no fim de semana. “Esse grupo quer perceber que existe uma troca e flexibilidade por parte da empresa.”
E quem não quer?

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126437542851PC0pÉ triste ver o propulsor de uma empresa familiar com a visão da imortalidade. Não querem fazer processo sucessório, não querem se aposentar, não tiram férias, não tem lazer, seu corpo, coração e alma estão dentro da empresa.

Ela é o ar que ele respira e também sua vida.

Geralmente não delegam… pois têm a certeza que ninguém fará melhor que eles, também por isso não existe vida fora da empresa.

Quando perguntamos por que ele se “escraviza” dentro de sua empresa, a resposta é nós sabemos décor: “faço todo este sacrifício pela minha família, não é para mim e sim para eles”.

A resposta é sempre a mesma, mas também sabemos que a empresa na realidade é sua vida, sua alma… e também quando sua vida terminar, a empresa com certeza terminará com ele.

Têm verdadeiro horror só de falar na palavra “sucessão”, pois imagina que ninguém conseguirá gerir a empresa sem ele… é o próprio Deus e sua criação.

Sua família, muitas vezes com ele não tira férias, não têm lazer e nem consegue ter vida própria… porque ele toma as rédeas da empresa e das vidas de sua família e seus funcionários. É a criatura e sua criação… criação esta que na maioria das vezes o cega e dá a falsa ilusão que tanto ela quanto ele são perpétuos.

Mas, como a natureza é sábia e não deixa nada de novo nascer sem que o velho morra… e isso é uma lei universal.
“Para que uma nova flor nasça, é necessário que a velha flor morra”.

Seus herdeiros até poderiam amar a empresa, se ela não lhes roubassem o pai, o amigo, o companheiro e as conversas que nunca tiveram e talvez nunca tenham.

Para o empreendedor ninguém é bom o suficiente para substituí-lo, é o próprio insubstituível… nunca prestou atenção que o cemitério está lotado de pessoas insubstituíveis… e com muitas delas, suas empresas, sonhos, trabalho e muitas coisas importantes que deixaram para trás e nunca mais poderão ter a chance de tê-las novamente.

Só existe uma coisa certa nesta vida… “o agora”, o restante é ilusão, a empresa é uma ilusão, uma desculpa para dizer que ele não somente passou por esta vida, mas que construiu algo importante, que fez a diferença.

Muitos homens na história criaram mais que empresas, criaram sabedoria, deram amor, paz a muitos que necessitavam, fizeram realmente a diferença e, no entanto ninguém se lembra deles.

É muito doloroso ver nos olhos dos filhos, da esposa e funcionários reféns de uma pessoa e sua empresa e que dentro de si sabem que quando o “chefe” se for, seus empregos e muito de suas vidas irão junto com ele.

Ele se acha um benfeitor da humanidade, mas na realidade não passa de um egoísta brincando também de Deus, pois a vida de muitos dependem dele e da empresa.

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Você conhece as suas competências comportamentais?

Você sabe quais são suas fortalezas e limitações?

A indicação dos especialistas em desenvolvimento de carreira é: Dedique tempo para se conhecer. O autoconhecimento e o gerenciamento de competências comportamentais são premissas básicas para a elevação da performance profissional.

Intervenha nestas três evidências:

-“Nós contratamos as pessoas pelas suas habilidades técnicas, mas as demitimos pelas suas falhas comportamentais.” Fonte – Financial Times

“Temos uma estatística de que mais de 90% das pessoas que são demitidas nas empresas, são afastadas por comportamento, e não por conhecimento.” Carlos Alberto Simões Barreiro, diretor executivo da Tailor Made Consulting

“Aspectos comportamentais negativos são o principal motivo das demissões e das dificuldades da empresa em alcançar os resultados desejados.” Eugênio Mussak

O PDA (Personal Development Analysis) é uma ferramenta que analisa o Perfil Comportamental das Pessoas e suas habilidades, identificando seus Potenciais e Áreas de Desenvolvimento. Através de uma metodologia simples, precisa e cientificamente garantida, permite descrever e analisar o Perfil Comportamental das pessoas. Além disso, permite avaliar as demandas comportamentais de um cargo e gerar compatibilidades detalhadas aplicáveis nos distintos processos da área de gestão de pessoas.

Sem título

A avaliação através do PDA não qualifica perfis comportamentais como  “bons ou ruins”, mas sim descreve as características comportamentais do indivíduo avaliado. O estudo de compatibilidade entre uma pessoa e um cargo, irá descreve e detalhar as fortalezas e eventuais fraquezas do profissional em relação ao que o cargo requer. Pode-se obter, percentualmente, o grau de aderência do profissional ao cargo e identificar os possíveis gaps de desenvolvimento. A partir desta análise, podem-se fazer investimentos na área de treinamento e desenvolvimento mais assertivas.

A ferramenta está validada cientificamente com 90% de confiabilidade. O PDA é membro do Instituto Americano de Psicologia e Negócios (AIOBP) sendo certificado ISO 9001.

Os relatórios descrevem de forma concreta e objetiva o perfil das pessoas detalhando: estilo de liderança, estilo na tomada de decisões, como liderá-lo com sucesso, habilidades de persuasão, capacidade de análise, habilidades comerciais, nível atual de motivação, principais habilidades e fortalezas e áreas a desenvolver. Administra-se de forma “on-line” e a entrega dos resultados é imediata.

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Ao começar uma consultoria, sempre me perguntam se os processos estão errados ou se as pessoas, que devem cumpri-los, não têm perfil para a função. Não há processo que funcione quando as pessoas estão nos lugares errados. Para exemplificar, costumo usar uma metáfora do consultor Jim Collins, considerado sucessor de Peter Drucker e um dos mais respeitados pensadores da administração e gestão da atualidade: não importa se a empresa da qual você é dono ou principal gestor é um barquinho com 3 lugares ou um navio para 3 mil pessoas. Se quiser alcançar grandes resultados, o comandante dessa embarcação deveria:

Embarcar as pessoas certas e desembarcar as erradas.

Colocar as pessoas certas nas funções certas.

Decidir com as pessoas certas a rota a ser seguida.

Enquanto 90% dos lugares não estiverem ocupados pelas pessoas certas, o comandante não deve ter outra prioridade a não ser encontrá-las.

Uma pesquisa realizada pela Catho em 2009 – A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros – apontou as principais razões para desligar um funcionário da empresa:

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coaching3O serviço, bem popular nos EUA, tem deixado de ser modismo para apresentar crescimento sólido no Brasil. Contudo, especialistas alertam: muitos estão utilizando essa ajuda de forma errada e é preciso pesquisar bem.

Uma das traduções do termo inglês coach é treinador. Por isso, hoje, denominam-se profissionais do coaching aqueles que, a partir de uma metodologia específica, “treinam” os clientes para que atinjam suas metas profissionais e pessoais.

- “Os coaches visam ao aumento de resultados positivos. Eles fazem perguntas e aplicam ferramentas junto ao assessorado para que a própria pessoa trace uma estratégia para alcançar objetivos que deseja”, explica Adriana Marques, 35 anos, que preside o Coaching Club de Brasília.

O método, que já é bastante difundido nos Estados Unidos, está em franco crescimento no Brasil. Segundo o presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching, Sulivan França, a procura por cursos de capacitação na área cresceram, de 2007 para cá, cerca de 250% ao ano, enquanto a demanda das empresas por esse tipo de assessoria subiu em torno de 180% ao ano. “Isso mostra que a atividade deixou de ser moda aqui e se tornou uma realidade”, avalia.

Há seis anos, quando coaching ainda era uma expressão completamente estranha aos brasileiros, Adriana – à época educadora física e dona de uma academia – foi buscar no exterior alguma capacitação extra para tocar seus negócios e acabou se deparando com a metodologia. “No começo, encarei como uma forma de melhorar minhas tarefas no ramo da educação física, mas agora não faço outra coisa da vida”, comenta a coach, que se orgulha de já ter ajudado 89 clientes a alcançarem as metas pessoais com as quais sonhavam.

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CapturarNesta semana, no dia 19/04/2011, assisti uma reportagem veiculada no Jornal Nacional cujo título era “Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores”. As informações trazidas por esta reportagem somente confirmam aquilo que vivenciamos em nossos projetos de implementação de Sistemas de Gestão pela Qualidade baseado no SiAC em incorporadoras / construtoras.

Este segmento esta perdendo em competitividade, pois não consegue atrair e nem reter profissionais, por exemplo, as funções Mestre de Obras e Pedreiro estão em extinção, pois não existe renovação, por exemplo, o filho de Mestre de Obras não quer mais trabalhar no segmento!

O setor sempre atraiu trabalhadores com baixa escolaridade. Mas agora os brasileiros estão estudando mais e querem outros empregos. Os empresários admitem que o setor precisa de mais tecnologia e melhores condições de trabalho.

Os motivos / causas desta situação, podem ser analisados nesta reportagem, clique no link abaixo e assista!

http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/industria-da-construcao-civil-sofre-com-falta-de-trabalhadores/1489131/#/Edições/20110419/page/2

E na sua empresa do segmento de construção civil esta situação existe? Caso positivo que soluções estão sendo tomadas para diminuir este impacto!

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o-que-e-CEO

Que cargo você preferiria exibir no cartão de visitas: CEO ou diretor-geral? CMO ou vice-presidente de marketing? Por alguma razão inexplicável, a simples conjunção de três letrinhas parece fazer com que a primeira opção tenha mais importância senioridade e poder do que a segunda. Depois de Chief Executive Officer, a onda de “executivos-chefe-de-não-sei-o-que” vem se espalhando numa velocidade espantosa nos organogramas.
O resultado é muita gente perdida, sem entender o que esses profissionais fazem.
Para dar nome aos bois, ou melhor, aos cargos elaboramos uma relação dos principais chiefs que estão por ai!

E levantamos possíveis explicações para a existência deles:

1.     Estratégia – o profissional recebe o nome de principal executivo de alguma coisa – logística, por exemplo – para indicar tanto internamente quanto para o mercado que se trata de uma área absolutamente estratégica para a empresa. “Normalmente quem é chief sendo no conselho e tem peso de voto igual ao do CEO”.

2.     Globalização – ter um cargo que faz parte da terminologia corporativa mundial pode facilitar a comunicação entre empresa e profissionais.

3.     Sim, status. Há donos de pequenas empresas se intitulando chief executive officers. Ou diretores de finanças que depois de colocar CFO no cartão, acreditam dar uma roupagem toda nova ao charmoso cargo de…….diretor financeiro.

CEO – Chief Executive Officer

Facilmente identificado, é o cara que manda em todo mundo – menos no chairmam (ou presidente do conselho) a menos que ele seja poderosíssimo e acumule as duas funções.
Pode ser chamado de principal executivo, presidente, superintendente, diretor-geral… As pessoas costumam fazer confusão quando a empresa tem os dois, CEO e presidente. Nesse caso a função do segundo é mais representativa.

COO – Chief Operating Officer

Seu nome é executivo-chefe de operações, mas você pode chamá-lo de braço direito do CEO. Enquanto o chefe pensa a estratégia, o COO cuida mais de perto da rotina do negócio.

CFO – Chief Financial Officer

Principal executivo de finanças.

CHRO – Chief Human Resources Officer

Principal executivo de recursos humanos.

CIO – Chief Information Officer

Era mais fácil identificá-lo quando ele era o único executivo responsável pelo planejamento e pela implementação da tecnologia no pedaço. Mas aí surgiu …..

CTO – Chief Technology Officer

…….e hoje há muita confusão. Em linhas gerais, o CIO cuida da estratégia por trás da tecnologia – como ele pode mudar a forma como a empresa faz negócios, enquanto o CTO comanda a arquitetura e a infra-estrutura dos sistemas. Há empresas com os dois profissionais.

CKO – Chief Knowledge officer

Também chamado de chief learning officer (CLO), é quem administra o capital intelectual da empresa, reúne e gerencia todo o conhecimento da organização. Entende tanto de tecnologia e processos quanto de pessoas. É um sujeito-chave, por exemplo, nas consultorias.

CRO – Chief Risk Officer

O cargo surgiu quando empresas de todas as áreas, e não somente bancos passaram a se preocupar com a administração de riscos. Além de questões financeiras, o CRO avalia itens como estratégia do negócio, concorrência, legislação e problemas ambientais.

CMO – Chief Marketing Officer

Executivo-chefe de marketing certo? Na subsidiaria brasileira do BankBoston não é tão simples assim. Lá ele cuida também de novos negócios e Internet.

CIO – Chief Imagination Officer

A fabricante de computadores americana Gateway tem um executivo-chefe de imaginação, responsável por promover a criatividade entre o pessoal.

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RHAs empresas que possuem um número significativo de funcionários fixos e / ou temporários somado a um alto índice de rotatividade possuem um desafio em comum: como localizá-los no mercado de trabalho, assim como gerenciar estas informações?

Esta realidade também existe em empresas no buscam localizar no mercado de trabalho profissionais com perfil diferenciado que normalmente estão já empregados!

Normalmente, estas empresas possuem uma equipe interna de “recrutadores”, profissionais com formação em Recursos Humanos, assim como em Psicologia.

Sendo que em alguns casos em função do alto volume de candidatos, geram um banco de dados significativo, originados de currículos nos quais as informações geralmente estão desorganizadas em diversos formatos eletrônicos (.doc e/ou .pdf), sendo que algumas vezes vindos ainda do correio tradicional ou entregues na recepção da empresa!

Esta equipe de recrutamento tem que otimizar os seus recursos escassos a fim de receber, decifrar e organizar estas informações contidas nestes currículos. Sendo que poderiam aproveitar o tempo para atividades que agregariam valor, por exemplo: gerenciar as vagas, gerando um banco de dados extremamente valioso e fazendo uma seleção de profissionais de forma segura para estas vagas com o envolvimento dos futuros superiores imediatos, principais interessados neste processo!

Por estes motivos, normalmente este subsistema de RH (Recrutamento e Seleção) necessita, muitas vezes, de diversos profissionais trabalhando nestas atividades sem considerar que às vezes estas atividades são terceirizadas de forma errada para empresas / profissionais de recrutamento e seleção identificando profissionais inadequados para as necessidades / perfis desejados.

A forma mais efetiva (eficaz e eficiente) para que isto seja resolvido é utilizando uma ferramenta / aplicativo que gerencie eletronicamente estas informações, organizando-as em um banco de dados.  A Desenvolve Web, empresa parceira da Simples Soluções, esta disponibilizando um sistema informatizado em ambiente de internet, totalmente integrado ao website da empresa. O sistema possibilita que os potenciais candidatos acessem o website da empresa, normalmente na página / canal denominado “trabalhe conosco” e façam seus cadastros, gerenciando seus currículos e participando das vagas desta empresa.

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Busca por currículos:

Para qualquer empresa, independente do segmento e porte, a melhor solução para estes desafios é ter domínio completo sobre o gerenciamento destas vagas de emprego. Filtrando os currículos destes candidatos que estejam relacionadas com as vagas em aberto. Assim um serviço que antes poderia demorar horas para filtrar as mesmas pessoas hoje com o sistema da Desenvolve Web podem ser realizadas em poucos minutos, disponibilizando recursos para atividades mais significativas em outros subsistemas de RH, principalmente com o objetivo de manter estes talentos satisfeitos com as oportunidades / desafios da empresa – comenta o Sr. Nícolas Muller, Diretor Executivo da Desenvolve Web.

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Com este filtro, o profissional responsável pelas atividades de recrutamento pode selecionar ou descartar os candidatos através de palavras-chaves, graduações, cargos, estado civil, sexo, experiência da pessoa. Logo após este filtro, a empresa pode criar um histórico com as pessoas que foram selecionadas, gerando uma nova versão destes currículos selecionados em formato .pdf de cada um dos participantes da vaga, adicionando relatórios para uso interno.

Todas estas informações dos candidatos e da empresa ficam guardadas no banco de dados e criptografadas para garantir uma maior segurança para a empresa e para os candidatos.

A Excelsior Alimentos S.A. é uma das empresas que utiliza este aplicativo com o propósito de gerenciar este ativo extremamente importante, ou seja, os talentos! Clique neste link e veja na prática!

Maiores informações sobre esta excelente solução de recrutamento e seleção podem ser adquiridas através do fone (51) 3902 0017 ou através do e-mail contato@desenvolveweb.com.br.

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Nenhum comentário 3/02/2011 | Por: Gislaine A. Barbosa
Teste de personalidade – Você já fez?

Recebemos recentemente um e-mail do Sr. Jefferson Ricardo, da Rh Medical (www.rhmedical.com.br), convidando-nos a realizar um teste de personalidade. A seguir a cópia do seu e-mail.

testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-suaOlá pessoal!

Talvez muitos de vocês já tenham realizado um teste de personalidade, e outros não.

Realmente é possível descobrirmos diversas características sobre como somos pessoalmente e profissionalmente.

Conheço diversos Headhunters que utilizam esse sistema para identificar e traçar o perfil de seus profissionais.

É recomendado que se faça esse teste 1x por ano, pois é tempo suficiente para você mudar em diversos pontos, ganhar novos conhecimentos, se aprimorar e também passar por novos desafios. Sendo assim, cada mudança significativa em sua vida, afeta todo o seu contexto profissional e pessoal.

Vale a pena realizar este texto.

Faça e coloquem o resultado!

Vamos debater sobre isso.

Segue o link:

http://www.inspiira.org/view/pt-br/103-before

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homemcapa215_9Q8B6APesquisa revela que 78% dos executivos sentem-se insatisfeitos com a função que exercem. Saiba como lidar com essa situação

Um clima de angústia parece rondar o ambiente corporativo. Mesmo sem se manifestarem abertamente, muitos profissionais de sua empresa podem não estar felizes no dia-a-dia. Se suas pesquisas de clima não identificam essa tristeza, atente para alguns dados antes de ter prejuízos como o baixo desempenho:

Estudo realizado pela consultoria HLCA Human Learning, do Rio de Janeiro, com 10 mil profissionais, mostra que 78% não estão satisfeitos com o trabalho. Os resultados indicam, também, que algumas pessoas podem obter êxito na carreira, ocupar altos cargos nas organizações, serem bem remuneradas, mas, entretanto, estarem infelizes profissionalmente. Entre as principais causas apresentadas para esse descontentamento, destaca-se a inadequação da pessoa com a função que exerce. Ou seja, o desenho da função não se alinha com o perfil do profissional. O mesmo estudo mostra ainda que 78% dos entrevistados não sabem qual é o seu grande talento.

Depois de ouvir mais de 300 executivos de RH em todo o mundo, sendo 16% latino-americanos, a IBM Business Consulting Services descobriu que mais de 60% deles têm dificuldades para identificar e desenvolver as habilidades e os talentos dos empregados, fundamentais para manter a competitividade. Isso significa que, quando a geração atual se aposentar, muitas empresas descobrirão, tarde demais, que a experiência e o talento de toda uma geração foram embora e que elas não contam com os recursos necessários para preencher essa lacuna. Como as organizações não sabem quais habilidades estão sendo perdidas, será difícil se planejar para as necessidades futuras.

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