Vantagem-competitiva-pic[3]Atualmente os consumidores estão mais exigentes na hora da compra. Antes o  principal  fator  diferencial  era  o  preço. No  entanto,  alterações  na  economia,  nas relações  do  mercado,  e  a  difusão  da  informação  transformaram  não  apenas  os negócios, mas o relacionamento entre consumidor, produto e  fabricante.

Percebendo  isto, muitas  empresas  têm  adotado  a  qualidade  como  caminho para a sobrevivência da organização. E qualidade em  todos os aspectos,  incluindo finanças, venda pessoal, manutenção, gerenciamento, produção e serviços. O  foco é no sistema como um todo e não apenas na linha de produção.

No  setor  de  brinquedos,  vemos  as  indústrias  brasileiras  inseridas  num mercado  dinâmico  buscando  maximizar  a  satisfação  e  confiança  do  consumidor final. Com a expansão mercadológica e concorrência dos brinquedos importados, as indústrias  de  brinquedos  precisam  retomar  a  participação  no  meio,  através  de mecanismos  da  qualidade  que  as  auxiliarão  a  impulsionar  o  comércio  nacional  e manterem-se com vantagens competitivas.

Entre  outros  modelos  de  certificação  de  brinquedos,  especialmente  para fabricantes nacionais, é apresentado um sistema que avalia  tanto a qualidade do brinquedo,  como  o  processo  gerencial  e  operacional  da  indústria. Este modelo  de certificação  possibilita  a  modernização  tecnológica  da  indústria,  mobilização  de conhecimentos  e  habilidades  para  o  desenvolvimento  de  novos  produtos,  sendo possível  agregar  maior  valor  sob  a  perspectiva  do  cliente,  diferenciar-se  do concorrente e transformar as exigências da certificação numa vantagem competitiva para seu pólo industrial.

A proposta deste Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é de  estudar  as  legislações  que  normatizam  a  certificação  de brinquedos  com  ênfase  no Sistema  5 e  apresentar ações estratégicas  na  área  da qualidade, pra que as indústrias brasileiras se alinhem a este sistema com o objetivo de atenderem de forma eficaz as portarias e normas do INMETRO e transformarem este Sistema de Gestão da Qualidade em vantagem  competitiva para melhoria de seus  procedimentos,  qualidade  no  produto,  posicionamento  no  mercado, oportunidades de negócios e fidelização de clientes, desta forma contribuindo para o crescimento do setor de brinquedos.

Portanto,  o  eixo  problemático  da  pesquisa  é:  Será  possível  viabilizar  os requisitos  normativos,  do  Sistema  5  de  certificação  de  brinquedos,  em estratégias competitivas?

Clique aqui e acesse na integra todo o conteúdo deste trabalho.

Estamos à inteira disposição a quem possa interessar! Até a próxima!

Laíz Lopez dos Santos
Consultora Técnica
laiz.lopez@phortion.com
laizlopezs@hotmail.com

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bola-de-cristal-negocios1A melhor maneira de saber o futuro é construí-lo” – Peter Drucker.

Quais são as perspectivas para o Brasil e o mundo no ano de 2012?

O primeiro ano da primeira Presidente foi de esforço, planejamento e ajustes.

Os jornais e as previsões apontam para um possível PIB de 3 a 3,3%.

Acima de tudo em nossas vidas não podemos perder o otimismo, entusiasmo e muito PLANEJAMENTO.

As oportunidades estão no mercado, não podemos baixar a cabeça e somente se preocupar com a crise da Europa, até porque já sabíamos que as coisas não estavam bem por lá.

O Brasil, as empresas, os brasileiros estão se acostumando com uma economia estabilizada e já conseguem planejar mais.

A queixa geral: não temos mais capacidade de pagar impostos e deve haver uma simplificação da burocracia na vida das empresas.

Alguns cuidados básicos devem seguir nossas ações de 2012.

Tantos as pessoas físicas como jurídicas precisam elaborar um Planejamento Estratégico. As pessoas físicas no mínimo transformar os sonhos em metas ao escrever suas metas para 2012, e as pessoas jurídicas terem ferramentas básicas para ter um bom 2012.  No centro de tudo estarão as PESSOAS, nosso principal ATIVO, tanto das pessoas físicas como das pessoas jurídicas.

Mas quais serão essas estratégicas para 2012? Abaixo algumas dicas:

  • Avaliar  o reflexo da crise Européia no resultado das nossas empresas, principalmente empresas que mantenham operações com esses países. A recomendação é CAUTELA;
  • Ter certeza que as vendas de nossas empresas mensalmente realmente geram lucro para a empresa. Os maiores clientes nem sempre geram o melhor retorno;
  • Continuar Investindo em Recursos Humanos, dar motivação para os talentos da empresa, desenvolver programas de treinamento, cargos e salários e criar atrativos para RETER os TALENTOS;
  • Ter os custos controlados e acompanhar os movimentos de inflação para não sermos pegos de surpresa.
  • Manter níveis de estoques dentro das necessidades de mercado, pois sempre vale a pena lembrar:  ESTOQUES PARADOS É CAPITAL DE GIRO PARADO.
  • Quem não tem uma área de Recursos Humanos, mudar a mentalidade do departamento pessoal para a visão de RH.
  • As empresas que terminaram 2011 com problemas de capital de giro, ocasionado por inadimplência, custos elevados, devem procurar apoio de Consultorias para readequar seu Planejamento e dar um novo rumo para seus negócios;
  • Para reduzir um problema financeiro ou problemas de planejamento, o gasto com Consultorias se torna um Investimento;
  • Continuar INOVANDO seus produtos, investimento em pesquisas para termos produtos competitivos;
  • Ter um orçamento rígido, com acompanhamentos mensais para que o Planejamento Estratégico não fique somente na teoria;
  • Em conjunto com o Contador e o Advogado realizar um bom Planejamento Tributário para o ano de 2012;
  • Responder a seguinte pergunta:  Por que estamos perdendo pedidos para nossos concorrentes?
  • Ter preocupação com o desenvolvimento sustentável;
  • Melhorar a gestão de riscos da empresa;
  • Continuar investindo em melhorias dos processos internos, investimentos em TI e diariamente observar os novos padrões de consumo, e;
  • Se envolver em trabalhos voluntários para que nossas entidades atendam cada vez mais pessoas carentes, disseminando fé, esperança, otimismo e pensamentos positivos.

Fico à disposição de vocês!

Volnei Ferreira de Castilhos
Contador e Mestre em Administração (UFRGS)
Professor da Fundação Getúlio Vargas
Consultor Empresarial nas áreas de Finanças, Planejamento, Controladoria, Perito e Auditor.
E-mail: volneifc@terra.com.br
Celular: 54 99 69 91 49

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CapturarOs meses de novembro e dezembro, normalmente, são períodos para analisar os resultados obtidos ao longo do ano buscar uma projeção para um novo ciclo, ou seja, o próximo ano que esta chegando!

Recentemente recebemos informações extremamente valiosas referente às projeções / perspectivas econômicas para 2012, assim como uma balanço do ano de 2011. O trabalho foi realizado pela Unidade de Estudos Econômicos da FIERGS. A base deste trabalho esta fundamentada na metodologia conhecida como “indicadores antecedentes”.

O ano de 2011 encerra repleto de incertezas políticas e econômicas. No âmbito internacional, a dificuldade em implementar uma solução para a crise fiscal nos países altamente endividados contribuiu para contaminar o sentimento dos investidores e consumidores. Já no Brasil, o desaquecimento na economia ocorre, principalmente, devido ao acúmulo de estoques na indústria, à retração no consumo das famílias e à queda dos investimentos.

Esses cenários e as repercussões foram avaliados pelo presidente da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (FIERGS), Heitor José Müller, durante o Balanço 2011 e Perspectivas 2012 da Economia, realizado pela entidade, nesta segunda-feira (12/12/11).

Clique neste link e acesse na integra o referido estudo!

Também clique aqui e acesse o release publicado pela FIERGS, sobre o evento de lançamento deste estudo.

Sucesso em suas montagens de cenários para 2012!

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tecassisterNesta quinta-feira (17/11), a presidenta Dilma Rousseff anunciou o Plano Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência, conhecido também como Viver sem Limite. Em consonância com as diretrizes do governo federal, a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) vai destinar R$ 150 milhões de seu orçamento a projetos inovadores que tenham como foco a inclusão de pessoas com deficiência. Até o fim deste ano, será lançada a primeira chamada pública, no valor de R$ 20 milhões em recursos não reembolsáveis (que não precisam ser devolvidos).

O foco é a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias assistivas por meio de parcerias entre universidades e centros de pesquisa.

Outros R$ 10 milhões estão reservados para futuras chamadas públicas. Já R$ 90 milhões serão concedidos em forma de crédito a empresas que queiram criar produtos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que aumentem a autonomia e a qualidade de vida de idosos, pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. Os R$ 30 milhões restantes ficarão disponíveis para subvenção de inovações. Os recursos serão executados até 2014.

De acordo com o Censo Demográfico de 2000, 14,5% da população brasileira – ou seja – 24,5 milhões de pessoas possuem algum tipo de deficiência. Os idosos representam cerca de 8%, somando 14,5 milhões. O Plano Nacional envolve, além do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, os Ministérios da Saúde e da Educação.

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CapturarRecentemente localizei na rede um documento elaborado pelo Instituto de Engenharia Biomédica da Universidade Federal de Santa Catarina (IEB-UFSC) sob a orientação e coordenação do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) para o setor de equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos (EMHO),

Esta publicação apresenta o Panorama Setorial da Cadeia produtiva de EMHO, com dados de mercado referenciados e analisados até 2006. É um trabalho panorâmico, mas também analítico, que oferece subsídios para o desenvolvimento de propostas estratégicas e tecnológicas e será utilizado como base para a elaboração do Estudo Prospectivo deste setor.

Para as empresas deste setor, e principalmente para os gestores estratégicos destas organizações esta leitura e análise são fundamentais.

Clique aqui e acesse o estudo na íntegra.

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Redes-Sociais-20090916113206Apartir desta semana, iremos publicar uma série de reportagens publicada pela Rádio Câmara, no qual abordou o fenômeno das redes sociais na internet e o grande sucesso das novas ferramentas virtuais no Brasil. Na primeira matéria da série, conheça o perfil dos usuários e saiba o que leva as pessoas a manter essas redes.

Clique aqui e escute a reportagem na íntegra, sendo que abaixo você poderá ler o resumo. Resumo da Reportagem: O brasileiro é o povo mais sociável da Internet. Oitenta por cento das pessoas conectadas no país têm perfil em sites de relacionamento como Orkut, Facebook, Twitter e mais recentemente no Linkedin. Leia mais clicando aqui »

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CapturarNesta semana, no dia 19/04/2011, assisti uma reportagem veiculada no Jornal Nacional cujo título era “Indústria da construção civil sofre com falta de trabalhadores”. As informações trazidas por esta reportagem somente confirmam aquilo que vivenciamos em nossos projetos de implementação de Sistemas de Gestão pela Qualidade baseado no SiAC em incorporadoras / construtoras.

Este segmento esta perdendo em competitividade, pois não consegue atrair e nem reter profissionais, por exemplo, as funções Mestre de Obras e Pedreiro estão em extinção, pois não existe renovação, por exemplo, o filho de Mestre de Obras não quer mais trabalhar no segmento!

O setor sempre atraiu trabalhadores com baixa escolaridade. Mas agora os brasileiros estão estudando mais e querem outros empregos. Os empresários admitem que o setor precisa de mais tecnologia e melhores condições de trabalho.

Os motivos / causas desta situação, podem ser analisados nesta reportagem, clique no link abaixo e assista!

http://g1.globo.com/videos/jornal-nacional/v/industria-da-construcao-civil-sofre-com-falta-de-trabalhadores/1489131/#/Edições/20110419/page/2

E na sua empresa do segmento de construção civil esta situação existe? Caso positivo que soluções estão sendo tomadas para diminuir este impacto!

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aRecebi através do twetter da FIESP, uma noticia muito triste!

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) realiza periodicamente um levantamento no que se refere à competitividade das economias de 43 países que respondem a 90% do PIB mundial. E qual é a surpresa, talvez não tanta, somente confirma as suspeitas de forma objetiva, de que o Brasil aparece na 36ª colocação deste ranking, colocando o Brasil na classificação de economia de baixa competitividade.

No indicador de competitividade, o IC-FIESP, o Brasil já ocupou a 40ª posição em 2000 e vem subindo lentamente no ranking nos últimos anos. Neste ano, no levantamento, o Brasil ficou à frente de países como África do Sul, Venezuela, Turquia e Índia, sem comentários, por favor!

A lista é liderada pelos EUA, seguido de Noruega e Suíça. O IC- FIESP indica que os países desenvolvidos perderam competitividade. Os países asiáticos avançaram no ranking.

O estudo elaborado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP analisou 55 mil informações em oito áreas: economia doméstica, abertura da economia, governo, capital, infraestrutura, tecnologia, produtividade e capital humano.

Os principais motivos que fizeram com que o Brasil perdesse pontos no ranking foram os seguintes:

  • Alta carga tributária;
  • Juros elevados;
  • Câmbio valorizado, e;
  • Baixos investimentos educacionais e tecnológicos.

Os dados completos deste levantamento podem ser acessados através deste link.

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Dando continuidade aos diversos posts que estamos publicando sobre os planejamentos para 2011, na semana passada recebemos, novamente, a contribuição de um cliente (Sitmed Equipamentos Hospitalares Ltda.). A Sitmed, através do seu Diretor, o Sr. Miguel Mazzocco, no final do ano passado (2009) havia nos presenteado com um post sobre este assunto (clique aqui).

bola-de-cristal350xA contribuição deste ano baseia-se no texto publicado pela Revista Amanha neste mês de dezembro / 2010, cujo título é extremamente provocador: “O Valor de uma Bola de Cristal”, escrito “a três mãos” pelos renomados profissionais: Tim Laseter, Casey Lichtendahl e Yael Grushka-Cockayne.

Neste excelente artigo, os autores comentam que não existe uma única regra para prever o futuro … das organizações, mas o que existem é a certeza de que simplesmente fazer “futurologia” sem metodologias claras e validada é um desastre completo.

No inicio deste artigo, os autores comentam:

“Ser competente na previsão não significa ter o dom de predizer o futuro com absoluta precisão. Significa aceitar o papel que a incerteza tem no mundo, dedicando-se a um processo de melhoria constante da capacidade de sua empresa de antever o mercado e trilhar o melhor caminho para o sucesso. Uma boa previsão leva, por meio de recomendações diretas ou de conversas informais, a ações sólidas – ações que serão de alto valor, independentemente do que vier a acontecer.

Muitas vezes, uma boa previsão envolve reconhecer as incertezas inerentes às estimativas, deixando claro que as coisas podem dar muito errado de uma hora para a outra. Esse tipo de reconhecimento não deve invocar a paranoia; em vez disso, deve promover o desenvolvimento de planos de contingência, tanto para gerenciar riscos quanto para rapidamente tirar vantagens de oportunidades inesperadas.”

Convidamos através deste link, a ler e analisar o referido conteúdo deste artigo, desejando à todos um excelente planejamento para 2011!

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Recebi através do meu twitter, do website da Revista Veja, uma noticia extremamente “pé no chão” sobre o mercado da construção civil para o próximo ano, o título é impactante: “Expansão da construção civil vais desacelerar em 2011”.

No artigo em questão, através da análise do Indice Nacional de Custos da Construção Civil, o INCC-M, de janeiro a novembro deste ano, este indicador acumulou uma expansão de 6,95%, sendo que o componente “mão de obra” foi o que mais pressionou, com alta de 8,73%. Particularmente considero esta limitação de falta de mão de obra nos canteiros de obra uma excelente oportunidade para que as empresas deste segmento apostem em sistemas construtivos mais produtivos, desde serviços de execução baseado em blocos de alvenaria até sistemas de gestão, estilo “Lean Construction”.

Mesmo, neste artigo, contando com um cenário menos aquecido para 2011, os empresários da construção civil se mostram otimistas com o desempenho do setor, pois o crédito seguirá em expansão e os lançamentos de imóveis serão voltados para os segmentos de média e baixa renda – principais alvos do programa habitacional do governo, ou seja, o “Minha Casa, Minha Vida”. Particularmente, esta previsão nos entusiasma, visto que conforme comentamos em outro post (clique aqui), os empresários interessados em construir empreendimentos por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida” ou do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) terão de ser certificados ou estar em processo de certificação no PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat) para ter acesso aos financiamentos!

Bom, convido-os a ler o artigo da Revista Veja na integra, clicando aqui.

Aguardamos os seus comentários sobre os cenários / perspectivas da construção civil para 2011, mas fica a pergunta do título deste post como reflexão: Construção civil vai desacelerar em 2011 ou terá oportunidade de melhorar?

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