dia_internacional_da_mulherMulher, no dicionário significa pessoa do sexo feminino; depois da puberdade esposa. Em pleno século 21, este conceito simples é “meio ultrapassado”.

Talvez a singularidade da mulher em si, reporte o quão é difícil contextualizar a mulher pela sua dualidade. A mulher de muitas fases e qualidades, que decide, que ama, que serve, que vibra, que supera, que sofre, que se transforma em mãe, é a mesma que não é valorizada como deveria. Que às vezes fica em segundo plano.

Acredito que há avanços, embora lento. Há uma simbiose mútua entre as mulheres e homens nas trocas de vantagens entre si, a tal ponto de que surge a figura da mulher-mãe. Que sem dúvida é a experiência mais “completa” do conceito de mulher. Mulher que se entrega e não se cansa nas múltiplas fases e tarefas que lhes cabe.

Encontra tempo para fazer além do que poderia ter feito. Assim como há um tempo para cada coisa, há uma fase para cada período na vida da mulher. A mulher vive de fases, que vez ou outra, é pega pela raiva e depois passa.

A mulher soube se incorporar no mundo dos homens e, como eles mesmo dizem, impossível entender e compreender as mulheres.

Acredito que pela mobilidade e facilidade que a mulher tem se mudar, se reciclar e assimilar os desafios tornando-a mais parecida com o “jeito” masculino de ser. Há uma fase em que a mulher é tão segura de si, que pode pactuar o mundo eminentemente masculino, com ares de ternura e graça, (que lhes é peculiar) e que os homens pela sua natureza, ainda resistem em não ser.

Parabéns mulheres!

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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Sem sombra de dúvida, está havendo uma significativa mudança nos papéis desempenhados pelo homem e pela mulher na vigência do matrimônio ou na vigência de uma sociedade afetiva.

Nos últimos tempos, percebemos, notoriamente, a evolução da sociedade na revisão de atribuições e conceitos delegados ao homem e à mulher, a começar pela “instituição casamento”. Atualmente são várias as configurações familiares apresentadas em nossa sociedade. À exemplo: casais que se formam a partir de um ou mais divórcios incluindo filhos destas relações; casais, homossexuais, que adotam crianças ou que estão concebendo filhos biológicos através de métodos de fertilização; homens e mulheres que firmam uma sociedade afetiva (e/ ou um compromisso real pelo vínculo estabelecido), porém, que preferem morar em casas separadas preservando, contudo, a individualidade de cada um e a permanência da imprevisibilidade na relação; enfim, são inúmeras as configurações familiares que atualmente a sociedade nos apresenta.

Embora algumas pessoas pensem o contrário, observamos, frequentemente, a busca de maior autenticidade nas relações e vínculos firmados. Estes, baseados no sentimento e no desejo genuíno de uma vida conjugal e familiar alicerçda na realização afetiva ou, em outros termos, no amor e na reciprocidade de sentimentos e objetivos pessoais comuns ao casal.

Com a inclusão da mulher no mundo do trabalho e a sua contínua luta para que direitos iguais sejam assegurados, a relação conjugal, na sua formatação anterior, vem sofrendo significativas mudanças em seu conceito e um novo olhar para a relação homem-mulher se fizeram em nosso meio. A própria Psicanálise precisou rever sua teoria a respeito do vínculo mãe-filho e o desempenho da função parental na vida da criança a partir desta nova concepção. 

Para a Psicanálise, independentemente da configuração familiar, o que realmente importa é que os papéis de homem e de mulher, de pai e de mãe se mostrem bem definidos no contexto familiar, ou seja, que a individualidade de todos seja preservada para que todas as funções esperadas na família possam ser desempenhadas de um modo claro e efetivo. Portanto, não nos preocupamos com o gênero masculino e feminino, damos importância para o desempenho da função paterna e materna, mesmo que sejam dois homens ou duas mulheres desempenhando as funções de pai e de mãe.

Não há mais lugar em nossa sociedade os casamentos fundamentados em relações aparentes ou superficiais, alimentados apenas por representações sociais.  O lugar conquistado pela mulher na sociedade contemporânea mudou as bases do contrato afetivo. Passando a prover suas necessidades básicas, a mulher deixou de valorizar tão somente o homem-provedor, promovendo uma mudança radical na relação homem-mulher. O homem-provedor é artigo de luxo ou um “artigo em extinção”. 

Este novo papel da mulher, segundo o psicanalista David Zimerman, contribuiu fundamentalmente para que o homem colaborasse mais intimamente com algumas tarefas domésticas; com uma atitude de partilhar com a companheira problemas, projetos e decisões; com um convívio mais próximo e intenso com os filhos e como um novo modelo de identificação que vai além daquele papel do “machão autoritário” ou do homem-provedor que atendia apenas as necessidades básicas de sua família.

Ao contrário da mentalidade arcaica e primitiva, que em algum segmento da nossa sociedade ainda reside, essa nova concepção de relacionamento homem-mulher permite que as pessoas sejam mais e não menos. E que as relações perdurem por mais tempo nas bases de um relacionamento funcional.

Patrícia Luiza Prigol – patricia_prigol@pop.com.br

Psicóloga Clínica

CRP 07/08744

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No ano passado, mais especificadamente no dia 8 de março de 2009, convidei algumas mulheres que considero como exemplos a serem seguidos, para escreverem sobre como elas se veem no mundo atual (vide post central, clicando aqui).

Neste ano, de 2010, até pensei em desenvolver algo novo, mas mantendo a mesma linha de racicínio, mas aí resolvi inivar! Ousei em trazer para este espaço, o meu testemunho, relacionando-o com um artigo que foi publicado no jornal Zero Hora, deste domingo da escritora Martha Medeiros, clique aqui e desfrute-se desta visão única sobre o “dia das mulheres”.

Sou um homem … que vive “rodeado de mulheres”! Deixe-me explicar … sou casado com uma mulher muito linda, carinhosa, batalhadora pelos seus ideais pessoais e que por muitas vezes dispensa-os ou deixa em segundo plano para pensar em sua “prole” … sim temos filhos, na realidade temos duas filhas, Deus nos abençoo com estes dois presentes … e pela genética … a probabilidade que eu tenha contribuído com o sexo dos nossos filhos … ou filhas também ajudou!

Minha vida antes de conhecer minha companheira e esposa era baseada em uma visão extremamente machista, já que a minha criação colaborou para isto: somos três irmãos, não tivemos a graça de ter uma irmã como companheira. Minha mãe era o oposto da minha vida atual … ou seja, uma mulher “rodeada por homens”, no qual buscou inicialmente sua independência / existência  / identidade em uma época onde infelizmente a grande maioria das mulheres se tornavam “somente” donas de casa … papel no meu ponto de vista muito importante naquela época e principalmente agora. Nunca me esqueço, que ela me comentava, quando ainda era viva, de que antes do meu irmão mais velho nascer ela tinha uma profissão, era professora … e quando soube, com alegria que seria mãe … meu pai, seu esposo em um ato de extrema ignorância e “macheza”, exigiu que ela se tornasse apenas “dona de casa” e boa mãe. E ela assumiu esta tarefa árdua com bastante maestria, afinal criar três filhos e um marido exige uma boa dose de paciência e carinho. Acredito que ela, com o tempo, não teria guardado mágoa desta decisão imposta pelo nosso pai, mas com certeza perdeu sua identidade / individualidade como mulher, ou seja, se conformou! Até hoje, meu pai  sente-se constrangido e triste relatar esta história. Logo após a nossa maioridade, nossa mãe retornou ao mercado de trabalho como professora, mas com certeza, ela perdeu grandes oportunidades na sua vida como profissional!

Agora, olhando esta história do passado e vendo o presente com a minha companheira / esposa percebo o quanto é importante esta individualidade, mas principalmente o quanto é desafiador para ela .. conciliar a profissão, a vida dela …. a figura de mãe presente para as nossas duas filhas e ainda guardar um pouco de tempo para nós! Talvez esteja aí o grande desafio das mulheres, ou seja, buscar o seu espaço no mercado de trabalho, sem perder a sua feminilidade, individualidade e figura de mãe presente!

Ter três mulheres em casa faz com que qualquer homem pense duas vezes em, por exemplo, contar uma piada no qual a mulher é sempre colocada em segundo plano, até mesmo de sogra, pois este outro ser iluminado … é também muito importante para o equilíbrio de um casal que esta iniciando a formação de uma família!

Sempre fico chateado e triste, quando, por exemplo, em minhas consultorias presencio atos ou conversas de extrema infelicidade por parte de colaboradores, principalmente gestores e “donos” de empresa, menosprezando a figura de uma funcionária, justificando esta injustiça pelo simples fato de serem mulheres, por serem “fracas” ou “etcetera e tal”. Lembro sempre das nossas filhas, nestas situações, imaginando que espécie de sociedade elas terão que enfrentar!repleta de injustiças para elas!

Mas voltando um pouco ao texto da Martha Medeiros, ela comenta que o melhor dom das mulheres é o de valorizar suas amizades, “O tempo passa, os filhos crescem, os corações se partem, mas as amigas ficam”, e assim espero que as nossas filhas conheçam ao longo das suas vidas, outras mulheres amigas! Principalmente que elas se tornem as melhores amigas entre si, em conjunto com a minha esposa, criando oportunidades de celebrações e brindes!

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IMG_6592Normalmente escrevo sobre temas relacionados à Psicologia. Contudo resolvi abrir um espaço, nesta coluna, entendendo que ao escrever sobre a experiência de vida de uma pessoa que completará 80 anos, pode nos servir de um exemplo que ilustra as mudanças comportamentais vividas na maturidade. Com o aumento da perspectiva de vida, uma nova identidade social vem sendo construída nas últimas décadas promovendo a inclusão de pessoas da maturidade em todos os segmentos da sociedade. O exemplo de hoje se chama: Clari Ferraro. Sua sabedoria e simplicidade revelam as vicissitudes e os dilemas vividos por muitos:

Minha tia, tia Clari, vai completar 80 anos de vida em setembro do corrente ano. Fui surpreendida – embora não fosse surpresa alguma, por conhecê-la -, com alguns recados deixados na caixa postal do meu celular. Ao retornar a ligação, tia Clari anuncia: “Vou fazer 80 anos e você é minha convidada. Vou reunir parentes e amigos. Uma festa simples, na chácara. Não precisa se preocupar com o trabalho. O almoço vai acontecer num domingo. Não quero presente, quero a presença de todos. Meus filhos comentaram que eu deveria ir a um restaurante e comemorar lá o meu aniversário. Mas não concordei com a idéia. Gosto de dar a festa para os meus convidados. Há pouco tempo mudei de residência. Não moro mais numa casa, moro num apartamento e troquei muitas coisas velhas por coisas novas. Não tenho muito dinheiro guardado. Minhas reservas se foram. Na verdade gastei quase tudo nesta mudança porque queria coisas boas, de qualidade mesmo! Mesmo sem muita reserva em caixa vou dar esta festa. Então, está feito o convite. Te espero lá”.

É bom lembrar que a tia Clari vem comemorando seu aniversário há muitos anos. É algo que realmente lhe dá prazer.

Sabe aqueles momentos que você, por um segundo, um curto espaço de tempo, retorna ao passado e como num flash-back recorda todos os bons momentos vividos ao lado das pessoas que você ama? Lembrei dos meus avós paternos e do amor incondicional que experimentei através deles. Foi um momento nostálgico, mas cheio de boas lembranças e de muita saudade. Não podia deixar este momento ir embora. Então convidamos minha tia para almoçar na casa dos meus pais. Queríamos saber mais dessa emocionante história de vida. Aliás, essa é uma das fases mais bonitas e interessantes na vida das pessoas, pois elas não se preocupam com o que os outros vão pensar a seu respeito. Soltam a língua e o verbo, falam o que pensam e como se sentem, sem vergonha ou medo algum. Como era de se esperar, tia Clari levou os álbuns de fotografia para recordar os bons momentos e os momentos de grande superação. A história da tia Clari não foi nada fácil, não foi um “mar-de-rosas”. Embora ela soubesse, com enorme sabedoria, lidar com os espinhos para ficar com as rosas passou por momentos de grande turbulência. Neste momento, ao relembrar as passagens da tia Clari, tive a certeza absoluta da influência dessa família na minha formação e na minha escolha profissional. Fui construindo a psicóloga que sou hoje através da experiência vivida nesses vínculos e em outros também. Recebi, como legado desta família, o respeito e o amor ao próximo, sem distinção ou discriminação.

A lucidez da tia Clari, reflexo da consciência que tem a respeito de si mesma e do outro, se mantém intacta, regada a muita leitura, é bom que se diga, pois tia Clari lê muitos livros, o que faz com que sua capacidade perceptiva, sua inteligência racional e emocional sejam exercitadas, preservando as funções mais complexas de sua mente, mantendo-se não somente atualizada, mas tornando-a mais próxima da realidade da mulher na contemporaneidade.

Ah! Outro segredinho da tia Clari em relação a sua longevidade e alegria de viver? Sim, ela tem muitos amigos, conversa bastante, joga carta e “general”, faz crochê para pessoas carentes, mora sozinha apesar de ter um filho-vizinho que a acompanha sempre. Cuida das tarefas domésticas mesmo com séria deficiência nos joelhos e articulações. Lava sua própria roupa. Mantém tudo limpo e arrumado. É vaidosa. Vive com a unha pintada e batom na boca. É mãe e avó exemplar. Ajuda no enxoval dos netos e se diverte nas festividades da família.

Quem faz as compras da casa, o rancho? A tia Clari! Ela anda de ônibus, circula por tudo. De bengala, é claro! Só não sai à noite sozinha. Dorme tarde, normalmente depois da meia-noite, para poder assistir os programas de televisão que gosta. Adora uma partidinha de futebol, vibra como se estivesse no estádio. Briga com o juiz, chama ele de… (bem, deixa pra lá!). Tia Clari viajou muito. Durante mais de 10 anos excursionou e se divertiu nas viagens que fez. Agora está um pouco “caseira” embora participe das festas, dos chás beneficentes e das reuniões que promove em seu apartamento para um bom carteado!

O que dizer para uma pessoa que completará 80 anos e que serve de exemplo de vida para todos nós? Apenas uma simples frase, porém, repleta de amor e consideração: Parabéns tia Clari! Meu amor por ti e pela família Prigol será eternizado! E a todos que lêem a minha coluna, especialmente este artigo, é bom que se diga: existem pessoas que simplesmente passam pela nossa vida, outras deixam grandes ensinamentos. A vida da tia Clari exemplifica o que Carlos Drumont de Andrade escreveu um dia:

“A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional”!

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Comments Off 19/08/2009 | Por: Volnei F. de Castilhos
Gerenciando o Capital de Giro (Por Volnei F. de Castilhos)

noticias_investimentoDando continuidade ao 1º post que publicamos, hoje gostaria de falar sobre Capital de Giro, mais precisamente como gerenciá-lo em nosso “dia-a-dia”.

Você sabia que a má gestão do capital giro é responsável pelo fechamento de 90% das empresasaté 4 anos de abertura (Dados obtidos de uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas)

E por que isso acontece?

O empreendedor abre a empresa, e sem notar se preocupa com as vendas, com a produção, e para conquistar mercado, abre demasiadamente o seu prazo de vendas sem ter capital de giro para financiar esse prazo.

Quais as contas que compõem o Capital de Giro?

São as contas do caixa, bancos, aplicações, estoques, clientes e demais contas do ativo circulante, ou seja, são os valores que estão em constante circulação.

O capital de giro deve ser prioridade de qualquer empresa, independente do seu porte.

A preocupação com as finanças da empresa deve ser uma prioridade diária para o gestor.

Um bom planejamento financeiro e uma equipe motivada são o segredo para o sucesso de qualquer negócio!

Quais são as causas que podem ocasionar a falta do Capital de Giro das empresas?

Abaixo, apresentamos as principais causas, avalie cada uma delas e verifique / avalie se estas não são as causas que atualmente encontra-se em sua empresa.

  1. Irregularidade nas vendas da empresa: a empresa não consegue manter um nível constante de faturamento.
  2. Índice de Devolução de Vendas muito alto: falta conferência na saída da mercadoria, preenchimento dos pedidos não é conferido por outras pessoas ou os produtos não tem a qualidade adequada para o cliente.
  3. Inadimplência descontrolada: a empresa vende e alguém não acompanha diariamente quem pagou e quem não pagou.  O volume de recursos em atraso por data de vencimento é bem importante não deixar aumentar e encaminhar depois de um tempo para uma agência de cobrança.
  4. Investimentos exagerados em Estoques: estoque parado na empresa significa dinheiro parado. Isso gera a necessidade em muitas vezes de se buscar recursos em bancos para saldar fornecedores.  Acompanhamentos estatísticos ajudam o comerciante para não exagerar nas compras.
  5. Descasamento entre o prazo médio de recebimento e pagamento: a empresa nem nota em muitas vezes que a abertura do prazo das vendas, deve ter a mesma evolução no prazo de fornecedores.  A área financeira precisa monitorar mensalmente o acompanhamento de seus prazos.
  6. As contas bancárias da empresa são usadas pela família: deve haver uma separação dos gastos da empresa e os gastos pessoais da família que trabalha na empresa. Como a realidade no Brasil é de empresas familiares e isso não é um problema, se houver limites de gastos da família compatíveis com o faturamento da empresa.  A melhor alternativa é determinar um valor mensal de retiradas para os sócios, compatíveis com o fluxo de caixa da empresa.
  7. Investimentos em Imobilizados com recursos do capital de giro: muitas empresas usam seus recursos do capital de giro para construções ou compras de equipamentos. Deve-se sempre buscar recursos para construções ou compra de máquinas com o uso de linhas de financiamento de longo prazo. Nos dias atuais o custo é baixo e os prazos para pagamento são bons, além de o empresário ter a opção de carência para começar a pagar os financiamentos.
  8. Não acompanhar mensalmente a evolução dos gastos: é importante criar o hábito de verificar as variações mensais dos gastos e se possível ter metas sempre para reduzir os mesmos.
  9. Falta de uma política de concessão de crédito: pessoas especializadas precisam avaliar quanto cada cliente pode comprar. É importante determinar o valor máximo que cada cliente pode comprar.  Atualização dos dados é fundamental para uma possível cobrança judicial do cliente.
  10. Preços de vendas mal calculados: fazer preços na forma antiga, ou seja, multiplicando o custo de aquisição por 2, 3 ou multiplicadores que não contemplam todos os componentes de custos da empresa.
  11. Abertura mal planejada de filiais: a empresa começa a ter um faturamento bom e sem um estudo de planejamento, alguém resolve abrir filiais demandando novos investimentos.
  12. Não impor limites no valor das compras mensais: planejar quanto e como comprar são fundamentais na gestão do capital de giro. O lucro de qualquer empreendimento começa com uma boa compra.
  13. Irregularidade trabalhista e tributária: ter profissionais qualificados para evitar reclamatórias trabalhistas ou multas tributárias podendo gerar gastos financeiras no
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Nenhum comentário 24/07/2009 | Por: Pedro Henrique
Dica de Filme – Menina de Ouro

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Poucos cineastas do cinema contemporâneo têm um currículo tão regular como Clint Eastwood. O velhote, apesar de seus 78 anos, ainda anda fazendo coisa boa. O cineasta revelado por Sergio Leone conseguiu dirigir obras-primas durante sua carreira e, mais importante que isso, obras que acabaram servindo de inspiração e exemplo para jovens diretores, como é o caso do clássico western “Os Imperdoáveis” e do romanticamente dramático “As Pontes de Madison“, por exemplo. Essa estabilidade é acentuada ainda mais com obras mais recentes como “Sobre Meninos e Lobos” e os irmãos-gêmeos “A Conquista da Honra” e “Cartas de Iwo Jima“. Arriscando se queimar, Clint resolveu filmar um filme sobre boxe. Mas, aí que entra um pequeno erro de conceito. “Menina de Ouro” não é um mero filme sobre o esporte. Eastwood usa toda sua experiência para montar um cenário perfeito e discutir amor, amizade e confiança. E faz isso com autoridade.

Dizer que o legado do “Touro Indomável” de Scorsese poderia trazer problemas para o longa, seria algo natural, visto que o trabalho de Scorsese criou sobre os próximos filmes do gênero, uma espécie de paradigma. Não obstante, Clint foge completamente do estigma proposto por Scorsese, apelando para um tema universal e, inevitavelmente, político. Tudo bem, Clint Eastwood nunca foi um cineasta original e não foi com “Menina de Ouro” que ele se tornou um. Por outro lado, Clint pode contar um Paul Haggis inspirado, que escreveu um roteiro praticamente impecável. Haggis preferiu não esmiuçar todos os ensinamentos que o filme transmite (e eles são muitos), deixando essa parte para o espectador. Paul conseguiu fazer o público pensar, e isso foi fundamental para que o produto final do longa pudesse obter uma lição de moral silenciosa, mas que está lá.

O filme traz a cabo a estória do treinador de boxe Frankie Dunn (Clint Eastwood). Dunn está distante da filha há muito tempo porque ele mesmo é extremamente fechado em seus relacionamentos. Enquanto luta para mudar isso, chega em sua academia a jovem Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), que está determinada a ser treinada a ponto de se tornar uma boxeadora profissional. Mas, antes disso, ela precisa encontrar alguém que realmente acredite em seu potencial e é em Frank que ela vê essa pessoa.

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Apesar de não demonstrar, a estrutura básica do roteiro também fala sobre a importância da autoconfiança, do trabalho em equipe, da perseverança, e, claro, um pouco sobre criatividade. Quando Maggie conhece o professor Dunn, por exemplo, inicia ali um vínculo de amizade muito forte, terno. Isso tudo acaba ocasionando em outros fatores essenciais para o sucesso, como o trabalho em conjunto, algo que os dois parecem determinados a partilhar para alcançarem seus objetivos. Determinados, os dois deixam-se levar pela imaginação, traçando objetivos e metas a serem batidas. A partir daí, nota-se que as coisas começam a melhorar e então já está consolidado um trabalho bem executado.

Apesar do esforço despendido, a recompensa de saber que todo o esforço não foi em vão e que valeu ser persistente supera qualquer dificuldade. É uma sensação a que todos têm direito de experimentar, e é só querer e trabalhar para tanto.

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Há muito tempo se houve dizer sobre o mercado de trabalho para as mulheres e essa disputa acirrada com os homens. Como todos sabem, há anos as mulheres disputam “um lugar ao sol” com os homens, a história nos mostra que a mulher conseguiu vir para o mercado de trabalho nas guerras mundiais, pois teve que assumir a posição do homem, deste marco para cá, ela vem batalhando por sua independência financeira. No inicio foi muito mais difícil que agora, mas elas estão conseguindo demonstrar que tem a mesma capacidade que o homem para conseguir resolver problemas e alcançar metas.

Pelo que vemos, nos tempos atuais, o mercado de trabalho continua sendo muito mais difícil para mulher do que para o homem, por mais que as pessoas queiram eliminar essa situação, algumas até tentam justificar que está menor, mas sabemos que ainda existe muito preconceito e discriminação para o sexo feminino, só quem passa por esta situação sabe descrever certinho o que se sente. As mulheres também almejam o sucesso, um emprego produtivo com boa remuneração. Mas nem todas conseguem sucesso, nem mesmo emprego. Ainda existe um pensamento errôneo de que existem atividades que a mulher não consegue exercer, como se elas fossem bonecas de porcelanas, possível de quebrar a qualquer esforço, não podem se sujar, não pode levantar pesos etc., mas esquecem que as tecnologias e a capacidade de resolver problemas são iguais em ambos os sexos. Basta à pessoa realmente querer fazer e estar comprometida. Mas toda essa discussão só poderá assumir outro patamar se houver a mudança no comportamento, ou mesmo a mudança cultural, que só acontecerá com o esforço e o trabalho bem realizados das mulheres. Por mais que seja difícil, e algumas até achar que seja injusto, somente elas poderam mudar esse cenário, mudar esses pensamentos. E como elas podem fazer isso? Através do esforço, dedicação, criatividade e comprometimento. As mulheres tem uma arma muito forte, “a capacidade de se motivar sempre com pequenas coisas”. Todos sabem que a pessoa motivada pode ir muito mais longe quando todos dizem que não dá mais, para a pessoa motivada não existem barreiras intransponíveis, o que existe é foco, criatividade e atitude. A mulher é um exemplo de motivação, pois ela consegue dar conta de trabalhar oito horas dia e ainda chegar em casa e cuidar de sua família, ou seja, fazem dupla jornada de trabalho e são pouco reconhecidas por isso. Muitos acham que é obrigação da mulher, falam de direitos iguais, porém a mulher não consegue quebrar a barreira de que o “Lar” é de obrigação dela, elas ainda possuem os afazeres domésticos, então como isso pode ser direitos iguais? Cada estado, região, cidade ou município, tem sua cultura e isso deve ser respeitado, porém alguns conceitos tem que ser evoluídos, já que o mundo modificou e alguns critérios também mudaram. Mas cabem as mulheres demonstrar e modificar algumas teorias. Elas precisam demonstrar todo seu potencial.

O que faz a diferença no mercado de trabalho é a capacidade de negociar, agilidade nas resoluções de problemas e a humildade. Algumas mulheres conseguiram sua colocação no mercado de trabalho, com muito esforço, batalharam e conseguiram abrir seu próprio negocio, se tornando empreendedoras. Elas se qualificaram para se destacar no mercado de trabalho. Seguindo regras simples, porém eficazes, dentre as ditas acima encaixa também a perseverança e a dedicação. E assim as mulher estão conseguindo expor sua capacidade no mercado de trabalho, antes dominado pelos homens e agora sendo conquistado pelos mais comprometidos, perseverantes e criativos, dentre eles a mulher.
Por: Gislaine Angelim Barbosa – Psicologa. (giz_barbosa@hotmail.com)

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O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

Participe!  É simples. Apague as luzes da sua sala no dia 28 de março, às 20h30min … ou seja … amanhã à noite!

Maiores informações acesse este link.

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Aproveitando que o dia 8 de março é considerado no mundo, como o dia internacional da mulher, convidamos algumas das profissionais, mulheres, no qual nós possuímos um relacionamento de amizade e/ou profissional , para elaborarem artigos / posts sobre a mulher no mundo atual!

A seguir apresentamos em ordem alfabética de nomes, os artigos / posts:

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Nasci no dia em que se comemora o Dia Internacional da Mulher. Em quase todas as comemorações do meu aniversário, os homens presentes questionam o fato de eles não terem um Dia Internacional do Homem para serem homenageados. As discussões, muitas vezes calorosas, nos levam a reflexões sobre o papel do chamado sexo “frágil” na sociedade e nos negócios.

Freud já dizia que as mulheres conseguem encarar a vida com mais determinação e sofrem menos de crises existenciais, pois nascem com função definida: procriar. Realmente, durante muito tempo essa foi a principal razão existencial da maioria das mulheres.

Porém, a data escolhida para homenagear a Mulher se deve ao fato de que no dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Daquela data para cá muitas conquistas femininas puderam ser comemoradas.Passado o auge do radicalismo do movimento feminista com suas reivindicações de igualdade de direitos, o mercado de trabalho atual reconhece a necessidade do equilíbrio e da heterogeneidade de percepções que a mistura dos sexos proporciona. Uma empresa com homens e mulheres na chefia tem uma visão muito mais ampla. O compartilhamento do poder decisório com as mulheres no mundo corporativo passou a ser questão de sobrevivência das empresas competitivas.

Características femininas que eram consideradas como fraquezas, viraram vantagens no mundo de negócios atual: impulso para acomodar situações, sensibilidade para a necessidade dos outros, preocupações comunitárias, etc.

Mulheres valorizam mais o trabalho em equipe, são mais perseverantes e constantes, são menos imediatistas e mais capazes de raciocinar em longo prazo, sobrevivem melhor em tempos de aperto, possuem maior abertura e flexibilidade para o aprendizado constante.

Nas 100 Melhores Empresas para se trabalhar no Brasil, 35% dos cargos gerenciais são ocupados por mulheres. Essas mulheres em cargos de chefia reconhecem que precisam trabalhar bem, pois encaram a competição feminina e a desconfiança dos homens.

O segredo para o sucesso da gestão empresarial atual está no reconhecimento, que a matéria prima básica é a imaginação humana, a criatividade, a inovação. A valorização da gestão feminina nos negócios, que é um jeito menos hierarquizado, mais horizontal de administrar baseado em parceria e na valorização do funcionário, tem sido fundamental para o sucesso empresarial de hoje. As empresas não podem mais prescindir do emocional das pessoas e contar apenas com o seu lado racional no dia-a-dia do trabalho.

E onde será que as mulheres adquiriram todas essas características tão imprescindíveis no cenário empresarial de hoje? Acho que podemos voltar a Freud: na certeza de ter uma função definida na vida. Certeza e definição são base para a capacidade de suportar ansiedades e de aceitar a não-perfeição não se sentindo culpada por ausência e falhas.

Bianca Strattner Diretora Administrativa-Financeira de H. Strattner Cia Ltda e Sócia Diretora da Instramed

Para retornar ao post central “Dia Internacional da Mulher, mais do que comemorar, devemos refletir!”, clique neste link.

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