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	<title>Simples Soluções &#187; Gestão de Carreira</title>
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	<description>13 anos de Experiência, Simplicidade e Resultados!</description>
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		<title>Não é bem assim – Geração Y (Fonte: Você RH – Por Daniela Diniz)</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 12:46:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gislaine A. Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Buscando Talentos]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Momento de Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Gislaine Angelim Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Retendo Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Geração Y ficou estigmatizada por ser indisciplinada, infiel e insubordinada. Agora, as empresas começam a perceber que se apressaram nessa generalização e passam a mudar o discurso.
Apressados. Ansiosos. Ambiciosos. Tecnológicos. Esses são alguns dos muitos adjetivos atribuídos à Geração Y, grupo de pessoas que, segundo a literatura americana, nasceram a partir de 1978. Uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/geracao-y-409-x-250.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4946" title="geracao y 409 x 250" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/geracao-y-409-x-250-300x183.jpg" alt="geracao y 409 x 250" width="285" height="177" /></a>A <strong>Geração Y</strong> ficou estigmatizada por ser indisciplinada, infiel e insubordinada. Agora, as empresas começam a perceber que se apressaram nessa generalização e passam a mudar o discurso.</p>
<p>Apressados. Ansiosos. Ambiciosos. Tecnológicos. Esses são alguns dos muitos adjetivos atribuídos à Geração Y, grupo de pessoas que, segundo a literatura americana, nasceram a partir de 1978. Uma turma difícil de lidar, infiel, insubordinada e indisciplinada, que vem causando conflitos com gerações anteriores no ambiente de trabalho.</p>
<p>Nos últimos cinco anos, esse discurso ganhou força e foi replicado inúmeras vezes entre acadêmicos, consultores e profissionais de recursos humanos.</p>
<p><span id="more-4945"></span></p>
<p>Começou, então, uma corrida das empresas para se moldar a esse público, mudando formas de atrair, recrutar, reter e de se relacionar, e houve uma explosão de receitas de como entender esse novo público. Do outro lado, rotulada, essa geração, que muitas vezes nem sequer sabia que se chama Y, começou a forçar o estereótipo para não decepcionar o discurso corporativo. E aí a confusão foi instalada. Afinal ao estudar um pouquinho mais o assunto, alguns já começaram a notar que não existe de fato um grupo tão diferente assim. Existe apenas um grupo de jovens profissionais vivendo num mundo diferente. &#8220;Não é negar que há diferenças, mas não se pode justificar isso com base apenas na idade&#8221;, diz o professor Renato Guimarães, da Fundação Getulio Vargas de são Paulo (FGV).</p>
<p>Veja a seguir o que realmente essa geração traz de novo e o que não passa de mito ou, simplesmente, características atribuídas a uma fase de vida ou a um momento favorável da economia brasileira.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Ansiosos, apressados e ambiciosos. E você, já não foi assim?</strong></span><br />
&#8220;Quando eu era trainee, também queria subir rápido na carreira e tinha um discurso ambicioso&#8221;, diz Guilherme Rhinow, diretor de desenvolvimento humano e organizacional da Votorantim Cimentos, hoje com 42 anos. Sua afirmação levanta a dúvida sobre a principal característica dada a essa geração. Afinal, ter pressa e querer subir na carreira é desejo dos chamados Y, ou um traço comum dos jovens, independentemente da época em que eles viveram? &#8220;Se você pesquisar uma revista Fortune de 1979, vai encontrar todas essas características no jovem profissional da época, mas ele era chamado de baby boomer&#8221;, diz Alexandre Santille, sócio da consultoria LAB SSJ. Segundo Maira Habimorad, sócia do Grupo DMRH, a diferença entre a pressa do jovem da década passada e a do pessoal de hoje está na fala, e não no ideal. &#8220;O que talvez os jovens de hoje façam com mais frequência, ou mais abertamente, é exigir esse crescimento&#8221;, diz Maira. &#8220;A vontade de crescer rápido pode ser igual à dos demais profissionais, mas os jovens deixam isso claro para quem tem de saber isso, algo que em outras épocas ficava velado.&#8221;</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Infiéis que querem estabilidade?</span></strong><br />
A reclamação vem de muitos gestores de RH: &#8220;Esses jovens não são comprometidos com a empresa&#8221;. Em parte, a afirmação é verídica. Só em parte. Porque não se trata de jovens que não param na companhia, mas de profissionais brasileiros de uma forma geral. Afinal, o mercado nunca esteve tão aquecido, o que gera rotatividade maior de pessoas, e isso não tem a ver com idade. Dizer, portanto, que a nova geração é infiel é bancar uma generalização sem conceitos. &#8220;Outro dia uma aluna me disse que queria ficar muito tempo na empresa mas tinha vergonha de falar isso&#8221;, conta Renato Guimarães, da FGV. A realidade é que os jovens querem, sim, ficar no emprego por um longo tempo, desde que, claro, sejam oferecidos &#8220;projetos nos quais aprendam e agreguem&#8221;, ressalta Maira. O que faz sentido para qualquer pessoa.</p>
<p>Para Guilherme Rhinow, o que faz esse jovem sair é trabalhar ao lado de gestores medíocres. &#8220;Numa economia aquecida, é mais fácil ainda se desligar&#8221;, diz. De acordo com a última pesquisa Empresa dos Sonhos dos Jovens, da Cia. de Talentos, que faz parte do Grupo DMRH, 41% dos jovens esperam trabalhar mais de 20 anos na mesma organização (desde que seja a empresa de seus sonhos). Em segundo lugar no ranking da pesquisa &#8211; atrás do Google &#8211; está a Petrobras, um símbolo de estabilidade. Resultado que combina com a realidade do país, que registrou um aumento de 15% em 2011 na procura por concursos públicos Não dá para tachar esse público, que busca estabilidade e segurança, de infiel, certo?</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Desprezo pela hierarquia (ou, simplesmente, desapego)</span></strong><br />
Aqui há quase um consenso. Esse jovem, sim, tem uma relação diferente com seus chefes das dos jovens de outras épocas. Mas que fique claro: há um desapego a relações de hierarquia (e não desrespeito). &#8220;Isso começou com a mudança da estrutura familiar, que assistiu à entrada da mulher no mercado de trabalho e à ausência maior dos pais em casa&#8221;, diz Alexandre Santille, da LAB SSJ. &#8220;Os pais, antes chamados de ‘senhor e senhora’, passaram a ser amigos dos filhos, que levam esse ensinamento para o trabalho.&#8221; Santille ainda reforça que parte desse comportamento é aderido e, muitas vezes, valorizado pelas organizações de uma forma geral. Hoje, há menos divisórias nos escritórios, o cargo saiu do crachá, o chefe virou líder e até a roupa de trabalho é mais informal.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Virtuais x presenciais</strong></span><br />
Não há como negar que a Geração Y nasceu num contexto tecnológico bem mais avançado que o de gerações passadas. Obviamente, isso impacta na sua relação não só com o trabalho, mas com a vida. Para Santille, a facilidade de se obter conhecimento, a rapidez das informações e as redes sociais afetam mais a Geração Y do que os mais velhos. &#8220;Isso faz com que tenhamos jovens com conhecimento mais abrangente, porém, menos profundo&#8221;, afirma. &#8220;O jovem, em geral, se satisfaz rápido com a informação superficial, conquistada facilmente.&#8221; É exagerada, no entanto, a visão de que esse público só sabe se comunicar por mensagens eletrônicas e tem o computador como melhor amigo. &#8220;Essa geração é mais tecnológica, mas isso não significa que não compreenda ou se comunique de outras formas&#8221;, diz Maira.</p>
<p><span style="color: #ff0000;"><strong>Sombra, suor e água fresca</strong></span><br />
A ideia de que somente os jovens de hoje é que buscam mais tempo para a vida pessoal também é distorcida. &#8220;Se fosse assim, não teríamos um jovem trabalhando em banco de investimento&#8221;, diz Renato Guimarães. O consultor Alexandre Santille acredita que esse é um desejo que o jovem sempre teve, não importa a época em que viveu, até encarar o mercado de trabalho. &#8220;O jovem sempre buscou qualidade de vida. O que mudou é que agora ele se sente à vontade para falar isso. Antes pegava mal.&#8221; Para Maira, da Cia. de Talentos, a diferença não está apenas em ser mais aberto no discurso, mas num mundo diferente, que provoca reflexões diversas. &#8220;Talvez a qualidade de vida tenha um peso maior para esse público porque no passado existia uma separação clara entre trabalho e lazer&#8221;, diz. &#8220;Claro que as pessoas trabalhavam até tarde, mas uma vez que saíam do escritório, não tinham como acessar o que ficou lá.&#8221;</p>
<p>A experiência de Maira com jovens mostra que essa geração está bem consciente de que no mundo de hoje não é possível trabalhar pouco e ganhar muito e que qualidade de vida não significa deixar de trabalhar à noite ou no fim de semana. &#8220;Esse grupo quer perceber que existe uma troca e flexibilidade por parte da empresa.&#8221;<br />
E quem não quer?</p>
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		<title>Aqui Jaz uma Empresa Familiar Juntamente com seu Proprietário (Por Sandra Regina da Luz Inácio)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2012/01/aqui-jaz-uma-empresa-familiar-juntamente-com-seu-proprietario-por-sandra-regina-da-luz-inacio/</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 17:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Regina da Luz Inacio</dc:creator>
				<category><![CDATA[1-Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Momento de Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Sandra Regina Inácio]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Organizacional]]></category>

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		<description><![CDATA[É triste ver o propulsor de uma empresa familiar com a visão da imortalidade. Não querem fazer processo sucessório, não querem se aposentar, não tiram férias, não tem lazer, seu corpo, coração e alma estão dentro da empresa.
Ela é o ar que ele respira e também sua vida.
Geralmente não delegam&#8230; pois têm a certeza que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/126437542851PC0p.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4888" title="126437542851PC0p" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/126437542851PC0p-225x300.jpg" alt="126437542851PC0p" width="210" height="272" /></a>É triste ver o propulsor de uma empresa familiar com a visão da imortalidade. Não querem fazer processo sucessório, não querem se aposentar, não tiram férias, não tem lazer, seu corpo, coração e alma estão dentro da empresa.</p>
<p>Ela é o ar que ele respira e também sua vida.</p>
<p>Geralmente não delegam&#8230; pois têm a certeza que ninguém fará melhor que eles, também por isso não existe vida fora da empresa.</p>
<p>Quando perguntamos por que ele se “escraviza” dentro de sua empresa, a resposta é nós sabemos décor: “faço todo este sacrifício pela minha família, não é para mim e sim para eles”.</p>
<p>A resposta é sempre a mesma, mas também sabemos que a empresa na realidade é sua vida, sua alma&#8230; e também quando sua vida terminar, a empresa com certeza terminará com ele.</p>
<p><span id="more-4884"></span></p>
<p>Têm verdadeiro horror só de falar na palavra “sucessão”, pois imagina que ninguém conseguirá gerir a empresa sem ele&#8230; é o próprio Deus e sua criação.</p>
<p>Sua família, muitas vezes com ele não tira férias, não têm lazer e nem consegue ter vida própria&#8230; porque ele toma as rédeas da empresa e das vidas de sua família e seus funcionários. É a criatura e sua criação&#8230; criação esta que na maioria das vezes o cega e dá a falsa ilusão que tanto ela quanto ele são perpétuos.</p>
<p>Mas, como a natureza é sábia e não deixa nada de novo nascer sem que o velho morra&#8230; e isso é uma lei universal.<br />
“Para que uma nova flor nasça, é necessário que a velha flor morra”.</p>
<p>Seus herdeiros até poderiam amar a empresa, se ela não lhes roubassem o pai, o amigo, o companheiro e as conversas que nunca tiveram e talvez nunca tenham.</p>
<p>Para o empreendedor ninguém é bom o suficiente para substituí-lo, é o próprio insubstituível&#8230; nunca prestou atenção que o cemitério está lotado de pessoas insubstituíveis&#8230; e com muitas delas, suas empresas, sonhos, trabalho e muitas coisas importantes que deixaram para trás e nunca mais poderão ter a chance de tê-las novamente.</p>
<p>Só existe uma coisa certa nesta vida&#8230; “o agora”, o restante é ilusão, a empresa é uma ilusão, uma desculpa para dizer que ele não somente passou por esta vida, mas que construiu algo importante, que fez a diferença.</p>
<p>Muitos homens na história criaram mais que empresas, criaram sabedoria, deram amor, paz a muitos que necessitavam, fizeram realmente a diferença e, no entanto ninguém se lembra deles.</p>
<p>É muito doloroso ver nos olhos dos filhos, da esposa e funcionários reféns de uma pessoa e sua empresa e que dentro de si sabem que quando o “chefe” se for, seus empregos e muito de suas vidas irão junto com ele.</p>
<p>Ele se acha um benfeitor da humanidade, mas na realidade não passa de um egoísta brincando também de Deus, pois a vida de muitos dependem dele e da empresa.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Análise de Perfil Comportamental: Mensurar Para Gerenciar (Por Fernanda Fuhrmeister)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/11/analise-de-perfil-comportamental-mensurar-para-gerenciar-por-fernanda-fuhrmeister/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 01:59:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Fuhrmeister</dc:creator>
				<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão por Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Fernanda Fuhrmeister]]></category>

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		<description><![CDATA[Você conhece as suas competências comportamentais?
Você sabe quais são suas fortalezas e limitações?
A indicação dos especialistas em desenvolvimento de carreira é: Dedique tempo para se conhecer. O autoconhecimento e o gerenciamento de competências comportamentais são premissas básicas para a elevação da performance profissional.
Intervenha nestas três evidências:
-“Nós contratamos as pessoas pelas suas habilidades técnicas, mas as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você conhece as suas competências comportamentais?</p>
<p>Você sabe quais são suas fortalezas e limitações?</p>
<p>A indicação dos especialistas em desenvolvimento de carreira é: Dedique tempo para se conhecer. O autoconhecimento e o gerenciamento de competências comportamentais são premissas básicas para a elevação da performance profissional.</p>
<p>Intervenha nestas três evidências:</p>
<p>-“Nós contratamos as pessoas pelas suas habilidades técnicas, mas as demitimos pelas suas falhas comportamentais.” Fonte &#8211; Financial Times</p>
<p>“Temos uma estatística de que mais de 90% das pessoas que são demitidas nas empresas, são afastadas por comportamento, e não por conhecimento.” Carlos Alberto Simões Barreiro, diretor executivo da Tailor Made Consulting</p>
<p>“Aspectos comportamentais negativos são o principal motivo das demissões e das dificuldades da empresa em alcançar os resultados desejados.” Eugênio Mussak</p>
<p>O <strong>PDA</strong> (<em>Personal Development Analysis</em>) é uma ferramenta que analisa o <strong>Perfil Comportamental das Pessoas</strong> e suas <strong>habilidades</strong>, identificando seus <strong>Potenciais</strong> e <strong>Áreas de Desenvolvimento</strong>. Através de uma metodologia simples, precisa e cientificamente garantida, permite descrever e analisar o <strong>Perfil Comportamental</strong> das pessoas. Além disso, permite avaliar as demandas comportamentais de um cargo e gerar compatibilidades detalhadas aplicáveis nos distintos processos da área de gestão de pessoas.</p>
<p><a><img class="aligncenter size-full wp-image-4651" title="Sem título" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Sem-título.jpg" alt="Sem título" width="559" height="189" /></a></p>
<p>A avaliação através do <strong>PDA</strong> não qualifica perfis comportamentais como  “bons ou ruins”, mas sim descreve as características comportamentais do indivíduo avaliado. O estudo de compatibilidade entre uma pessoa e um cargo, irá descreve e detalhar as fortalezas e eventuais fraquezas do profissional em relação ao que o cargo requer. Pode-se obter, percentualmente, o grau de aderência do profissional ao cargo e identificar os possíveis gaps de desenvolvimento. A partir desta análise, podem-se fazer investimentos na área de treinamento e desenvolvimento mais assertivas.</p>
<p>A ferramenta está validada cientificamente com 90% de confiabilidade. O <strong>PDA</strong> é membro do <strong>Instituto Americano de Psicologia e Negócios </strong>(AIOBP) sendo certificado ISO 9001.</p>
<p>Os relatórios descrevem de forma concreta e objetiva o perfil das pessoas detalhando: estilo de liderança, estilo na tomada de decisões, como liderá-lo com sucesso, habilidades de persuasão, capacidade de análise, habilidades comerciais, nível atual de motivação, principais habilidades e fortalezas e áreas a desenvolver. Administra-se de forma “on-line” e a entrega dos resultados é imediata.</p>
<p><span id="more-4649"></span>As empresas e consultorias que utilizam o <strong>PDA</strong> buscam:</p>
<ul>
<li>Clareza  na       definição  de  critérios  para       avaliação  de  desempenho,  de       acordo  com  as competências-chave para o negócio;</li>
<li>Movimentações      e promoções internas maximizadas utilizando como base as competências      exibidas;</li>
<li>Aproveitamento      máximo do potencial das pessoas para atingir as metas corporativas;</li>
<li>Suporte      ao recrutamento e seleção de novos talentos para a empresa de acordo com      as competências essenciais ao negócio;</li>
<li>Programas      de desenvolvimento focados nas competências que os colaboradores efetivamente      necessitam aprimorar, otimizando custos;</li>
<li>Melhorar      a efetividade de seus processos de seleção em até 75%;</li>
<li>Reduzir o      “turn over” de pessoas entre 20% e 50%.</li>
</ul>
<p>Veja o exemplo de um relatório completo de <strong>Análise de Perfil Comportamental</strong>, clicando neste <strong><em><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/PDA-de-Sani-Maria-Exemplo.pdf">link</a></em></strong>.</p>
<p>Quais seriam as vantagens da aplicação do <strong>PDA</strong>?</p>
<ul>
<li><strong>INDICADOR       DE CONSISTÊNCIA: </strong></li>
</ul>
<p>O Relatório inclui um “Indicador de Consistência da Informação”, que descreve o grau de confiabilidade e consistência do resultado do relatório <strong>PDA</strong>.</p>
<ul>
<li><strong>CARGOS E COMPETÊNCIAS PREDETERMINADOS: </strong></li>
</ul>
<p>Inclui 3 Grupos de Cargos (Liderança, Comerciais e Administrativos) com um total de 22 perfis de cargos já pré-determinados no sistema, para obter estudos de compatibilidade sem a necessidade de definir e incluir cargos novos. Inclui uma lista de 24 competências já pré-determinadas no sistema para obter estudos de compatibilidade sem a necessidade de definir e incluir competências novas.</p>
<p>Veja exemplos de relatório de compatibilidade com <strong>Perfis de Cargo Comportamentais</strong> e com <strong>Competências</strong>, clicando neste <strong><em><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/Exemplo-de-Relatório-de-Competências.pdf">link</a></em></strong>, assim como um exemplo de relatório de compatibilidade com o <strong>Cargo de Líder Técnico</strong> clicando neste <strong><em><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/11/PDA-Exemplo-de-Relatório-de-Compatibilidade-com-o-Cargo-de-Líder-Técnico-Sani-Maria.pdf">link</a>.</em></strong></p>
<ul>
<li><strong>CARGOS E COMPETÊNCIAS SOB MEDIDA: </strong></li>
</ul>
<p>Caso necessite estudos de compatibilidade com competências ou cargos próprios do cliente, o sistema inclui a possibilidade de definir perfis de cargos comportamentais sob medida ou customizar as competências do cliente.</p>
<ul>
<li><strong>PROFUNDIDADE DA INFORMAÇÃO: </strong></li>
</ul>
<p>Analisa não só as tendências de comportamento das pessoas como também as correspondentes intensidades com as quais se apresentam, o nível de energia, de motivação/estresse, de flexibilidade, etc. Estas informações permitem realizar estudos de compatibilidade mais profundos, ricos e exatos.</p>
<ul>
<li><strong>MEDIÇÃO DE INTELIGÊNCIA EMOCIONAL: </strong></li>
</ul>
<p>O PDA mede a inteligência emocional através de um 5° eixo adicional: o Autocontrole. Ele identifica se a pessoa tem uma tendência emocional ou racional diante das situações do dia-a-dia ou mesmo em tomadas de decisão. Este eixo trata de uma das variáveis mais importantes a ser analisada no relatório de <strong>PDA</strong>.</p>
<ul>
<li><strong>PLATAFORMA FLEXÍVEL E ÁGIL: </strong></li>
</ul>
<p>A plataforma tecnológica na qual se administra o <strong>PDA</strong> é muito ágil para administrar diferentes sub-bases, gerar compatibilidades e relatórios e enviar e-mails.</p>
<p>Pense nisto, estamos à disposição para ajudá-los.</p>
<p><strong><em>Fernanda Fuhrmeister</em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p>Email: <a href="mailto:fernanda@equilibriumrh.com.br">fernanda@equilibriumrh.com.br</a></p>
<p>Diretora da Equilibrium Gestão de Pessoas – <a href="http://www.equilibriumrh.com.br/">www.equilibriumrh.com.br</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O que está errado nas empresas: os processos ou as pessoas contratadas? (Por Eduardo Ferraz)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/10/o-que-esta-errado-nas-empresas-os-processos-ou-as-pessoas-contratadas-por-eduardo-ferraz/</link>
		<comments>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/10/o-que-esta-errado-nas-empresas-os-processos-ou-as-pessoas-contratadas-por-eduardo-ferraz/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2011 03:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Hélio Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Retendo Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao começar uma consultoria, sempre me perguntam se os processos estão errados ou se as pessoas, que devem cumpri-los, não têm perfil para a função. Não há processo que funcione quando as pessoas estão nos lugares errados. Para exemplificar, costumo usar uma metáfora do consultor Jim Collins, considerado sucessor de Peter Drucker e um dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao começar uma consultoria, sempre me perguntam se os processos estão errados ou se as pessoas, que devem cumpri-los, não têm perfil para a função. Não há processo que funcione quando as pessoas estão nos lugares errados. Para exemplificar, costumo usar uma metáfora do consultor Jim Collins, considerado sucessor de Peter Drucker e um dos mais respeitados pensadores da administração e gestão da atualidade: não importa se a empresa da qual você é dono ou principal gestor é um barquinho com 3 lugares ou um navio para 3 mil pessoas. Se quiser alcançar grandes resultados, o comandante dessa embarcação deveria:</p>
<p>Embarcar as pessoas certas e desembarcar as erradas.</p>
<p>Colocar as pessoas certas nas funções certas.</p>
<p>Decidir com as pessoas certas a rota a ser seguida.</p>
<p>Enquanto 90% dos lugares não estiverem ocupados pelas pessoas certas, o comandante não deve ter outra prioridade a não ser encontrá-las.</p>
<p>Uma pesquisa realizada pela Catho em 2009 – A contratação, a demissão e a carreira dos executivos brasileiros – apontou as principais razões para desligar um funcionário da empresa:</p>
<p><span id="more-4498"></span></p>
<ul>
<li>Ausência      de resultados (25,2%);</li>
<li>Falta de      competência técnica (22,9%);</li>
<li>Mau relacionamento      com o grupo (17,8%);</li>
<li>Falta de      dinamismo (13,0%), e;</li>
<li>Falta de      capacidade de liderança (11,3%).</li>
</ul>
<p>Clique <a href="http://www3.catho.com.br/pesquisas/pesquisa-dos-executivos-2009.pdf" target="_blank"><strong><em>aqui</em></strong></a> e acesse a pesquisa na íntegra.</p>
<p>Se o que determina o sucesso de uma empresa é ter funcionários alocados onde rendem mais, podemos analisar, pelo estudo da Catho, que as empresas estão errando no primeiro processo: o da contratação.</p>
<p>Então, como contratar a pessoa mais indicada para um determinado cargo? Primeiro, saiba que a personalidade e a essência do caráter de uma pessoa aparecem em padrões previsíveis. É a soma das nossas motivações, desejos e preferências que, uma vez compreendidos, fornecem um mapa das nossas tendências comportamentais.</p>
<p>A neurociência comportamental indica que grande parte da personalidade se localiza predominantemente no córtex orbifrontal (ROC) e é incomum identificar mudanças na personalidade durante a vida adulta porque, a essa altura, o ROC já perdeu boa parte de sua plasticidade. A personalidade é como a argila: ao nascermos, ela é amorfa e adquire forma até o meio da adolescência. A idade adulta equivale à argila saída do forno, a peça seca e não muda mais. Se tiver a forma de um copo, você pode escolher o líquido que vai colocar dentro, mas a forma será sempre a mesma.</p>
<p>Todo mundo, sem exceção, deixa um rastro na vida. Esse rastro do passado dá indícios fortes sobre as tendências futuras. Por isso, se você é a pessoa responsável pela contratação, coloque uma lupa no histórico dos candidatos. Faça as perguntas relevantes, verifique as respostas e as chances de acertar aumentarão muito. Com oito perguntas básicas, você já terá uma noção do rastro do candidato. São elas:</p>
<ul>
<li>Resuma      sua vida até os 18 anos de idade.</li>
<li>Resuma      sua vida dos 18 anos até hoje.</li>
<li>Descreva      seu histórico escolar.</li>
<li>Quantos      empregos teve? Por que saiu de cada um deles?</li>
<li>Você já      foi promovido? Explique os porquês.</li>
<li>Que      trabalhos voluntários fez? Descreva-os.</li>
<li>Descreva      seus pontos fortes.</li>
<li>Descreva      seus pontos fracos.</li>
</ul>
<p>Se prestar atenção às respostas, certamente saberá se a personalidade do candidato tem a ver com o cargo e os valores de sua empresa. Depois de muitos anos participando de processos de seleção, aprendi que analisar com detalhes o rastro das pessoas é fundamental para escolher a pessoa certa para cada tipo de embarcação.</p>
<p>Eduardo Ferraz é consultor em gestão de pessoas e especialista em treinamentos e consultoria in company. Ele é autor do livro Por que a gente é do jeito que a gente é?, da Editora Gente. Para mais informações, acesse o site: <a href="http://www.eduardoferraz.com.br/" target="_blank">www.eduardoferraz.com.br</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Conversa inspiradora (Fonte: Jornal Zero Hora – Empregos e Oportunidades – 08/05/11)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/05/conversa-inspiradora-fonte-jornal-zero-hora-%e2%80%93-empregos-e-oportunidades-%e2%80%93-080511/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 May 2011 19:56:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gislaine A. Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão por Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Gislaine Angelim Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Treinamento e Desenvolvimento]]></category>

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		<description><![CDATA[O serviço, bem popular nos EUA, tem deixado de ser modismo para apresentar crescimento sólido no Brasil. Contudo, especialistas alertam: muitos estão utilizando essa ajuda de forma errada e é preciso pesquisar bem.
Uma das traduções do termo inglês coach é treinador. Por isso, hoje, denominam-se profissionais do coaching aqueles que, a partir de uma metodologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/coaching3.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4391" title="coaching3" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/05/coaching3.jpg" alt="coaching3" width="255" height="158" /></a>O serviço, bem popular nos EUA, tem deixado de ser modismo para apresentar crescimento sólido no Brasil. Contudo, especialistas alertam: muitos estão utilizando essa ajuda de forma errada e é preciso pesquisar bem.</p>
<p>Uma das traduções do termo inglês <strong><em>coach</em></strong> é treinador. Por isso, hoje, denominam-se profissionais do <strong><em>coaching</em></strong> aqueles que, a partir de uma metodologia específica, &#8220;treinam&#8221; os clientes para que atinjam suas metas profissionais e pessoais.</p>
<p>- &#8220;Os <strong><em>coaches</em></strong> visam ao aumento de resultados positivos. Eles fazem perguntas e aplicam ferramentas junto ao assessorado para que a própria pessoa trace uma estratégia para alcançar objetivos que deseja&#8221;, explica Adriana Marques, 35 anos, que preside o <strong><em>Coaching Club de Brasília</em></strong>.</p>
<p>O método, que já é bastante difundido nos Estados Unidos, está em franco crescimento no Brasil. Segundo o presidente da <strong><em>Sociedade Latino Americana de Coaching</em></strong>, Sulivan França, a procura por cursos de capacitação na área cresceram, de 2007 para cá, cerca de 250% ao ano, enquanto a demanda das empresas por esse tipo de assessoria subiu em torno de 180% ao ano. &#8220;Isso mostra que a atividade deixou de ser moda aqui e se tornou uma realidade&#8221;, avalia.</p>
<p>Há seis anos, quando coaching ainda era uma expressão completamente estranha aos brasileiros, Adriana &#8211; à época educadora física e dona de uma academia &#8211; foi buscar no exterior alguma capacitação extra para tocar seus negócios e acabou se deparando com a metodologia. &#8220;No começo, encarei como uma forma de melhorar minhas tarefas no ramo da educação física, mas agora não faço outra coisa da vida&#8221;, comenta a <strong><em>coach</em></strong>, que se orgulha de já ter ajudado 89 clientes a alcançarem as metas pessoais com as quais sonhavam.</p>
<p><span id="more-4390"></span>Ela conta que uma sessão pode levar de 50 minutos a pouco mais de uma hora e que deve acontecer uma vez por semana, por até quatro meses. &#8220;Não é um encontro, mas um processo&#8221; comenta. Quanto ao local dos atendimentos, Adriana explica que a única exigência é que ele não permita interferências enquanto <strong><em>coach</em></strong> e cliente conversam. &#8220;Pode ser um restaurante mais reservado, um parque ou mesmo uma sala isolada na empresa onde a pessoa trabalha&#8221;, exemplifica a especialista.</p>
<p>Como explica Villela da Matta, presidente da <strong><em>Sociedade Brasileira de Coaching</em></strong>, qualquer um pode se dedicar à prática, desde que tenha uma formação acadêmica. &#8220;O processo é multidisciplinar. Assim, qualquer pessoa mediante experiência profissional anterior pode atuar como <strong><em>coach</em></strong>, podendo, inclusive, adotar um nicho específico de atuação&#8221;, explica o especialista, que comenta: &#8220;Há médicos, advogados, dentistas, jornalistas, psicólogos, empresários, atores, atletas, entre outros profissionais, que atuam na área ou que aplicam as técnicas apreendidas em suas vidas pessoais e profissionais&#8221;.</p>
<p><strong>Formação cara</strong></p>
<p>Para começar a prestar esse tipo de assessoria, é necessário fazer um curso com etapas teóricas e práticas que introduzem o aluno às ferramentas do <strong><em>coaching</em></strong> <strong><em>de vida</em></strong>, que trabalha com pessoas que queiram melhorar seus relacionamentos, emagrecer, parar de fumar etc. Depois, os interessados podem fazer o treinamento para o <strong><em>coaching executivo</em></strong> &#8211; com técnicas para empregar no mundo corporativo &#8211; e, em seguida, vem à preparação para o <strong><em>coaching</em></strong> <strong><em>de liderança</em></strong>, voltado ao profissional que quer dar suporte aos chefes das empresas. Por fim, há a capacitação <strong><em>master</em></strong>, em que o <strong><em>coach</em></strong> alcança a excelência no processo e pode começar a formar outras pessoas no ramo. Cada curso é, geralmente, dividido em dois módulos, com carga horária média de 40 horas de duração cada.</p>
<p>Além de conhecer a filosofia e os fundamentos do método, durante a capacitação o formando aprende sobre ética e competências necessárias para exercer a atividade. &#8220;Estudamos uma metodologia que chamamos de Farm. Ela envolve o estabelecimento do foco, a entrada em ação, a obtenção de resultados e a busca pela melhoria contínua&#8221;, lista Adriana. À medida que o conteúdo é apresentado, os alunos são instruídos a fazer exercícios em grupo e depois têm uma espécie de estágio, quando oferecem gratuitamente o serviço a alguém interessado.</p>
<p>Há, no entanto, um empecilho para quem deseja se especializar no setor: os altos custos. Segundo Sulivan França, esses cursos de apenas oito dias custam em torno de R$ 8 mil. Para quem quer utilizar os serviços de um <strong><em>coach</em></strong>, o preço também é alto. &#8220;As sessões de coaching de vida custam de R$ 200 a R$ 300 em média, enquanto os atendimentos a executivos chegam a R$ 1 mil, R$ 1,5 mil&#8221;, afirma o presidente da Sociedade Latino Americana de Coaching.</p>
<p>Por conta do grande investimento financeiro que fez para aderir ao <strong><em>coaching</em></strong>, a empresária Cátia Sasse, 36 anos, foi criticada pelos amigos. &#8220;Eles questionavam minha escolha, perguntavam por que eu não fazia logo um MBA, por exemplo, já que eu ia gastar mil reais por dia com esse curso&#8221;, relembra a dona da Sasse Produtos Promocionais. Mas ela estava decidida. Após pesquisar na internet e conversar com amigos empresários, optou pelo método para melhorar a atuação na empresa que carrega seu nome. &#8220;Estava na minha terceira licença maternidade e queria retornar ao trabalho com mais gás e com algum conhecimento novo&#8221;, comenta.</p>
<p>O objetivo inicial de Cátia era usar a metodologia com os funcionários do empreendimento que toca, porém ela gostou tanto que começou a fazer atendimentos a pessoas de fora da empresa. &#8220;É um processo muito gratificante, então hoje até ofereço meu trabalho quando vejo que alguém está com dificuldades&#8221;, conta.</p>
<p><strong>Não é terapia</strong></p>
<p>Por ser uma atividade nova no país, o <strong><em>coaching</em></strong> ainda desperta dúvidas na cabeça dos brasileiros. &#8220;Muita gente confunde o processo com outros como consultoria, aconselhamento e terapia&#8221;, diz Adriana Marques, que ressalta: &#8220;Eles são muito diferentes&#8221;. De acordo com ela, enquanto o trabalho dos coaches é preparar o cliente para o futuro, fazendo com que ele entenda as oportunidades e ameaças que o rodeiam, a atuação dos psicólogos foca em procurar as raízes dos problemas da pessoa para tratá-la. Villela da Matta completa: &#8220;Quem procura o <strong><em>coach</em></strong> não tem disfunção alguma, porém não consegue prosperar porque não sabe como fazer isso&#8221;.</p>
<p>Segundo a psicóloga e gerente de Recursos Humanos da Spot RH, Katiane Matos, a distinção entre psicologia e <strong><em>coaching</em></strong> vai além. Ela diz que o psicólogo ou terapeuta tem uma atividade mais ampla, que envolve ajudar o paciente a resolver problemas comportamentais duradouros, ao passo que o <strong><em>coach</em></strong> é responsável por ajudar o cliente a atingir uma meta específica, como arrumar um novo emprego. Por conta disso, a profissional indica uma limitação: &#8220;A pessoa deve fazer no máximo 10 sessões com o assessor, para que ele não extrapole seu papel e comece a dar direcionamentos&#8221;.</p>
<p>Como o <strong><em>coach</em></strong> apenas usa ferramentas para que o indivíduo encontre os caminhos para atingir as metas que tenha em mente, a psicóloga e os profissionais do setor concordam que os atendimentos não têm contraindicação. Porém, Katiane conta que atualmente muita gente usa o termo de maneira errada, o que requer cuidado de quem pretende recorrer a esse serviço. &#8220;O profissional não pode apontar soluções para os problemas da pessoa, do empresário, mas é o que fazem hoje muitos que se chamam coaches&#8221;, explica.</p>
<p>Uma precaução recomendada por Villella é pesquisar o currículo do profissional, bem como o histórico do centro de formação em que ele se capacitou. &#8220;Por não ser uma profissão regulamentada, sem um órgão fiscalizador, há muitos trabalhadores no mercado que se passam por coaches, sem possuir a correta metodologia e o tempo necessário de experiência prática na carreira&#8221;, comenta. &#8220;Já vi até gente oferecendo acompanhamento contínuo. Isso não existe&#8221;, emenda Adriana.</p>
<p><strong>Tipos de <em>coaching</em></strong></p>
<ul>
<li><strong>De vida</strong></li>
</ul>
<p>As ferramentas e técnicas são voltadas exclusivamente para que o indivíduo alcance melhor resultado, na vida pessoal ou profissional. O processo foca no autoconhecimento.</p>
<ul>
<li><strong>Executivo</strong></li>
</ul>
<p>O processo é voltado para atuar no mundo corporativo. Dentro dele há o coaching de carreira, com métodos complementares para quando a pessoa procura por crescimento como autônomo, por exemplo.</p>
<ul>
<li><strong>De relacionamento</strong></li>
</ul>
<p>Parte de um tema específico e trabalha diferentes habilidades e valores do cliente. A meta é desenvolver no assessorado um comportamento consciente, que propicie melhoras nos relacionamentos.</p>
<ul>
<li><strong>Esportivo</strong></li>
</ul>
<p>Pode ser aplicado a um atleta ou a um grupo e visa desenvolver técnicas para aumento da concentração e do equilíbrio emocional. Também estuda formas para melhorar o desempenho físico e técnico de competidores esportivos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores (Fonte: Jornal Nacional – 19/04/2011)</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 03:48:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[1-Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[3-Gestão pela Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão por Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa, Minha Vida]]></category>
		<category><![CDATA[PBQP-H]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Hélio Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Retendo Talentos]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana, no dia 19/04/2011, assisti uma reportagem veiculada no Jornal Nacional cujo título era “Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores”. As informações trazidas por esta reportagem somente confirmam aquilo que vivenciamos em nossos projetos de implementação de Sistemas de Gestão pela Qualidade baseado no SiAC em incorporadoras / construtoras.
Este segmento esta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Capturar2.JPG"><img class="alignright size-full wp-image-4327" title="Capturar" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Capturar2.JPG" alt="Capturar" width="176" height="99" /></a>Nesta semana, no dia <strong>19/04/2011</strong>, assisti uma reportagem veiculada no <strong>Jornal Nacional</strong> cujo título era “<strong>Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores</strong>”. As informações trazidas por esta reportagem somente confirmam aquilo que vivenciamos em nossos projetos de implementação de <strong>Sistemas de Gestão pela Qualidade baseado no SiAC</strong> em incorporadoras / construtoras.</p>
<p>Este segmento esta perdendo em competitividade, pois não consegue atrair e nem reter profissionais, por exemplo, as funções Mestre de Obras e Pedreiro estão em extinção, pois não existe renovação, por exemplo, o filho de Mestre de Obras não quer mais trabalhar no segmento!</p>
<p>O setor sempre atraiu trabalhadores com baixa escolaridade. Mas agora os brasileiros estão estudando mais e querem outros empregos. Os empresários admitem que o setor precisa de mais tecnologia e melhores condições de trabalho.</p>
<p>Os motivos / causas desta situação, podem ser analisados nesta reportagem, clique no <strong><em>link</em></strong> abaixo e assista!</p>
<p><a href="http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/industria-da-construcao-civil-sofre-com-falta-de-trabalhadores/1489131/#/Edi%C3%A7%C3%B5es/20110419/page/2">http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/industria-da-construcao-civil-sofre-com-falta-de-trabalhadores/1489131/#/Edições/20110419/page/2</a></p>
<p>E na sua empresa do segmento de construção civil esta situação existe? Caso positivo que soluções estão sendo tomadas para diminuir este impacto!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Insondável Língua do C (Fonte: http://www.guiarh.com.br)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/02/a-insondavel-lingua-do-c-fonte-httpwww-guiarh-com-br/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Feb 2011 18:09:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gislaine A. Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão por Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de Cargos Remuneração e Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Gislaine Angelim Barbosa]]></category>

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		<description><![CDATA[
Que cargo você preferiria exibir no cartão de visitas: CEO ou diretor-geral? CMO ou vice-presidente de marketing? Por alguma razão inexplicável, a simples conjunção de três letrinhas parece fazer com que a primeira opção tenha mais importância senioridade e poder do que a segunda. Depois de Chief Executive Officer, a onda de “executivos-chefe-de-não-sei-o-que” vem se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/o-que-e-CEO.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4226" title="o-que-e-CEO" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/o-que-e-CEO.jpg" alt="o-que-e-CEO" width="559" height="172" /></a></p>
<p>Que cargo você preferiria exibir no cartão de visitas: CEO ou diretor-geral? CMO ou vice-presidente de marketing? Por alguma razão inexplicável, a simples conjunção de três letrinhas parece fazer com que a primeira opção tenha mais importância senioridade e poder do que a segunda. Depois de <strong><em>Chief Executive Officer</em></strong>, a onda de “executivos-chefe-de-não-sei-o-que” vem se espalhando numa velocidade espantosa nos organogramas.<br />
O resultado é muita gente perdida, sem entender o que esses profissionais fazem.<br />
Para dar nome aos bois, ou melhor, aos cargos elaboramos uma relação dos principais <em>chiefs</em> que estão por ai!</p>
<p>E levantamos possíveis explicações para a existência deles:</p>
<p>1.     Estratégia – o profissional recebe o nome de principal executivo de alguma coisa – logística, por exemplo – para indicar tanto internamente quanto para o mercado que se trata de uma área absolutamente estratégica para a empresa. &#8220;Normalmente quem é <strong><em>chief</em></strong> sendo no conselho e tem peso de voto igual ao do CEO&#8221;.</p>
<p>2.     Globalização – ter um cargo que faz parte da terminologia corporativa mundial pode facilitar a comunicação entre empresa e profissionais.</p>
<p>3.     Sim, <strong><em>status</em></strong>. Há donos de pequenas empresas se intitulando <strong><em>chief executive officers</em></strong>. Ou diretores de finanças que depois de colocar CFO no cartão, acreditam dar uma roupagem toda nova ao charmoso cargo de&#8230;&#8230;.diretor financeiro.</p>
<p><strong>CEO – <em>Chief Executive Officer</em></strong></p>
<p>Facilmente identificado, é o cara que manda em todo mundo – menos no <strong><em>chairmam</em></strong> (ou presidente do conselho) a menos que ele seja poderosíssimo e acumule as duas funções.<br />
Pode ser chamado de principal executivo, presidente, superintendente, diretor-geral&#8230; As pessoas costumam fazer confusão quando a empresa tem os dois, CEO e presidente. Nesse caso a função do segundo é mais representativa.</p>
<p><strong>COO – <em>Chief Operating Officer</em></strong></p>
<p>Seu nome é executivo-chefe de operações, mas você pode chamá-lo de braço direito do CEO. Enquanto o chefe pensa a estratégia, o COO cuida mais de perto da rotina do negócio.</p>
<p><strong>CFO – <em>Chief Financial Officer</em></strong></p>
<p>Principal executivo de finanças.</p>
<p><strong>CHRO – <em>Chief Human Resources Officer</em></strong></p>
<p>Principal executivo de recursos humanos.</p>
<p><strong>CIO – <em>Chief Information Officer</em></strong></p>
<p>Era mais fácil identificá-lo quando ele era o único executivo responsável pelo planejamento e pela implementação da tecnologia no pedaço. Mas aí surgiu &#8230;..</p>
<p><strong>CTO – <em>Chief Technology Officer</em></strong></p>
<p>&#8230;&#8230;.e hoje há muita confusão. Em linhas gerais, o CIO cuida da estratégia por trás da tecnologia – como ele pode mudar a forma como a empresa faz negócios, enquanto o CTO comanda a arquitetura e a infra-estrutura dos sistemas. Há empresas com os dois profissionais.</p>
<p><strong>CKO – <em>Chief Knowledge officer</em></strong></p>
<p>Também chamado de <em>chief learning officer</em> (CLO), é quem administra o capital intelectual da empresa, reúne e gerencia todo o conhecimento da organização. Entende tanto de tecnologia e processos quanto de pessoas. É um sujeito-chave, por exemplo, nas consultorias.</p>
<p><strong>CRO – <em>Chief Risk Officer</em></strong></p>
<p>O cargo surgiu quando empresas de todas as áreas, e não somente bancos passaram a se preocupar com a administração de riscos. Além de questões financeiras, o CRO avalia itens como estratégia do negócio, concorrência, legislação e problemas ambientais.</p>
<p><strong>CMO – <em>Chief Marketing Officer</em></strong></p>
<p>Executivo-chefe de marketing certo? Na subsidiaria brasileira do <em>BankBoston</em> não é tão simples assim. Lá ele cuida também de novos negócios e Internet.</p>
<p><strong>CIO – <em>Chief Imagination Officer</em></strong></p>
<p>A fabricante de computadores americana <em>Gateway</em> tem um executivo-chefe de imaginação, responsável por promover a criatividade entre o pessoal.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Buscando talentos profissionais através de soluções baseadas em ambientes de internet.</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/02/buscando-talentos-profissionais-atraves-de-solucoes-baseadas-em-ambientes-de-internet/</link>
		<comments>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/02/buscando-talentos-profissionais-atraves-de-solucoes-baseadas-em-ambientes-de-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 11:10:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gislaine A. Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Buscando Talentos]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Gislaine Angelim Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Retendo Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[As empresas que possuem um número significativo de funcionários fixos e / ou temporários somado a um alto índice de rotatividade possuem um desafio em comum: como localizá-los no mercado de trabalho, assim como gerenciar estas informações?
Esta realidade também existe em empresas no buscam localizar no mercado de trabalho profissionais com perfil diferenciado que normalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/RH.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4206" title="RH" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/RH.jpg" alt="RH" width="233" height="200" /></a>As empresas que possuem um número significativo de funcionários fixos e / ou temporários somado a um alto índice de rotatividade possuem um desafio em comum: como localizá-los no mercado de trabalho, assim como gerenciar estas informações?</p>
<p>Esta realidade também existe em empresas no buscam localizar no mercado de trabalho profissionais com perfil diferenciado que normalmente estão já empregados!</p>
<p>Normalmente, estas empresas possuem uma equipe interna de “recrutadores”, profissionais com formação em Recursos Humanos, assim como em Psicologia.</p>
<p>Sendo que em alguns casos em função do alto volume de candidatos, geram um banco de dados significativo, originados de currículos nos quais as informações geralmente estão desorganizadas em diversos formatos eletrônicos (.doc e/ou .pdf), sendo que algumas vezes vindos ainda do correio tradicional ou entregues na recepção da empresa!</p>
<p>Esta equipe de recrutamento tem que otimizar os seus recursos escassos a fim de receber, decifrar e organizar estas informações contidas nestes currículos. Sendo que poderiam aproveitar o tempo para atividades que agregariam valor, por exemplo: gerenciar as vagas, gerando um banco de dados extremamente valioso e fazendo uma seleção de profissionais de forma segura para estas vagas com o envolvimento dos futuros superiores imediatos, principais interessados neste processo!</p>
<p>Por estes motivos, normalmente este subsistema de RH (Recrutamento e Seleção) necessita, muitas vezes, de diversos profissionais trabalhando nestas atividades sem considerar que às vezes estas atividades são terceirizadas de forma errada para empresas / profissionais de recrutamento e seleção identificando profissionais inadequados para as necessidades / perfis desejados.</p>
<p>A forma mais efetiva (eficaz e eficiente) para que isto seja resolvido é utilizando uma ferramenta / aplicativo que gerencie eletronicamente estas informações, organizando-as em um banco de dados.  A <a href="http://www.desenvolveweb.com.br/" target="_blank"><strong>Desenvolve Web</strong></a>, empresa parceira da <strong>Simples Soluções</strong>, esta disponibilizando um sistema informatizado em ambiente de <em>internet</em>, totalmente integrado ao <em>website</em> da empresa. O sistema possibilita que os potenciais candidatos acessem o <em>website</em> da empresa, normalmente na página / canal denominado “<strong>trabalhe conosco</strong>” e façam seus cadastros, gerenciando seus currículos e participando das vagas desta empresa.</p>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/img1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4207" title="img1" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/img1.jpg" alt="img1" width="600" height="189" /></a></p>
<p>Busca por currículos:</p>
<p>Para qualquer empresa, independente do segmento e porte, a melhor solução para estes desafios é ter domínio completo sobre o gerenciamento destas vagas de emprego. Filtrando os currículos destes candidatos que estejam relacionadas com as vagas em aberto. Assim um serviço que antes poderia demorar horas para filtrar as mesmas pessoas hoje com o sistema da <strong>Desenvolve Web</strong> podem ser realizadas em poucos minutos, disponibilizando recursos para atividades mais significativas em outros subsistemas de RH, principalmente com o objetivo de manter estes talentos satisfeitos com as oportunidades / desafios da empresa – comenta o <strong>Sr. Nícolas Muller</strong>, Diretor Executivo da <strong>Desenvolve Web</strong>.</p>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/img2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4208" title="img2" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/img2.jpg" alt="img2" width="600" height="123" /></a></p>
<p>Com este filtro, o profissional responsável pelas atividades de recrutamento pode selecionar ou descartar os candidatos através de palavras-chaves, graduações, cargos, estado civil, sexo, experiência da pessoa. Logo após este filtro, a empresa pode criar um histórico com as pessoas que foram selecionadas, gerando uma nova versão destes currículos selecionados em formato .pdf de cada um dos participantes da vaga, adicionando relatórios para uso interno.</p>
<p>Todas estas informações dos candidatos e da empresa ficam guardadas no banco de dados e criptografadas para garantir uma maior segurança para a empresa e para os candidatos.</p>
<p>A <strong>Excelsior Alimentos S.A.</strong> é uma das empresas que utiliza este aplicativo com o propósito de gerenciar este ativo extremamente importante, ou seja, os talentos! Clique neste<strong> <a href="http://www.excelsior.ind.br/trabalhe_conosco" target="_blank">link</a></strong> e veja na prática!</p>
<p>Maiores informações sobre esta excelente solução de recrutamento e seleção podem ser adquiridas através do fone (51) 3902 0017 ou através do e-mail <a href="mailto:contato@desenvolveweb.com.br">contato@desenvolveweb.com.br</a>.</p>
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		<title>Teste de personalidade &#8211; Você já fez?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 02:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gislaine A. Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Gislaine Angelim Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Organizacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Recebemos recentemente um e-mail do Sr. Jefferson Ricardo, da Rh Medical (www.rhmedical.com.br), convidando-nos a realizar um teste de personalidade. A seguir a cópia do seu e-mail.
Olá pessoal!
Talvez muitos de vocês já tenham realizado um teste de personalidade, e outros não.
Realmente é possível descobrirmos diversas características sobre como somos pessoalmente e profissionalmente.
Conheço diversos Headhunters que utilizam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebemos recentemente um e-mail do Sr. <strong>Jefferson Ricardo</strong>, da <strong>Rh Medical</strong> (<a href="http://www.rhmedical.com.br/">www.rhmedical.com.br</a>), convidando-nos a realizar um teste de personalidade. A seguir a cópia do seu e-mail.</p>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-sua.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4195" title="testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-sua" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-sua.jpg" alt="testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-sua" width="275" height="280" /></a>Olá pessoal!</p>
<p>Talvez muitos de vocês já tenham realizado um teste de personalidade, e outros não.</p>
<p>Realmente é possível descobrirmos diversas características sobre como somos pessoalmente e profissionalmente.</p>
<p>Conheço diversos <em>Headhunters</em> que utilizam esse sistema para identificar e traçar o perfil de seus profissionais.</p>
<p>É recomendado que se faça esse teste 1x por ano, pois é tempo suficiente para você mudar em diversos pontos, ganhar novos conhecimentos, se aprimorar e também passar por novos desafios. Sendo assim, cada mudança significativa em sua vida, afeta todo o seu contexto profissional e pessoal.</p>
<p>Vale a pena realizar este texto.</p>
<p>Faça e coloquem o resultado!</p>
<p>Vamos debater sobre isso.</p>
<p>Segue o link:</p>
<p><a href="http://www.linkedin.com/redirect?url=http%3A%2F%2Fwww%2Einspiira%2Eorg%2Fview%2Fpt-br%2F103-before&amp;urlhash=g3-h&amp;_t=tracking_anet" target="blank">http://www.inspiira.org/view/pt-br/103-before</a></p>
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		<title>Angústia corporativa (Fonte: Revista Melhor – Gestão de Pessoas)</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jan 2011 00:29:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gislaine A. Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Buscando Talentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Gestão por Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa de Clima Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Políticas de Cargos Remuneração e Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Gislaine Angelim Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Retendo Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa revela que 78% dos executivos sentem-se insatisfeitos com a função que exercem. Saiba como lidar com essa situação
Um clima de angústia parece rondar o ambiente corporativo. Mesmo sem se manifestarem abertamente, muitos profissionais de sua empresa podem não estar felizes no dia-a-dia. Se suas pesquisas de clima não identificam essa tristeza, atente para alguns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/homemcapa215_9Q8B6A1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4149" title="homemcapa215_9Q8B6A" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/01/homemcapa215_9Q8B6A1.jpg" alt="homemcapa215_9Q8B6A" width="222" height="501" /></a>Pesquisa revela que 78% dos executivos sentem-se insatisfeitos com a função que exercem. Saiba como lidar com essa situação</p>
<p>Um clima de angústia parece rondar o ambiente corporativo. Mesmo sem se manifestarem abertamente, muitos profissionais de sua empresa podem não estar felizes no dia-a-dia. Se suas pesquisas de clima não identificam essa tristeza, atente para alguns dados antes de ter prejuízos como o baixo desempenho:</p>
<p>Estudo realizado pela consultoria HLCA Human Learning, do Rio de Janeiro, com 10 mil profissionais, mostra que 78% não estão satisfeitos com o trabalho. Os resultados indicam, também, que algumas pessoas podem obter êxito na carreira, ocupar altos cargos nas organizações, serem bem remuneradas, mas, entretanto, estarem infelizes profissionalmente. Entre as principais causas apresentadas para esse descontentamento, destaca-se a inadequação da pessoa com a função que exerce. Ou seja, o desenho da função não se alinha com o perfil do profissional. O mesmo estudo mostra ainda que 78% dos entrevistados não sabem qual é o seu grande talento.</p>
<p>Depois de ouvir mais de 300 executivos de RH em todo o mundo, sendo 16% latino-americanos, a IBM Business Consulting Services descobriu que mais de 60% deles têm dificuldades para identificar e desenvolver as habilidades e os talentos dos empregados, fundamentais para manter a competitividade. Isso significa que, quando a geração atual se aposentar, muitas empresas descobrirão, tarde demais, que a experiência e o talento de toda uma geração foram embora e que elas não contam com os recursos necessários para preencher essa lacuna. Como as organizações não sabem quais habilidades estão sendo perdidas, será difícil se planejar para as necessidades futuras.</p>
<p><span id="more-4143"></span></p>
<p>Quando muito se fala em atração e retenção de talentos, em criar um excelente lugar para se trabalhar, em alinhar os objetivos organizacionais aos pessoais, essas pesquisas incitam algumas perguntas. Será que o RH está, de fato, cumprindo sua missão em identificar esses talentos e, depois, desenvolvê-los num clima de satisfação? Adriano Lima, vice-presidente de RH da Mastercard para a América do Sul, acredita que o velho ditado que diz que em casa de ferreiro o espeto é de pau se aplica ao RH. &#8220;Como vamos desenvolver os talentos da organização quando ainda não nos desenvolvemos?&#8221;</p>
<p>O executivo avalia que são comuns equívocos na definição estratégica do conceito de talento. De forma geral, conta Lima, um talento costuma ser definido como alguém que fala um ou dois idiomas, tem formação de primeira linha e experiência no exterior. &#8220;Nós, RH, cometemos esse erro quando, na verdade, devemos encontrar o talento que cada pessoa tem.&#8221;</p>
<p>Para Jorge Matos, diretor da HLCA, bem que as empresas se esforçampara manter, da melhor maneira possível, os poucos profissionais que têm. &#8220;Mas, de forma geral, elas não sabem exatamente o que a função exige desse talento e, conseqüentemente, há a dificuldade em ter a pessoa certa no lugar certo&#8221;, observa. Daí o clima de insatisfação que culmina, a médio e longo prazo, em estresse e baixa performance.</p>
<p>&#8220;Ter um talento no lugar errado é algo complicado&#8221;, reforça Antonio Salvador, consultor da IBM Business Consulting Services e especialista em gestão de capital humano. Ele dá como exemplo o caso de Michael Jordan, um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos, que achou que poderia jogar beisebol e mudou de carreira. &#8220;O seu desempenho no novo esporte foi pífio. Isso quer dizer que ele é incompetente? Não, apenas era um talento que estava sendo mal aproveitado. Ele estava no esporte errado. Quando ele retornou ao basquete, voltou a ser o melhor do mundo.&#8221;</p>
<p>Agora, passemos para um caso nas empresas. Imagine um atendente de call center com dificuldade em se concentrar, com pouca capacidade de desenvolver tarefas repetidas e de conviver com a rotina. &#8220;Em pouco tempo, ele vai começar a chegar atrasado, a deixar de cumprir tarefas. E logo estará fora&#8221;, avalia Salvador. Segundo ele, quando boa parte dos profissionais não coloca todo o seu talento na prática é porque políticas e sistemas de RH não estão funcionando. &#8220;É preciso agir e repensar processos. Os gestores precisam de ferramentas adequadas para atuar ativamente nessas situações&#8221;, destaca.</p>
<p>Dois pontos são fundamentais para identificar o talento e colocá-lo no lugar certo, na opinião de Lima, da Mastercard: conhecer bem a cultura da empresa e a própria pessoa. Além disso, como passo seguinte, ele sugere &#8220;blindar&#8221; os pontos negativos desse profissional com treinamento e feedback. &#8220;E aqui temos outro ponto de insatisfação. Costumo dizer que temos de ter habilidade de ouvir o inaudível. Cada vez mais você tem menos feedback: os chefes também estão pressionados pelos problemas e quando aparecem é para dar bronca.&#8221;</p>
<p>Ao perceber que um funcionário de sua equipe não estava apresentando uma boa performance, Cibele Castro, diretora de RH da GE, resolveu conversar com ele. Ela conta que o colaborador já tinha elaborado um plano de desenvolvimento, mas os pontos negativos ainda persistiam. &#8220;Mostrei os fatos para ele e não havia outra saída do que a demissão. Ele saiu chateado&#8221;, lembra. Porém, dois meses depois, ela recebeu uma ligação do ex-funcionário, agora mais animado, dizendo que estava numa função que gostava. &#8220;Somente quando saiu percebeu o quanto estava infeliz aqui&#8221;, diz Cibele.</p>
<p>Lima também passou por situação semelhante. Assim que assumiu o cargo na Mastercard recebeu a incumbência de demitir uma recepcionista. &#8220;Não me senti à vontade para isso, pois não estava por dentro daquele processo. Resolvi conversar com ela e tentar reverter a situação a partir de um plano de desenvolvimento&#8221;, conta. Atuando como coache, Lima foi assertivo no feedback. &#8220;Ela chegou a chorar, mas foi importante para se autoconhecer. Percebeu que possuía um grande talento em organização&#8221;, lembra. Atualmente, ela ocupa a gerência administrativa da Mastercard.</p>
<p>Cibele conta que na GE há um plano de melhoria de performance. Trata-se de um documento formal elaborado pelo próprio funcionário em parceria com seu chefe imediato cujo objetivo é estabelecer um roteiro com atividades claras e bem definidas, com prazos e formas de avaliação. Tanto em aspectos comportamentais quanto técnicos. Danilo Dias, gerente de treinamento e desenvolvimento da GE, acrescenta que essa é a oportunidade para que o funcionário possa virar o jogo, se for o caso.</p>
<p>Na elaboração desse plano, o próprio funcionário tem a chance de falar mais de si mesmo: seus pontos positivos, sua expectativa de desenvolvimento, que resultados apresentou, qual sua intenção de carreira. Depois, é a vez do chefe dar sua avaliação, apontar que carreira ele vislumbra para a pessoa, quais suas qualidades, seus pontos fracos, entre outros. Com isso, o RH tem um raio-x de todos os funcionários. &#8220;Então sentamos com cada líder de negócio para fazer o &#8216;ranking forçado&#8217;&#8221;, explica Dias.</p>
<p>Ranking forçado, explica o gerente, é uma lista que os líderes são instados a fazer a partir dos melhores profissionais. &#8220;É como se tivéssemos de organizar uma relação dos melhores aos piores amigos. Ela é feita, mas de forma forçada&#8221;, exemplifica. Assim, a GE consegue mapear seus melhores talentos, os potencias e aqueles que ainda precisam chegar lá.</p>
<p>&#8220;A partir dessa relação, discutimos quem é quem do ponto de vista de performance e de valores&#8221;, diz Cibele. E quando uma determinada área apresenta uma vaga, cruza-se os nomes dessa lista, suas expectativas de carreira e o perfil do cargo em questão. Havendo alinhamento, habemus papam!</p>
<p>Além da baixa performance, a insatisfação pode esconder um elevado nível de estresse no funcionário. Na pesquisa da HLCA, dos 10 mil entrevistados, 88% possuíam algum nível de tensão. &#8220;É muito mais fácil uma pessoa adquirir novos conhecimentos do que mudar seu comportamento numa função&#8221;, diz Matos. No levantamento que a consultoria fez, 96% afirmaram ter essa facilidade e apenas 1% admitiu ser mais fácil mudar a atitude conforme o cargo. Matos explica que essa tensão reside na cobrança sobre o indivíduo em ser o que ele não é. &#8220;Todo ser humano busca o conforto e evita um ambiente hostil. Se ele está na função errada, ele está desconfortável, não vai apresentar comportamentos verdadeiros&#8221;, diz.</p>
<p>Comportamento. Essa é a fonte dos grandes problemas nas organizações, na opinião de Adriana Albertal, diretora da Seven Idiomas. Atenta a isso, a escola implantou, recentemente, um programa de desenvolvimento de liderança cujo conteúdo está baseado em aspectos comportamentais. &#8220;Queremos tornar a empresa mais socializada e menos afiliativa ou paternalista. Ou seja, focamos no empowerment, na geração do sentimento de co-propriedade em cada um&#8221;, explica.</p>
<p>Por saber que mudar o jeito de ser de uma pessoa leva tempo, Adriana conta que o programa deve durar cerca de dois anos. A expectativa é atingir os 31 líderes da rede, que soma, hoje, 400 funcionários. Num segundo momento, essa equipe atuará como multiplicadores. &#8220;A liderança não é apenas exercida pelos líderes. Cada um tem de ser líder da própria vida&#8221;, diz. &#8220;Devemos sempre buscar o autodesenvolvimento e o autoconhecimento. Isso inibe a imaturidade dos profissionais e a insatisfação.&#8221;</p>
<p>Matos, da HLCA, comenta que as empresas ainda são resistentes à idéia de que as pessoas nas organizações têm características comportamentais específicas, que as orientam a ter sucesso em determinadas funções em detrimento de outras. Por isso, alerta, é fundamental ajudar os profissionais a conhecerem o seu perfil pessoal, o perfil do seu cargo, quais fatores deverão ser desenvolvidos ou redimensionados, suas tendências em relação ao trabalho, quais as pessoas que podem complementá-los comportamentalmente, quais suas necessidades específicas de treinamento e, finalmente, como eles poderão efetivamente mudar suas características, tendo como objetivo aproximar-se do sucesso pessoal.</p>
<p>Mas como identificar um talento? Salvador, da IBM, destaca o papel dos gestores nesse processo. &#8220;São eles que identificam e convivem com os talentos no dia-a-dia.&#8221; Por isso, continua, é fundamental treinar esses gestores com planos de carreira, planos de retenção e coaching.</p>
<p>Matos sugere aos gestores algumas reflexões que podem fazer para ajudar um profissional a descobrir seu talento: Em que contexto de mundo ele vive? Quem é ele do ponto de vista de conhecimentos e comportamentos? O que suas funções atuais ou futuras exigem dele?</p>
<p>Como reduzir os gaps identificados a partir das reflexões anteriores? Como ele pode montar uma visão positiva e estimulante de futuro?</p>
<p>Com grande experiência em programas de transição de carreiras para executivos, como outplacement counseling e o executive coaching, Vicky Bloch, presidente para a América Latina da DBM, assegura que identificar competências não é uma tarefa muito complicada. O que acontece é que muitas vezes não se sabe o que fazer com esse profissional depois. &#8220;Vou trabalhar quem? Ouvimos falar muito em sistema de competências, mas o que fazer de fato?&#8221;</p>
<p>Ela observa que a prática de não identificar ou entender um talento vem da escola. &#8220;O nosso sistema educacional não privilegia o autoconhecimento, apenas o conhecimento&#8221;, destaca. O jovem passa todo o período escolar sem ter a possibilidade de entender suas potencialidades e de como usá-las. &#8220;O sistema enquadra você no modelo que criou&#8221;, diz. &#8220;É um modelo autoritário, que desmotiva qualquer um.&#8221;</p>
<p>Para quem deseja identificar seu próprio talento, Vicky aconselha trilhar um histórico desde a infância. O primeiro passo é listar as situações desafiadoras por que passou e como atuou nesses momentos ou o que fez de forma excelente. &#8220;Quando menino jogava bola? Era o artilheiro? Era o capitão do time?&#8221;, sugere Vicky. Depois, avance até a vida profissional: reveja cada projeto que participou e busque lembrar de cada ação realizada para resolvê-lo. &#8220;A forma como você age dá as dicas das competências. Competência é aquilo em que você é bom e os outros reconhecem. Mas não vale a opinião de mãe&#8221;, brinca.</p>
<p>Se o talento não está na empresa e precisa ser recrutado no mercado, Robert Wong, consultor da P&amp;L Educação Executiva e ex-presidente da Korn/Ferry International no Brasil, recomenda que os gestores, sobretudo o RH, antes da contratação, tenham na ponta da língua a resposta exata para algumas perguntas: Qual é o talento que nós queremos? Por que estamos recrutando essa pessoa? O que nós entendemos por talento? &#8220;É muito comum, entre as mais diferentes empresas, a relação relativa sobre o que é exatamente um talento.&#8221;</p>
<p>Salvador, da IBM, concorda e acrescenta que é necessário observar o cargo a ser preenchido a longo e a médio prazo sobre a visão do que se deseja para a empresa e o que se espera do talento. &#8220;Uma boa forma de se conseguir alcançar esse alinhamento é trabalhar uma boa gestão por competências&#8221;, diz. Porém, ele indaga: será que as companhias sabem exatamente quais são as competências necessárias?</p>
<p>&#8220;Contratar pessoas não é uma ciência exata. Uma pessoa que tem um excelente desempenho numa empresa não terá, necessariamente, os mesmos resultados em outra&#8221;, diz Wong. Dessa maneira, o fator sensibilidade, o chamado feeling, é fundamental para o RH saber quais as características técnicas ideais para o cargo e quais as características pessoais mais importantes. &#8220;Além, é claro, de conhecer bem a cultura da empresa.&#8221;</p>
<p>Na GE, quando existe uma posição em aberto, é feito um levantamento de todos esses aspectos em relação ao cargo e ao perfil do profissional. &#8220;E sempre levando em conta a nossa cultura&#8221;, reforça Cibele, diretora de RH da empresa. &#8220;Se o funcionário não estiver de acordo com nossos valores não vai se adaptar, vai se sentir infeliz e insatisfeito. Deve existir uma sinergia com os valores&#8221;, diz.</p>
<p>Ao perceber um grau de insatisfação como esse, Matos alerta que os gestores devem redobrar sua atenção para a performance do profissional e, também, necessitam fazer uma espécie de check list de outros fatores que podem minar a felicidade dos funcionários. Não se trata de aspectos como salário, ambiente de trabalho, qualidade da liderança. Esses influem, mas atuam muito mais como agravantes. O consultor explica que, com freqüência, itens como esses tinham um peso maior na insatisfação do funcionário quando este não estava alinhado com a função na empresa. &#8220;Se você gosta muito do que faz, essas questões passam a ter um peso menor.&#8221;</p>
<p>Na verdade, Matos sugere uma checagem da própria organização: O sistema é inadequado? O processo é burocrático? A tecnologia está ultrapassada? &#8220;É um bom momento para repensar a empresa&#8221;, diz.</p>
<p>No entanto, se a companhia está segura nesses itens, mas a pessoa não apresenta bons resultados, ou a muda de lugar e a desenvolve ou, se não houver opção de desenvolvimento, é dizer adeus para ela.</p>
<p>&#8220;O que o mercado deseja? Pessoas que possam ter alta performance: as que têm o conhecimento necessário; o comportamento ideal para a função; que têm a destreza necessária para o pleno exercício da função&#8221;, diz Matos.</p>
<p>&#8220;Todas as organizações têm as suas frustrações&#8221;, afirma Danilo Dias, gerente de treinamento da GE. Isso, naturalmente, cria algum desconforto nas pessoas, &#8220;mas fazer disso uma insatisfação geral é algo exagerado&#8221;, acrescenta. Ele acredita que por conta de o Brasil ter um índice alto de desemprego, na ânsia de não ficar à mercê do mercado, as pessoas acabam não aceitando um trabalho pela satisfação, mas sim para estarem empregadas. Entre o sofrimento de uma vida corporativa permeada pela sensação de angústia e o desconforto de estar à deriva no mercado, bons profissionais ainda preferem pagar o preço da &#8220;segurança&#8221; material imediata do que ter de investir tempo na busca pelo equilíbrio pessoal e profissional.</p>
<p>Danilo Dias aconselha: uma saída básica para quem não quer ingressar nessa triste, literalmente, estatística é ter coragem. &#8220;Muitas vezes, é isso o que falta nas entrevistas. As pessoas precisam ser elas mesmas e responderem à altura: &#8216;Desculpe-me, mas não era esse o cargo que tinha imaginado&#8221;, finaliza.</p>
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