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Há muito tempo se houve dizer sobre o mercado de trabalho para as mulheres e essa disputa acirrada com os homens. Como todos sabem, há anos as mulheres disputam “um lugar ao sol” com os homens, a história nos mostra que a mulher conseguiu vir para o mercado de trabalho nas guerras mundiais, pois teve que assumir a posição do homem, deste marco para cá, ela vem batalhando por sua independência financeira. No inicio foi muito mais difícil que agora, mas elas estão conseguindo demonstrar que tem a mesma capacidade que o homem para conseguir resolver problemas e alcançar metas.

Pelo que vemos, nos tempos atuais, o mercado de trabalho continua sendo muito mais difícil para mulher do que para o homem, por mais que as pessoas queiram eliminar essa situação, algumas até tentam justificar que está menor, mas sabemos que ainda existe muito preconceito e discriminação para o sexo feminino, só quem passa por esta situação sabe descrever certinho o que se sente. As mulheres também almejam o sucesso, um emprego produtivo com boa remuneração. Mas nem todas conseguem sucesso, nem mesmo emprego. Ainda existe um pensamento errôneo de que existem atividades que a mulher não consegue exercer, como se elas fossem bonecas de porcelanas, possível de quebrar a qualquer esforço, não podem se sujar, não pode levantar pesos etc., mas esquecem que as tecnologias e a capacidade de resolver problemas são iguais em ambos os sexos. Basta à pessoa realmente querer fazer e estar comprometida. Mas toda essa discussão só poderá assumir outro patamar se houver a mudança no comportamento, ou mesmo a mudança cultural, que só acontecerá com o esforço e o trabalho bem realizados das mulheres. Por mais que seja difícil, e algumas até achar que seja injusto, somente elas poderam mudar esse cenário, mudar esses pensamentos. E como elas podem fazer isso? Através do esforço, dedicação, criatividade e comprometimento. As mulheres tem uma arma muito forte, “a capacidade de se motivar sempre com pequenas coisas”. Todos sabem que a pessoa motivada pode ir muito mais longe quando todos dizem que não dá mais, para a pessoa motivada não existem barreiras intransponíveis, o que existe é foco, criatividade e atitude. A mulher é um exemplo de motivação, pois ela consegue dar conta de trabalhar oito horas dia e ainda chegar em casa e cuidar de sua família, ou seja, fazem dupla jornada de trabalho e são pouco reconhecidas por isso. Muitos acham que é obrigação da mulher, falam de direitos iguais, porém a mulher não consegue quebrar a barreira de que o “Lar” é de obrigação dela, elas ainda possuem os afazeres domésticos, então como isso pode ser direitos iguais? Cada estado, região, cidade ou município, tem sua cultura e isso deve ser respeitado, porém alguns conceitos tem que ser evoluídos, já que o mundo modificou e alguns critérios também mudaram. Mas cabem as mulheres demonstrar e modificar algumas teorias. Elas precisam demonstrar todo seu potencial.

O que faz a diferença no mercado de trabalho é a capacidade de negociar, agilidade nas resoluções de problemas e a humildade. Algumas mulheres conseguiram sua colocação no mercado de trabalho, com muito esforço, batalharam e conseguiram abrir seu próprio negocio, se tornando empreendedoras. Elas se qualificaram para se destacar no mercado de trabalho. Seguindo regras simples, porém eficazes, dentre as ditas acima encaixa também a perseverança e a dedicação. E assim as mulher estão conseguindo expor sua capacidade no mercado de trabalho, antes dominado pelos homens e agora sendo conquistado pelos mais comprometidos, perseverantes e criativos, dentre eles a mulher.
Por: Gislaine Angelim Barbosa – Psicologa. (giz_barbosa@hotmail.com)

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O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.

O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

Participe!  É simples. Apague as luzes da sua sala no dia 28 de março, às 20h30min … ou seja … amanhã à noite!

Maiores informações acesse este link.

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Aproveitando que o dia 8 de março é considerado no mundo, como o dia internacional da mulher, convidamos algumas das profissionais, mulheres, no qual nós possuímos um relacionamento de amizade e/ou profissional , para elaborarem artigos / posts sobre a mulher no mundo atual!

A seguir apresentamos em ordem alfabética de nomes, os artigos / posts:

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Nasci no dia em que se comemora o Dia Internacional da Mulher. Em quase todas as comemorações do meu aniversário, os homens presentes questionam o fato de eles não terem um Dia Internacional do Homem para serem homenageados. As discussões, muitas vezes calorosas, nos levam a reflexões sobre o papel do chamado sexo “frágil” na sociedade e nos negócios.

Freud já dizia que as mulheres conseguem encarar a vida com mais determinação e sofrem menos de crises existenciais, pois nascem com função definida: procriar. Realmente, durante muito tempo essa foi a principal razão existencial da maioria das mulheres.

Porém, a data escolhida para homenagear a Mulher se deve ao fato de que no dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho. A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Daquela data para cá muitas conquistas femininas puderam ser comemoradas.Passado o auge do radicalismo do movimento feminista com suas reivindicações de igualdade de direitos, o mercado de trabalho atual reconhece a necessidade do equilíbrio e da heterogeneidade de percepções que a mistura dos sexos proporciona. Uma empresa com homens e mulheres na chefia tem uma visão muito mais ampla. O compartilhamento do poder decisório com as mulheres no mundo corporativo passou a ser questão de sobrevivência das empresas competitivas.

Características femininas que eram consideradas como fraquezas, viraram vantagens no mundo de negócios atual: impulso para acomodar situações, sensibilidade para a necessidade dos outros, preocupações comunitárias, etc.

Mulheres valorizam mais o trabalho em equipe, são mais perseverantes e constantes, são menos imediatistas e mais capazes de raciocinar em longo prazo, sobrevivem melhor em tempos de aperto, possuem maior abertura e flexibilidade para o aprendizado constante.

Nas 100 Melhores Empresas para se trabalhar no Brasil, 35% dos cargos gerenciais são ocupados por mulheres. Essas mulheres em cargos de chefia reconhecem que precisam trabalhar bem, pois encaram a competição feminina e a desconfiança dos homens.

O segredo para o sucesso da gestão empresarial atual está no reconhecimento, que a matéria prima básica é a imaginação humana, a criatividade, a inovação. A valorização da gestão feminina nos negócios, que é um jeito menos hierarquizado, mais horizontal de administrar baseado em parceria e na valorização do funcionário, tem sido fundamental para o sucesso empresarial de hoje. As empresas não podem mais prescindir do emocional das pessoas e contar apenas com o seu lado racional no dia-a-dia do trabalho.

E onde será que as mulheres adquiriram todas essas características tão imprescindíveis no cenário empresarial de hoje? Acho que podemos voltar a Freud: na certeza de ter uma função definida na vida. Certeza e definição são base para a capacidade de suportar ansiedades e de aceitar a não-perfeição não se sentindo culpada por ausência e falhas.

Bianca Strattner Diretora Administrativa-Financeira de H. Strattner Cia Ltda e Sócia Diretora da Instramed

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Quando pensava em meu futuro, imaginava muito mais a concretização do sonho de ter uma linda família e pouco me visualizava na vida profissional. Sonho de menina, de romântica, de leitora assídua de dramas e de romances populares. Tive a oportunidade de estudar e me tornar uma profissional e então descobri o prazer do aprender, do saber e do fazer. As expectativas da carreira escolhida se concretizavam muito rapidamente e a adrenalina da carreira profissional mostrou as possibilidades das conquistas profissionais que dependiam inteiramente das escolhas e do esforço pessoal.

Com a primeira filha, a surpresa da maternidade e a tentativa de não deixar as conquistas e o status profissional conquistado se esvaírem. Para tal façanha, as horas do dia foram duplicadas e a qualidade de vida ficou em segundo plano.

Com a segunda filha, a necessidade de escolhas sobre o que se quer da vida e daí entra a grande pergunta da mulher dos tempos atuais. Ser uma boa mãe ou buscar os sonhos profissionais e as recompensas financeiras de uma vida dedicada ao trabalho? Semanas e meses de introspecção para chegar a “minha conclusão”. E enfatizo a situação da propriedade da escolha, pois acredito que neste assunto não existe o que é certo e o que é errado…. existem as realidades: cultural, social, financeira, amorosa de cada mulher ou casal.

Tenho orgulho de pertencer a uma geração de mulheres que provaram para si mesmas que podem ser auto-suficientes, poderosas e eficientes, igualando-se em potencial aos homens. Mas com o passar dos anos o orgulho e o ego inflado deram lugar a certeza de que o que realmente importa é seguir seus sonhos, mudá-los sem culpa e viver com plenitude as escolhas feitas.

Os tabus sobre a ascensão intelectual e profissional das mulheres praticamente foram aceitas em todas as esferas da sociedade e hoje o novo e grande desafio é ajudar estas mulheres a eliminarem aquele sentimento de culpa pelas suas escolhas, mostrando que o tipo de escolha em si não importa e o que importa mesmo é o respeitar sem preconceitos os sonhos de cada uma.

Sejamos, portanto, mulheres livres de preconceitos e disseminadoras deste conceito novo de livre decidir, sem os conceitos do certo nem do errado, somente o aceitar e apoiar.

No meu, no nosso caso, escolhemos por não abandonar nenhum sonho, dando espaço reduzido tanto para a carreira quanto para a família e a criação das meninas….. Se vai dar certo ou não, não tenho certeza….. e espero ter a decisão apoiada…..sem preconceitos.

Fernanda Daniele Rusch Graduada em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS); Lead Assessor pela P-E Batalas – Inglaterra. Sócia-Gerente da Simples Soluções®. Consultora e Instrutora, com 9 anos de experiência, em consultoria e aprendizado de Gestão Organizacional (Estratégica, Pessoas e Qualidade) em empresas dos mais variados segmentos e portes. Atualmente desempenha a função de Gerente da Qualidade na Indústria Metalúrgica Rotamil Ltda.

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