tdahExiste diferença nestas duas afirmações:

  • 1a. Frase: “Eu sou Consultor!”
  • 2a. Frase: “Eu estou Consultor!”

Gostaria de receber a opinião, tanto dos consultores que possuem uma razoável vivência nesta “profissão / vocação” … como dos profissionais que estão iniciando esta nova fase de atuar como consultores, considerando que esta fase foi PLANEJADA ou simplesmente foi um acaso do destino!

Aguardaremos os comentários!

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Hoje em dia fala-se muito na comunicação dentro das empresas e sociedade, essa ferramenta tão essencial nas nossas vidas (familiar, social e de trabalho). É através dela que conseguimos transferir ao outro o que estamos pensando, o que sentimos, queremos e até mesmo o que desejamos, além de demonstrar quais são nossas idéias e quais são nossos valores mais essenciais. Afinal a utilizamos para falar sobre nós. Ela é o ato de comungar idéias, sugestões e opiniões entre duas ou mais pessoas.

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A história nos mostra a importância da comunicação é através dela que conseguimos nos expressar e alcançar nossos objetivos. Ela pode se anunciar de várias formas: escrita, corporal e verbal, sendo que a mais utilizada é o diálogo.

Comunicar-se é simplesmente ter uma ponte de compreensão entre você e outras pessoas, de tal forma que possam compartilhar aquilo que sentem e sabem.

Sabemos que existem as dificuldades na hora em que queremos expressar ao outro o que queremos dizer. Mas para que a comunicação seja eficaz temos que nos lembrar de 3 situações: quem fala, quem escuta e o que se interpreta daquilo que se quis dizer. Essa é a base da comunicação, por isso sempre é importante perguntar ao outro se entendeu o que você disse e pedir para que ele repita o que você falou. Para saber se ele realmente compreendeu o que você quis dizer.

Lembre-se ainda que falar o que se quer dá direito ao outro de também dizer o que pensa, então tenha cuidado, você pode falar uma coisa de mil maneiras diferentes, procure a melhor forma de dizer o que se pensa e o que quer falar, pois para cada ação sua terá a reação do outro, então lembre-se que a maioria das vezes não importa O QUE você quis dizer, mas COMO você disse, por isso tome cuidado em como falar com as pessoas, pois isso tem um peso positivo ou negativo naquilo que você quer dizer.

Pense nisso, você pode fazer diferente e fazer a diferença se realmente desejar isso. . .

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

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Nenhum comentário 11/07/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
A Rotina (Por Maria de Lurdes Fontana)

Rotina[34]Houve-se falar que a rotina é a vilã do ser humano, impedindo-o de ousar, criar, inovar e desafiar.

Se pararmos um pouco e olhamos os processos de um dia comum, ou seja, desde o acordar e o deitar, vemos que há coisas que são muito repetitivas. O lado negativo da rotina é quando inibe e priva as pessoas do contato com outras pessoas e dar-se a oportunidade de se desenvolver no coletivo.

A rotina é necessária para ter a noção de regularidade e a constância das ocupações e tarefas. Assim como há as estações do ano, há também as mudanças de comportamento, pensamento e atitudes e são perfeitamente normais. São ciclos temporais em que vai-e-vem das coisas com a finalidade de parecer diferente, sob o olhar de quem olha.

De tempos em tempos muda tudo na vida desde os aspectos físicos, emocionais e comportamentais. Somos seres evolutivos e incapazes de viver do mesmo jeito por muito tempo. Tanto o emocional como o corporal necessita da rotina para reorganizar-se formando um elo para a transformação. A rotina dá sentido e ordem das coisas, mesmo quando insistimos em “achar” que nada muda.

A rotina é tão necessária para a vida que sem ela seria a maior confusão. Se deixarmos de fazer a rotina de uma casa por alguns dias, vira uma grande confusão e desorganização.

A rotina precisa ser vista e entendida como algo externo, ou seja, o fazer de tarefas e coisas que enxergamos. O malefício da rotina é quando é interna, que sufoca nossos talentos, deixando-nos vulneráveis e passivos diante da vida.             

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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Recebemos, hoje, uma release de uma reportagem da Planeta Voluntários, a maior rede social de voluntários e ONGs do Brasil.

E se o nosso planeta Terra fosse reduzido a uma cidade pequena com 100 habitantes, qual seria a nossa posição neste pequeno mundo?

Fizemos questão de representar as distribuições em formato de gráficos com a finalidade de estimular a nossa consciência social para esta realidade em menor escala.

grafico 0grafico 1

Poderíamos refletir que:

  • Quando olha para o mundo nessa perspectiva, consegue perceber a real necessidade de solidariedade, compreensão e educação?
  • Esta manhã, se acordar com saúde, então é mais feliz do que 1 milhão de pessoas que não vão sobreviver até ao final da próxima semana.
  • Se nunca sofrer os efeitos da guerra, a solidão de uma cela, a agonia da tortura, ou fome, então é mais feliz do que outros 500 milhões de pessoas do mundo.
  • Se pode entrar numa igreja (ou Mesquita) sem medo de ser preso ou morto, é mais feliz do que outros 3 milhões de pessoas do mundo.
  • Se tem comida na geladeira, tem sapatos e roupa, tem uma cama e teto, é mais rico do que 75% das outras pessoas do mundo.
  • Se tem uma conta bancária, dinheiro na carteira e algumas moedas num moedeiro, pertence ao pequeno grupo de 8% de pessoas do mundo que estão bem na vida.

I-467-0250Se está lendo esta mensagem, é triplamente abençoado, pois:

  • Alguém lembrou-se de você.
  • Não faz parte do grupo de 780 milhões de pessoas que não sabem ler.
  • E tem um computador!
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Na semana passada, no dia 1º. de julho, o Ministério da Educação (MEC) apresentou os resultados da segunda edição do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb).

O Ideb foi criado pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) em 2007, em uma escala de zero a dez. Sintetiza dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: aprovação e média de desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática. O indicador é calculado a partir dos dados sobre aprovação escolar, obtidos no Censo Escolar, e médias de desempenho nas avaliações do Inep, o Saeb e a Prova Brasil.

Os resultados sob o meu ponto de vista são assustadores, ainda mais quando lembro que na minha vida escolar, aparecer em casa com um boletim escolar com notas abaixo da média era sinônimo que a relação pais / educadores / filhos não estava muito bem. Naquela época, pode se dizer assim, o sistema de nota era, por exemplo: PS (Plenamente Satisfatório), S (Satisfatório) e I (Insatisfatório) … depois foi evoluído para números, onde a média para aprovação era igual ou superior a 7 (sete).

Pois bem, voltando aos resultados do Ideb, a Educação no Brasil esta “melhorando”, se podemos pensar assim diante das metas estabelecidas pelo MEC. Na primeira fase do ensino fundamental, o Ideb passou de 4,2 para 4,6, superando a meta prevista para 2009 e atingindo antecipadamente a de 2011. Segue a abaixo os resultados de 2007, 2009 com a previsão de meta para 2011.

Capturar

Será que estamos subestimando a nossa forma de buscar melhorias através de metas medíocres e não ousadas?

Coincidentemente, esta semana estava lendo um artigo de autoria de José Carlos Carvalho Mourão e Luiz Peres Zotes, cujo título é “QUALIDADE NA EDUCAÇÃO OU UMA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE: UM OLHAR CONTEMPORÂNEO SOBRE AS TENTATIVAS DE AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL.” (clique aqui para acessar o conteúdo deste artigo). Apesar de o título remeter para somente o ensino superior, o seu detalhamento percorre de forma clara todos os níveis / séries, ou seja, das séries iniciais (1ª a 4ª série), séries finais (5ª a 8ª série) e ensino médio.

Neste artigo, podemos perceber a complexidade de entender ou definir a qualidade no ensino ou ensino de educação, onde podemos iniciar a busca das causas do nível baixo do Ideb em função de um cenário de inadequação dos currículos e da forma de atuação interna das instituições, somando-se aos seguintes fatores:

  • Profissionais (docentes) desmotivados pelos baixos salários, e;
  • Alunos despreparados.

Mas será que podemos limitar o conceito de “escola” somente ao espaço físico limitado com envolvido dos professores e administradores e não esquecendo, é claro dos alunos?

O artigo vai mais longe, e utiliza o conceito de “escola de qualidade total”, onde seria realidade e possível se houvesse a vontade e empenho coletivos, estabelecendo uma série de requisitos para que a “escola de qualidade total” se torne uma realidade, tais como:

  • O seu corpo social venha a delinear, em conjunto, uma visão compartilhada de Excelência em Educação;
  • Seja firmado um pacto para a qualidade no qual cada parceiro – alunos, professores, dirigentes, técnicos, servidores, pais e sociedade – tenha um papel definido a representar, e;
  • Cada elemento da comunidade escolar assuma um compromisso individual e, de modo solidário, trabalhar responsável e positivamente para a causa educacional comum.

Este, com certeza, é o caminho para que possamos melhorar o nível de qualidade na Educação do Brasil!

O Brasil precisa de mão de obra qualificada para fazer sua economia avançar, o que implica antes de tudo um desempenho do ensino bem superior ao verificado pelo Ideb, com estas metas medíocres! Deficiências no ensino nos níveis registrados tem reflexos diretos na produtividade e na competição, fazendo com que o Brasil fique em desvantagem em relação a outros países.

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