Nesta semana li uma reportagem no jornal Zero Hora apresentando o resultado de um trabalho de mais de quatro anos desenvolvido pela ONG Polo Agência de Desenvolvimento, no qual será encaminhado para os candidatos a governador do estado do Rio Grande do Sul.

untitledOs dados surgiram de um dos mais completos levantamentos já realizados sobre as carências e as potencialidades do Rio Grande do Sul. Desde março de 2006, mais de 6 mil pessoas, representando 160 entidades governamentais e de sociedade civil, participam voluntariamente da Agenda 2020, um plano estratégico de longo prazo que pretende desenvolver áreas prioritárias para chegar ao “Rio Grande Que Queremos” (como é denominado o projeto) até o final da década. Ao todo, foram recolhidas 96 propostas em 10 áreas que se levadas adiante, tornariam, em 2020, “o Rio Grande do Sul o melhor Estado do país para se viver e trabalhar”.

Na fase final do trabalho, cerca de 350 técnicos detiveram-se na análise de 12 temas utilizando o Balanced Scorecard, uma metodologia desenvolvida na Harvard Business Schooll (EUA) que aplica tecnologia da informação e softwares de gestão para medir o desempenho das empresas. Dez fóruns temáticos já finalizaram seu trabalhão, apontando a situação atual, propondo soluções e indicando o custo econômico e social que o problema acarreta.

Clique aqui e acesse a reportagem da integra, no qual existe um resumo dos resultados destes dez fóruns temáticos que já concluíram os seus trabalhos.

Para saber mais sobre a Agenda 2020, acesse o website clicando aqui.

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Ontem, segunda-feira (31/05/10), li uma notícia extremamente otimista no Jornal Zero Hora, com direito a manchete da capa: “Pesquisa revela otimismo das empresas gaúchas” – 42% pretendem contratar, 54% vão ampliar investimentos e 64% preveem aumento de consumo. Clique aqui e veja a reportagem da íntegra.

É a terceira edição da pesquisa que busca conhecer as expectativas dos líderes empresariais do Rio Grande do Sul, realizada pelo Instituto de Pesquisa de Mercado da Unisinos. A pesquisa, empreendida em novembro de 2009, foi realizada com diretores administrativos de 750 empresas das regiões Metropolitana de Porto Alegre, Vale do Sinos e Serra. A periodicidade da pesquisa é quadrimestral.

Estudos sobre confiança de empresários são utilizados em diversos países como ferramentas para auxiliar a previsão de vendas, investimentos e emprego do setor privado.

Trata-se de uma informação importante para que diversos tipos de organizações tomem decisões a partir não apenas de suas percepções individuais sobre o mercado, mas de uma visão de um grande número de executivos.

Confira os resultados da pesquisa baixando o arquivo em PDF (clique nos textos):

Segue abaixo um resumo destas três pesquisas, no formato consolidado, através de gráficos e análises:

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Saiba como cruzar a nuvem de fatos e tendências capazes de alterar o cenário dos negócios em um ano muito promissor para o Brasil – e de cautela no resto do mundo, através da reportagem que foi veiculada na Revista Amanha deste mês de fevereiro de 2010. A reportagem foi elaborada pelo Andreas Müller.

Um cenário de contrastes desponta das análises de qualquer pessoa que se aventure a antever os fatos capazes de moldar 2010. Para o Brasil, a expectativa é de uma sólida retomada econômica depois de um ano de crescimento zero. Já para o mundo, é de estagnação e prudência após o auge da crise financeira. Desde agora, porém, é possível vislumbrar uma série de eventos com força suficiente para alterar a gangorra das expectativas e invalidar o planejamento de muitas empresas para 2010. Quais são eles? Quando vão ocorrer? Uma parte das respostas se desdobra no conteúdo desta “Agenda”, que agrupam os principais fatos esperados para o ano. Na “Agenda” estão não só as eleições e a Copa do Mundo, mas também alguns dos eventos e decisões que podem redesenhar a atual conjuntura econômica e colocar novas prioridades no caminho dos líderes empresariais. Dos juros norte-americanos às convenções ambientais da ONU, das preocupações em torno da política fiscal brasileira ao provável substituto de Henrique Meirelles na presidência do Banco Central, saiba qual é a melhor rota para singrar este ano que tem tudo para ser bom – ao menos para o Brasil.

Clique aqui e veja a Agenda na sua íntegra!

Sugestão / Dica: utilize estas informações em suas “reuniões / encontros de acompanhamento de cenários” no  Planejamento Estratégico da sua empresa!

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Imagem1A Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano, ou seja, 2010, cujo slogan é “Economia e Vida” já esta dando o que falar alguns a consideram uma utopia diante da globalização, mas como um cristão que sou, já tenho a minha opinião sobre “ela”.

No meu ponto de vista o principal objetivo desta campanha é fazer com que as pessoas, principalmente nós empresários que nos consideramos cristãos possamos avaliar as nossas condutas, os nossos valores / princípios. No “frigir dos ovos”, a campanha coloca a Ética Cristã em guerra com a Ética do Capitalismo, dando “um puxão de orelha” aos empresários gananciosos e individualistas!

Na essência visa substituir o atual modelo econômico baseado no lucro por outro, voltado para o bem estar das pessoas, o famoso “bem comum”. Isso me faz lembrar um pouco sobre outro tema emergente, ou seja, da sustentabilidade “versus” lucratividade (clique aqui e veja um artigo que publicamos sobre este tema).

Esta é terceira campanha ecumênica no qual o CONIC (Conselho Nacional das Igrejas Cristãs) esta a frente. O CONIC foi fundado em 1982, sendo uma aliança fraterna das seguintes igrejas cristãs:

  • Igreja Católica Apostólica Romana;
  • Igreja Episcopal Anglicana no Brasil;
  • Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil;
  • Igreja Presbiteriana Unida do Brasil, e;
  • Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia.

Entre os diversos objetivos propostos por esta campanha, considero a seguir aqueles nos quais eu me identifico e apoio:

  • Buscar a superação do consumismo, que faz com que o “ter” seja mais importante do que as pessoas, e;
  • Criar laços entre as pessoas de convivência mais próxima, em vista do conhecimento mútuo e da superação tanto do individualismo como das dificuldades pessoais.

O reverendo anglicano Luiz Alberto Barboza, secretário-geral do CONIC e responsável por comandar a campanha deste ano, reconhece seu caráter utópico. O objetivo é substituir o modelo econômico baseado no lucro por outro, voltado para o bem-estar das pessoas. Em lugar dos bancos, da globalização, do agronegócio e da movimentação de capitais, entram em cena cooperativas, redes solidárias, agricultura familiar e iniciativas de microcrédito. Barboza diz que não se trata de uma crítica às políticas do governo:

- A crítica é ao modelo que coloca o lucro acima do ser humano.

Em conjunto com o slogan da campanha (Economia é Vida), o CONIC instiga nós, empresários cristãos, através do versículo 24 do evangelho de Mateus 6:

“Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro”

Segue o link da página oficial da campanha:

http://www.cnbb.org.br/site/component/docman/cat_view/241-cf/242-cf-2010

Assim como o link da apresentação, desenvolvido para trabalhos em grupo de estudo e reflexão:

http://www.cnbb.org.br/site/component/docman/doc_download/41-apresentacao-em-power-point

Também, convidamos a ler um artigo que foi veiculado hoje, 17/02/2010, no jornal Zero Hora (clique aqui)

E você, qual é a sua opinião sobre o assunto?

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CapturarContinuando o post anterior, no qual falamos sobre a disputa por mão de obra no setor de construção civil, gostaríamos de convidá-los a analisar uma reportagem da Revista Construção Mercado, que alerta que com o aumento do volume de obras acontecerá uma aquecimento nas contratações de profissionais qualificados e trazendo os riscos de “rouba-rouba” de engenheiros e aumento de salários.

O aquecimento da demanda por profissionais já está resultando em ofertas salariais mais vantajosas e até superiores às experimentadas durante o boom de contratações de 2007. “Hoje, os engenheiros ganham cerca de 20% a 30% a mais do que ganhavam em 2007“, calcula Léa Fedelman, consultora da Michael Page (veja a tabela abaixo). Mas ela admite que o aquecimento não chegou ao nível observado há dois anos. “Hoje temos algo mais de 150 vagas em todo o Brasil; em 2007, tínhamos 100 vagas só em São Paulo”, lembra.

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Segundo ela, a movimentação no setor de RH é decorrente do cenário promissor da construção civil para os próximos anos. Léa distingue as áreas de grandes obras, incentivadas pela realização das Olimpíadas e da Copa, e do mercado imobiliário, motivada pelo projeto MCMV (Minha Casa, Minha Vida). Segundo ela, nos segmentos habitacional e comercial, o cenário é mais favorável para os gestores de obras e profissionais com habilidade em planejamento e orçamento. Ela identifica um engenheiro civil com pós-graduação em gerenciamento de projetos, como profissional ideal e explica: “o segmento de baixa renda – que tende a crescer por conta do plano MCMV – exige conhecimento em infraestrutura porque os projetos têm muitas torres e demandam a instalação de todos os serviços de arruamento e de desenvolvimento urbano“. Por outro lado, a área de grandes obras, gerida por escritórios de projetos técnicos de engenharia, demanda profissionais habilitados a assumirem gerências de contratos, que podem chegar à ordem dos R$ 500 milhões.

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Gestores de obras, especialistas em planejamento e orçamento, profissionais de novos negócios e com experiência em prospecção de terrenos compõem a lista dos perfis mais demandados.

i159462As contratações de operários também estão aquecidas. O vice-presidente de relações capital-trabalho do SindusCon-SP (Sindicato da indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Haruo Ishikawa, informa que o nível de contratação de 2009 já superou o pico alcançado em 2008. Segundo o executivo, o setor de construção emprega, atualmente, 2.300.000 trabalhadores, contra 2.194.000 contratados em setembro de 2008.

Para Ishikawa, os profissionais em falta no mercado são aqueles empregados na fase de acabamento das obras, tais como azulejistas, gesseiros, ceramistas e pintores, por conta da finalização dos empreendimentos iniciados antes do estouro da crise. Ishikawa considera, entretanto, a possibilidade de que nos próximos cinco ou seis meses venha a ocorrer uma carência de profissionais de início de construção. Para ele, caso haja uma demanda muito grande, os salários podem ser aumentados em 8% a 10% sobre o valor do piso.

Clique aqui e veja a reportagem na íntegra.

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