jorge gerdau

Dando continuidade ao que comentamos no post anterior sobre a importância da auto-disciplina, recebi um newsletter da Revista Amanhã, ou seja, do Portal Amanhã, convidando-me a ler o artigo no qual o Sr. Jorge Gerdau recomenda uma re-análise do Ciclo PDCA, enfocando como as empresas do Grupo Gerdau no atual momento de crise mundial, utilizaram-se desta filosofia, deste “esforço” de manter foco nos objetivos traçados usando a filosofia do Ciclo PDCA com muita … muita e muita disciplina. No “frigir dos ovos”, criando uma cultura de Auto-disciplina. O próprio Programa 5S ou 8S cita que na sua aplicação que o resultado final não é a disciplina e sim a auto-disciplina!

Como conseguir com que os colaboradores adquiram esta atitude de auto-disciplina? Criando todo o dia o exercício do “sentir, pensar e agir” diante de um problema significativo!

Segue o link do artigo que senti, analisei e agi:

Jorge Gerdau recomenda: “Disciplina, disciplina e disciplina”

E você aplica auto-disciplina em suas organizações?

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Encontrei em minhas “garimpagens” pela internet uma entrevista extremamente esclarecedora sobre como entender de forma prática e objetiva os conceitos de qualidade e produtividade. O entrevistado não poderia ser melhor profissional, o Sr. Cezar Sucupira! Caso não tenham ainda conhecido este ícone, convidamos que clique neste link.

Aproveite ao máximo estas informações esclarecedoras contidas nesta entrevista (clique no hiperlink).

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Hoje li uma notícia extremamente positiva / animadora, com relação ao mercado da construção civil, mais especificadamente no estado do Mato Grosso, no qual estamos atuando através de uma parceria com o SENAI-MT. Convido a todos para lerem esta notícia, através deste link.

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Recebi esta semana uma notícia otimista, sim, diante deste cenário e pensamento pessimista, ainda existem oportunidades diante da crise internacional. A notícia vem do estado do Mato Grosso, no qual tivemos a oportunidade de conhecer em 2008 e onde realizamos treinamentos em parceria com o SENAI-MT. Para maiores detalhes consultem o seguinte post:

Retornado ao assunto principal deste post, o estado do Mato Grosso encerrou 2008 com resultados positivos na balança comercial, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira (20), pela Federação das Indústrias do Estado (FIEMT). “Foi um ano espetacular não só para a indústria, como para a economia estadual como um todo”, avaliou o presidente do Sistema FIEMT, Mauro Mendes. Em 2008, Mato Grosso registrou superávit de US$ 6,53 bilhões, valor 49% maior do que em 2007, contrapondo com a queda de 38% do saldo comercial do Brasil, de US$ 24,74 bilhões no mesmo período. “Tal número mostra nossa expressiva contribuição de 26% para o superávit nacional”, afirma Mendes.

De acordo com análise do presidente do Sistema FIEMT, em 2009, Mato Grosso poderá chegar à sexta colocação no ranking dos exportadores brasileiros. “Isso porque os minérios são predominantes nas pautas de exportações dos Estados da Bahia, Espírito Santo e Pará e tiveram brusca queda de comercialização por conta de crise mundial”. Mendes complementa que a dificuldade de alguns Estados poderá impactar positivamente nas exportações de Mato Grosso. “Trata-se de transformar o cenário atual em oportunidade, já que o mundo não deixará de consumir alimentos e Mato Grosso é um dos principais fornecedores de commodities agrícolas”.

A notícia na integra pode ser consultada através deste link.

E você, qual é a sua opinião sobre este assunto?

Quais são as perspectivas de crescimento para o estado do Rio Grande do Sul em 2009? Como podemos buscar estes dados?

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Nesta semana, estivemos realizando treinamentos para um grupo de empresas que fazem parte do Programa Quali Mato Grosso do SENAI-MT. Foram três dias de uma intensa troca de experiências e principalmente “encontros” de afinidades no que se refere a busca de uma consciência de qualidade mais elevada nas organizações que fazem parte deste programa!

Gostaríamos de agradecer à todos os profissionais do SENAI-MT por esta oportunidade, fomos bem acolhidos, sempre preocupados com o nosso bem estar! Obrigado de coração!

Aos nossos novos amigos, representantes e facilitadores do Programa Quali Mato Grosso, em suas organizações, que participaram ativamente destes três dias de treinamento, nosso muito obrigado! Vocês são excelentes pessoas e profissionais! Desejamos sucesso em suas atividades e projetos! Tenha a Simples Soluções como uma empresa amiga e pronta a ajudar vocês em seus desafios!

O canal esta aberto à todos!

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Ontem, terça-feira, tivemos a oportunidade de apresentar a metodologia da Simples Soluções para a formação de Círculos de Controle de Qualidade (CCQ) para as empresas participantes do Programa Quali Mato Grosso, ou seja, Programa Mato-Grossense da Qualidade no SENAI-MT.

A seguir apresentamos os materiais de apoio, que utilizamos para estimular os representantes destas empresas o implementar este programa voluntário:

Aos participantes deste treinamento, desejamos sucesso na implementação deste programa (Círculos de Controle de Qualidade) em suas organizações!

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Amanhã, segunda-feira, estarei ministrando um treinamento no SENAI-MT, em Cuiabá / MT. O assunto principal deste treinamento será sobre a Metodologia de Análise para Solução de Problemas (MASP), sendo que o treinamento será com as empresas participantes do Programa Quali Mato Grosso, ou seja, Programa Mato-Grossense da Qualidade.

Porque precisamos de uma metodologia para resolver problemas?

Porque a experiência diz-nos que se não atacarmos os problemas de forma sistêmica, procurando realizar uma análise ao mesmo tempo abrangente e profunda que identifique as suas causas primárias, eles simplesmente voltarão a ocorrer. Ao longo do tempo, a prática de se tentar resolver problemas de forma rápida e instintiva acaba criando o hábito de “apagar incêndios”.

Nunca temos tempo para melhorar, e acabamos por nos acostumar com problemas repetitivos como se fossem “coisas da vida”. Esta postura inadequada para um ambiente competitivo de negócios, reproduzida diariamente por toda a empresa, acaba acarretando altos custos internos e sérios prejuízos de imagem junto aos clientes.

Mas se fizermos tudo certo na primeira vez, não deveremos ter mais problemas?

Infelizmente, está errado. Por melhor que sejam os planejamentos e controles que façamos, a complexidade e o dinamismo dos negócios acabarão nos brindando com uma dose maior ou menor de problemas para serem resolvidos. Equipamentos falham, procedimentos variam, alguém comete um erro, os clientes mudam de idéia, os concorrentes introduzem algo novo, a tecnologia evolui e imprevistos simplesmente acontecem.

O grande objetivo da Metodologia de Análise e Solução de Problemas é eliminar a possibilidade de reincidência de um dado problema.

Eu sou uma pessoa inteligente e com boa formação, portanto apta a resolver problemas. Acho que não preciso “aprender” esta metodologia, cujas etapas, aliás, são bastante óbvias e intuitivas…

Não deixe a simplicidade e a lógica cristalina do MASP iludi-lo e levá–lo a uma atitude de menosprezo. O MASP é uma metodologia poderosa, quando implementada com alto grau de disciplina e profissionalismo.

O domínio no uso da metodologia e das técnicas que lhe dão suporte não tem nada de intuitivo. Entretanto, o grande desafio é fazer com que o MASP seja aprendido e utilizado por todos, a ponto de se tornar uma “linguagem comum” para o trabalho de grupos em todos os níveis na empresa.

Os métodos de análise e solução de problemas (MASP) trazem diversos benefícios para a vida corporativa, mas que também podem ser aplicados no âmbito pessoal, entre eles:

  • Permitem que os problemas sejam resolvidos racionalmente;
  • Elevam as habilidades pessoais para resolução de problemas;
  • Permitem que as pessoas entendam o ponto de vista do controle de qualidade;
  • Fornece benefícios tangíveis principalmente em termos de Qualidade;
  • Aumenta o padrão de gestão;
  • Melhora a comunicação no local de trabalho;
  • Estimula o ciclo do controle de qualidade.
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Comparando um sistema com o outro, a própria norma ISO 9001 reconhece a similaridade que há entre a própria ISO 9001 e os modelos de excelência em gestão. Transcrevo abaixo, na íntegra, o item da ISO 9001 que aborda esta relação:

2.12 Relação entre sistemas de gestão da qualidade e modelos de excelência

As abordagens dos sistemas de gestão da qualidade apresentados nas normas da família NBR ISO 9000 e nos modelos de excelência organizacional são baseadas m princípios comuns. As duas abordagens:

a) permitem a uma organização identificar seus pontos fortes e seus pontos fracos;

b) permitem disposições para a avaliação com base em modelos genéricos;

c) fornecem uma base para a melhoria contínua, e;

d) prevêem disposições para o reconhecimento externo.

A diferença entre a ISO 9001 e os modelos de excelência está no escopo da sua certificação. A ISO 9001 fornece requisitos para o sistema de gestão da qualidade e diretrizes para melhoria do desempenho, as avaliações / auditorias dos sistemas da qualidade determina o atendimento desses requisitos. Os modelos de excelência contém critérios que permitem uma avaliação comparativa do desempenho da organização e é aplicável a todas as partes interessadas de uma organização. Os critérios de avaliação dos modelos de excelência fornecem uma base para uma organização comparar o seu desempenho com o desempenho de outras organizações.

Acompanhe na tabela abaixo as principais diferenças entre os requisitos da Norma ISO 9004 e os critérios de excelência:

 

Quando implementada de uma maneira inteligente e bem conduzida, uma certificação ISO 9001 pode trazer resultados surpreendentes a qualquer organização. Mesmo sendo uma pressão do mercado ou dos clientes. A adequação do sistema de gestão frente a um modelo de excelência fornece todo o suporte necessário à busca contínua e permanente da melhoria, de maneira que possamos ser hoje um pouco melhor do que fomos ontem, sem ter a pretensão de buscar a perfeição. Ambos os sistema possuem grandes similaridades e cabe ao gestor da organização ponderar entre um ou outro. De qualquer forma, um não exclui o outro e pode-se sim trabalhar os dois de forma simultânea.

 

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Muitas empresas / organizações que já possuem um determinado nível de maturidade em seu sistema de gestão por já possuírem, ou a ISO 9001 ou algumas iniciativas voltadas ao atendimento de critérios de um modelo de excelência, por exemplo, PGQP, e que desejam incrementar este sistema adotando um modelo similar ao que já possuem, muitas vezes deparam-se com o seguinte dilema: Já tenho um, por que implementar o outro? Para responder esta pergunta, alguns fatores de ordem prática devem ser considerados, como por exemplo:

§ Reconhecimento: o certificado ISO 9001 é reconhecido internacionalmente, já o sistema de gestão baseado em critérios de excelência pode possuir um reconhecimento mais limitado, dependendo da abordagem que a organização utiliza. Por um exemplo, um prêmio estadual recebido por uma organização, pode não ser reconhecido, para fins comerciais, em outros países;

§ Pressão do mercado: foi a partir da década de 80 que as empresas passaram a ter um maior grau de integração internacional, onde se buscou adequação aos procedimentos da Internacional Organization for Standartization lançados em 1987 (ISO 9000). Indústrias de ponta passaram a cobrar dos seus fornecedores a certificação, a exemplo da indústria automobilística, que qualificou toda a cadeia produtiva automotiva cobrando rígidos padrões de qualidade e um elevado grau de exigência, “sugerindo” a seus fornecedores que se certificassem na norma ISO 9001. Resultado: ou a empresa se certifica ou está fora!

§ Necessidade de melhoria na Gestão: A norma ISO 9001 sempre foi alvo de muitas críticas. Antes da atual versão, lançada no final do ano 2000, já ouvi de muitos empresários que decidiram por não buscar a certificação, pois a mesma iria “engessar” a gestão e as rotinas da sua empresa. Tive algumas oportunidades em que propus melhorias em rotinas de empresas certificadas e ouvi um categórico “não dá” da pessoa que operacionaliza tal rotina, sob a justificativa de que “a ISO não deixa”. Por incrível que pareça esta foi a realidade em muitas empresas que implementam a norma de uma maneira totalmente deslocada da gestão do seu negócio. Felizmente com a edição 2000 da ISO 9001 esta cena não vêm se repetindo com a mesma freqüência de antes e a contribuição na melhoria da gestão da empresa é bastante expressiva. Os modelos de excelência também fornecem subsídios importantes quando o assunto é melhoria organizacional, pois o benchmarking é uma prática que passa a ser muito incentivada.

§ Instrumento de promoção: Acho muito válido as organizações divulgarem a conquista de um certificado ISO 9001 ou o recebimento de um prêmio estadual ou nacional da qualidade como sendo a conseqüência de um esforço conjunto de toda a organização. O problema é quando principal objetivo é este. Ai passamos a ter o famoso sistema “para inglês ver” que, ao invés de agregar valor, somente agrega burogracia sem sentido. Em uma auditoria externa em uma organização, ouvi de um auditor que o sistema de gestão é como um automóvel, que deve levar o seu condutor onde ele deseja, e nunca o condutor levar o automóvel nas costas, pois se perde todo o sentido de possuí-lo. Como um sistema de gestão é a mesma coisa.

No próximo post (clique aqui) daremos continuidade este assunto!

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Baseando-se na lei da física, que diz que “dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo”, posso afirmar que esta premissa não é adequada quando se pensa em integrar os critérios do PGQP (Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade) com os requisitos da ISO 9001! O PGQP, desenvolvido a partir dos critérios do PNQ, e ISO 9001 podem “conviver” de forma harmoniosa nas empresas / organizações.

Meu principal objetivo, com este “post”, é fazer uma análise comparativa dos dois “sistemas” com a finalidade de fornecer uma visão abrangente às empresas / organizações que possuem um dos “sistemas” e pretendem implementar o outro, ou até mesmo para aquelas que pretendem implementar os dois ao mesmo tempo, como é o caso de algumas empresas / organizações que já atendi ou estou atendendo em projetos de consultoria.

Minha primeira experiência que comprova esta “nova lei da física” aconteceu quando estava implementando os requisitos da ISO 9001 em uma empresa / organização que já possuía a cultura dos 8 princípios da gestão pela qualidade, participando do processo de avaliação interna / externa do PGQP. A empresa chama-se Indústria Gráfica Sul Ltda., cujo nome fantasia é Gráfica Rex, sendo que esta história aconteceu em 1997. No término do projeto de implementação dos requisitos da ISO 9001, esta empresa conquistou a medalha de bronze do PGQP, confirmando a quebra desta “nova lei da física”!

Atualmente, estamos desenvolvendo 2 projetos de consultoria, considerando esta integralização, o primeiro na empresa AIL Acessos Internacionais Logística Ltda. e o segundo na Gráfica Jacuí Ltda.

A estruturação dos requisitos da ISO 9001 foi baseada em oito princípios de gestão pela qualidade, que podem ser utilizados pela alta direção para conduzir a organização à melhoria do seu desempenho. A seguir, esses princípios são apresentados:

Princípios de gestão pela qualidade

1. Foco no cliente;

2. Liderança;

3. Envolvimento de pessoas;

4. Abordagem de processo;

5. Abordagem sistêmica para a gestão;

6. Melhoria contínua;

7. Abordagem factual para a tomada de decisão, e;

8. Benefícios mútuos nas relações com fornecedores.

Os critérios propostos pelo PGQP são frutos de muitos anos de aplicação e refinamento dos sistema, em inúmeros países. Foi inicialmente criado nos Estados Unidos da América durante a década de 80, como uma forma de estimular as organizações americanas a reagirem contra a ameaça japonesa. O atendimento a uma série de requisitos dava direito às organizações que se destacaram, a receberem uma premiação que recebeu o nome de Malcolm Baldrige, nome do senador americano que propôs a criação do prêmio, servindo de estimulo para a estruturação de diversos prêmios em vários países. Aqui no Brasil, a abertura de mercado nos anos 90, fez com que as empresas tivessem uma grande necessidade de profissionalização, fazendo com que o governo criasse o Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP). Nesta época estruturou-se a Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade, difundindo no Brasil os critérios de excelência, baseado fortemente no modelo americano. O Prêmio Nacional da Qualidade estimulou a criação de prêmios regionais e diversos estados, e hoje, a grande maioria desses prêmios (senão todos) estão inseridos no modelo proposto pela Fundação para o Prêmio Nacional da Qualidade, como é o caso do PGQP.

Da mesma forma que os requisitos da ISO 9001 se sustentam em princípios, os critérios do modelo de excelência se sustentam em fundamentos que podem ser evidenciados em organizações de elevado desempenho e que são líderes de Classe Mundial. A seguir, esses fundamentos são apresentados:

Fundamentos da excelência

1. Visão sistêmica;

2. Aprendizado organizacional;

3. Agilidade;

4. Inovação;

5. Liderança de constância de propósitos;

6. Visão de futuro;

7. Foco no cliente e no mercado;

8. Responsabilidade social;

9. Gestão baseada em fatos;

10. Valorização das pessoas;

11. Abordagem por processos, e;

12. Orientação por resultados.

No próximo post (clique aqui) daremos continuidade este assunto!

 

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