inteligencia-emocionalAlgumas vezes, quando vou realizar atividades de consultoria … percebo através de “indicadores” se a equipe esta desmotivada, ontem li um artigo muito legal sobre este assunto. A autora apresenta 15 indicadores de uma equipe desmotivada.

Vale a pena ler e refletir este artigo, clique aqui e veja este artigo na íntegra!

E a sua empresa possuem estes “indicadores”? Caso positivo, o que você esta fazendo para controlar e eliminar estes “indicadores”?

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trabalhoA imaturidade emocional no ambiente de trabalho, se identificada, é considerada um problema grave. Isso porque, dizem especialistas, ela pode impactar os resultados da equipe e até mesmo a carreira do profissional.

De acordo com a gerente de consultoria da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Priscilla Telles, de modo geral, profissionais imaturos estão mais preocupados com a própria visibilidade, sendo que são pessoas que não possuem paciência para atingir objetivos.

Além disso, diz ela, estes funcionários possuem pouco senso corporativo, ou seja, têm excesso de informalidade, não seguindo as normas da empresa; e são excessivamente inseguros, visto que sentem sua posição constantemente ameaçada pelos colegas.

No mais, acrescenta a consultora de RH (Recursos Humanos) do Grupo Soma, Jane Souza, tais profissionais têm dificuldades para aceitar críticas e separar o profissional do pessoal.

Líder

No caso de líderes emocionalmente imaturos, diz Jane, os prejuízos para a empresa são ainda maiores. Pois, segundo ela, quando a imaturidade atinge o chefe, além de impactar a produtividade, a empresa pode perder bons profissionais.

Como líderes imaturos, dizem as especialistas, podem ser incluídos aqueles que costumam criticar em momentos inadequados, chamar a atenção das pessoas na frente de outros membros da equipe, além daqueles que demonstram preferência por um ou outro funcionário e costumam avaliar levando mais em consideração o pessoal do que o profissional.

Como lidar?

Assim, na opinião de Priscilla, a melhor maneira de lidar com um líder emocionalmente imaturo é mostrar-se uma pessoa companheira. “Dessa forma, o líder se sentirá menos ameaçado e se tornará uma pessoa mais maleável”, diz.

Já o líder que possui um funcionário imaturo, segundo Jane, deve tentar ajudar este profissional a reconhecer suas limitações, mostrando por meio de fatos concretos, para que a pessoa tente melhorar.

As causas da imaturidade

Ao contrário do que muitos possam imaginar, a imaturidade não está preponderantemente ligada à idade, mas sim, às experiências e vivências daquele profissional, tanto no âmbito pessoal como no profissional.

Por fim, dizem as especialistas, seja qual for a posição ocupada pelo profissional, é importante que ele preste atenção às suas atitudes e tente sempre desenvolver a capacidade analítica e a ponderação.

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temperamentoexplosivoExistem pessoas que são naturalmente competitivas, estressadas, ansiosas e até mesmo agressivas, comportamentos que, conforme especialistas, se trabalhados, podem até ser positivos no ambiente de trabalho. Entretanto, quando essas características passam do limite e a pessoa passa a adotar uma postura intimidatória, de enfrentamento, é melhor ligar o sinal amarelo.

De acordo com o gerente de Planejamento de Carreira da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Marshal Raffa, o temperamento explosivo torna-se prejudicial quando o profissional começa a ter dificuldades para lidar com as próprias emoções. Nessas horas, diz ele, é preciso parar, refletir e tentar reverter a situação.

“Uma dica que pode mostrar ao profissional que ele está com este tipo de problema é o andamento das relações interpessoais. Se a pessoa percebe que está sendo excluída dos eventos sociais, por exemplo, ela deve repensar a própria postura. Contudo, se a dificuldade for grande, vale procurar a ajuda de um coach ou mesmo de um terapeuta”, diz.

O que leva à explosão?

O estresse do dia a dia, juntamente com algumas situações que podem ocorrer no ambiente de trabalho, podem levar uma pessoa à explosão. Dentre estas situações, a vice-presidente da ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), Sâmia Simurro, destaca o ambiente hostil, a injustiça, o assédio moral, a falta de reconhecimento, de autonomia para tomar algumas decisões, e até mesmo de comunicação clara.

“A pessoa precisa saber claramente o que o chefe espera dela. Trabalhar em um ambiente hostil e constantemente engolir sapos podem fazer com que, uma hora, a pessoa se manifeste de maneira agressiva”.

Entretanto, antes de chegar a esta situação, diz ela, é preciso tentar resolver a situação, procurando, por exemplo, conversar sobre o motivo com a pessoa causadora do estresse. Porém, caso isso não resolva e acabe acontecendo a explosão, Raffa orienta ao profissional que ocorra à famosa desculpa.

“Somos humanos e momentos de raiva podem ocorrer com qualquer um. Se houver o exagero, um pouco de humildade não faz mal e o melhor a fazer é pedir desculpas. Contudo, antes que isso ocorra, é melhor tentar conversar e reverter a situação”.

A raiva é sempre má?

Como já dito anteriormente, contudo, se bem trabalhada, a raiva pode trazer resultados positivos ao profissional, que podem se traduzir em aumento de criatividade e produtividade.

Assim, diz Raffa, algumas situações podem ser utilizadas como estímulos para que o profissional melhore. Porém, para que isso aconteça, acrescenta Sâmia, ele precisa adotar uma postura conciliatória e desenvolver a assertividade.

Além disso, diz ela, é importante que o profissional saiba se observar, seja honesto em suas colocações e diga claramente o que pensa e deseja.

Ainda no que diz respeito à transformação da raiva em algo positivo, dizem os especialistas, o líder pode ajudar, administrando conflitos, estimulando um ambiente tranquilo e conhecendo cada membro da equipe para saber como e quando intervir.

“É importante entender que a liderança é o modelo. Na maior parte das vezes, o clima da equipe reflete a postura do líder”, finaliza Sâmia.

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Sabe aquele antigo jargão: “Quando você gosta do que faz, não precisa trabalhar”? Pois é, em algumas ocasiões, os maiores clichês são a mais pura verdade.

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Mas da intenção à realidade há uma longa distância, e o grande desafio dos empresários neste século, quando tudo parece acontecer de forma cada vez mais competitiva e acelerada, é fazer com que seus colaboradores realmente sintam-se em casa no ambiente de trabalho, sintam prazer em estar ali.

Como atingir tal situação? Estamos cansados de escutar dicas de especialistas que aconselham às pessoas desenvolverem hábitos saudáveis no cotidiano doméstico, para contrabalançar o estresse do cotidiano profissional, em busca de uma melhor qualidade de vida, visando a evitar problemas de saúde causados pelas pressões sofridas no trabalho. Só que nem sempre a prática de esportes, a alimentação correta e outras atitudes positivas, realizadas fora da empresa, são suficientes para neutralizar as conseqüências do desgaste passado dentro de uma corporação.

Claro que levar uma vida pessoal regrada é sempre benéfico, mas é preciso que essa vida saudável aconteça também durante o exercício profissional. Não se trata de um bicho de sete cabeças. A solução pode ser mais simples do que aparenta. Há várias formas de levar colaboradores a realmente sentirem prazer em suas atividades.

A empresa pode investir em benefícios, incentivos, prêmios, cursos e tantas outras iniciativas que despertem o bem-estar do profissional. Mas tudo isto pode ser ainda insuficiente para fazer com que o ele se “apaixone” pelo seu trabalho. Temos de considerar que um trabalhador apaixonado pelo que faz busca superar qualquer barreira que possa aparecer pela frente. É como uma relação amorosa. Quando existe amor, deseja-se o melhor à pessoa amada. Ao contrário, uma relação desgastada leva as pessoas ao comodismo, tudo parece soar chato, cansativo, difícil.

Há outros recursos que podem ser considerados para criar o clima ideal. A criação de ambientes culturais dentro da empresa, como biblioteca, videoteca, estúdio musical onde os funcionários possam tocar instrumentos e cantar, palco para ensaios de artes cênicas, pode trazer bons resultados. Outras possibilidades são os cursos de idiomas gratuitos; atividades esportivas durante ou após o expediente; uma interrupção rápida das atividades para fazer uma massagem com um especialista. Tudo isso funciona como benefícios diferenciados, complementos aos benefícios “comuns” como vale-refeição, assistência médica etc.

O mais importante é fazer com que o profissional sinta-se à vontade. Isso não quer dizer que ele poderá esquecer seus objetivos e obrigações. Existem as metas, a cobrança, mas estas são mais bem assimiladas quando há uma boa relação entre organização e colaborador. Se esse bom relacionamento estende-se a todo corpo de trabalhadores, não há como dar errado: todos vestem a camisa da empresa, sentem-se parte dela e buscam o seu melhor desempenho.

A dica para o empresário que quer um ambiente de trabalho harmônico é: invista no prazer. Trabalho não significa exercício militar. É preciso cativar, chamar o colaborador para o seu lado. Um ambiente “pesado”, nervoso, pode se tornar o calcanhar de Aquiles quando concorrências se acirram e crises surgem. Será nesses momentos que haverá necessidade de entrega, daquele “algo mais” por parte do trabalhador. E aquele que sentir prazer em trabalhar, será aquele que se doará de forma intensa no momento necessário.

Só para ilustrar, lembremos do Google, onde funcionários não precisam usar terno e gravata, encontram um escritório “descolado” e várias opções de lazer dentro da empresa. Eles fazem da marca a maior do segmento em que atua…

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Em minhas pesquisas pela internet, localizei uma notícia extremamente preocupante, ou seja, que 80% dos brasileiros fazem horas extras! Uma pesquisa realizada pela Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos).

Vide a notícia na íntegra por este link.

E você o que acha desta situação?

Na mesma linha de pensamento, reduzir a jornada de trabalho geraria empregos de qualidade?

Vide um estudo, realizado, também pela Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) sobre esta situação, através deste link.

Iremos aguardar os comentários!

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