O Ministro das Cidades, Márcio Fortes de Almeida, aprovou, no dia 16 de julho, a portaria número 349 que regulamenta a Especialidade Técnica Gerenciamento de Empreendimentos do Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil – SiAC/PBPQ-H.

Agora as empresas especializadas em fazer gerenciamento de obras (geralmente fiscalizam uma ou mais construtoras / prestadoras de serviço) poderão obter o certificado PBQP-H para o seu sistema de gestão. Isto elimina uma lacuna no modelo de gestão da qualidade da construção civil, pois até então poderíamos ter construtoras certificadas PBQP-H sendo fiscalizadas / gerenciadas por empresas que não tinham um sistema de gestão de qualidade certificado.

Confira a íntegra desta portaria clicando aqui.

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Dando continuidade ao post anterior (clique aqui), no qual informamos sobre o acordo firmado entre a Câmara Brasileira da Indústria da Construção, a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades estabelecendo níveis mínimos de certificação em relação ao porte das obras, segue o link de uma notícia veiculada no website da CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção, no qual apresenta de forma detalhada o conteúdo deste acordo, assim como as orientações / esclarecimentos de dúvidas sobre como iniciar este processo de certificação pelos critérios do SiACPBQP-H.

Reservem um tempo para analisar estas informações.

Reafirmamos a nossa disponibilidade e interesse em ajudar / orientar a sua organização a atingir o nível inicial adequado em função do porte dos seus empreendimentos.

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Acordo firmado entre a Câmara Brasileira da Indústria da Construção, a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades estabelece níveis mínimos de certificação em relação ao porte das obras.

Os empresários interessados em construir empreendimentos por meio do programa Minha Casa, Minha Vida ou do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) terão de ser certificados ou estar em processo de certificação no PBQP-H (Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade no Habitat) para ter acesso aos financiamentos.

A nova exigência faz parte de um acordo firmado entre a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), a Caixa Econômica Federal e o Ministério das Cidades que estabelece níveis mínimos de certificação em relação ao porte das obras a contratar junto à Caixa Econômica Federal.

Conforme o acordo, as construtoras têm até 24 meses de prazo para conquistar o nível máximo de certificação, que varia de “D” até “A“. Para isso, é preciso atender aos critérios do SiAC (Sistema de Avaliação da Conformidade de Empresas de Serviços e Obras da Construção Civil) do PBQP-H, que engloba uma sistemática de melhoria contínua nos procedimentos administrativos e de recursos humanos, e nos processos de aquisição de suprimentos e operacionais da obra, entre outros.

Para contratação de empreendimentos com no máximo 500 unidades, por exemplo, a empresa deverá estar certificada no mínimo no nível D do SiAC, devendo atingir o Nível A em até 24 meses, a partir da primeira contratação.

Já para a execução de projetos com 501 a 750 unidades, a construtora deverá ter no mínimo certificação no nível C, devendo atingir o nível A no prazo máximo de 18 meses.

No caso dos empreendimentos com 751 a 1000 unidades é exigida a certificação no Nível B, no mínimo, devendo a construtora atingir o nível A no prazo máximo de 12 meses.

Para contratação de empreendimentos cujo somatório dos contratos esteja acima de 1.000 unidades, a empresa deverá estar certificada no nível A do SiAC, imediatamente a partir da primeira contratação.

Entre em contato conosco através do e-mail contato@simplessolucoes.com.br e busque maiores informações de como poderemos auxiliar a sua organização a atingir o Nível inicial adequado em função do porte dos seus empreendimentos.

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SÃO PAULO (Reuters) – O aquecimento da economia doméstica, que fez a indústria imobiliária saltar e recuperar anos de atraso fez o próprio setor de construção civil de vítima.

De um lado, o setor comemora números recordes de vendas e lançamentos, volumes robustos de crédito imobiliário sendo liberados e programas habitacionais para garantir à parcela menos favorecida da população a possibilidade de ter uma casa própria.

Em sentido oposto, a indústria da construção sofre as consequências do forte ritmo de produção resultando em escassez de terrenos e, consequentemente, pressão nos preços dos imóveis, além de receios de possível esgotamento dos recursos da poupança para financiar a habitação em cerca de dois ou três anos.

O ponto mais crítico, contudo, gira em torno da falta de mão de obra qualificada, apontada por representantes do ramo imobiliário como principal entrave ao desenvolvimento do setor.

As ousadas metas de lançamentos traçadas pelas principais construtoras do país, somadas a obras simultâneas do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, tornam o cenário ainda mais preocupante.

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9333993Programas impulsionam setor e exigem mais mão de obra!

Profissão? Pedreiro. E com orgulho. Essa é a frase que todo empresário da construção civil sonha ouvir nas salas de recrutamento.

O futuro é promissor para quem atua no setor. Projetos como o Minha Casa, Minha Vida, que já contratou a edificação de 700 mil unidades residenciais no país, são um dos fatores que garantem o bom momento por, pelo menos, mais dois anos. Garantir a infraestrutura para a Copa do Mundo de 2014 e para a Olimpíada do Rio de Janeiro também irá demandar trabalhadores em larga escala.

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Na semana passada, a TreviPlam Engenharia Ltda., nosso cliente, foi auditada pelo Bureau Veritas Certification, sendo que o seu Sistema de Gestão foi duplamente recomendado pelas seguintes normas:

  • ISO 9001:2008, e;
  • PBQP-H Nível A.

Carta de Recomendação ISO9001-TreviplamCarta de Recomendação PBQP-H-Treviplam

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Após a primeira certificação, a empresa pode gerar uma série de problemas em seu Sistema de Gestão, fazendo uma analogia, como se fosse um bebê recém-nascido que necessita de cuidados especiais e proteção até ter condições de caminhar sozinho.

Porradas039aUma empresa recém certificada não está preparado para dar continuidade com resultados eficazes em seu primeiro ano de vida, precisando assim de uma atenção especial. O primeiro passo é impedir que o “Efeito UFA” aconteça, onde ele é muito comum quando não se tomam algumas providências essenciais: as pessoas se esforçaram muito e na cabeça de algumas delas, chegou o momento de dar um tempo, aí é que está o grande problema: relaxando as dificuldades tendem a aumentar para retomar o pique. Todos devem manter o mesmo ritmo de antes, só que aos poucos para que as pessoas acostumem-se, com a nova realidade. Além disso, as auditorias devem estar mais presentes e mais frequentes, fazendo que os funcionários adquiram o hábito de planejar, executar, controlar e agir com eficiência e eficácia.

No decorrer deste 1º ano de certificação, a empresa deve garantir as conquistas efetivadas até a certificação, impedindo que o Efeito UFA se propague. O maior problema das empresas é o fim, ou até a exclusão do Sistema de Gestão provocado pela cultura errada de que quando a certificação chega, tudo está conforme, como se tivesse ganho um prêmio, estilo Top of Mind.

E como garantir que este Efeito UFA não ocorra na empresa? Deve ser implantado um plano de sensibilização sob o comando do Representante da Direção. Podemos usar o seguinte exemplo: uma pessoa não consegue um bom emprego tendo apenas o ensino básico enquanto seus concorrentes possuem escolaridade e experiência profissional superior. A mesma coisa acontece com uma empresa: não consegue sucesso tendo sua concorrência com recursos avançados e competitivos, e que possuem não apenas um Sistema de Gestão, mas um sistema forte e concreto, que garanta a verdadeira “qualidade”, “produtividade” e “competitividade”. O início desta caminhada é fortalecer a gestão nas suas partes mais significativas para o negócio da empresa. Desta forma, podemos garantir que o atual Sistema de Gestão está muito bem construído e adequado à empresa e haver o diagnóstico cuidadoso de qual parte do sistema deve ser fortalecida para atender a Estratégia atual da empresa, principalmente quando sua concorrência é acirrada.

Os indicadores devem ser muito bem elaborados e acompanhados, alinhados sempre com a sua Política da Qualidade, não bastando ser gráficos que são bem vistos aos olhos. Toda empresa, deve ter seus indicadores corretamente concretos, para que decisões certas devam ser tomadas na hora certa. A ISO 10017 (técnicas estatísticas) possui ferramentas corretas para uma empresa com ISO 9001 não cometer erros na construção de seus indicadores da qualidade (amostragens e nas medições).

Para concluir, ao se implantar a ISO 9001 a empresa deve ter consciência dos recursos que possui para aderir seu Sistema de Gestão da Qualidade ao seu faturamento e custos operacionais.

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

Email: claudia@lpriori.com.br

Skype: claudia.cruz1

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A partir de agora, as construtoras serão obrigadas a reduzir o nível de ruído dentro dos imóveis. Do corredor para o interior ou de um apartamento para o outro, o limite aceitável é de 45 decibéis.

Objetivo é diminuir discórdia entre vizinhos causada por ruídos.

Nova norma de engenharia entra em vigor  a partir da data de hoje (12/05/2010) determina que não deve haver vazamento de ruídos entre os cômodos de um imóvel e entre os apartamentos. Determina também que o piso deve atenuar os sons resultantes de impacto.

“Vai ser feito um teste e ele pode exigir o seu certificado antes de comprar. Se não tiver, não compre”, afirma o professor de acústica da Universidade Federal de Minas Gerais, Marco Antonio Vecci.

Se necessário, as construtoras deverão usar materiais especiais entre a laje e o contra-piso. A queda de um objeto pode causar no andar de baixo um barulho 30% maior do que sobre um piso com isolamento acústico.

Assista a notícia que foi veiculada hoje pelo Jornal Nacional (Rede Globo), através deste link.

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CapturarDando continuidade ao post publicado anteriormente, a TreviPlam Engenharia Ltda., nosso cliente, esta ampliando a implementação dos conceitos do Programa 5S, já implementados nos Canteiros das Obras, agora na Terraplenagem, com a denominação de “Programa 5S na Terraplenagem”!

Esta empresa já possuem a cerca de cinco anos, um Sistema de Gestão pela Qualidade, baseado na NBR ISO 9001:2008 e SiAC – Nível A do PBQP-Habitat.

A implementação destes conceitos de Utilização, Organização, Limpeza, Saúde e Auto Disciplina nos locais de reparo / manutenção de veículos / equipamentos (oficina) e garagem traduz a preocupação dos Diretores desta empresa, os Engenheiros civis João Luiz Trevisan e Pedro Paulo Trevisan em buscar de forma continuada juntos aos seus colaboradores a necessidade de melhoria na prestação dos seus serviços!

A implementação do “Programa 5S na Terraplenageminiciou-se com treinamentos com a participação do Engenheiro Civil Evandro Schramm Trevisan, mecânicos, motoristas e operadores de máquinas!

As primeiras ações práticas foi o lançamento deste programa, conforme imagem a seguir:

Foto1

Foto2

Ao longo do mês de maio de 2010, estarão ocorrendo a implementação e avaliação dos 5 Sensos nestes locais de trabalho!

Desejamos sucesso à todos os colaboradores da TreviPlam Engenharia Ltda. neste novo desafio!

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Um dos requisitos, da ISO 9001, mais difíceis de atender no segmento da construção civil é o requisito 7.5.2, ou seja, a validação dos processos de produção e prestação de serviço.

É um requisito que não somente envolve o pessoal da engenharia, mas também o comprometimento da alta direção.

A validação vai além da sistemática do controle do processo para atingir tanto a adequação com os requisitos, quanto ao alcance de benefícios para as partes interessadas. Podemos conseguir isso, usando a melhoria da eficácia e da eficiência do processo de realização e dos processos de apoio associados tais como:

  • Comprometimento das pessoas;
  • Redução do desperdício;
  • Capacitação dos envolvidos;
  • Comunicação e registro das informações;
  • Desenvolvimento da capacidade do fornecedor;
  • Melhoria de infra-estrutura;
  • Prevenção de problemas;
  • Métodos de processamentos e rendimento de processo, e;
  • Métodos de monitoramento.

Na construção civil podem ocorrer situações em que o resultado do processo não pode ser verificado plenamente, por meio de uma inspeção subsequente e assim sendo, se algo sair errado, as deficiências somente vão se tornar aparentes depois que o produto estiver em uso (ex: pintura). Nesse caso, o método de produção deve ser validado.

Validar o processo significa demonstrar que ele é capaz de gerar resultados aceitáveis. Isto implica realizar o processo na forma como foi planejado e verificar seus resultados através de ensaios planejados.

Algumas falhas comuns de acontecer são as seguintes:

  • Não reconhecer processos que requeiram validação;
  • Não manter registros de aprovação de processos;
  • Não definir métodos e/ou critérios para aprovação de processos;
  • Realizar processo com o pessoal não qualificado;
  • Não prever requisitos para qualificação do pessoal que executa processos;
  • Realizar atividades de produção em desacordo com a forma como foram validados os processos, e;
  • Não manter registros de qualificação de pessoal.

Fico à disposição de vocês!

Cláudia Cruz

Email: claudia@lpriori.com.br

Skype: claudia.cruz1

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