Apresentação1

Localizei em minhas pesquisas na rede um artigo muito bem elaborado sobre a Melhoria Contínua no qual seu autor, o Sr. Emerson Macedo, descreve com maestria que somente teremos sucesso em projetos de melhoria contínua em organizações nos quais atuamos como gestores e consultores, se começarmos com um “projeto pessoal / profissional”, ou seja, sendo exemplos de Kaizen e Hansei!

Segue  a seguir o seu texto na integra!

Nos últimos tempos tenho me interessado bastante sobre alguns pontos que considero fundamentais em agilidade e sustentabilidade de um projeto e/ou de uma empresa. Um desses pontos, acredito que seja a melhoria contínua (e.g. kaizenhansei). Muitas empresas tem buscado isso de diversas formas (muito interessantes por sinal), mas eu acredito fortemente que a melhoria contínua começa em nós, profissionais da área em questão. Sem que nós estejamos comprometidos em melhorar continuamente como profissionais e como pessoas,  melhoria contínua (e.g. kaizenhansei) pode acabar se tornando uma espécie de utopia, pois se as pessoas não melhoram, não tem como a empresa melhorar.

Sobre a melhoria contínua, vou focar aqui nos aspectos (1) errar e (2) compromisso com a mudança.

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Nenhum comentário 3/12/2010 | Por: Gislaine A. Barbosa
Gerações X, Y e Z! (Por Wagner Campos)

noticia_45Continuando nossa série de artigos sobre o conflito, ou não, de gerações X e Y, segue um texto recente do Wagner Campos.

Neste texto, o autor apresenta de forma clara, a necessidade de desenvolver um clima de cooperação organizacional, ou seja, envolver as gerações X, Y e Z de forma que uma esteja preparada para respeitar as diferenças existentes e aprender uma com a outra, pois há muito conhecimento que pode ser trocado entre as duas gerações, cada um à sua realidade.

Mas como assim geração Z, não bastasse a X e Y, agora descobriram a “tal” de Z!

Clique neste link e acesse o conteúdo completo deste artigo!

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Sem títuloProjeto Inédito da Prefeitura Municipal de Porto Alegre / RS, através do Gabinete de Inovação e Tecnologia (Inovapoa) e DMLU prevê o gerenciamento correto de resíduos tecnológicos.

Com a missão de articular a execução de políticas públicas de fomento à inovação e ao desenvolvimento tecnológico no município de Porto Alegre / RS, a Inovapoa e o DMLU promovem no dia 4 de dezembro de 2010, a I Feira de Descarte de Equipamentos de Informática. No dia do evento, os porto-alegrenses poderão levar seus computadores e periféricos antigos para descarte na Usina do Gasômetro, das 09h às 18h. O evento tem patrocínio da empresa Leroy Merlin.

A iniciativa propõe alternativas para uma vida sustentável, onde pequenos gestos podem se transformar em revolucionárias mudanças e mais qualidade de vida para nossa sociedade. Conciliando o desenvolvimento econômico e o avanço tecnológico com a preservação ambiental, a feira será palco de uma campanha inédita que pretende movimentar milhares de gaúchos. Leia mais clicando aqui »

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fluxogramaprocrastinacaoDando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual comentamos sobre o péssimo hábito de deixaram para depois alguma tarefa (procrastinação), localizamos na rede uma proposta de controle da procrastinação através de um fluxograma (clique na figura ao lado). A primeira análise do conteúdo deste fluxograma faz com queiramos rir, mas depois avaliamos o quanto estes passos a passos com estas decisões parecem com a nossa realidade.

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amanha_0Quantas vezes escutamos de nós mesmos ou de colegas, fornecedores e inclusive amigos, diante de uma solicitação, a seguinte resposta: “amanha eu faço”. Pois bem, esta semana que recebi um artigo muito bem elaborado sobre este assunto no qual os autores são os Psicólogos Pedro H. G. Lima e Luís C. Fernandes da empresa Núcleo Psicologia.

Segue abaixo o conteúdo na íntegra:

Adiar a realização de uma tarefa é algo comum na vida das pessoas, para exemplificar esta questão basta responder a uma pergunta simples: quem nunca adiou o preenchimento da declaração de imposto de renda?

Embora pareça um traço da nossa cultura, deixar para amanhã não é uma exclusividade dos brasileiros, mas sim uma característica do ser humano que pode ser potencializada ou atenuada por fatores culturais e/ou educacionais.

Poucas pessoas podem dizer que nunca deixaram para depois alguma tarefa particularmente onerosa, seja física ou psíquica, mesmo tendo tempo de sobra para realizá-la.

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Nenhum comentário 21/11/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Atitude e Motivo. (Por Maria de Lurdes Fontana)

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Grande parte da conduta humana, sobretudo a conduta social, seria inexplicável sem o conceito de “atitude”, que de modo geral tem recebido diversas interpretações.

Além dos processos motivacionais, é possível encontrar na atitude, componentes cognitivos e afetivos. De fato, tem-se percebido a interconexão entre as variáveis de caráter emotivo da personalidade, isto é, a relação entre os traços do temperamento e as atitudes.

Por outro lado, cabe definir as atitudes como algo mais distante das “tendências” e mais próximo das “convicções”, que guiam a ação mediante o reforço da orientação para um determinado objetivo. Nessa perspectiva, uma atitude é menos específica que um motivo, uma vez que não se refere a uma tendência realmente existente, mas somente à probabilidade de que ela possa ocorrer em determinadas circunstâncias.

Outra diferença entre motivo e atitude é no caráter relativamente variável entre um e outro e dependendo da persistência há uma disposição geral do indivíduo de enfrentar os fatos de determinada maneira. Na linguagem geral, o termo tende, porém, a ser particularizado: fala-se, assim, de uma atitude agressiva perante certas situações por parte de uma pessoa, o que não implica que ela possua, habitualmente, uma personalidade agressiva. Porém nem sempre de fato é dado como verdade absoluta, pois pode ser o reflexo e uma reação decorrente da uma ação.

Por fim, afirma-se que as pessoas tendem a ter certas atitudes dependendo do seu temperamento.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

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pha0275lContinuando o post anterior (clique aqui), no qual perguntamos se você, que tem papel de liderança na organização, “seria ou não um chefe tóxico?”, esta semana localizei na internet, através do meu twitter, um artigo com seguinte título: “Eu gostaria que os outros fossem como EU!”.

Neste artigo o Sr. Gerson Rodrigues, especialista em gestão de pessoas, fala sobre o impacto do Ego nas organizações!

Segue abaixo o referido artigo na íntegra:

Você considera possível que a mesma pessoa que ergueu um império corporativo a partir do seu próprio trabalho e visão empresarial possa destruí-lo em um terço do tempo que levou para construí-lo?

É pertinente a ideia de que um gestor altamente competente possa criar um ambiente de trabalho de alta perversidade e competição insana?

Dá para entender o fato de que um profissional talentoso que possui todos os atributos para alavancar sua carreira não consiga avançar no rumo da realização de seus sonhos e projetos profissionais?

Será que estas e outras experiências insólitas encontram um culpado comum para tais resultados? A resposta é SIM! Há um culpado. O nome dele: EGO.

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img_news_matematica1Dando continuidade ao post anterior no qual apresentamos o artigo do Eduardo Guaragna, no qual a nossa amiga Catiucia registrou seu comentário sobre a importância da Educação na busca da Qualidade, hoje, recebi um e-mail convidando a ler um artigo da Maria Odete Olsen cujo título é “A Evolução do Ensino”. A autora possui um blog denominado “Educação e Cidadania News”.

Pois bem, o conteudo deste artigo da Maria Odete possui um link precioso com os comentários da nossa amiga Catiucia, logo convido a todos para a leitura deste artigo, clicando aqui.

Boa reflexão!

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untitledAs novas tendências tecnológicas surgem ao mesmo tempo em que faltam pessoas qualificadas para exercer as mais variadas atividades de trabalho.

Enquanto que as empresas da região buscam profissionais para atender demandas operacionais. Nota-se que as carências são de natureza técnica.

Os quarentões de plantão estão notando que houve um hiato entre o ensino fundamental e o médio.

Acredito que ao concluir o ensino médio, poderia se ter cursos de qualificação e/ou aptidão ao trabalho com foco e especifico, com o objetivo de oportunizar o aluno a ter maior clareza, na escolha de sua profissão.

Percebe-se que os adolescentes iniciam muito cedo a vida acadêmica, trazendo frustração quando não tem certeza de que aquele curso é o que verdadeiramente gostaria fazer. Faculdade já não é mais um diferencial.

Hoje os diferenciais estão na junção de dois fatores: prática e aprendizado baseado naquilo que se faz.

Aprender fazendo, iniciando com trabalhos voluntários, estágios e encontrar sentido no que é feito. Buscar saber e entender porque está fazendo, qual a finalidade daquilo que faz e voltar-se a aprender todos os dias.

Há muitas fantasias de que algumas profissões são mais importantes devido ao status.

Eu diria que o perfil da pessoa que exerce com prazer o seu trabalho, vai alinhando o individuo até que faz parecer que “nasceu para fazer aquilo”. Eu conheço pessoas que tem a “cara” do seu trabalho. E lhes garanto que são felizes, e provavelmente estes trabalham para aprender e até ganham dinheiro.

Até o próximo sábado!

Maria de Lourdes Fontanadudyfonttana@brturbo.com.br

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wqdlogoHoje é um dia especial, pois é o Dia Mundial da Qualidade! Nossa amiga, a Catiucia Zafalon, Coordenadora Comercial do BSI Brasil Sistemas de Gestão nos encaminhou um excelente artigo, elaborado pelo Sr. Eduardo Guaragna (clique aqui e conheça um pouco melhor este profissional), no qual ele com a sua habitual maestria nos brinda este dia com um excelente artigo sobre este tema. Já no inicio deste artigo, o Guaragna já faz uma provocação:

  • Tem sentido ainda hoje um dia especial para a qualidade?
  • Estaria a palavra qualidade desgastada?
  • Temos o mesmo entendimento do que vem a ser qualidade? Gestão da qualidade ou qualidade da gestão?

Clique aqui e acesse na integra este artigo, aproveite para refletir sobre este assunto!

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