Há uma batalha surda nas empresas entre os que querem mudar e os que lutam para manter tudo como está. Segundo Eduardo Carmello, Diretor da Entheusiasmos, consultor e palestrante, essa luta dificulta as mudanças necessárias para que as empresas se tornem mais competitivas. Veja mais no vídeo.

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No próximo dia 6 de março, tem início uma nova fase na gestão das estradas do Estado. É quando a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) começa a assumir a malha viária que integra os sete polos de pedágios do Programa Estadual de Concessão Rodoviária (PECR), instituído, em 1998, pelo então governador Antônio Britto (na época, no PMDB).

O polo de Carazinho é o primeiro a completar 15 anos de concessão. Ainda no primeiro semestre, os outros seis polos – Metropolitano, Caxias do Sul, Lajeado, Gramado, Santa Cruz do Sul e Vacaria – retornam ao Estado, e suas estradas passam a ser administradas pela estatal criada neste ano. Quando anunciou, em julho deste ano, o fim dos contratos de pedágios, com a notificação das concessionárias, o governador Tarso Genro (PT) também divulgou que cumpria outra promessa de campanha: extinção da praça de Farroupilha, na RS-122, ao término da concessão.

De acordo com o presidente da EGR, Luiz Carlos Bertotto (PT), o processo de seleção simplificada para a contratação de 35 servidores, em caráter emergencial, está sendo concluído. A intenção é a de chamar os novos funcionários na primeira quinzena de janeiro, quando também já deverá estar concluída a organização das instalações da sede da estatal, no 3º andar do edifício onde funcionava a Companhia de Seguros União, no Centro Histórico da Capital, ao lado do Paço Municipal. O edital de abertura do concurso público para a contratação dos 120 servidores que irão compor o quadro efetivo deverá ser publicado em fevereiro, prevê Bertotto.

As sete concessionárias que compõem o sistema de pedágios são responsáveis por 2,1 mil quilômetros de estradas. Deste total, 1,2 mil quilômetros são estradas federais, que serão devolvidas à União assim que retornarem à responsabilidade do Estado. Com isso, 15 praças de pedágio localizadas nas BRs serão desativadas. A EGR assumirá os outros 900 quilômetros.

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educao1_1A educação de qualidade em todos os níveis – básico, superior e profissional – é fundamental para a competitividade das empresas brasileiras. A conclusão é da pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com 275 líderes empresariais de todo o país entre 23 de novembro e 2 de dezembro deste ano.

Em pesquisas realizadas pela CNI sobre problemas que afetam a indústria, essa foi a primeira vez que os empresários apontaram a educação como o principal fator para o aumento da competitividade brasileira. Com nota média de 7,08, a educação ficou à frente de outros quesitos, como tributação (nota 6,6), infraestrutura (6,0) e inovação (5,29).

Ao colocar a educação em primeiro lugar, a pesquisa confirma o consenso dos debates promovidos pela CNI com líderes empresariais e acadêmicos para a construção do Mapa Estratégico da Indústria 2013-2022. O documento, que deve ser concluído em março, mostrará qual o caminho que a indústria, o Brasil e o mundo percorrerão na próxima década. Apontará as tendências da economia internacional e as condições necessárias para que a indústria brasileira ganhe musculatura e chegue a 2022, ano em que se comemora o bicentenário da Independência, forte, dinâmica e com elevada participação do mercado internacional.

Conforme o diretor de Políticas e Estratégias da CNI, José Augusto Fernandes, o alvo do Mapa 2013-2022 são os fatores que afetam a competitividade da indústria brasileira. Entre esses fatores estão a qualidade da educação, a inovação, o desenvolvimento tecnológico, as condições das estradas, dos portos e aeroportos e os custos dos financiamentos.

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Apresentação1A Assembleia Geral de criação da Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) foi realizada, nesta quarta-feira (19), no Palácio Piratini. O governador Tarso Genro assinou o decreto de nomeação e deu posse aos 12 conselheiros da EGR.

Tarso ressaltou que a criação da Empresa é a formalização da política do Executivo para a gestão das rodovias estaduais. “A EGR será uma empresa pública e com controle social. Já solicitei que a Secretaria Executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES) realize audiências nos polos onde estão localizados os pedágios para debater o tema com a comunidade”, explicou.

Na sequência, o presidente do Conselho de Administração e adjunto da Secretaria de Infraestrutura e Logística, Claudemir Bragagnolo, conduziu a eleição dos diretores da Empresa.

Os conselheiros aclamaram a indicação de Luiz Carlos Bertotto para presidência, de Carlos Artur Hauschild, para a diretoria administrativa, e de Rubens Lahude, para a diretoria técnica.

O secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, destacou confiança na composição do Conselho, que tem representação de vários segmentos sociais. “O diálogo será importante para a construção desse projeto, pois ele precisa atender às expectativas da sociedade”, ressaltou. Neste sentido, Bertotto reafirmou que o trabalho do Conselho norteará a gestão da EGR, e a empresa tem o objetivo de ser enxuta, eficiente e moderna.

Integrante do colegiado, o secretário da Casa Civil, Carlos Pestana, saudou a criação da EGR. “Por meio da Empresa estamos viabilizando a não prorrogação dos atuais contratos de pedágio e vamos oferecer serviços de qualidade e com menor custo para o cidadão”, afirmou. O estatuto e o regimento interno da Empresa serão definidos na próxima reunião do Conselho de Administração.

A EGR está vinculada à Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra) e será encarregada da administração das estradas estaduais após o término do atual modelo de concessão, em 2013.

Composição do Conselho de Administração da EGR:

  1. Claudemir Bragagnolo – Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra)
  2. Luis Antônio Medina Gomez – Secretaria da Fazenda (Sefaz)
  3. Ivan De Pellegrin – Secretaria de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI)
  4. Roberto Baptista Vieira – Secretaria do Planejamento, Gestão e Participação Cidadã (Seplag)
  5. Carlos Pestana Neto – Casa Civil
  6. José Antonio Voltan Adamoli – Conselhos Regionais de Desenvolvimento (Coredes)
  7. Júlio Cesar Dorneles da Silva – Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs)
  8. Carlos Alberto Litti – Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga (Sinditac)
  9. Cloraldino Soares Severo – Associação dos Usuários de Rodovias Concedidas do Estado do RS (Assurcon)
  10. Luiz Carlos Bertotto – Diretor Presidente da EGR
  11. José Carlos Silvano – Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas e Logística no Estado do RS (Setcergs)
  12. João Vieira – Gabinete do Governador do Estado
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Já estamos no segundo semestre e as organizações necessitam pensar na criação/revisão do planejamento estratégico. Depois de “planejado”, será hora de executar, mas como fazer isso? Qual metodologia utilizar? Nesse artigo será abordada como funciona a metodologia de Gerenciamento por Projetos.

gest_projetosO cenário atual de competitividade leva as organizações a viverem em permanente estado de mudança, procurando metodologias para garantir o sucesso de seus projetos. Uma das metodologias encontradas é a de Gerenciamento de Projetos, que consiste em gerenciar o projeto de forma a integrar todos os aspectos.

A execução de projetos é uma atividade complexa, pois é necessário estabelecer um método que estruture o planejamento de forma que os objetivos estratégicos sejam atingidos dentro dos prazos, com os custos definidos e da maneira pela qual se imaginou, incorporando as características de cada organização.

As empresas devem planejar seu futuro no curto e no longo prazo para efetivamente terem sucesso e alcançarem seus objetivos.

A dificuldade se encontra quando aparecem as falhas no planejamento, como problemas mais comuns que circundam as organizações, citam-se: cronogramas e orçamentos extrapolados, abandono de planos de ação, horas extras, acúmulo de trabalho, equipe desmotivada e resultado diferente do esperado. Percebe-se então que os maiores problemas nas organizações são gerenciais e não técnicos.

No longo prazo, nenhuma organização sobrevive sem gerenciar suas principais estratégias, e é nesse ponto que entra o Gerenciamento de Projetos – uma metodologia de conhecimentos técnicos, habilidades e ferramentas na condução das atividades de um projeto, atendendo aos objetivos predefinidos de prazo, custo e qualidade. A cada dia esse assunto ganha mais destaque, em virtude de sanar os projetos mal geridos, o que são um convite ao fracasso e ao desperdício nas organizações.

Para um bom desenvolvimento de um Gerenciamento de Projetos é fundamental um procedimento padronizado para obter:

  • Planejamento de projetos adequado;
  • Trabalho em equipe;
  • Integração e padronização de seus projetos;
  • Método de Controle e Melhoria Contínua;
  • Priorização dos projetos de acordo com as estratégias da empresa;
  • Alocação de recursos,  e;
  • Análise de desempenho.

Problemas mais comuns na implantação de projetos: objetivo confuso, execução confusa, falhas na execução por falta de planejamento, falta de recursos alocados para o projeto, entre outros. De nada adianta implementar um projeto se não fizermos a medição de sua eficiência e, para isso, é importante controlar se o projeto atingiu o objetivo proposto – nesse caso é importante que seja através de indicadores com foco em prazo, custo e qualidade.

Outras dicas para um bom trabalho:

  • Definir bem o escopo do projeto, pois não há nada pior que um projeto interminável;
  • Garantir que a equipe tenha as pessoas certas e seja do tamanho certo;
  • Avalie os riscos do projeto, se o risco for muito alto, pode ser melhor abandonar o projeto;
  • Dedicação e apoio de todas as áreas envolvidas com o projeto;
  • Estabelecer um comitê para analisar o acompanhamento das atividades, bem como a definição nos pontos de decisão;
  • Buscar apoio externo quando necessário, pois especialistas podem trazer idéias valiosas;
  • Dar poder à equipe de trabalho, para que tenha liberdade de criar e desenvolver melhor seus projetos;
  • Reconhecer a equipe de trabalho, por intermédio da Presidência, Diretoria, Patrocinador ou pelo Gerente;

O Gerenciamento de Projetos pode ser utilizado em qualquer projeto nas organizações, desde grandes propostas, como a criação de uma empresa, até projetos menos complexos. Ele permite realizar mais trabalhos em menos tempo, otimizando o número de pessoas, tornando a organização mais eficiente e melhorando efetivamente a relação entre os setores através do trabalho em equipe.

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A FINEP vai lançar um pacote de editais com recursos da Subvenção Econômica, que serão aplicados nos próximos três anos, no valor de R$ 1,2 bilhão. A iniciativa, adiantada pelo ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antonio Raupp, durante a abertura da 64ª Reunião Anual da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), apresenta três eixos: chamadas centralizadas pela Financiadora, editais em parceria com outras instituições e também chamadas contemplando a integração de instrumentos financeiros, como a própria Subvenção, o crédito e apoio a instituições científicas e tecnológicas (ICTs). Em breve, será divulgado o cronograma para seleção de projetos.

No caso dos editais descentralizados, a FINEP irá repassar verbas para que parceiros se responsabilizem pela organização e seleção dos projetos de acordo com as demandas regionais, totalizando cerca de R$ 200 milhões.

Já entre os editais centralizados (em torno de 700 milhões), serão contempladas áreas como Defesa, Nanotecnologia e Materiais, Biotecnologia, TICs e Tecnologia Assistiva, esta última também meta do Programa Viver Sem Limite, do Governo Federal.

Lançado durante a Rio+20, o Brasil Sustentável – conjunto de iniciativas voltado à aplicação de R$ 2 bilhões (recursos reembolsáveis e não reembolsáveis) em projetos “verdes” –, também terá chamadas organizadas pela FINEP com recursos provenientes da Subvenção Econômica.

Além dos novos editais, a Financiadora irá disponibilizar recursos da Subvenção para o PAISS (Plano de Apoio à Inovação dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico). Criado no ano passado por intermédio de uma parceria com o BNDES, seu objetivo é fomentar projetos que visem ao desenvolvimento, à produção e à comercialização de novas tecnologias industriais destinadas ao processamento da biomassa  a partir da cana-de-açúcar.

A expectativa em relação ao PAISS é combinar os recursos da Subvenção com as linhas de crédito da Financiadora. Está na pauta, ainda, um novo programa na área de Petróleo e Gás, que também promoverá a combinação de diferentes instrumentos da FINEP. Os dois programas movimentarão cerca de R$ 300 milhões em três anos.

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CapturarApós sete horas de sessão na Assembleia Legislativa, os deputados da base aliada conseguiram aprovar, por 31 votos contra nove, o projeto do governo que cria a Empresa Gaúcha de Rodovias (EGR) para administrar os pedágios no Rio Grande do Sul. A votação começou após as 15h e foi concluída somente às 22h, pois parlamentares governistas e da oposição se revezaram na tribuna para defender ou atacar a proposta.

A maior polêmica foi em torno da emenda protocolada no início da sessão pelo líder do governo, Valdeci Oliveira (PT), que encaminhou 20 modificações sugeridas pela bancada do PDT e acatadas pelo Palácio Piratini na manhã desta terça-feira (12) em reunião com o governador Tarso Genro (PT).

Para a oposição, a emenda se configurava, na prática, num substitutivo que alterava o projeto inicial já conhecido e, portanto, se recusava a votar sem ter tempo para detalhar melhor as mudanças.

As propostas do PDT, que foram aprovadas por 35 votos favoráveis e 12 contrários, impõem a exigência do modelo de pedagiamento comunitário no Rio Grande do Sul – ou seja, determina que o Estado deve gerir as praças. As modificações também ampliam o espaço da sociedade civil no conselho de administração da empresa e obrigam o governo a criar uma conta específica para administrar os recursos provenientes de cada pedágio, evitando que esse dinheiro vá para o caixa único do Estado.

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Dando continuidade sobre o evento Planejando Flores da Cunha no qual comentei anteriormente, esta semana recebemos um artigo elaborado pela minha amiga, sim aquela que no inicio do texto do post anterior, participou junto comigo deste evento. Seu nome é Mirela Ampezzan, arquiteta formada na UFRGS, natural de Antônio Prado / RS mas morando com a sua linda família a cerca de 8 anos em Flores da Cunha / RS.

Segue abaixo o seu texto:

PORQUE MORO EM FLORES?

Sou arquiteta e moro com a minha família, em Flores da Cunha / RS faz 8 anos. Por várias vezes pensei em morar em Caxias do Sul / RS porque a maioria dos meus clientes é de lá e seria muito mais prático para mim morar na cidade vizinha.

Mas optei por “Flores”. Por quê?  Pelas vantagens de cidade pequena: o custo de vida é menor, as distâncias são menores, as pessoas se conhecem mais, as crianças tem mais autonomia, ainda podem andar sozinhas com relativa segurança. Também não é tão pequena quanto Nova Pádua / RS ou Nova Roma / RS, que oferece uma quantidade de serviços reduzida. “Flores” tem uma rede de serviços básicos razoáveis como hospital, cursos, escolas, lojas, etc. e a qualidade de vida em geral é muito boa!

Quando eu participo deste tipo de encontro, planejando a cidade para o futuro, eu penso no meu futuro aqui. Acho que brevemente terei que me mudar. Vejo as pessoas que estão lá, sinceramente, com boas intenções, querendo que a cidade cresça. Mas me pergunto sobre esta idéia de crescer indefinidamente. Vejo o grupo que elaborou as propostas do desenvolvimento sócio econômico pensando em trazer mais indústrias, com incentivos, etc. Leia mais clicando aqui »

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No inicio deste mês de maio, mais especificadamente no dia 5, participei, acompanhada de uma amiga (clique aqui, e leia o artigo que ela elaborou), de um evento na cidade onde eu moro, Flores da Cunha / RS.

DSC02767O evento foi organizado pelo Partido do Movimento Democratico Brasileiro (PMDB) e reuniu cerca de 120 representantes de entidades municipais que congregam os segmentos da indústria, comércio e serviços, imprensa, entidades vinculadas a causas sociais e/ou filantrópicas, representantes de partidos políticos e de entidades de representação profissional e de agremiações, além dos líderes de bairros da cidade e das comunidades do interior.

Com o tema Planejando Flores da Cunha, a agenda foi extremamente produtiva, sendo que no inicio foi apresentado um panorama histórico do desenvolvimento sócio / cultural / econômico do município, através da Sra. Lorete Calza Paludo. E na sequencia os participantes se dividiram em 10 grupos de trabalho, divididos da seguinte forma:

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mudarempregoDesinteresse pelo trabalho é um sintoma clássico!

Confira abaixo 10 sinais de que é hora de mudar de emprego ou até mesmo seguir outra carreira:

1. Você acorda toda manhã pensando: “Droga, tenho que ir trabalhar de novo”

Se você começa o dia com esse pensamento, leia o trecho abaixo:

“Find something that you love. Something that gets you so excited you can’t wait to get out of bed in the morning”.

“Encontre algo que você ame. Algo que o motive e que faça com que fique ansioso para sair logo da cama pela manhã”.

Chris Gardner

2. Você se irrita com facilidade no dia a dia

Todos nós já tivemos aquele momento de estresse em que perdemos a paciência. Porém, se isso é rotineiro e está influenciando até sua vida pessoal, é importante refletir se realmente está no lugar certo.

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