Realizado pelo PGQP – Qualidade RS, os preparativos para a premiação das organizações que buscam a excelência em suas gestões já está em andamento.
Maiores informações acesse o seguinte link.
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Dando continuidade ao que comentamos no post anterior sobre a importância da auto-disciplina, recebi um newsletter da Revista Amanhã, ou seja, do Portal Amanhã, convidando-me a ler o artigo no qual o Sr. Jorge Gerdau recomenda uma re-análise do Ciclo PDCA, enfocando como as empresas do Grupo Gerdau no atual momento de crise mundial, utilizaram-se desta filosofia, deste “esforço” de manter foco nos objetivos traçados usando a filosofia do Ciclo PDCA com muita … muita e muita disciplina. No “frigir dos ovos”, criando uma cultura de Auto-disciplina. O próprio Programa 5S ou 8S cita que na sua aplicação que o resultado final não é a disciplina e sim a auto-disciplina!
Como conseguir com que os colaboradores adquiram esta atitude de auto-disciplina? Criando todo o dia o exercício do “sentir, pensar e agir” diante de um problema significativo!
Segue o link do artigo que senti, analisei e agi:
Jorge Gerdau recomenda: “Disciplina, disciplina e disciplina”
E você aplica auto-disciplina em suas organizações?
Encontrei em minhas “garimpagens” pela internet uma entrevista extremamente esclarecedora sobre como entender de forma prática e objetiva os conceitos de qualidade e produtividade. O entrevistado não poderia ser melhor profissional, o Sr. Cezar Sucupira! Caso não tenham ainda conhecido este ícone, convidamos que clique neste link.
Aproveite ao máximo estas informações esclarecedoras contidas nesta entrevista (clique no hiperlink).
Nos dia 16, 17 e 18/06/2009, será realizado um curso de Capacitação e Certificação em Ouvidoria conforme a Regulamentação do BACEN. A carga horária é de 24 horas, sendo que realizado no seguinte intervalo: 9h às 18h.
O evento será promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre (CDL-POA), sendo ministrado pela qualificada e experiente Sra. Rosélia Araújo Vianna (clique nome).
O objetivo deste curso é de capacitar os participantes nos conceitos e práticas do trabalho do Ouvidor/Ombudsman, encaminhando para a confecção de um pré-projeto de implantação, tendo como conteúdo programático:
Módulo I – O novo cidadão
Módulo II – Relacionamento com cidadania
Módulo III – Reclamação – Aspectos humanos
Os participantes que obtiverem 70% de aproveitamento / aprovação na prova final e 75% de presença, receberão a certificação.
Maiores informações e realização de inscrições podem ser realizadas com a Sra. Daniele Melo (Gestão de Negócios e Relacionamentos – Empresas – CDL Porto Alegre) através da sua conta de e-mail daniele.melo@cdlpoa.com.br ou pelos telefones (51) 3017-8160 / 51 9997-2758.
Amanhã, segunda-feira, estarei ministrando um treinamento no SENAI-MT, em Cuiabá / MT. O assunto principal deste treinamento será sobre a Metodologia de Análise para Solução de Problemas (MASP), sendo que o treinamento será com as empresas participantes do Programa Quali Mato Grosso, ou seja, Programa Mato-Grossense da Qualidade.
Porque precisamos de uma metodologia para resolver problemas?
Porque a experiência diz-nos que se não atacarmos os problemas de forma sistêmica, procurando realizar uma análise ao mesmo tempo abrangente e profunda que identifique as suas causas primárias, eles simplesmente voltarão a ocorrer. Ao longo do tempo, a prática de se tentar resolver problemas de forma rápida e instintiva acaba criando o hábito de “apagar incêndios”.
Nunca temos tempo para melhorar, e acabamos por nos acostumar com problemas repetitivos como se fossem “coisas da vida”. Esta postura inadequada para um ambiente competitivo de negócios, reproduzida diariamente por toda a empresa, acaba acarretando altos custos internos e sérios prejuízos de imagem junto aos clientes.
Mas se fizermos tudo certo na primeira vez, não deveremos ter mais problemas?
Infelizmente, está errado. Por melhor que sejam os planejamentos e controles que façamos, a complexidade e o dinamismo dos negócios acabarão nos brindando com uma dose maior ou menor de problemas para serem resolvidos. Equipamentos falham, procedimentos variam, alguém comete um erro, os clientes mudam de idéia, os concorrentes introduzem algo novo, a tecnologia evolui e imprevistos simplesmente acontecem.
O grande objetivo da Metodologia de Análise e Solução de Problemas é eliminar a possibilidade de reincidência de um dado problema.
Eu sou uma pessoa inteligente e com boa formação, portanto apta a resolver problemas. Acho que não preciso “aprender” esta metodologia, cujas etapas, aliás, são bastante óbvias e intuitivas…
Não deixe a simplicidade e a lógica cristalina do MASP iludi-lo e levá–lo a uma atitude de menosprezo. O MASP é uma metodologia poderosa, quando implementada com alto grau de disciplina e profissionalismo.
O domínio no uso da metodologia e das técnicas que lhe dão suporte não tem nada de intuitivo. Entretanto, o grande desafio é fazer com que o MASP seja aprendido e utilizado por todos, a ponto de se tornar uma “linguagem comum” para o trabalho de grupos em todos os níveis na empresa.
Os métodos de análise e solução de problemas (MASP) trazem diversos benefícios para a vida corporativa, mas que também podem ser aplicados no âmbito pessoal, entre eles:
Dando continuidade ao “post” anterior no qual apresentamos uma forma prática de avaliar o nível de implementação dos Fundamentos da Excelência, estamos apresentando um arquivo para auxiliar na tabulação e análise dos resultados.
A Fundação Nacional da Qualidade promove todos os anos a premiação de empresas com os melhores sistemas de gestão do país atribuindo o Prêmio Nacional da Qualidade.
Estas empresas foram reconhecidas por possuírem como premissa de gestão alguns fundamentos considerados como cruciais para uma excelente administração e que expressam conceitos que se traduzem em práticas encontradas em organizações de elevado desempenho.
Os onze (11) Fundamentos da Excelência expressam esses conceitos reconhecidos internacionalmente.
Eles são encontrados em organizações líderes de Classe Mundial. Originalmente a identificação desses fundamentos se deu nos anos 80, nos EUA, por meio de estudos desenvolvidos por acadêmicos e consultores. Alguns desses fundamentos evoluíram ao longo do tempo adequando-se à realidade das organizações. Outros surgiram em decorrência da evolução na relação entre gestores, parceiros, sociedade, clientes entre outras partes interessadas.
A seguir, são apresentados os conceitos de cada fundamento, acompanhados de uma orientação básica de como colocá-los em prática nas empresas:
Estes onze fundamentos são a base para o Modelo de Excelência da Gestão da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ). Este modelo é constituído por oito critérios:
Como esta a sua empresa no que se refere aos atendimentos dos 11 Fundamentos de Excelência?
Uma das formas práticas que utilizamos em nossos serviços de consultoria para verificar esta situação, é através da aplicação de uma pesquisa com todos os colaboradores da empresa, desconsiderando somente aqueles que ainda estejam no período de experiência. O modelo da referida pesquisa se encontra neste link.
As orientações acima são apenas parcelas do que pode ser realizado. Não existem restrições para o desenvolvimento desses onze fundamentos. Tampouco é imprescindível que as organizações abracem, simultaneamente, todos os fundamentos. A conquista deles pode ser paulatina, mas convém que seja consistente e duradoura.
A descrição ampla destes fundamentos e como cada um é posto em prática pelas organizações pode ser encontrado na publicação “Conceitos Fundamentais da Excelência em Gestão”, da FNQ.
No próximo “post” iremos lhe explicar como realizar a tabulação / geração dos gráficos, assim como a análise e tomada de ações para cada fundamento de excelência que encontra-se em situação crítica na empresa.
Um dos maiores desafios, no meu ponto de vista, quando se inicia um projeto de implementação de um Sistema de Gestão pela Qualidade em uma empresa é conseguir a adesão de todos os colaboradores para com os diversos desafios que irão se apresentar ao longo desta jornada!
Na prática, busco no início do projeto, junto ao sócios da empresa o seu total comprometimento, explicando os ganhos e as vantagens que irão obter!
É muito importante definir o coordenador do projeto, ou seja, o profissional que irá ser o “elo de ligação” entre os sócios, os colaboradores e a consultoria. Este profissional têm que possuir alguns requisitos mínimos, conforme já mencionados em um post anterior. Sim … ele será o Representante da Direção, o “RD”!
Também, é muito importante compor um grupo de colaboradores que possuem na empresa função de liderança formalizada, ou seja, gerentes, encarregados / supervisores e às vezes “líderes de produção”. Este grupo de pessoas será o “Grupo Gestor” ou “Comitê Gestor”, pessoas que irão auxiliar o “RD” no planejamento e implementação das ações, em conjunto com a consultoria!
Vamos revisar os “ingredientes” desta “receita de sucesso”: temos o comprometimento dos sócios + definição de um coordenador do projeto, o “RD” + “Grupo ou Comitê Gestor” … percebo que falta um elemento muito importante, o envolvimento dos colaboradores / funcionários para com este projeto! De que forma conseguir este envolvimento?!
Normalmente, tento em cada projeto, estimular a empresa em “personalizar” o Sistema de Gestão pela Qualidade, fazendo com que saiam do tradicional “rumo a ISO 9000”, que particularmente, somente faz com que os objetivos principais não sejam alcançados! A “personalização” chega a sugerir que seja definido uma logomarca para o projeto, assim como um nome “chamativo”, por exemplo, atualmente estou realizando projetos em três empresas no qual os nomes dos projetos ficaram, assim:
A criação da logomarca do projeto fica sob responsabilidade do “Grupo / Comitê Gestor” ou através de um concurso interno, junto aos colaboradores da empresa. Veja as logomarcas destas três empresas:
Também, em conjunto com o “RD” e “Grupo / Comitê Gestor”, planejamos um evento de “lançamento” do projeto, convidando todos os colaboradores para que tenham “PIC”, ou seja, Participação, Interesse e Colaboração para com este projeto!
Veja algumas imagens de um destes eventos, sendo que distribuímos as atividades com a participação dos sócios, “RD”, “Grupo / Comitê Gestor” e no final realizamos uma atividade de integração, uma dinâmica ao ar livre, uma amostra do nosso produto, o AVAL – Aprendizado Vivencial ao Ar Livre.
E vocês, em suas empresas, como garantem o “PIC” dos colaboradores para um projeto desafiador?
Aguardaremos os seus comentários!
Sempre, quando tenho oportunidade, em meus projetos de consultoria, por exemplo, na implementação / adequação de um sistema de gestão pela qualidade, estimulo o principal gestor da empresa a avaliar a forma, ou seja, a representação gráfica do nível hierárquico, ou seja, o famoso Organograma ou Estrutura Organizacional. Pois considero este o 1º passo para definir de forma clara e objetiva as autoridades e responsabilidades de cada colaborador, assim como eliminar qualquer dúvida sobre “até onde cada colaborador pode ir” com a aprovação / orientação / acompanhamento do seu superior imediato.
O Organograma no seu conceito / definição é um gráfico que representa a estrutura formal da organização num determinado momento.
Credita-se a criação do organograma ao norte americano Daniel C. MacCallum (EUA) por volta de 1856, quando este administrava ferrovias nos EUA. Desde então o organograma se tornou uma ferramenta fundamental para as organizações, pois além de facilitar a todos conhecer como funcionam as relações da empresa e sua estrutura, permite inclusive, identificar alguns problemas ou, oportunidades de melhorias, através de sua análise.
Na criação de um organograma deve-se levar em consideração que ele é uma representação da organização em determinado momento e, pode, portanto, mudar. Para isto ele deve ser flexível e de fácil interpretação. Quando o organograma é bem estruturado ele permite aos componentes da organização saber exatamente quais suas responsabilidades, suas funções e a quem devem se reportar.
Existem alguns:
Como pôde ser percebida, a própria criação do organograma exige um estudo da organização e a definição do que se pretende representar.
Nos últimos anos tem-se notado uma tendência de mudança nos organogramas das empresas, chamada de “downsizing” que é o “achatamento” do organograma. Esta técnica promove a redução dos níveis hierárquicos da empresa com o objetivo de aproximar os níveis da organização, reduzir mão-de-obra e custos e agilizar processos decisórios. Em outras palavras, reduz a verticalização da estrutura organizacional.
Particularmente, procuro, quando possível em meus projetos, que os gestores descartem a possibilidade da representação tradicional, e para estimular esta decisão apresento sempre esta figura abaixo:
Uma imagem vale mais do que mil palavras!
Então qual a orientação que eu apresento? É óbvio, apresento a proposta do Organograma Circular! Minha primeira aceitação foi na empresa Ponto Um Gráfica e Editora Ltda., conforme figura a abaixo:
O Organograma Circular suaviza a apresentação da estrutura, economiza espaço, a autoridade é representada do centro para a periferia, e principalmente reduz conflitos entre superiores e subordinados!
Toda a regra tem a sua exceção! Como assim? Em um outro projeto de consultoria, sugeri a apresentação da estrutura no formato tradicional, mas de “cabeça para baixo”!
O nome da empresa é Arrayanes Produtos Higiênicos Ind. e Com. Ltda. A história desta empresa esta intimamente ligada ao significado do seu nome, ou seja, “Arrayanes”, conjunto de árvores, denominada “Arrayán”. Não me lembro de “forma completa” a história da origem do nome desta empresa, mas o seu Diretor, Sr. Paulo Darlan H. Pereira, me comentou que em uma época difícil da sua vida, a visão desta árvore influenciou na retomada da sua trajetória profissional. A partir daí … sugeri que a estrutura organizacional fosse representada da seguinte forma:
Uma imagem vale mais do que mil palavras!
E na sua empresa como é a representação do Organograma? Tradicional, Circular ou outra forma mais convidativa e clara!
Aguardaremos os seus comentários!
Recebi, hoje, pelo newsletter da ISO, um informe de que foi publicado um livro e CD, no qual auxilia as organizações a integrar as diversas normas de gestão, buscando realmente um sistema de gestão integrado, maiores informações podem vistas neste link.
Realmente é um desafio para as organizações que se propõe a integrar diversas normas em um único sistema de gestão.
Normalmente, quando se pensa em integrar normas em um único sistema de gestão, imaginamos somente, por exemplo:
Mas, atualmente, estão surgindo “novas tendências” de integração, por exemplo:
E não podemos esquecer de exemplos “locais”, por exemplo: integrar ISO 9001 com os critérios do PGQP (Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade) e PBQP-H!
O livro e o CD apresentam diversos exemplos e pontos considerados importantes para esta “integralização”.
E você, atua em organizações no qual o sistema de gestão é integrado?
Quais foram as maiores dificuldades e ganhos com esta “integralização”?