Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual comentamos o artigo cujo título é: “Por que os funcionários se demitem?”, esta semana localizei na internet, mais precisamente no website da revista Você S/A, uma reportagem que complementa o assunto, o título é muito sugestivo: “Como lidar com chefes tóxicos”.

ceu-ou-inferno

A reportagem trata sobre os chefes tóxicos e por que as empresas ainda toleram esses gestores (antiéticos e incompetentes). A verdade é que muitas vezes a empresa tolera um mau gestor simplesmente porque a empresa em si, sua cultura corporativa, é horrível. Essa organização está interessada apenas nos resultados financeiros – e isso já é meio caminho para dizer que a empresa é muito ruim, pois ela sequer considera a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Quando isso acontece, o bom gestor é naturalmente “expelido” e ficam somente os chefes tóxicos. Aí a melhor alternativa para o funcionário incomodado é mesmo buscar outro emprego numa empresa que fomente boas práticas de gestão de pessoas entre seus líderes.

Clique aqui e leia a reportagem na integra!

E você é um chefe tóxico? Ou possui um chefe tóxico?

Aguardaremos os seus comentários!

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Recentemente recebi por e-mail um “convite” da revista Liderança para fazer um diagnóstico da minha competência de liderança. Achei a abordagem deste “convite” bem prática e resolvi repassar para vocês o texto:

CapturarVocê já passou por algumas destas situações em seu trabalho?

(  ) Brigas entre membros de sua equipe.

(  ) Fofocas.

(  ) Dificuldades para terminar projetos.

(  ) Disputas internas por poder.

(  ) Investiu dinheiro em sua equipe e não obteve resultados.

(  ) Demissões frequentes.

(  ) Apatia generalizada, comunicação baixa ou inexistente.

(  ) Falta de foco para a equipe.

Se marcou uma ou mais opções, você sofre de gerentite, uma doença que ataca seus lucros, suga sua paciência, devora seu tempo e, a longo prazo, pode acabar com sua carreira.

Mas um ambiente de trabalho não deve nem precisa ser assim. Ele pode ser um lugar onde as pessoas se esforçam para construir e desenvolver algo, para fazer o que é melhor para a empresa e clientes

Ter uma equipe assim não é questão de sorte. É questão de liderança!

Para tornar seu trabalho melhor, ajudá-lo a colocar sua equipe nos eixos e melhorar o ambiente de sua empresa, vamos conhecer as verdadeiras competências de um líder, através do comparativo entre o Líder e o Chefe:

O líder

O chefe

De manhã cedo já está pronto para o que der e vier. De manhã cedo já está cansado.
Planeja seu dia. Apenas reage aos acontecimentos.
Tem planos e metas muito claros. Tem desculpas prontas.
Tenta descobrir por que determinada ação ou procedimento não está funcionando. Culpa os outros quando alguma coisa não está funcionando.
Está sempre pronto para tomar decisões ou resolver problemas. Diz: “E o que você quer que eu faça?”.
Assina e lê boletins e revistas que o ajudem em sua carreira profissional. Acha que boletins e revistas profissionais são perda de tempo e dinheiro.
Procura ganhar, no dia a dia, o respeito dos outros. Reclama por não ser respeitado.
Faz o que é melhor. Faz o que os outros fazem.
Cuida de sua carreira. Tem medo de perder o emprego.
Investe seu dinheiro em crescimento profissional e pessoal para aprimorar seu desenvolvimento na empresa. Acha um absurdo gastar o que ganha em “coisas de trabalho”.

Ser um líder eficaz é uma das maneiras mais seguras de aumentar a lucratividade e diminuir as dores de cabeça no trabalho. Sem uma pessoa com essas características, sem um líder, não há equipe, unidade ou direção em uma empresa.

Fico à disposição de vocês!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

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Você que utiliza a internet nas suas tarefas diárias, em casa e no trabalho, se considera um dependente online da rede?

Recentemente, li uma reportagem muito bem elaborada no jornal Zero Hora (clique aqui) sobre este assunto, o título é bastante sugestivo: “Sempre Ligado – Como lidar com a dependência online”.  Na reportagem o repórter relata que a crescente influência das redes sociais e demais ferramentas relacionadas à internet esta aumentando, no mundo real, uma quantidade de pessoas sobrecarregadas pela tecnologia moderna. Sendo que a insistência em se manter conectado e fazer múltiplas tarefas ao mesmo tempo, provoca desgaste físico e mental, resultando em um quadro similar ao de um transtorno de hiperatividade.

Ao longo do texto, apresenta exemplos recentes de duas pessoas conhecidas na mídia que ao perceberem esta dependência tomaram atitudes consideradas drásticas, ou seja, se “desconectaram da rede”, neste caso específico do twiter, o migroblog.

A dependência online, geralmente atinge pessoas com alguma predisposição psicológica para trabalhar demais, manterem-se informadas ou em contato com outros usuários todo o tempo. Os efeitos adversos podem surgir na forma de insônia, sonolência diurna, cansaço ou ansiedade.

Qualidade de vidaAo lado, apresentamos de forma resumida, o que nós, dependentes online podemos fazer para lidar com a sobrecarga de atividades proporcionadas pela internet, de tal forma a usufruir dessa tecnologia sem prejuízo de algumas áreas importantes do cotidiano, ou seja:

  • Relações Sociais;
  • Trabalho;
  • Saúde Física, e;
  • Saúde Mental.

 

 

 

No texto desta reportagem, também existe um convite para “testarmos” o nosso nível de dependência online, clique neste link e faça a sua auto-avaliação.

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CapturarTambém na mesma página desta reportagem, o repórter Eduardo Lorea faz um comentário sobre este assunto polêmico, apresentando uma “solução” para nós dependentes online, ou seja, se conectar em páginas da internet que possuem as “últimas notícias”, como um dos exemplos o blog Update or die (“atualizar ou morrer”, em tradução livre).

 

 

 

 

Não poderia deixar de comentar que já publicamos diversos artigos sobre este assunto pela nossa colaboradora, a Psicóloga Patricia Prigol. Acesse através dos links abaixo os três artigos:

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elogioCulturalmente a nossa região da serra gaúcha não tem o hábito de elogiar as pessoas quando estas fazem por merecê-lo. E muito daquilo que não se pratica, cai no descrédito, e com o passar do tempo as pessoas passam a desacreditar das suas capacidades.

E o que é mais grave, quando é elogiado, é interpretado com ironia!

Do ponto de vista humano, a motivação é fundamental para dar conta das demandas e conflitos do dia-a-dia.

No campo do trabalho, é tão raro vermos as lideranças darem feedback e elogios aos membros da sua equipe.

Quem tem ou teve a oportunidade de exercitar o elogio, dado com o tonante de verdade a aquilo que as pessoas fazem, ou dar a importância da atividade que exerce, se observa melhorias.

Lidar com pessoas é muito difícil, porque nós somos difíceis. Reconhecer que o outro é importante para nosso crescimento, no mundo do trabalho é mérito de maturidade de todo líder, seja ele ou ela quem for.

Ainda, somos um povo que trabalha tanto! E daí vem à pergunta? Para quê? Eis um ponto de reflexão, já que temos um dia em homenagem ao Trabalho.

Se pudéssemos dar-nos conta de que as pessoas que trabalham conosco, também têm objetivos e metas, têm sonhos a realizar. Eu reconheço que sem meus colegas de trabalho, nada acontece. O ambiente muda e transforma as pessoas.

Os desafios fazem crescer e perceber que podemos mudar sempre que é preciso. Não há quem não goste de elogios, e não faltam pessoas que reconhecem o quanto mudaram depois que o receberam.

Feliz Dia do Trabalho! Faça por merecê-lo. Dê um elogio!

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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sindromeSegundo pesquisa realizada pela International Stress Management Association no Brasil (Isma-BR), associação internacional que estuda métodos de prevenir e tratar o estresse, cerca de 35% dos trabalhadores evidenciam dificuldades de adaptação ao trabalho quando regressam de suas férias.

É esperado que nos primeiros dez dias, após o período das férias, algum desconforto ou algum grau de dificuldade de adaptação à rotina se mostre. Para Madalena Lobo, psicóloga clínica especializada em perturbações de ansiedade, esta síndrome, é, no fundo, uma “versão mais alargada da sensação que as pessoas sentem Domingo à noite, de ter que voltar ao trabalho”.

Nesse período, algumas ações específicas podem auxiliar o relógio biológico a voltar a funcionar de acordo com a programação. Depois do período de adaptação, se o desconforto persistir, é indicado procurar um especialista.

Os sintomas que caracterizam a síndrome pós-férias são: irritação, agressividade, ansiedade, tristeza, desmotivação, cansaço, insônia e falta de concentração. Algumas pesquisas revelam que as pessoas com menos de 40 anos são mais suscetíveis à síndrome.

Para evitar maiores desconfortos é importante planejar a volta das férias. Portanto, a volta das férias deve ser gradativa para que a pessoa possa adaptar-se à nova rotina. É bom lembrar que o organismo, quando entra em férias, tende a obedecer ao máximo o seu próprio ritmo. E todos nós temos um ritmo peculiar. Em férias, o relógio biológico reorganiza suas funções de sono e de secreção de hormônios, entre outras, daí a melhora no bem-estar. Ao voltar para o trabalho, ou para a rotina, o corpo sente a mudança e responde acentuando diversos tipos de mal-estar, caracterizando um quadro de estresse.

Do ponto de vista da Psicologia, as férias sevem também como um período de reorganização da vida da pessoa. Algumas expectativas podem ser levantadas nesse momento. No entanto, nem todas as pessoas conseguem, de fato, colocar em prática o que se propuseram no período de férias, o que pode trazer frustração e ansiedade ao mínimo contato com a realidade.

Assim, o impacto da volta das férias pode ser positivo ou negativo. Depende muito do modo como cada pessoa encara a sua realidade. Se a pessoa está satisfeita com o seu trabalho, se encontra realização e gratificação no que faz, provavelmente não sofrerá tanto no período de adaptação à rotina. Seu desconforto poderá, então, recair sobre outras áreas que – com o trabalho – serão restringidas. É provável que o tempo com os amigos seja reduzido ao retornar das férias, assim como o prazer que a pessoa experimentou nas suas relações sociais. Prá isso algum ajuste será necessário. Ao retornar das férias, aumentar os encontros com os amigos e momentos em família pode ser ou representar uma boa saída nos primeiros dias de trabalho, até acostumar-se com o ritmo normal. Além disso, a partilha das aventuras com os amigos é um “ritual de transição” que ajuda a atenuar a síndrome pós-férias. Quando se regressa, não se aterrissa imediatamente na realidade.

Para sofrer menos na volta das férias:

  • Procure não retornar das férias às vésperas do trabalho ou das aulas.
  • Tente adaptar seu organismo ao novo padrão, tentando, por exemplo, dormir uma hora mais cedo.
  • Mudar os hábitos de alimentação e integrar uma atividade física regular pode ajudar muito a combater os sintomas da síndrome.
  • Evitar longas jornadas de trabalho.
  • Se sentir falta de apetite no horário tradicional das refeições, faça um lanche mais leve, mas não deixe de se alimentar.
  • Tente encontrar novas motivações no seu trabalho e em outras áreas de sua vida.
  • Mesmo que tenha poucas horas de lazer, aproveite bem. Leia vá ao cinema, pedale ou saia com os amigos.

O tratamento para a síndrome pós-férias: quando a pessoa não consegue, por conta própria, a adaptação necessária, muitas vezes é imprescindível procurar ajuda médica. O tratamento pode ser administrado com o uso de antidepressivos e ansiolíticos. Se precisar, procure ajuda médica e psicológica. A sua saúde agradece e o bom convívio com os colegas, a família e os amigos também!

Patrícia Luiza Prigol

Psicóloga Clínica

CRP 07/08744

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