mudarempregoDesinteresse pelo trabalho é um sintoma clássico!

Confira abaixo 10 sinais de que é hora de mudar de emprego ou até mesmo seguir outra carreira:

1. Você acorda toda manhã pensando: “Droga, tenho que ir trabalhar de novo”

Se você começa o dia com esse pensamento, leia o trecho abaixo:

“Find something that you love. Something that gets you so excited you can’t wait to get out of bed in the morning”.

“Encontre algo que você ame. Algo que o motive e que faça com que fique ansioso para sair logo da cama pela manhã”.

Chris Gardner

2. Você se irrita com facilidade no dia a dia

Todos nós já tivemos aquele momento de estresse em que perdemos a paciência. Porém, se isso é rotineiro e está influenciando até sua vida pessoal, é importante refletir se realmente está no lugar certo.

Leia mais clicando aqui »

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 4-Gestão de Pessoas, Nossas Alianças Estratégicas, Planejamento Pessoal / Profissional, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Psicologia Organizacional, Qualidade de Vida, Retendo Talentos

139-saude-004-630x270

O Hospital do Coração (HCor), em São Paulo, realizou em 2009 um levantamento com executivos que passaram pelo check-up da instituição. Em um resultado parcial, já foi identificado que 75% dos entrevistados sentem ansiedade e 51%, irritabilidade, dois sintomas associados ao estresse. Um profissional que se desgasta emocionalmente com frequência corre o risco de desenvolver a síndrome de burnout, uma situação extrema de estresse. Isso tende a desencadear doenças como transtorno de ansiedade ou de humor, que incluem a depressão e a bipolaridade, diz o psiquiatra Carlos Henrique Rodrigues, pesquisador e supervisor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo. O estresse emocional também prejudica o corpo, aumentando o risco de doenças cardíacas e gastrintestinais. Por isso, é importante manter a mente sã.

Válvulas de escape:

Carol Kauffmann, consultora de imagem, de 35 anos, conta: No ano passado, senti na pele o que é uma crise de pânico. Agora, além de tomar medicamento leve, controlo os fatores que podem gerar uma recaída. Para afastar a ansiedade, eliminei a cafeína e evito ficar muito tempo sem comer. Faço esporte porque a liberação de endorfina reduz o estresse. Faço massagem uma vez por semana. Quando não estou num dia bom, diminuo o ritmo de trabalho e do treino. Tento escutar meu corpo.

139-saude-004_002-400x270Sinal Verde – Dicas para buscar harmonia:

Ande mais devagar (literalmente). Nos fins de semana, caminhe com tranquilidade e permita-se reparar em outros elementos a sua volta, seja uma paisagem, seja uma pessoa diferente.

Sempre que possível, evite levar trabalho para casa. Às vezes, no piloto automático, você faz tarefas em casa que poderiam ser feitas na manhã seguinte, no escritório. Leia mais clicando aqui »

Categorias: Dica de Leitura, Momento de Reflexão, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Psicologia Organizacional, Qualidade de Vida
Nenhum comentário 24/02/2012 | Por: Gislaine A. Barbosa
Os 10 mandamentos de um bom profissional!

10 Mandamentos da QualidadeNeste “mundo corporativo”, às vezes, diante de tantas regras a serem seguidas para uma boa convivência, esquecemos-nos do básico. Diante disto, gostaríamos de lembrar, através de uma mensagem que esta há um bom tempo “girando” na internet.

Clique aqui e reflita sobre a mensagem.

Um bom final de semana à todos!

Gislaine Argelim Barbosa

Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

Categorias: 3-Gestão pela Qualidade, 4-Gestão de Pessoas, Coaching, Dica de Leitura, Formação de Líderes, Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Psicologia Organizacional, Qualidade de Vida

126437542851PC0pÉ triste ver o propulsor de uma empresa familiar com a visão da imortalidade. Não querem fazer processo sucessório, não querem se aposentar, não tiram férias, não tem lazer, seu corpo, coração e alma estão dentro da empresa.

Ela é o ar que ele respira e também sua vida.

Geralmente não delegam… pois têm a certeza que ninguém fará melhor que eles, também por isso não existe vida fora da empresa.

Quando perguntamos por que ele se “escraviza” dentro de sua empresa, a resposta é nós sabemos décor: “faço todo este sacrifício pela minha família, não é para mim e sim para eles”.

A resposta é sempre a mesma, mas também sabemos que a empresa na realidade é sua vida, sua alma… e também quando sua vida terminar, a empresa com certeza terminará com ele.

Leia mais clicando aqui »

Categorias: 1-Gestão Estratégica, 4-Gestão de Pessoas, Coaching, Empresa Familiar, Formação de Líderes, Gestão de Carreira, Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Sandra Regina Inácio, Psicologia Organizacional

desafio1Valores e Atitudes são dois fatores que fazem parte do nosso dia-a-dia. São oso nossos valores que condicionam as nossas atitudes que diariamente demonstramos em nossas ações, fruto das escolhas que fazemos. Basicamente, valores e atitudes refletem aquilo que somos!
Partindo deste princípio, podemos então estabelecer que as nossas atitudes expressam os nossos valores! Isto, seguindo o principio da coerência.
•    Valores
Chamamos valores às nossas convicções, às nossas crenças, aquilo em que acreditamos. São as crenças que norteiam o nosso desempenho, aquilo que fazemos e a forma como fazemos.
•    Atitudes
As atitudes são as ações. É tudo aquilo que exteriorizamos através do que fazemos.
Todos nós estabelecemos a nossa forma de trabalho por valores que orientam e moldam a nossa visão  e, por princípio, deverão refletir em nossas atitudes, mas nem sempre é assim! Acontece por vezes (ou por várias vezes), VALORES e ATITUDES não se encontrarem! Percebemos isso quando temos a impressão que o que estamos realizando, ou como estamos fazendo, nos deixa inseguros, desconfortáveis ou pouco à vontade quando observados por outros, ou quando nos vemos na contingência de explicar as nossas opções.
O problema surge quando percebemos que esse valor, ao contrário do que seria desejável, não possui força suficiente para se traduzir em atitudes, nas nossas ações. No nosso trabalho esta incoerência traduz-se nas nossas opções, estratégias, atividades que propomos, na priorização dos nossos objetivos ou orientação que damos ao rumo que estabelecemos. Nesse caso, os nossos valores não se conectam nas nossas atitudes. Preste atenção! Pergunte-se e reflicta:
No seu dia-a-dia, valores e atitudes estão em sintonia?
Feliz 2012!
Fico à disposição de vocês!
Gislaine Argelim Barbosa
Email: gislaine@simplessolucoes.com.br

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Gestão por Competências, Momento de Reflexão, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Psicologia Organizacional, Voluntariado

Você sabe quando surgiu o sistema de comunicação via internet mais famoso e na maioria das vezes infelizmente mal utilizado? Mas de “quem” nos estamos falando? Sim, estamos falando do “e-mail”.

O e-mail surgiu em 1965 e vem sendo utilizado desde então com pouquíssimas alterações! Na década de 90 começou a ser utilizado nas empresas como ferramenta de comunicação. Me lembro quando se iniciou a “onda” de tornar as reuniões mais eficazes, lembram? E como solução para estes encontros improdutivos, uma boa parte dos gestores tinha uma solução mais “eficiente”, ou seja: “por favor em vez desta reunião, vamos nos comunicar através de e-mail!”. Ledo engano, agora o maior problema corporativo é o famigerado E-MAIL!

Recentemente, li uma reportagem muito esclarecedora sobre como criar / usar alternativas mais simples para diminuir o uso inadequado do E-MAIL. A reportagem foi publicada no website da HSM pelo Sr. Christian Barbosa). No final da reportagem, ele sugere / instiga uma mudança de paradigma!

A seguir publicamos na integra esta reportagem, aproveitem e comecem a mudar os comportamentos / atitudes! Leia mais clicando aqui »

Categorias: Comunicação Empresarial, Dica de Leitura, Momento de Reflexão, Posts de Hélio Rocha, Psicologia Organizacional

estimaMuitas pessoas queixam-se de dificuldades para resolver conflitos pessoais devido à baixa estima e o sentimento de inferioridade.

O mais comum é as pessoas se sentirem inferiores aos colegas de trabalho, aos irmãos, aos vizinhos, etc. É óbvio que o sentimento de inferioridade vem acompanhado quando há comparação naquilo que buscamos e acreditamos. Perpassa a idéia de que o outro é feliz. O outro consegue. O outro pode. As pessoas querem se igualar aos outros, geralmente “pensando” que é o modelo de ser.

A igualdade não existe porque pessoas não são todas iguais. A diversidade, a heterogeneidade dos seres humanos é que traz a evolução e não dá espaço para que  o outro seja inferior. É diferente, mas não inferior.

Outro fator que pode causar o aumento do sentimento de inferioridade é o medo. Talvez por experiências já vividas, ou por situações que não aconteceram ainda. O passado não se muda, o futuro ainda não veio. E o presente? Este pode ser enfrentado com espírito altivo de que daqui por diante os pensamentos e ações estão voltados à melhoria das emoções.

Perceber onde estão os pensamentos que deprimem as ações como a inveja, o ciúme, o orgulho. Geralmente a “cura” destes sentimentos que atrapalham nossa vida vem através da valorização, da descoberta de si mesmo, do potencial que você não consegue ver, mas os outros veem.

Então, buscar aconselhamentos, equilíbrio e espiritualidade são, sem dúvida, um passo de grandeza e superioridade.

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

Categorias: Dica de Leitura, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Maria de Lurdes Fontana, Psicologia Organizacional, Qualidade de Vida

CapturarDando continuidade aos posts que publicamos sobre “empresas familiares”, hoje li um artigo muito interessante publicado no Portal HSM, pela Renata Bernhoeft (sócia da Bernhoeft Consultoria Societária e co-autora do livro Família, Família, Negócios à Parte). Dos artigos que já li sobre este assunto este posso considerar o mais claro e objetivo em termos de apresentar a realidade dos processos sucessórios em empresas familiares, mas principalmente apresentando uma solução digna de análise!

No artigo, Renata Bernhoeft mostra que o grande obstáculo de resolver os problemas sucessórios familiares é de tentar fingir que podemos resolver enxergando somente por uma dimensão, ou seja, a dimensão da gestão dos negócios, esquecendo que as dimensões da família e do patrimônio influenciam neste processo de sucessão familiar. O título do artigo é sugestivo: “Sucessão Tridimensional”.

No artigo, a autora sugere basicamente três sucessores para cada uma das dimensões a serem ajustadas. A partir desse ponto de vista, cai por terra a imagem de um sucessor único, o “escolhido”, geralmente aquele que vai assumir a gestão dos negócios. Na verdade, mais adequado é pensar em sucessores. Em outras palavras, considerando que cada um dos sistemas exige um processo de sucessão específico, os sucessores são aqueles que se legitimam na liderança de cada uma das três esferas família, patrimônio e empresa que compõem a sociedade familiar, assim como em seus diversos fóruns de decisão. Nos círculos da família e do patrimônio, o sucessor é necessariamente um dos familiares. Na empresa, pode ser um familiar ou não.

No final deste artigo, a autora salienta que a busca da legitimidade é fundamental, pois é importante que os futuros sócios participem ativamente da definição das futuras lideranças, a fim de que estas obtenham a legitimidade necessária para o exercício do poder, resumindo os primos, sobrinho e / ou filhos dos fundadores tem que demonstrar em suas atitudes que estão dispostos a substituir os fundadores.

Na sequencia, apresentamos o artigo na sua íntegra. Aos nossos clientes, desejamos que este artigo ajudem em seus planejamentos sucessórios. Ficaremos no aguardo dos seus comentários!

Sucessão Tridimensional – por Renata Bernhoeft

Mercados do mundo inteiro acompanharam com atenção os meses durante os quais se desenrolou o processo de sucessão de Jack Welch no comando da General Electric, até que o conselho de administração aprovou o nome de Jeff Immelt que assumiu a presidência da empresa em setembro de 2001. Todas as atenções se voltavam para a empresa, suas principais lideranças, suas características. Nada mais natural: nessa esfera se dariam os fatos decisivos para o futuro da organização.

Enquanto o processo sucessório em companhias como a GE acontece fundamentalmente em uma dimensão a da gestão dos negócios, a sucessão nas empresas de controle familiar se caracteriza por ser tridimensional. E esse aspecto vem sendo observado cada vez com maior atenção tanto pelos membros das famílias empresárias como pelo mercado clientes, fornecedores, instituições financeiras, concorrentes etc.

As sociedades familiares são sistemas constituídos por três subsistemas: o da família, o do patrimônio e o da empresa. Inicialmente esses sistemas se confundem na figura centralizadora do fundador. No entanto, com a inevitável pulverização do patrimônio e, consequentemente, do poder de decisão ao longo das gerações, cada uma dessas esferas se distingue mais claramente e adquire dinâmica própria de crescente relevância.

Leia mais clicando aqui »

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Empresa Familiar, Momento de Reflexão, Posts de Hélio Rocha, Psicologia Organizacional
Nenhum comentário 3/02/2011 | Por: Gislaine A. Barbosa
Teste de personalidade – Você já fez?

Recebemos recentemente um e-mail do Sr. Jefferson Ricardo, da Rh Medical (www.rhmedical.com.br), convidando-nos a realizar um teste de personalidade. A seguir a cópia do seu e-mail.

testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-suaOlá pessoal!

Talvez muitos de vocês já tenham realizado um teste de personalidade, e outros não.

Realmente é possível descobrirmos diversas características sobre como somos pessoalmente e profissionalmente.

Conheço diversos Headhunters que utilizam esse sistema para identificar e traçar o perfil de seus profissionais.

É recomendado que se faça esse teste 1x por ano, pois é tempo suficiente para você mudar em diversos pontos, ganhar novos conhecimentos, se aprimorar e também passar por novos desafios. Sendo assim, cada mudança significativa em sua vida, afeta todo o seu contexto profissional e pessoal.

Vale a pena realizar este texto.

Faça e coloquem o resultado!

Vamos debater sobre isso.

Segue o link:

http://www.inspiira.org/view/pt-br/103-before

Categorias: 4-Gestão de Pessoas, Formação de Líderes, Gestão de Carreira, Nossas Alianças Estratégicas, Posts de Gislaine Angelim Barbosa, Psicologia Organizacional

interrogaçãoEsta semana recebi uma sugestão de leitura de um cliente, sendo que o artigo relatava sobre qual seria o melhor lugar na empresa para o DONO, ou seja, o fundador se posicionar principalmente quando aquela fase inicial de “abertura da empresa”, ou seja, a era do empreendedorismo finalmente termina e a empresa começa a tentar buscar espaço em um mercado que normalmente é extremamente agressivo e muito profissional.

Quantas vezes em minhas atividades de consultoria percebo a “olhos vistos” que o dono do negócio, ainda se considera infelizmente na fase do empreendorismos e busca fazer tudo … sem fazer nada e reclamando que os seus empregados não conseguem entender a sua forma de pensar e agir! Pobre coitado destes donos de empresa, se tornam angustiados, normalmente realizando tarefas no qual não gostam … protelando … procrastinando (vide aqui o artigo que comentamos sobre este mau hábito) e não conseguindo fazer bem aquilo que possuem mais “tesão”, ou seja, gosto por fazer!

Bom, o artigo que este cliente me sugeriu “caiu como uma luva” para as minhas análises e acredito que irão fazer o mesmo com vocês, DONOS do NEGÓCIO! Clique aqui e leia o artigo na integra!

Ficaremos no aguardo dos seus comentários!

Categorias: 1-Gestão Estratégica, Dica de Leitura, Empresa Familiar, Momento de Reflexão, Planejamento Pessoal / Profissional, Posts de Hélio Rocha, Psicologia Organizacional, Qualidade de Vida

« Posts anteriores