anvisa_logoAgência pretende reorganizar equipes de fiscalização em diversos postos de atendimento no país, aumentar a estrutura de fiscalização e distribuição conforme a demanda de atendimento. Um concurso público já foi autorizado

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) começa a realizar, a partir desta segunda-feira (04/02/13), uma reforma administrativa visando reorganizar as equipes de fiscalização em diversos postos de atendimento no país. Leia mais clicando aqui »

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No próximo dia 6 de março, tem início uma nova fase na gestão das estradas do Estado. É quando a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) começa a assumir a malha viária que integra os sete polos de pedágios do Programa Estadual de Concessão Rodoviária (PECR), instituído, em 1998, pelo então governador Antônio Britto (na época, no PMDB).

O polo de Carazinho é o primeiro a completar 15 anos de concessão. Ainda no primeiro semestre, os outros seis polos – Metropolitano, Caxias do Sul, Lajeado, Gramado, Santa Cruz do Sul e Vacaria – retornam ao Estado, e suas estradas passam a ser administradas pela estatal criada neste ano. Quando anunciou, em julho deste ano, o fim dos contratos de pedágios, com a notificação das concessionárias, o governador Tarso Genro (PT) também divulgou que cumpria outra promessa de campanha: extinção da praça de Farroupilha, na RS-122, ao término da concessão.

De acordo com o presidente da EGR, Luiz Carlos Bertotto (PT), o processo de seleção simplificada para a contratação de 35 servidores, em caráter emergencial, está sendo concluído. A intenção é a de chamar os novos funcionários na primeira quinzena de janeiro, quando também já deverá estar concluída a organização das instalações da sede da estatal, no 3º andar do edifício onde funcionava a Companhia de Seguros União, no Centro Histórico da Capital, ao lado do Paço Municipal. O edital de abertura do concurso público para a contratação dos 120 servidores que irão compor o quadro efetivo deverá ser publicado em fevereiro, prevê Bertotto.

As sete concessionárias que compõem o sistema de pedágios são responsáveis por 2,1 mil quilômetros de estradas. Deste total, 1,2 mil quilômetros são estradas federais, que serão devolvidas à União assim que retornarem à responsabilidade do Estado. Com isso, 15 praças de pedágio localizadas nas BRs serão desativadas. A EGR assumirá os outros 900 quilômetros.

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educao1_1A educação de qualidade em todos os níveis – básico, superior e profissional – é fundamental para a competitividade das empresas brasileiras. A conclusão é da pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 275 líderes empresariais de todo o país entre 23 de novembro e 2 de dezembro deste ano.

Em pesquisas realizadas pela CNI sobre problemas que afetam a indústria, essa foi a primeira vez que os empresários apontaram a educação como o principal fator para o aumento da competitividade brasileira. Com nota média de 7,08, a educação ficou à frente de outros quesitos, como tributação (nota 6,6), infraestrutura (6,0) e inovação (5,29).

Ao colocar a educação em primeiro lugar, a pesquisa confirma o consenso dos debates promovidos pela CNI com líderes empresariais e acadêmicos para a construção do Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022. O documento, que deve ser concluído em março, mostrará qual o caminho que a indústria, o Brasil e o mundo percorrerão na próxima década. Apontará as tendências da economia internacional e as condições necessárias para que a indústria brasileira ganhe musculatura e chegue a 2022, ano em que se comemora o bicentenário da Independência, forte, dinâmica e com elevada participação do mercado internacional.

Conforme o diretor de Políticas e Estratégias da CNI, José Augusto Fernandes, o alvo do Mapa 2013-2022 são os fatores que afetam a competitividade da indústria brasileira. Entre esses fatores estão a qualidade da educação, a inovação, o desenvolvimento tecnológico, as condições das estradas, dos portos e aeroportos e os custos dos financiamentos.

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Capturar

Dando continuidade sobre o evento Planejando Flores da Cunha no qual comentei anteriormente, esta semana recebemos um artigo elaborado pela minha amiga, sim aquela que no inicio do texto do post anterior, participou junto comigo deste evento. Seu nome é Mirela Ampezzan, arquiteta formada na UFRGS, natural de Antônio Prado / RS mas morando com a sua linda família a cerca de 8 anos em Flores da Cunha / RS.

Segue abaixo o seu texto:

PORQUE MORO EM FLORES?

Sou arquiteta e moro com a minha família, em Flores da Cunha / RS faz 8 anos. Por várias vezes pensei em morar em Caxias do Sul / RS porque a maioria dos meus clientes é de lá e seria muito mais prático para mim morar na cidade vizinha.

Mas optei por “Flores”. Por quê?  Pelas vantagens de cidade pequena: o custo de vida é menor, as distâncias são menores, as pessoas se conhecem mais, as crianças tem mais autonomia, ainda podem andar sozinhas com relativa segurança. Também não é tão pequena quanto Nova Pádua / RS ou Nova Roma / RS, que oferece uma quantidade de serviços reduzida. “Flores” tem uma rede de serviços básicos razoáveis como hospital, cursos, escolas, lojas, etc. e a qualidade de vida em geral é muito boa!

Quando eu participo deste tipo de encontro, planejando a cidade para o futuro, eu penso no meu futuro aqui. Acho que brevemente terei que me mudar. Vejo as pessoas que estão lá, sinceramente, com boas intenções, querendo que a cidade cresça. Mas me pergunto sobre esta idéia de crescer indefinidamente. Vejo o grupo que elaborou as propostas do desenvolvimento sócio econômico pensando em trazer mais indústrias, com incentivos, etc. Leia mais clicando aqui »

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CrRMxUpbPHbIZQIkFhRJDando continuidade ao post anterior (clique aqui para acessar) que comentamos sobre a utilização do SWOT (Strength, Weakness, Opportunity and Threat, ou em português: Força, Fraqueza, Oportunidade e Ameaça), através do artigo do Sr. Ruy Flávio de Oliveira, gostaríamos de convidá-los a ler e analisar um artigo que fala sobre o cuidado que devemos ter com a definição das estratégias.

Este artigo foi escrito pelo Sr. Alfredo Passos (http://www.kmchouse.com.br/).

Segue abaixo o artigo na integra.

Estratégias empresariais equivocadas = prejuízo.

Mais do que nunca as empresas precisam acompanhar as tendências do mercado brasileiro, monitorar os movimentos de mercado e da concorrência, além de conhecer profundamente seus clientes e consumidores, para evitar prejuízos financeiros.

Nesta época de publicação dos balanços das empresas é possível acompanhar os resultados das empresas, a partir do que elas mais focam: seus lucros.

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CapturarOs meses de novembro e dezembro, normalmente, são períodos para analisar os resultados obtidos ao longo do ano buscar uma projeção para um novo ciclo, ou seja, o próximo ano que esta chegando!

Recentemente recebemos informações extremamente valiosas referente às projeções / perspectivas econômicas para 2012, assim como uma balanço do ano de 2011. O trabalho foi realizado pela Unidade de Estudos Econômicos da FIERGS. A base deste trabalho esta fundamentada na metodologia conhecida como “indicadores antecedentes”.

O ano de 2011 encerra repleto de incertezas políticas e econômicas. No âmbito internacional, a dificuldade em implementar uma solução para a crise fiscal nos países altamente endividados contribuiu para contaminar o sentimento dos investidores e consumidores. Já no Brasil, o desaquecimento na economia ocorre, principalmente, devido ao acúmulo de estoques na indústria, à retração no consumo das famílias e à queda dos investimentos.

Esses cenários e as repercussões foram avaliados pelo presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, durante o Balanço 2011 e Perspectivas 2012 da Economia, realizado pela entidade, nesta segunda-feira (12/12/11).

Clique neste link e acesse na integra o referido estudo!

Também clique aqui e acesse o release publicado pela FIERGS, sobre o evento de lançamento deste estudo.

Sucesso em suas montagens de cenários para 2012!

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