CapturarHoje, em pleno domingo, recebi de um amigo, através de um e-mail, uma mensagem sobre o grande dilema de sermos proativos ou … infelizmente reativos. Convido a todos a refletirem sobre este assunto, acessando / clicando neste link.

Bom inicio de semana à todos!

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Formação de Líderes, Momento de Reflexão

educationSou Auditor Líder da norma ISO 9001, sendo que em agosto de 2011, conclui o MBA na FUNCEFET-RJ/IDHGE na área de QSMS – Qualidade, Saúde, Meio Ambiente e Segurança do Trabalho, no qual escolhi como tema para meu TCC um estudo sobre a aplicação da NBR 15419 nas instituições educacionais.

Elevar a qualidade do ensino, em todos os níveis tem sido uma preocupação da sociedade em qualquer país do mundo. Alguns países como o México, Argentina, Estados Unidos, Austrália, entre muitos, conscientes da divergência no processo educacional, uniram-se para elaborar um guia que possibilitasse às instituições educacionais implementarem adequadamente um Sistema de Gestão da Qualidade, com uma linguagem mais apropriada a educação, facilitando a busca pela certificação com base na norma ISO 9001.

Esse guia foi denominado pela ISO como IWA-2 (International Workgroup Agreement).

Assim como os países acima mencionados entenderam ser importante e necessário elaborar uma norma que auxiliasse no entendimento dos requisitos da ISO 9001,  o Brasil através da Comissão de Estudos de Documentos Auxiliares da ABNT/CB-25 (Comitê Brasileiro da Qualidade) elaborou a norma ABNT NBR 15419. Este trabalho com a participação de estabelecimentos de ensino de vários níveis, entre eles o SENAI e do Ministério da Ciência e Tecnologia, sob a coordenação do Sr. Luiz Fernando Correia Ferreira utilizou como referência as normas IWA-2 e o IRAM 30000.

Existem atualmente no Brasil, segundo dados obtidos através do INMETRO, cerca de 60 instituições educacionais com certificação ISO 9001.

Mas, por que estas organizações que hoje são certificadas na norma ISO 9001 ainda não buscaram a adequação / certificação através da NBR 15419?

Acredito que as instituições educacionais já certificadas pela ISO 9001, através de seu pioneirismo e ação proativa poderiam enriquecer esta discussão sobre este assunto, por exemplo, explicitando as dificuldades enfrentadas durante a implementação dos seus Sistemas de Gestão da Qualidade, bem como a Melhoria alcançada no desempenho dos seus alunos / clientes após a implementação.

Fico à disposição de vocês!

Engº Roberto da Costa Faria
Auditor Líder ISO 9001

E-mail: robertoc.faria@globo.com

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, Momento de Reflexão, NBR 15419:2006, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Roberto da Costa Faria

peca-chave_2ddddd1d447ee0915a15384aa65b0499Uma das heranças da filosofia antiga é o entendimento de que o ser humano tem corpo e alma. Uma dualidade que pode ser compreendida como um todo maior, acenando para algo não material, como parte constitutiva da existência. A tentativa de apresentação de partes que completam um todo não pode ser reduzida à divisão. Olhar o ser humano globalmente é acolher a possibilidade de uma existência que ultrapasse o campo material. Assim, pode-se dizer que há algo que vai além do concreto. E essa dimensão é identificada como existência espiritual.

Longe da pretensão de comprovar cientificamente a dimensão espiritual, pode-se, porém, deduzir que existe uma realidade nem sempre descritível que enriquece a vida e possibilita sentimentos e ações que ultrapassam o campo da materialidade. O ser humano tem alma. Se for motivo de inquietude para alguns, não está impedido o caminho de comprovação do contrário. Certamente muito ainda será dito, concordando ou discordando, mas enquanto isso é aconselhável não excluir a possibilidade de que a espiritualidade faz diferença.

O cotidiano é repleto de sinais de espiritualidade. Independente de entendimento ou não, a vida segue seu ritmo e as descobertas, mesmo distantes do campo da cientificidade, possibilitam reflexão e encantamento. Sinceramente, é impossível não acreditar em algo maior, que ultrapasse o campo da percepção. Não admitir a dimensão espiritual é apequenar a existência, vivendo à margem da profundidade, onde a contemplação ocuparia o lugar da explicação. Leia mais clicando aqui »

Categorias: Dica de Leitura, Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts do Frei Jaime Bettega

Você sabe quando surgiu o sistema de comunicação via internet mais famoso e na maioria das vezes infelizmente mal utilizado? Mas de “quem” nos estamos falando? Sim, estamos falando do “e-mail”.

O e-mail surgiu em 1965 e vem sendo utilizado desde então com pouquíssimas alterações! Na década de 90 começou a ser utilizado nas empresas como ferramenta de comunicação. Me lembro quando se iniciou a “onda” de tornar as reuniões mais eficazes, lembram? E como solução para estes encontros improdutivos, uma boa parte dos gestores tinha uma solução mais “eficiente”, ou seja: “por favor em vez desta reunião, vamos nos comunicar através de e-mail!”. Ledo engano, agora o maior problema corporativo é o famigerado E-MAIL!

Recentemente, li uma reportagem muito esclarecedora sobre como criar / usar alternativas mais simples para diminuir o uso inadequado do E-MAIL. A reportagem foi publicada no website da HSM pelo Sr. Christian Barbosa). No final da reportagem, ele sugere / instiga uma mudança de paradigma!

A seguir publicamos na integra esta reportagem, aproveitem e comecem a mudar os comportamentos / atitudes! Leia mais clicando aqui »

Categorias: Comunicação Empresarial, Dica de Leitura, Momento de Reflexão, Posts de Hélio Rocha, Psicologia Organizacional

CapturarDando continuidade aos posts que publicamos sobre “empresas familiares”, hoje li um artigo muito interessante publicado no Portal HSM, pela Renata Bernhoeft (sócia da Bernhoeft Consultoria Societária e co-autora do livro Família, Família, Negócios à Parte). Dos artigos que já li sobre este assunto este posso considerar o mais claro e objetivo em termos de apresentar a realidade dos processos sucessórios em empresas familiares, mas principalmente apresentando uma solução digna de análise!

No artigo, Renata Bernhoeft mostra que o grande obstáculo de resolver os problemas sucessórios familiares é de tentar fingir que podemos resolver enxergando somente por uma dimensão, ou seja, a dimensão da gestão dos negócios, esquecendo que as dimensões da família e do patrimônio influenciam neste processo de sucessão familiar. O título do artigo é sugestivo: “Sucessão Tridimensional”.

No artigo, a autora sugere basicamente três sucessores para cada uma das dimensões a serem ajustadas. A partir desse ponto de vista, cai por terra a imagem de um sucessor único, o “escolhido”, geralmente aquele que vai assumir a gestão dos negócios. Na verdade, mais adequado é pensar em sucessores. Em outras palavras, considerando que cada um dos sistemas exige um processo de sucessão específico, os sucessores são aqueles que se legitimam na liderança de cada uma das três esferas família, patrimônio e empresa que compõem a sociedade familiar, assim como em seus diversos fóruns de decisão. Nos círculos da família e do patrimônio, o sucessor é necessariamente um dos familiares. Na empresa, pode ser um familiar ou não.

No final deste artigo, a autora salienta que a busca da legitimidade é fundamental, pois é importante que os futuros sócios participem ativamente da definição das futuras lideranças, a fim de que estas obtenham a legitimidade necessária para o exercício do poder, resumindo os primos, sobrinho e / ou filhos dos fundadores tem que demonstrar em suas atitudes que estão dispostos a substituir os fundadores.

Na sequencia, apresentamos o artigo na sua íntegra. Aos nossos clientes, desejamos que este artigo ajudem em seus planejamentos sucessórios. Ficaremos no aguardo dos seus comentários!

Sucessão Tridimensional – por Renata Bernhoeft

Mercados do mundo inteiro acompanharam com atenção os meses durante os quais se desenrolou o processo de sucessão de Jack Welch no comando da General Electric, até que o conselho de administração aprovou o nome de Jeff Immelt que assumiu a presidência da empresa em setembro de 2001. Todas as atenções se voltavam para a empresa, suas principais lideranças, suas características. Nada mais natural: nessa esfera se dariam os fatos decisivos para o futuro da organização.

Enquanto o processo sucessório em companhias como a GE acontece fundamentalmente em uma dimensão a da gestão dos negócios, a sucessão nas empresas de controle familiar se caracteriza por ser tridimensional. E esse aspecto vem sendo observado cada vez com maior atenção tanto pelos membros das famílias empresárias como pelo mercado clientes, fornecedores, instituições financeiras, concorrentes etc.

As sociedades familiares são sistemas constituídos por três subsistemas: o da família, o do patrimônio e o da empresa. Inicialmente esses sistemas se confundem na figura centralizadora do fundador. No entanto, com a inevitável pulverização do patrimônio e, consequentemente, do poder de decisão ao longo das gerações, cada uma dessas esferas se distingue mais claramente e adquire dinâmica própria de crescente relevância.

Leia mais clicando aqui »

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Empresa Familiar, Momento de Reflexão, Posts de Hélio Rocha, Psicologia Organizacional

A Auditoria é um exame cuidadoso e sistemático das atividades desenvolvidas em determinada empresa ou setor, cujo objetivo é averiguar se elas estão de acordo com as disposições planejadas e/ou estabelecidas previamente, se foram implementadas com eficácia e se estão adequadas (em conformidade) à consecução dos objetivos.

A Auditoria Ambiental tem foco nas questões ambientais e é um instrumento de gestão, que deve permitir fazer a avaliação não só nos sistemas de gestão já implementados, mas também sobre o desempenho dos equipamentos instalados em um estabelecimento de uma empresa, para fiscalizar e limitar o impacto de suas atividades sobre o Meio Ambiente e avaliar o cumprimento de legislações pertinentes à empresa, como por exemplo, o atendimento aos requisitos da Licença de Operação.

É importante ressaltar que mesmo que uma empresa possua Licença de Operação válida, isto não significa que ela esteja cumprindo todos os requisitos exigidos na sua licença, ou ainda, que ela esteja realizando somente as atividades permitidas na sua licença. Assim vemos quão grande é a importância das auditorias ambientais e que trabalhar com uma empresa auditada traz mais segurança para o empreendedor, já que por lei a responsabilidade do resíduo gerado, mesmo depois da entrega ao destinatário, continua sendo do gerador do resíduo.

CapturarMas o mais importante é começar a conscentização pela preservação do meio ambiente, por exemplo na escola, localizei dois guias para serem utilizados pelos professores e alunos, o programa chama-se “Eco-Escola“, desenvolvido pelo Ministério da Educação de Portugal. Acesse os dois guias através dos links abaixo:

Fico à disposição de vocês!

Tatiana W. Ypsilanti

Email: tatiana@essencialambiental.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

Categorias: Gestão Ambiental, Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Tatiana Wegner Ypsilanti

A revista Vida Simples de abril de 2011 traz uma notícia muito motivadora denominada “Operação Lixo Zero”, no qual uma família inglesa nos mostra como é fácil estabelecermos um compromisso para com o nosso planeta Terra. Veja abaixo a notícia na integra.

1314417-vlargeVocê já parou para pensar em quanto lixo você produz por ano? A família Strauss, da cidade inglesa de Gloucestershire, parou – e percebeu que podia diminuir drasticamente a quantidade de resíduos que colocava na lixeira. Tanto que, durante todo o ano de 2009, eles conseguiram encher apenas uma latão grande com detritos produzidos. Decidiram então, ir além: zerar a produção de lixo. Para isto, trataram de radicalizar o mote: “reduzir, reciclar e reutilizar”. O casal e a filha de 10 anos terminaram 2010 com uma mera sacola de lixo.

A mensagem deles de que é possivel reduzir a quantidade de lixo ganhou o mundo graças ao MY Zero Waste, site onde eles dão dicas e promovem debates sobre o tema. “O impacto coletivo de todos fazendo a sua parte pode levar a uma mudança significativa e transformarmos totalmente nossa relação com nossos resíduos”, diz Rachelle, a mãe.

A experiência rendeu a eles um projeto de documentário que começa a ser gravado em abril.

Para 2011, o objetivo deles é ajudar outras pessoas a reduzir os dejetos. “E adoraríamos acumular menos que uma sacolinha de lixo em 2011”, espera ela.

www.myzerowaste.com

Fico à disposição de vocês!

Daniela de Matos

Email: daniela@essencialambiental.com.br

MSN: danidematos@pop.com.br

Consultora Ambiental – www.essencialambiental.com.br

Categorias: Dica de "Website", Dica de Leitura, Gestão Ambiental, Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Daniela de Matos, Qualidade de Vida, Sustentabilidade

Dando continuidade ao post anterior no qual apresentamos o artigo do Sr. Carlos Alberto de Campos Salles, segue a segunda parte:

consultoriaPor que eu quero um Consultor? – Parte 2

Hoje é fato que todas as áreas tornaram-se enxutas e seus ocupantes multifuncionais. Por isso nem todas as expertises estão disponíveis na instituição. Quando sentimos a necessidade de buscar um consultor é preciso ter bem claro o que realmente queremos. Por outro lado, caberá ao bom consultor na primeira reunião entender, no todo ou em parte, quais são ou podem ser as necessidades da instituição. Em não havendo uma opinião formada sobre o que se deseja, é fundamental comunicar ao consultor que conta com ele para um ajudar na formulação de um pré-diagnóstico.

Contratar um consultor sem ter noção (por menor que seja) do que se deseja como produto a ser entregue é apostar que a última bala no gatilho atinja o alvo!

Outra questão é se perguntar “Precisamos realmente de um consultor? Não podemos resolver isso com recursos internos?” O desenvolvimento de um projeto por pessoal da própria instituição encurta caminhos no quesito “conhecimento do negócio”, porém, poder perder em competência técnica ou metodológica.

Leia mais clicando aqui »

Categorias: Dica de "Website", Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Hélio Rocha

dia_internacional_da_mulherMulher, no dicionário significa pessoa do sexo feminino; depois da puberdade esposa. Em pleno século 21, este conceito simples é “meio ultrapassado”.

Talvez a singularidade da mulher em si, reporte o quão é difícil contextualizar a mulher pela sua dualidade. A mulher de muitas fases e qualidades, que decide, que ama, que serve, que vibra, que supera, que sofre, que se transforma em mãe, é a mesma que não é valorizada como deveria. Que às vezes fica em segundo plano.

Acredito que há avanços, embora lento. Há uma simbiose mútua entre as mulheres e homens nas trocas de vantagens entre si, a tal ponto de que surge a figura da mulher-mãe. Que sem dúvida é a experiência mais “completa” do conceito de mulher. Mulher que se entrega e não se cansa nas múltiplas fases e tarefas que lhes cabe.

Encontra tempo para fazer além do que poderia ter feito. Assim como há um tempo para cada coisa, há uma fase para cada período na vida da mulher. A mulher vive de fases, que vez ou outra, é pega pela raiva e depois passa.

A mulher soube se incorporar no mundo dos homens e, como eles mesmo dizem, impossível entender e compreender as mulheres.

Acredito que pela mobilidade e facilidade que a mulher tem se mudar, se reciclar e assimilar os desafios tornando-a mais parecida com o “jeito” masculino de ser. Há uma fase em que a mulher é tão segura de si, que pode pactuar o mundo eminentemente masculino, com ares de ternura e graça, (que lhes é peculiar) e que os homens pela sua natureza, ainda resistem em não ser.

Parabéns mulheres!

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Categorias: Dica de Leitura, Gestão Feminina, Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Maria de Lurdes Fontana

Neste ano, 2011, irei completar 16 anos, não de vida, mas 16 anos exercendo a profissão de consultor.

Iniciei esta jornada em uma década no Brasil onde não se sabia de forma correta qual seria o verdadeiro papel de um profissional com competência / experiência sem vinculo empregatício, ou seja, CLT. Naquela época se iniciou uma reflexão, no qual ainda esta viva nos dias de hoje: Ser ou Estar Consultor tem diferença?

Não é raro, em nossas visitas de apresentação dos nossos serviços em empresas interessadas em nossos serviços, “ler” na visionomia do nosso contato, um sinal de dúvida / interrogação sobre o que realmente a empresa esta realmente querendo com os nossos serviços de consultoria. Nesta situação, torna-se mais difícil conseguir “extrair” desta conversa as informações mínimas necessárias para elaborarmos uma proposta coerente!

Na semana passada, li um artigo, de autoria do renomado consultor, o Sr Carlos Alberto de Campos Salles, no qual apresenta de forma clara e com bastante experiência no assunto, o título do artigo é muito sugestivo: “Por que eu quero um consultor?”.

Entrei em contato com o autor deste artigo e solicitei a sua permissão para republicá-lo em nosso WeBlog, a resposta foi positiva, logo estou convidando a todos os consultores e empresários a lerem este artigo, a fim de facilitar o seu entendimento, iremos publica-lo em 2 partes, segue a 1ª parte:

Por que eu quero um Consultor? – Parte 1

brandingA prática de consultoria tem na experiência vivida e no conhecimento adquirido os requisitos essenciais para o atendimento eficaz das empresas clientes. Além da necessidade de uma boa dose de cultura geral, os conhecimentos específicos devem ser mantidos de forma atual e organizada e dirigidos para a área de especialização do consultor. Afinal o consultor é um especialista em um determinado assunto e seu produto é a venda de conhecimentos adquiridos.

Tempos atrás, a atividade de consultoria não passava nem perto das gerações formadas entre os anos 60 e 90. Essencialmente, foram gerações preparadas para atuar em instituições, sejam elas privadas ou públicas. Empreendedorismo não fazia parte de nenhuma grade escolar e consultoria é empreendedorismo. Mesmo porque, nessa época, consultoria era caro e praticamente só as grandes instituições as contratavam.

Leia mais clicando aqui »

Categorias: Dica de "Website", Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Hélio Rocha

« Posts anteriores                   Posts recentes »