sucesso

  1. Falar em Público: A capacidade de falar claramente, persuasivamente, e vigorosamente na frente de uma plateia – seja 1 ou de milhares – é uma dos mais importantes habilidades que se pode desenvolver. Pessoas que são oradores eficazes ficam mais confortáveis com eles próprios, mais confiantes, e tornam-se mais atraente. Ser capaz de falar eficazmente significa que você pode vender qualquer coisa – produto é claro, mas também ideias, ideologias, visões do mundo.
  2. Saber escrever (Redação): Escrever bem oferece muitas das mesmas vantagens que falar bem: bons escritores são melhores a vender produtos, ideias e eles próprios que escritores ruins. Aprender a escrever bem envolve não só o domínio de gramática, mas o desenvolvimento da capacidade de organizar um pensamento de uma forma coerente e destiná-lo a uma audiência da maneira mais eficaz possível. Dada a enorme quantidade de texto gerada por quase todas as operação – a partir de mandatos judiciais e de legislação para executar os milhares de páginas ao longo desses recibos compridos que você recebe quando compra – uma pessoa que é um mestre da palavra escrita pode esperar para abrir portas em quase todos os campos.
  3. Auto-Gestão (Auto-disciplina) :Se sucesso depende de uma ação eficaz, uma ação eficaz depende da capacidade de concentrar sua atenção onde for mais necessário, quando for mais necessário. Fortes habilidades organizacionais, eficaz hábitos de produtividade eficazes e um forte sentido de disciplina são necessários para manter-se no bom caminho.
  4. Rede de relacionamentos (Networking) :Não serve apenas para encontrar emprego ou clientes. Em uma economia dominada pelas ideias e inovação, a ligação em rede cria o canal através das quais ideias fluem e no qual são criadas novas ideias. Uma grande rede, cuidadosamente cultivada, amarra uma pessoa não apenas a outras pessoas, mas cria relacionamentos, e esses relacionamentos são mais do que apenas a soma das suas partes. As interacções dessas relações tornam possível dar origem a inovar e criar – e fornecer o suporte para cultivar novas ideias até que possam ser realizadas.
  5. Pensamento Crítico: Nós estamos expostos a centenas, se não milhares, de vezes a mais informação numa base diária do que os nossas avós estavam. Ser capaz de avaliar essas informações, ordenar as potencialmente úteis e distingui-las das triviais, analisar a sua relevância e significado, e relacioná-las com outras informações é crucial e lamentavelmente pouco ensinado. Bom pensamento crítico distingue imediatamente você da grande maioria das pessoas estes dias.
  6. Tomada de Decisões: O que nos conduz a partir de análise para a ação eficaz é a tomada de decisões – saber o que fazer com base nas informações disponíveis. Embora não seja crítica pode ser perigosa, bem como a super analise, ou à espera de mais informações antes de tomar uma decisão. Ser capaz de assumir e responder de forma rápida e eficiente é o que separa os que fazem dos que não fazem.
  7. Raciocínio matemático: Você não tem que ser capaz de integrar a polinômios para ser bem sucedido. No entanto, a capacidade de trabalhar rapidamente com os valores em sua cabeça, para fazer estimativas aproximadas, mas bastante rigorosa, e para entender coisas como juros compostos e estatísticas de base dá-lhe um grande vantagem sobre a maioria das pessoas. Todas estas competências vão ajudá-lo a analisar dados de uma forma mais eficaz – e de forma mais rápida – e para tomar melhores decisões com base neles.
  8. Pesquisa :Não se pode esperar que alguém saiba tudo, ou até mesmo uma ínfima parte de tudo. Mesmo dentro do seu campo, as chances são que haja muito mais coisas que você não sabe do que as que você sabe. Você não tem que conhecer tudo – mas você deve ser capaz de rapidamente e sem sofrimento descobrir o que você precisa saber. Isso significa aprender a utilizar a Internet de forma eficaz, aprender a usar uma biblioteca, aprender a distinguir produtivamente, e aprender a como alavancar as sua rede de contactos – e que tipos de pesquisas são melhores em cada situação.
  9. Relaxamento; Estreasse não só irá matar você, mas também conduz a uma má tomada de decisão, maus pensamento e socialização ruim. Portanto, se a não conseguir relaxar, você derruba, pelo menos, três das competências desta lista – e muito mais. Para mais, trabalhar até morrer, não é realmente o “sucesso”. É obsessão. Ser capaz de enfrentar até mesmo as mais prementes crises com o seu juízo e da maneira mais produtiva possível é talvez a coisa mais importante desta essa lista.
  10. Contabilidade Básica: É um fato simples na nossa sociedade que o dinheiro é necessário. Até mesmo o simples prazeres da vida, como abraçar seu filho, em última instância necessitam de dinheiro – ou você não vai sobreviver ao abraço por muito tempo. Saber como acompanhar e gravar as suas despesas e rendimentos é importante para sobreviver, e para prosperar. Mas mais do que isso, os princípios de contabilidade aplicam-se mais amplamente a coisas como o tempo de rastreamento em um projecto ou de determinar se o valor de uma acção supera as despesas em dinheiro, tempo e esforço. É uma pena achar que a contabilidade básica não faz parte do currículo.
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Vivemos um momento de muitas incertezas. Alguns chamam o momento de “Crise de Confiança”; outros, de crise ética ou de inaptidão gerencial. De qualquer forma, vivemos um excelente momento para repensar nossa “crise pessoal”. Ou seja, de tudo que está acontecendo no mundo o que pode nos servir de fato para melhorar a gestão de nossas carreiras?

Muitos profissionais perderam seus empregos, outros viram seus negócios/empresas ficarem à deriva financeira, de uma hora para outra. Todos pelo mesmo motivo: não estavam avaliando bem, ou da forma certa, seu “Valor de Mercado”. Ter claro seu “Valor de Mercado” ou seu nível de EMPREGABILIDADE é essencial, pois isto os torna competitivos, mesmo em mercados retraídos. E, nestes casos em especial, quanto mais investirmos em nós mesmos, maior será nossa vantagem neste sentido.

Segundo Minarelli, empregabilidade “é a capacidade de um profissional estar empregado, e ainda, de ter sua carreira protegida dos riscos inerentes ao mercado”. Para tanto, complementa, seis pilares precisam ser considerados:

  • Adequação da profissão à vocação
  • Competências
  • Idoneidade
  • Saúde física e mental
  • Reserva financeira e fontes alternativas de aquisição de renda
  • Relacionamentos

Enfim, EMPREGABILIDADE é um tema em que muitos acreditam que só deve ser medido quando o perdem, o que não é verdade. Devemos garantir a mesma a todo instante, investindo em nossa formação técnica, em nossa formação acadêmica, em nossa formação comportamental. Buscando atualização constante em todas as frentes: aperfeiçoamento acadêmico, novas redes de relacionamento, cursos de ponta, especializações de conhecimentos diferenciados, entre outros. Só assim, iremos proteger de fato nossas carreiras de qualquer inconstância. Seja ela econômica, social, psicológica, cultural, ou algo semelhante.

E você, o que acha deste assunto?

Abraços.

Ms. Janay Caon Pieruccini (janay@janayconsultoria.com.br) , Psicóloga, Mestre em Administração, Especialista em Gestão de Pessoas. Consultora de Empresas em Desenvolvimento Organizacional (www.janayconsultoria.com.br) e de Equipes e Professora e de Graduação e Pós Graduação da Faculdade da Serra Gaúcha – FSG.

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Olá!

Nos posts anteriores, venho tratando desse tema, não por insistência, mas por convicção. O que se chama de DNA das Empresas e Organizações é, de fato, o que dá o tom, o ritmo e a consistência das mesmas.

Mas… E o seu DNA? Não o DNA que o caracteriza como indivíduo, aquele que vem de seus pais, que herdaram de seus avós, que por sua vez… bem, você sabe! Mas o DNA que o caracteriza como pessoa, como cidadão, como profissional.

Sabe qual é o seu? Sei que sim, mas…

Hoje, quando se quer comprovar paternidade ou maternidade, ou, numa tragédia (como aquela que ocorreu em Trancoso, na Bahia, na semana passada), para identificar os corpos, recorre-se ao exame de DNA e, com o resultado, se chega a encontrar pais, mães, familiares, etc.

E você? Se fosse feito o seu teste de DNA profissional, que resultado seria encontrado? Um profissional sem comprometimento, com pouca ou nenhuma responsabilidade? Agindo única e exclusivamente para si e pelo salário no final do mês? Ou o resultado traria à tona, um profissional brilhante, dedicado, vencedor! Alguém responsável e comprometido com os desafios que lhe são colocados! Agora, imagine se tivesse a capacidade de obter o seu teste de DNA e das pessoas, pelo olhar… e, em frente ao espelho… o que identificaria? Olhe para o lado, para seus colegas… o que encontraria? Pense em sua equipe… o que encontraria? Vencedores e comprometidos? Ou medíocres, fazendo o mínimo possível e contando as horas para chegar o final do mês?

E o seu DNA como pessoa? Como pai, como mãe, como filho e filha… como vizinho? E como cidadão? Usando essa mesma visão, ao olhar no espelho… que pessoa a imagem refletiria? Alguém amigo, responsável, consciente e que ajuda e contribui para a sustentabilidade do planeta, ou alguém que, na imagem do espelho, vê apenas o próprio umbigo… e ao redor do qual giram todas as coisas do mundo!

Ao longo dos séculos, os seres vivos conseguiram criar mecanismos de adaptação ao meio que viviam (e vivem!). Mudanças de cores, para serem confundidos com a paisagem, pernas mais longas e fortes para correr mais rápido que o predador, etc. Nós, seres humanos, criamos vários, mas um desses, como mecanismo de defesa fantástico, que a psicologia já estudou e continuará estudando… são as máscaras.

Temos inúmeras e as utilizamos de acordo com o local, as pessoas, os interesses envolvidos… Certo ou não, não cabe julgar!

De qualquer forma, o uso delas reforçam o DNA que temos. E nunca é tarde repetir… somos o resultado de nossas escolhas e sempre há tempo para mudarmos, de sermos melhores, de alterar o DNA do profissional, da pessoa, do cidadão.

Sermos melhores fará com que todos ganhem e, em especial, poderemos pensar que nossos netos terão orgulho dos seus avôs, por ter deixado um mundo habitável para os filhos deles! Esse é um jogo para ganhar!

Abraço e… sucesso!

José Luís Möllmann

josemollmann@hotmail.com

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Olá!

No último post (na verdade, o primeiro!) comentei sobre o DNA das Empresas e Organizações e propus que refletissem sobre sua real contribuição para com o DNA do local onde trabalhas.

Todos nós sabemos que as empresas podem ser comparadas a enormes (e ainda não derretidos, pelo aquecimento global) icebergs. Essa comparação é utilizada para evidenciar que uma parte das Organizações e Empresas está fora do alcance dos olhos, do alcance do mercado, do alcance dos clientes!

Essa parte – não totalmente obscura, mas submersa – é que dá o verdadeiro tom. É a verdadeira face das empresas (não a que reluz ao sol dos pólos). E esse tom é dado em grande parte, pelos acionistas ou donos. Esse “caldo” que brota das suas decisões e atitudes contamina todos os colaboradores e se espalha por todos os setores do seu negócio.

Esse “caldo” (se é que podemos chamar assim!) pode ser positivo, benéfico, quando está constituído por valores positivos, éticos, de respeito e de reconhecimento às partes que contribuem para seu sucesso. De outra parte, pode ser negativo, que impregna nas pessoas e onde se percebe três grupos (no mínimo) de colaboradores. Um, ao primeiro contato, não suporta e deixa o emprego num curto espaço de tempo, sem mesmo poder mostrar seu potencial e competência; um segundo grupo se molda, atura ou suporta, por “n” motivos; o terceiro grupo… ah… esse sim… se sente na sala de estar de suas casas. Aproveita esse “caldo” para “nadar de braçada”, ajudando a engrossá-lo e reproduzindo, com força, o que recebe de seus superiores hierárquicos.

Não acredito que existam empresas que alcancem o sucesso, com a estrutura impregnada com o que chamo de “caldo” negativo.

Mas e o DNA? Pois é… o DNA é formado por esse “caldo”… é ele que carrega os genes.

Mas então, os acionistas ou donos são os únicos responsáveis pelo sucesso ou insucesso das Empresas ou Organizações? Não. Não são os únicos responsáveis, mas são os principais responsáveis. Eles detém a decisão e se não decidiram, decidiram pela contratação de quem decide, ou seja… principais responsáveis!

O “grande barato” disso tudo é que nunca é tarde para mudar, não é? Sempre existe a possibilidade, por pior que seja esse DNA, por mais contaminada que seja a estrutura, sempre existe a possibilidade de mudar.

E você? A qual grupo pertence? Se estás trabalhando, ou onde estás é um lugar do bem, impregnado pelo caldo “positivo” ou, se não está acomodado, se acostumou ou está nadando de braçadas pelo caldo “negativo” de sua Empresa ou Organização.

Se estiver nesse segundo tipo de Empresa ou Organização, e não se sente confortável com a situação, tente mudar… ainda há tempo! Pense, discuta, haja, para que o caldo do seu DNA (o seu!) possa ir, junto com os de outros que possuam DNA semelhante ao seu, impregnar outros e mais outros e mais outros… esse é um jogo para ganhar!

Abraço e… sucesso!

Ah, comentários e sugestões serão muito bem-vindos!

José Luís Möllmann

josemollmann@hotmail.com

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Sabe-se que, até bem pouco tempo, Gestão de Carreira era algo que soava estranho aos ouvidos das pessoas. Se considerarmos que no século passado a empregabilidade se voltava mais para os interesses financeiros visando unicamente à remuneração, saberemos compreender por que a Gestão de Carreira passou a compor um novo cenário na atualidade. Gestão de Carreira representa, na verdade, uma porta que se abre para um mundo cheio de oportunidades, de caminhos e rotas ainda não desvendados. Na Gestão de Carreira o foco principal passa a ser a pessoa e o seu Projeto de Vida.

Nunca se falou tanto sobre a importância do planejamento estratégico nas empresas como no surgimento da globalização. Era necessário, para que as empresas continuassem vivas e competitivas no mercado, que elaborassem um plano, que tivessem ao menos um mapa e uma bússola para estabelecer um caminho que pudesse ser percorrido de forma visionária. Mas, para que as empresas pudessem planejar com vistas ao futuro, elas teriam que partir para uma mudança de mentalidade que implicaria no desenvolvimento de novas competências e habilidades.

Em termos de competência podemos destacar a capacidade visionária que as empresas devem ter para construir uma imagem que garanta a todos o real cumprimento de sua missão. E para que a empresa possa alcançar este resultado deve contar com a sua principal ferramenta de trabalho: a paixão pelo que faz. É exatamente por isso e para garantir o principal ingrediente do sucesso, que o planejamento estratégico começa pelo resgate histórico da organização. Buscar a história da empresa significa identificar o que realmente move sua engrenagem. É, portanto, necessário encontrar o motivo da existência da empresa e de sua trajetória.

Atualmente, o Planejamento Estratégico já não é mais uma atividade destinada exclusivamente às empresas. Na Gestão de Carreira o profissional é quem vai gerir a sua carreira. A pessoa passa a ser o diretor da sua própria empresa chamada “Vida”. Para tanto, é necessário em primeiro lugar identificar seu talento ou vocação. Significa desvendar primeiramente a sua missão para depois estabelecer ações estratégicas que possam garantir o cumprimento desta. Na verdade, o planejamento aqui, em Gestão de Carreira, está ligado diretamente com o projeto de vida de cada pessoa. É o que a pessoa pretende fazer enquanto viver. Porém, com uma diferença: é o que pretende fazer com o coração, com paixão. Pois nada se mantém por muito tempo se não houver amor e identificação com o que se faz. Saber qual é a sua vocação, o seu talento, é de fundamental importância para planejar ações que venham atender aos seus interesses.

Além disso, quando se fala em Planejamento Estratégico na Gestão de Carreira entende-se que todas as necessidades da pessoa devem ser atendidas, pois se houver uma única necessidade não satisfeita será como construir um prédio sem um pilar que, junto aos demais, faria enorme diferença. Por isso utilizo o termo “Projeto de Vida” na Gestão de Carreira para que as pessoas possam compreender que alcançar o sucesso é muito mais do que obter uma boa remuneração. Alcançar o sucesso é construí-lo diariamente com base nas necessidades que toda pessoa possui. Significa incluir no Projeto de Vida tudo aquilo que realmente é importante: a família, o lazer, o trabalho e outros. Se faltar qualquer um desses pilares, a Gestão de Carreira, da forma como teria sido conduzida, não alcançaria seu principal objetivo: a realização do indivíduo. O sucesso e a tão desejada felicidade nada mais é do que obter prazer e realização naquilo que se faz.

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Olá!

A partir dessa semana, todas as quartas-feiras, estarei postando uma coluna neste WeBlog!

A intenção é manter um canal de conversa, no qual poderemos discutir idéias, pontos de vista e abordar temas diversos sobre as Organizações, quaisquer que sejam os setores (primeiro, segundo e terceiro).

As opiniões e os pontos aqui colocados são frutos de anos de atuação e análise sobre as mesmas.

Fica aqui meu convite para uma boa leitura e aguardo suas observações.

Um abraço e boa leitura!

Qual é o DNA da sua Empresa ou Organização?

Há muito no mercado, sem medo de errar, acredito ter tido a oportunidade de conhecer algumas milhares de Empresas e Organizações, pelo País afora.

Empresas mundiais, grandes e empresas pequenas; com muito capital e tecnologia até empresas com recursos minguados e processos arcaicos; com milhares de colaboradores à empresas com no máximo… 3 pessoas! Indústrias pesadas à empresas de serviços, que entregam… conhecimento!

O que sempre me chamou a atenção e, com o passar do tempo comecei a buscar e compreender é o que às tornam empreendimentos de sucesso ou não.

Acredito fortemente, que isso tem a ver com algo que nós seres vivos possuímos: o DNA. Embora esse assunto não seja novidade, tenho certeza que nunca é demais tratar sobre ele.

DNA é a sigla em inglês do ácido desoxirribonucleico (ADN, em português). É um composto orgânico, cujas moléculas contém as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento dos seres vivos. Genes que todos nós conhecemos), são seguimentos do DNA responsáveis por carregar a informação genética.

Ou seja, cada indivíduo possui o seu e, extrapolando, cada Empresa ou Organização possui o seu! Não existem duas pessoas com o mesmo DNA!

Esse DNA, atualmente muito usado em marketing, com relação à marca, é o que pode caracterizar Empresas ou Organizações de sucesso, daquelas que se arrastam; vencedoras, daquelas que sucumbem.

Esse DNA está imbricado nessas Organizações e Empresas, e é formado pelos valores, princípios que as sustentam, e que é dito, exposto, formal. Mas também é composto pelo que não é dito, não é falado, é informal e está no agir e no fazer das pessoas que as compõem.

Vamos tratar mais sobre isso no próximo post … por enquanto, pense… Qual é o DNA da sua Empresa ou Organização? Qual é o DNA da Organização e Empresa para a qual você dedica uma parte importante de sua vida? Você está contribuindo para que esse DNA venha carregado de genes vencedores? Ou…

Abraços!

José Luís Möllmann

josemollmann@hotmail.com

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Recentemente, recebi da Sra. Hélia Gecy Sebben (h.sebben@hotmail.com), consultora em Gestão Financeira, um excelente artigo sobre a importância de controlarmos as nossas finanças pessoais.

Amanha, publicaremos alguns exemplos de planilhas de controles, pra que possam utilizar em seus controles de orçamentos.

Segue abaixo o artigo na íntegra.

Educação Financeira – Controle suas finanças.

Sabe-se que o assunto do momento é a crise financeira. Só que não podemos esquecer que ela não está afetando somente as empresas, mas, sim, afetando diretamente os seus colaboradores, esses, na maioria das vezes, pais ou mães de família, que vinham suportando a carga pesada de levar o salário até o próximo mês, fazendo milagres com os gastos totais de uma família com dois filhos, onde normalmente o casal trabalha fora, e tem que “levar” o mês na boa, contando especialmente com a sorte, até chegar o próximo dia da … Nossa Senhora do Pagamento! E olhem que essa ginástica normalmente é feita, sem nenhuma orientação técnica. Nesses lares, infelizmente, não existem planilhas para estabelecer orçamento mensal/anual e nem mesmo planejamento ou Educação Financeira.

Além dos gastos normais do mês, devemos lembrar que nessa época do ano, surgem aquelas despesas “anuais”, quais sejam: o pagamento do IPTU (impostos predial territorial urbano) seguros residenciais e ou seguros de veículos para renovar, do IPVA (Imposto Propriedade Veículos Automotivos), bem como as compras de material escolar para os filhos que iniciarão mais um ano escolar.

A maioria das famílias não sabe como administrar o orçamento doméstico e entram numa roda viva de contas a pagar que não termina mais. O grau de dificuldade torna-se ainda mais intenso, até por falta de conhecimento técnico ou especializado dos membros dessa família, cuja atribuição principal não está na educação dos filhos, na preservação dos laços de afetividade, mas sim, em administrar o minguado dinheiro por um mês inteiro. Eu diria ainda, analogicamente falando, que esse desafio é semelhante a uma “loucura/aventura” ou seja: onde não se conhece o resultado. Essa “arte” de administrar o dinheiro consiste em priorizar as contas a pagar e esquecer as contas que não podem ser pagas. Esse comportamento é “normal”, em determinadas famílias, que não conseguem visualizar nenhuma expectativa de melhora, até por falta de informações. Mas, e se na hora de comprar “batesse um sininho” e eles se perguntassem se esse bem de consumo, se essa mercadoria que é o alvo da compra é realmente necessária?

Será que não estamos precisando aprender a consumir com consciência nesse momento de Crise?

Conforme alguns especialistas da área econômica e financeira, a existência de crises financeiras é sempre uma benção porque, sempre aprendemos positivamente com essas crises. Aprendemos a controlar nossas necessidades, em detrimento de nossas vontades. Aprendemos a administrar as nossas escolhas. O ideal é que na hora das compras fossem filtradas as necessidades. Se isso ocorresse, certamente a conta com supérfluos seria muito menor. A esse filtro, iremos chamar de CONSUMO CONSCIENTE.

Normalmente essas famílias são compostas pelo pai e mãe, além de dois filhos “lindos, travessos e pequenos”, que nos proporcionam alegrias e despesas, que passam seus dias na escolinha, e esses pais/mães, verdadeiros heróis atuais, não possuem conhecimento especializado em nenhuma Universidade, ou melhor falando, a maioria desses pais/mães, se quer concluíram o Ensino Fundamental. Temos ainda a desagregação social das famílias, onde, é “normal” haver famílias compostas apenas por mãe e filhos, ou por pai e filhos. Isso ocorre na maioria das vezes, porque o pai não mora mais com eles, já contraiu responsabilidades com outra família e assim por diante. O inverso também ocorre, ou seja às vezes é a mãe que abandonou o lar e os filhos são criados pelo pai, debilitando o lar, que fica ausente do carinho materno.

Meu Deus! Que ginástica financeira essa “gente especializada” aprendeu a fazer.

As empresas, preocupadas com o desempenho de seus colaboradores, começam a orientá-los, a fim de que suas preocupações financeiras, não sejam mal administradas, a ponto de que esse pai/mãe de família, que também é funcionário em uma empresa, torne-se inadimplente e, não vendo outra saída, provoca a própria demissão, considerando que seu acerto (rescisão de contrato de trabalho) mais o levantamento do Fundo de Garantia com os 40% da multa que a empresa paga ao “demitir” o funcionário, seja suficiente para dar uma “limpada” nas contas e tentar adaptar-se, por um período de três, cinco ou sete meses, a viver com a renda do Seguro Desemprego. Mas, e depois que encerrar o Seguro Desemprego? Como será essa “nova aventura”?

A “aventura” não será nova, ela irá repetir-se. Trata-se de um problema de Consumismo desenfreado, compra inconsciente, que normalmente tem como seqüela, as dificuldades de limpar o nome, quando muitos, nessa altura já estarão com o seu crédito comprometido junto ao SPC e ao Serasa.

Essa atitude vai se tornando um problema sério para as empresas. Hoje já existem empresas restringindo as vagas para os “eternos inadimplentes”, ou seja: se você tiver restrições cadastrais em seu nome, não poderá ser admitido em determinadas empresas porque adotaram como Políticas de RH, não ter funcionários com problemas de crédito em suas empresas.

Vejamos que a pessoa jurídica existe alguém especializado em orientar o acompanhamento tanto da receita, como da despesa. Mas, e na pessoa física quem faz esse controle? Conforme Cássia D’Aquino, pesquisadora, temos que somente 20% das famílias controlam seu orçamento financeiro. Nas demais famílias, esse controle simplesmente não existe.

Esse assunto é pertinente ao pai ou mãe de família, ou, na ausência deles, normalmente existe um filho maior, que se estiver trabalhando, esse assume toda a carga da família, controlando os gastos a fim de que sobre mês e não falte dinheiro.

Esse assunto não é brincadeira. A ausência do controle, da Educação Financeira, não dá outro resultado senão esse: Vai sobrar mês e vai faltar dinheiro, com certeza! Principalmente, se não houve o consumo consciente.

Por outro prisma, se a gente consome conscientemente é fácil responder a essa pergunta.

Você sabe para onde vai o seu dinheiro todos os meses? Caso não tenha resposta para essa pergunta, é provável que ele esteja indo parar onde não deve: em gastos desnecessários.

As empresas que estão se preocupando com esse assunto “Educação Financeira”, assunto da alçada do funcionário, estarão praticando Responsabilidade Social.

Investindo em Responsabilidade Social, essa empresa obviamente é economicamente viável, ecologicamente correta e preocupando-se com a Ética, estará mostrando um cenário altamente positivo e entusiástico aos seus colaboradores e, os instigará a investir em aprendizados que terão repercussão em suas vidas nos campos profissional e pessoal/familiar. Esse funcionário será uma pessoa feliz e bem sucedida no âmbito familiar/afetivo, podendo ser inclusive um futuro empreendedor, aprenderá a controlar suas finanças, com habilidade. Adotando essa prática como um hábito saudável, ele passará essa cultura aos seus filhos, preservando seu nome de abalos de crédito, tornando-se um cidadão que consome com consciência da necessidade, esse funcionário aprenderá a dominar suas vontades e, dessa lição de vida ele aprenderá a poupar para não comprar, a selecionar melhor o que comprar, a ter uma boa relação com o dinheiro, aprenderá ainda, a zelar pelos bens duráveis, e pelos bens intangíveis como o amor e o respeito, valorizando os seus esforços e os esforços de seus filhos. A essa valorização, terá acrescentado horas de felicidade no convívio familiar e passará a ser um bom exemplo na empresa junto aos seus colegas de trabalho. Seu “empregador” irá vê-lo com outros olhos e esse será, amanhã ou depois, o mais bem reconhecido dos funcionários daquela empresa que, em momentos de crise, o treinará a trabalhar, visando qualifica-lo, e tornando-o um excelente profissional nas mais diversas áreas, será um bom funcionário, confiável e bem remunerado. Será também mais um daqueles profissionais ou pessoas que elegem a ética para pautar as relações pessoais e de trabalho, enfim, será mais alguém na empresa que terá um futuro promissor.

E, momentaneamente, é exatamente essa a preocupação dos Coordenadores ou Gestores de RH/Pessoal nas empresas. Devemos passar aos nossos colaboradores, uma boa educação financeira, auxiliando – os a montar seu projeto de vida, em todas as esferas da vida, quer seja em nosso convívio social, profissional, educacional, espiritual, pessoal e familiar.

Não podemos esquecer, caros colegas gestores de RH de que temos que ter um objetivo na vida pois, conforme Sêneca, “O capitão que veleja sem um objetivo, sempre alega que os ventos sopraram nas direções erradas.”

Encerrando, quero concluir com uma máxima que traduz toda uma lógica, muito citada e aprovada na visão dos profissionais de Finanças, ou em nível de Consultoria/Assessoria, que nos diz exatamente isso: “A maneira mais rápida de ganhar dinheiro é parar de perder”.

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Hoje, recebi um e-mail de um amigo, o Renato Jackisch, no qual ele encaminhou uma mensagem de ânimo, diante do atual cenário pessimista.

A mensagem é de Albert Einstein:

Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.

A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.

A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura.

É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.

Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.

A verdadeira crise é a crise da incompetência.

O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas em soluções fáceis.

Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um.

Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.

Em vez disso, trabalhemos duro!

Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la!


E você … qual é a sua interpretação para a crise?

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Nenhum comentário 5/02/2009 | Por: admin
Emprego Defendido

Em tempos de instabilidade no mercado de trabalho, temos que nos conscientizar em buscar formas inteligentes de “defender” os nossos empregos. O jornal Zero Hora, (edição de 01/02/09) no caderno Dinheiro foi publicado um guia especial, no qual apresenta quais são as ações que devemos atravessar neste período de turbulência em qualquer circunstância: com situação estável, em risco de demissão ou sem trabalho.

Segue abaixo o conteúdo deste guia, em extensão .pdf:

E você, em que situação que se encontra no que se refere ao mercado de trabalho (estável, em risco ou sem trabalho)?

Boa leitura!

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Recebi um e-mail de um amigo de Santa Cruz do Sul, o Cláudio Cariboni, no qual estava precisando para iniciar uma série de “post” sobre Auto-Disciplina.

O assunto deste e-mail, fala sobre a importância das nossas atitudes / decisões, sendo que foi escrito por Bernt Entschev, em seu WeBlog.

Abaixo apresentamos o conteúdo na íntegra:

Li na coluna do consultor Abraham Shapiro uma estória que achei muito interessante e que gostaria de dividir com vocês, sobre nosso poder de mudança e como nossas decisões permeiam nossa existência e nosso legado.

Conta Shapiro que o Prêmio Nobel foi criado há mais de um século por um químico sueco, que ficou milionário com a invenção da dinamite. Ele se chamava Alfred Nobel, e um fato curioso determinou sua vida. Quando seu irmão faleceu, um jornal se enganou e publicou que era o próprio Alfred que havia morrido. Ao ler seu obituário no jornal, Alfred ficou horrorizado. A nota o descrevia como “o monstro que tornara possível matar mais pessoas em maior velocidade, através da descoberta de uma poderosa bomba”.

Diante destas chocantes palavras a seu respeito, Alfred percebeu que aquela seria a biografia pela qual o mundo o conheceria. Como nenhum homem honrado desejaria entrar daquele modo para a história, Alfred decidiu investir toda sua fortuna numa fundação cujo objetivo seria premiar pesquisadores, cientistas, estudiosos e pessoas que lutassem pela paz mundial, dando à luz a uma das mais cobiçadas premiações do planeta.

Hoje, pergunte a qualquer um e você verá que quase todo mundo sabe o que é o Prêmio Nobel, enquanto pouquíssimos ouviram dizer que Alfred Nobel inventou uma arma de guerra. Muita gente até se espanta ao dizermos isso. Qual o efeito da atitude de Alfred Nobel? Ele não podia mudar o seu passado, mas agiu com todo seu esforço e não descansou até pintar o seu futuro da cor que mais o agradava e, assim, transformou o mal com um enorme, memorável e inesquecível bem.

Pense nisto, e veja como suas atitudes presentes podem vir a reverter seus possíveis erros do passado e ajudar a pavimentar o seu futuro!

E vocês, já refletiram sobre o valor / importância das nossas atitudes ou falta de atitudes … e suas conseqüências?

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