bola-de-cristal-negocios1A melhor maneira de saber o futuro é construí-lo” – Peter Drucker.

Quais são as perspectivas para o Brasil e o mundo no ano de 2012?

O primeiro ano da primeira Presidente foi de esforço, planejamento e ajustes.

Os jornais e as previsões apontam para um possível PIB de 3 a 3,3%.

Acima de tudo em nossas vidas não podemos perder o otimismo, entusiasmo e muito PLANEJAMENTO.

As oportunidades estão no mercado, não podemos baixar a cabeça e somente se preocupar com a crise da Europa, até porque já sabíamos que as coisas não estavam bem por lá.

O Brasil, as empresas, os brasileiros estão se acostumando com uma economia estabilizada e já conseguem planejar mais.

A queixa geral: não temos mais capacidade de pagar impostos e deve haver uma simplificação da burocracia na vida das empresas.

Alguns cuidados básicos devem seguir nossas ações de 2012.

Tantos as pessoas físicas como jurídicas precisam elaborar um Planejamento Estratégico. As pessoas físicas no mínimo transformar os sonhos em metas ao escrever suas metas para 2012, e as pessoas jurídicas terem ferramentas básicas para ter um bom 2012.  No centro de tudo estarão as PESSOAS, nosso principal ATIVO, tanto das pessoas físicas como das pessoas jurídicas.

Mas quais serão essas estratégicas para 2012? Abaixo algumas dicas:

  • Avaliar  o reflexo da crise Européia no resultado das nossas empresas, principalmente empresas que mantenham operações com esses países. A recomendação é CAUTELA;
  • Ter certeza que as vendas de nossas empresas mensalmente realmente geram lucro para a empresa. Os maiores clientes nem sempre geram o melhor retorno;
  • Continuar Investindo em Recursos Humanos, dar motivação para os talentos da empresa, desenvolver programas de treinamento, cargos e salários e criar atrativos para RETER os TALENTOS;
  • Ter os custos controlados e acompanhar os movimentos de inflação para não sermos pegos de surpresa.
  • Manter níveis de estoques dentro das necessidades de mercado, pois sempre vale a pena lembrar:  ESTOQUES PARADOS É CAPITAL DE GIRO PARADO.
  • Quem não tem uma área de Recursos Humanos, mudar a mentalidade do departamento pessoal para a visão de RH.
  • As empresas que terminaram 2011 com problemas de capital de giro, ocasionado por inadimplência, custos elevados, devem procurar apoio de Consultorias para readequar seu Planejamento e dar um novo rumo para seus negócios;
  • Para reduzir um problema financeiro ou problemas de planejamento, o gasto com Consultorias se torna um Investimento;
  • Continuar INOVANDO seus produtos, investimento em pesquisas para termos produtos competitivos;
  • Ter um orçamento rígido, com acompanhamentos mensais para que o Planejamento Estratégico não fique somente na teoria;
  • Em conjunto com o Contador e o Advogado realizar um bom Planejamento Tributário para o ano de 2012;
  • Responder a seguinte pergunta:  Por que estamos perdendo pedidos para nossos concorrentes?
  • Ter preocupação com o desenvolvimento sustentável;
  • Melhorar a gestão de riscos da empresa;
  • Continuar investindo em melhorias dos processos internos, investimentos em TI e diariamente observar os novos padrões de consumo, e;
  • Se envolver em trabalhos voluntários para que nossas entidades atendam cada vez mais pessoas carentes, disseminando fé, esperança, otimismo e pensamentos positivos.

Fico à disposição de vocês!

Volnei Ferreira de Castilhos
Contador e Mestre em Administração (UFRGS)
Professor da Fundação Getúlio Vargas
Consultor Empresarial nas áreas de Finanças, Planejamento, Controladoria, Perito e Auditor.
E-mail: volneifc@terra.com.br
Celular: 54 99 69 91 49

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imagesBrasileiro faz piada de tudo.. Quando perguntaram para o menino na escola: “Você Sabe quem é Tiradentes ?”,   o mesmo respondeu- “Sei – Tiradentes é um Feriado !”  De fato, um feriado este ano atípico, pois emendando com Sexta da Paixão e um final de semana, será um dos feriados mais prolongados dos ultimos tempos.

Mas Tiradentes, foi o mártir enforcado e esquartejado por declarar-se líder do movimento que originou outros tantos, e cujo objetivo era declarar-se independente ou dar um basta nas altas taxas de impostos cobradas pela Coroa de Portugal.

Ocorre que a partir da segunda metade do século XVII, a Coroa portuguesa intensificou seu controle fiscal sobre a sua colônia da América do Sul (Atual Brasil.) Na época as jazidas de ouro em Minas Gerais começaram a se esgotar, fato não compreendido pela Coroa, que instituiu a cobrança da derrama, onde toda a população deveria completar o que faltasse para a cota imposta de 1.500 kgs de ouro, além do chamado quinto já devido, na época conhecido como “quinto dos infernos”.

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ondaNada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia, tudo passa tudo sempre passará, a vida vem em ondas, como o mar, em um indo e vindo infinito.  Assim nos ensinava o inesquecível Tim Maia, em uma de suas mais famosas músicas.

Tivemos neste final do mês de março a primeira visita de Obama ao Brasil, do primeiro presidente Negro da (ainda) nação mais poderosa do mundo, feita a primeira mulher eleita presidente no Brasil, dentro dos primeiros três meses do governo, por sinal no mês internacional da mulher.

Esta visita foi marcada por ondas positivas. Dilma saiu-se bem, teve uma personalidade própria, projetando-se definitivamente no cenário internacional.  Aliás, foi enquanto estava com Dilma que Obama ordenou o início do bombardeio contra Kadafi na Líbia, pois o Presidente dos Estados Unidos continua sendo o Presidente dos Estados Unidos, independentemente onde se encontre, sem necessidade de transferir o poder quando sai do País.

Em seu primeiro discurso sábado em Brasília, Barack Obama proferiu a seguinte frase: Queremos realizar o sonho americano junto com o Brasil. Em visitas feitas a mais de uma década o discurso dos presidentes americanos que aqui pisaram, tinham o tom no sentido de que iriam interceder junto ao FMI, para perdoar ou aliviar nossa dívida externa. Agora somos convidados, ainda que apenas no discurso, a participar do sonho americano.

Tem aquela parte da canção que diz que tudo passa tudo sempre passará e que a vida vem em ondas como o mar, em um vindo e vindo infinito. Pois bem, temos que aproveitar a onda.  E temos que saber que tudo passa. Portanto devemos nos preparar para o futuro.

Talvez Obama, em seu inconsciente, através de suas palavras, queria de nos alertar para o efeito Orloff, ou seja, queria dizer ao Brasil: “eu sou você amanhã”, nos alertando também para as implicações do crescimento através do uso desenfreado do crédito.

Vivemos uma onda positiva de crescimento econômico no Brasil, impulsionada pelo setor imobiliário, construção civil e também do agronegócio. Note-se que a maior parte das vendas destes setores se dá prazo, através de programas de financiamento habitacional, financiamento ao agronegócio, e financiamento para compra de equipamentos agrícolas.

Tudo passa tudo sempre passará… Casas novas, loteamentos novos, tratores novos, máquinas agrícolas novas, veículos novos, quem nunca teve agora tem. No entanto, tudo comprado a prazo, muitas vezes em longo prazo e com juros que embora se digam “subsidiados”, continuam sendo juros altos se comparados a outros países.

O “Financial Times jornal britânico centenário, um dos maiores e mais respeitados diários econômicos do mundo, comentou que o mercado brasileiro de crédito pode estar formando uma bolha parecida como a vista nos Estados Unidos em 2008.

A coluna de Paul Marshall de 21 de Fevereiro 2011, que além de jornalista econômico atua no mercado gerenciando empresas de investimentos, afirmou que o problema no Brasil, começa no fardo que esta dívida impõe aos consumidores.

Com uma taxa de juros alta o consumidor brasileiro paga em média taxas de cerca de 20% a 25% de juros ao ano.  Nos casos onde há o subsídio, estas taxas ficam entre 15 a 10% ao ano, e em raros casos especiais alguns raros segmentos chegam a financiar os bens comercializados a 7 ou 8% ao ano.

Ora, no resto do mundo no resto do mundo o dinheiro custa 1% a 3% ao ano. Nas palavras de Marshall, tomar empréstimos no Brasil tem custos punitivos.

Para o colunista, o Brasil tem vivido uma farra do crédito para alavancar a atividade econômica e sustentar o nível de crescimento igual ao dos países do BRIC (Rússia, Índia e China). Ressalta, no entanto, que estes países possuem uma taxa de poupança interna bem maior do que o Brasil.

Foram anunciadas medidas de cortes significativos do orçamento nacional, o que é um excelente começo.  Mas no plano individual, em nossos orçamentos domésticos também temos ter em mente, que como dizia Tim Maia, tudo passa, tudo sempre passará…

Existem dívidas boas e dívidas más, segundo Robert Kiyosaki, autor do livro Pai Rico, Pai Pobre. Editora Campus 1998.

Dívida boa é quando se adquire um bem de produção, que irá gerar riqueza o suficiente para pagar suas prestações e ainda sobrar recursos que irão por sua vez gerar mais riquezas, aí sim, o crédito alavanca a economia.  É uma dívida utilizada para gerar riquezas que além de se pagar tem condições de gerar poupança.

Uma dívida má é aquela destinada apenas ao consumo, ou seja, utiliza-se de recursos decorrentes de alguma atividade produtiva para financiar um bem que será consumível ao longo tempo e não irá gerar em contrapartida nenhum outro recurso, pois como o nome já diz se consome, ao longo do tempo.

Para o nosso próprio bem, pensando no futuro e lembrando que a vida vem em ondas, em um indo e vindo infinito, devemos sempre fazer este raciocínio antes de assumirmos um compromisso financeiro de longo prazo: se esta será uma dívida boa, ou poderá ser uma dívida má.

Excelente semana a todos!

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

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transporteTodas as riquezas de nosso Brasil com dimensões continentais são transportadas através do uso de nossa imensa, embora precária, malha rodoviária.

É transporte via terrestre que leva nossa produção agrícola e industrial aos países Latino Americanos, assim como também aos portos do Oceano Atlântico.

O Transporte Internacional de Cargas, na prática e também para fins fiscais faz parte da operação de exportação, e como tal goza de desonerações fiscais criadas no Brasil justamente para incentivar a exportação.

Na esfera da tributação federal, inexiste a incidência dos impostos sobre o faturamento (PIS e COFINS) sobre as receitas decorrentes de exportação de mercadorias, produtos e serviços ao exterior.  O Transporte Rodoviário Internacional, enquadra-se na categoria serviços.

As três opções do contribuinte para tributação na esfera federal normalmente utilizadas são respectivamente as modalidades denominadas:

  • Simples
  • Lucro Presumido
  • Lucro Real.

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Ecossistema_da_Gestao_EmpresarialRecentemente li um artigo no website da HSM (www.hsm.com.br) que apresentava uma visão sistêmica da interação das gestões existentes em uma organização que busca o sucesso empresarial. O artigo busca uma relação de “causa e efeito” para as seguintes gestões:

1.     Gestão das pessoas;

2.     Gestão da inovação e da tecnologia;

3.     Gestão da contabilidade;

4.     Gestão financeira;

5.     Gestão operacional, e;

6.     Gestão de marketing.

Neste artigo, o consultor Carlos Alberto Zaffani sugere a criação de um Ecossistema, no qual recursos financeiros, instalações, máquinas, materiais, processos e pessoas são “parte de um sistema em que a concorrência e as forças competitivas alimentam a criação de novas oportunidades para o desenvolvimento e crescimento do ser humano”.

Confira no infográfico (clique na figura) ao lado como criar um ecossistema de gestão e veja com o que a empresa deve continuar se preocupando.

Também acesse o artigo na integra, através deste link.

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aRecebi através do twetter da FIESP, uma noticia muito triste!

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) realiza periodicamente um levantamento no que se refere à competitividade das economias de 43 países que respondem a 90% do PIB mundial. E qual é a surpresa, talvez não tanta, somente confirma as suspeitas de forma objetiva, de que o Brasil aparece na 36ª colocação deste ranking, colocando o Brasil na classificação de economia de baixa competitividade.

No indicador de competitividade, o IC-FIESP, o Brasil já ocupou a 40ª posição em 2000 e vem subindo lentamente no ranking nos últimos anos. Neste ano, no levantamento, o Brasil ficou à frente de países como África do Sul, Venezuela, Turquia e Índia, sem comentários, por favor!

A lista é liderada pelos EUA, seguido de Noruega e Suíça. O IC- FIESP indica que os países desenvolvidos perderam competitividade. Os países asiáticos avançaram no ranking.

O estudo elaborado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP analisou 55 mil informações em oito áreas: economia doméstica, abertura da economia, governo, capital, infraestrutura, tecnologia, produtividade e capital humano.

Os principais motivos que fizeram com que o Brasil perdesse pontos no ranking foram os seguintes:

  • Alta carga tributária;
  • Juros elevados;
  • Câmbio valorizado, e;
  • Baixos investimentos educacionais e tecnológicos.

Os dados completos deste levantamento podem ser acessados através deste link.

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Um dos melhores exemplos de país que deu um grande salto para frente, ao escolher o desenvolvimento e efetuar uma reforma no varejo, de seus regulamentos, infraestrutura e educação é a Irlanda.

leprechaun20_ez20601Eis algo que realmente não sabia até a leitura de “O Mundo é Plano” de Thomas Friedman.  A Irlanda é hoje o país mais rico da União Europeia, depois de Luxemburgo. Sim, o país que durante centenas de anos era mais conhecido por emigração, poetas trágicos, fome, guerras civis e o folclore dos duendes, tem um PIB per capita maior que os de Alemanha, França, Escócia e Inglaterra.

Como a Irlanda deixou de ser o “homem doente” da Europa para se tornar o “homem mais rico” em menos de uma geração é uma história incrível? A virada da Irlanda teve início, na verdade, no fim dos anos 1960, quando o governo eliminou o pagamento pelo ensino secundário, permitindo que muito mais crianças da classe trabalhadora tivessem um nível de escolaridade de técnico maior.

Como resultado, nos anos que seguiram a sua entrada na Comunidade Europeia, a Irlanda conseguiu utilizar uma força de trabalho muito mais instruída do que tivera na geração anterior.

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O dinheiro é o meio de troca que permite o acesso aos mais variados tipos de recursos, (recursos de pessoal, recursos de tempo, recursos naturais, recursos materiais dentre outros), eliminando as deficiências do milenar sistema de troca ou escambo.

i_india_ujjain_4634v_oNos registros históricos da antiga Mesopotâmia, há mais de cinco mil anos, consta que as pessoas usavam “fichas” de argila para registrar transações que envolvessem produtos agrícolas, como a cevada ou a lã, ou metais como a prata.   Uma destas “fichas” encontradas no Iraque, datadas de 1647 AC, declara que seu portador deveria receber uma quantia específica de cevada na época da colheita.

Fazendo uma analogia com a atualidade, uma nota de 100 reais determina que seja pago ao portador a quantia de 100 reais, que poderá 100 moedas de um real, o equivalente em moeda estrangeira, ou recursos de pessoal, de tempo, naturais ou recursos materiais, etc., equivalentes a 100 reais.

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A Democracia é um sistema em que as pessoas de um país podem participar da vida política. Esta participação pode ocorrer através de eleições, plebiscitos e referendos.

O Parágrafo único do Artigo 1º de nossa Constituição Federal, nos diz que:

  • Parágrafo único – Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

Dentro de uma democracia, as pessoas possuem liberdade de expressão e manifestações de suas opiniões. Aprendemos na escola, que a palavra se origina do grego, sendo demo= povo e cracia=governo, ou seja, governo do povo.

Podemos dizer então, que o governo recebe uma outorga de poderes para agir nos interesses da maioria da população. Leia mais clicando aqui »

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O brasileiro sabe que paga muito imposto e deseja que os recursos revertam em melhores serviços. Ao contrário do que muitos imaginam, o brasileiro prefere pagar menos impostos e, com mais dinheiro do salário, pagar por serviços privados (escolas e planos de saúde, entre outros) que funcionem.

O ano eleitoral é propício para discutirmos alternativas para mudar este quadro.

Não estaria mais do que na hora de surgir um líder de um grande partido que defenda o consumo e o emprego por meio da política de redução dos impostos?

No Brasil, a sociedade existe para sustentar o Estado: 36% do PIB são extraídos dos bolsos das empresas e dos consumidores. (O programa bolsa família representa 0,4% do PIB).  Os impostos sorvem recursos do setor produtivo que poderiam ser usados para gerar mais empregos, mais consumo, mais investimentos.

A população brasileira apoia a redução de impostos, principalmente porque isso a possibilita comprar mais e conseguir empregos melhores. Os contribuintes estão frustrados, pois pagam muito e recebem pouco de uma máquina dominada pelo desperdício e pela corrupção.

CapturarNo livro “O Dedo na Ferida de Alberto Almeida, (Editora Record 2006), a partir de 10 meses de pesquisa e dezenas de perguntas, o autor colheu dados impressionantes através de uma pesquisa que ouviu mil brasileiros adultos em todas as grandes regiões do país, de todas as regiões metropolitanas e em aproximadamente 70 municípios, numa representação fiel da população adulta brasileira.  O resultado une Karl Marx e Adam Smith, um livro esquerdista e liberal ao mesmo tempo. A conclusão é de que os brasileiros querem mais autonomia e independência e menos tutela do Estado

Trata-se de um alerta aos políticos, que estão em clara divergência com o real desejo do eleitor, pois toca em um ponto fundamental, ou seja:

A falta de políticos brasileiros dispostos a defender a redução de impostos como promessa de campanha.

Desejamos a todos uma semana feliz e produtiva!

Ivo Ricardo Lozekam

Email e MSN: ivoricardo@terra.com.br

Consultor de Empresas na Área Tributária

Membro do IBPT – Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário

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