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	<title>Simples Soluções &#187; Psicologia Organizacional</title>
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	<description>13 anos de Experiência, Simplicidade e Resultados!</description>
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		<title>Aqui Jaz uma Empresa Familiar Juntamente com seu Proprietário (Por Sandra Regina da Luz Inácio)</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jan 2012 17:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Sandra Regina da Luz Inacio</dc:creator>
				<category><![CDATA[1-Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Coaching]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa Familiar]]></category>
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		<category><![CDATA[Posts de Sandra Regina Inácio]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Organizacional]]></category>

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		<description><![CDATA[É triste ver o propulsor de uma empresa familiar com a visão da imortalidade. Não querem fazer processo sucessório, não querem se aposentar, não tiram férias, não tem lazer, seu corpo, coração e alma estão dentro da empresa.
Ela é o ar que ele respira e também sua vida.
Geralmente não delegam&#8230; pois têm a certeza que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/126437542851PC0p.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4888" title="126437542851PC0p" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/01/126437542851PC0p-225x300.jpg" alt="126437542851PC0p" width="210" height="272" /></a>É triste ver o propulsor de uma empresa familiar com a visão da imortalidade. Não querem fazer processo sucessório, não querem se aposentar, não tiram férias, não tem lazer, seu corpo, coração e alma estão dentro da empresa.</p>
<p>Ela é o ar que ele respira e também sua vida.</p>
<p>Geralmente não delegam&#8230; pois têm a certeza que ninguém fará melhor que eles, também por isso não existe vida fora da empresa.</p>
<p>Quando perguntamos por que ele se “escraviza” dentro de sua empresa, a resposta é nós sabemos décor: “faço todo este sacrifício pela minha família, não é para mim e sim para eles”.</p>
<p>A resposta é sempre a mesma, mas também sabemos que a empresa na realidade é sua vida, sua alma&#8230; e também quando sua vida terminar, a empresa com certeza terminará com ele.</p>
<p><span id="more-4884"></span></p>
<p>Têm verdadeiro horror só de falar na palavra “sucessão”, pois imagina que ninguém conseguirá gerir a empresa sem ele&#8230; é o próprio Deus e sua criação.</p>
<p>Sua família, muitas vezes com ele não tira férias, não têm lazer e nem consegue ter vida própria&#8230; porque ele toma as rédeas da empresa e das vidas de sua família e seus funcionários. É a criatura e sua criação&#8230; criação esta que na maioria das vezes o cega e dá a falsa ilusão que tanto ela quanto ele são perpétuos.</p>
<p>Mas, como a natureza é sábia e não deixa nada de novo nascer sem que o velho morra&#8230; e isso é uma lei universal.<br />
“Para que uma nova flor nasça, é necessário que a velha flor morra”.</p>
<p>Seus herdeiros até poderiam amar a empresa, se ela não lhes roubassem o pai, o amigo, o companheiro e as conversas que nunca tiveram e talvez nunca tenham.</p>
<p>Para o empreendedor ninguém é bom o suficiente para substituí-lo, é o próprio insubstituível&#8230; nunca prestou atenção que o cemitério está lotado de pessoas insubstituíveis&#8230; e com muitas delas, suas empresas, sonhos, trabalho e muitas coisas importantes que deixaram para trás e nunca mais poderão ter a chance de tê-las novamente.</p>
<p>Só existe uma coisa certa nesta vida&#8230; “o agora”, o restante é ilusão, a empresa é uma ilusão, uma desculpa para dizer que ele não somente passou por esta vida, mas que construiu algo importante, que fez a diferença.</p>
<p>Muitos homens na história criaram mais que empresas, criaram sabedoria, deram amor, paz a muitos que necessitavam, fizeram realmente a diferença e, no entanto ninguém se lembra deles.</p>
<p>É muito doloroso ver nos olhos dos filhos, da esposa e funcionários reféns de uma pessoa e sua empresa e que dentro de si sabem que quando o “chefe” se for, seus empregos e muito de suas vidas irão junto com ele.</p>
<p>Ele se acha um benfeitor da humanidade, mas na realidade não passa de um egoísta brincando também de Deus, pois a vida de muitos dependem dele e da empresa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>No seu dia-a-dia, os seus Valores e Atitudes estão em sintonia? (Por Gislaine Angelim Barbosa)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/12/no-seu-dia-a-dia-os-seus-valores-e-atitudes-estao-em-sintonia-por-gislaine-angelim-barbosa/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Dec 2011 13:16:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gislaine A. Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão por Competências]]></category>
		<category><![CDATA[Momento de Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Gislaine Angelim Barbosa]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Voluntariado]]></category>

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		<description><![CDATA[Valores e Atitudes são dois fatores que fazem parte do nosso dia-a-dia. São oso nossos valores que condicionam as nossas atitudes que diariamente demonstramos em nossas ações, fruto das escolhas que fazemos. Basicamente, valores e atitudes refletem aquilo que somos!
Partindo deste princípio, podemos então estabelecer que as nossas atitudes expressam os nossos valores! Isto, seguindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/desafio1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-4776" title="desafio1" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/12/desafio1-300x254.jpg" alt="desafio1" width="224" height="191" /></a>Valores </strong>e <strong>Atitudes </strong>são dois fatores que fazem parte do nosso dia-a-dia. São oso nossos valores que condicionam as nossas atitudes que diariamente demonstramos em nossas ações, fruto das escolhas que fazemos. Basicamente, valores e atitudes refletem aquilo que somos!<br />
Partindo deste princípio, podemos então estabelecer que as nossas atitudes expressam os nossos valores! Isto, seguindo o principio da coerência.<br />
•    <strong>Valores</strong><br />
Chamamos valores às nossas convicções, às nossas crenças, aquilo em que acreditamos. São as crenças que norteiam o nosso desempenho, aquilo que fazemos e a forma como fazemos.<br />
•    <strong>Atitudes</strong><br />
As atitudes são as ações. É tudo aquilo que exteriorizamos através do que fazemos.<br />
Todos nós estabelecemos a nossa forma de trabalho por valores que orientam e moldam a nossa visão  e, por princípio, deverão refletir em nossas atitudes, mas nem sempre é assim! Acontece por vezes (ou por várias vezes), <strong>VALORES </strong>e <strong>ATITUDES </strong>não se encontrarem! Percebemos isso quando temos a impressão que o que estamos realizando, ou como estamos fazendo, nos deixa inseguros, desconfortáveis ou pouco à vontade quando observados por outros, ou quando nos vemos na contingência de explicar as nossas opções.<br />
O problema surge quando percebemos que esse valor, ao contrário do que seria desejável, não possui força suficiente para se traduzir em atitudes, nas nossas ações. No nosso trabalho esta incoerência traduz-se nas nossas opções, estratégias, atividades que propomos, na priorização dos nossos objetivos ou orientação que damos ao rumo que estabelecemos. Nesse caso, os nossos valores não se conectam nas nossas atitudes. Preste atenção! Pergunte-se e reflicta:<br />
<strong>No seu dia-a-dia, valores e atitudes estão em sintonia?</strong><br />
<em><strong>Feliz 2012!</strong></em><br />
Fico à disposição de vocês!<br />
Gislaine Argelim Barbosa<br />
Email: gislaine@simplessolucoes.com.br</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Reduza o uso do e-mail (Fonte: Por Christian Barbosa &#8211; HSM.com.br – 14/07/2011)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/07/reduza-o-uso-do-e-mail-fonte-por-christian-barbosa-hsm-com-br-%e2%80%93-14072011/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 02:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comunicação Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Momento de Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Hélio Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Organizacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Você sabe quando surgiu o sistema de comunicação via internet mais famoso e na maioria das vezes infelizmente mal utilizado? Mas de “quem” nos estamos falando? Sim, estamos falando do “e-mail”.
O e-mail surgiu em 1965 e vem sendo utilizado desde então com pouquíssimas alterações! Na década de 90 começou a ser utilizado nas empresas como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você sabe quando surgiu o sistema de comunicação via internet mais famoso e na maioria das vezes infelizmente mal utilizado? Mas de “quem” nos estamos falando? Sim, estamos falando do “e-mail”.</p>
<p>O e-mail surgiu em 1965 e vem sendo utilizado desde então com pouquíssimas alterações! Na década de 90 começou a ser utilizado nas empresas como ferramenta de comunicação. Me lembro quando se iniciou a “onda” de tornar as reuniões mais eficazes, lembram? E como solução para estes encontros improdutivos, uma boa parte dos gestores tinha uma solução mais “eficiente”, ou seja: “por favor em vez desta reunião, vamos nos comunicar através de e-mail!”. Ledo engano, agora o maior problema corporativo é o famigerado E-MAIL!</p>
<p>Recentemente, li uma reportagem muito esclarecedora sobre como criar / usar alternativas mais simples para diminuir o uso inadequado do E-MAIL. A reportagem foi publicada no website da HSM pelo Sr. Christian Barbosa). No final da reportagem, ele sugere / instiga uma mudança de paradigma!</p>
<p>A seguir publicamos na integra esta reportagem, aproveitem e comecem a mudar os comportamentos / atitudes!<span id="more-4449"></span></p>
<p><em>Confira algumas dicas para substituir o e-mail por outras ferramentas que podem ser mais produtivas no dia-a-dia com a equipe</em></p>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Uso_de_email_0.JPG"><img class="alignright size-full wp-image-4451" title="Uso_de_email_0" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/Uso_de_email_0.JPG" alt="Uso_de_email_0" width="273" height="156" /></a>O email surgiu em 1965 e vem sendo utilizado desde então com pouquíssimas alterações na sua tecnologia e usabilidade. Por volta da década de 90 começou a ser adotado nas empresas como ferramenta de comunicação. Atualmente, é uma unanimidade, todo mundo tem email, mas ao mesmo tempo se tornou o maior problema corporativo.</p>
<p>As pessoas usam muito mal o email. Emails incompletos, excesso de email, cópia para todos, spams entre outros problemas que fazem o email um dos maiores ladrões de tempo.<!--more--></p>
<p>A indústria fala que o email deve morrer nas próximas décadas, sendo substituído por outras opções mais eficientes e modernas. Isso não quer dizer que você precisa esperar o fim do email para começar a ser mais produtivo, existem diversas alternativas para serem utilizadas pela sua equipe que podem reduzir o volume de emails e aumentar a colaboração. Aqui vão algumas opções de fácil implantação na sua equipe.</p>
<p><strong>1 &#8211; Planilha Colaborativa</strong></p>
<p>Uma das principais utilizações do email é para a distribuição e follow up de tarefas. Esse é também o principal motivo de urgências e esquecimentos, pois em geral esses emails se misturam na entupida Caixa de Entrada e fica difícil de organizar e planejar essas demandas.</p>
<p>Uma forma de reduzir seus emails e melhorar a gestão de atividades do time é ter uma planilha compartilhada entre todos os membros do grupo para delegar atividades. Esta planilha deve conter: o que deve ser feito; responsável, data de entrega e a prioridade.</p>
<p>O time deve se acostumar a abrir a planilha pela manhã e manter sempre atualizada. É simples e eficiente, reduz emails, organza demandas, reduz a necessidade de reuniões de follow up.  O grupo só precisa de um esforço no começo para comprar a ideia e usar com constância.</p>
<p><strong>2 – Skype e Messenger</strong></p>
<p>Eu sou a favor da utilização de comunicadores no ambiente de trabalho. Você pode usar as soluções públicas e gratuitas como Skype, Messenger ou alguma solução privada para uso interno apenas.</p>
<p>Quando bem aplicadas essas ferramentas são ótimas para evitar emails e agilizar a comunicação. Claro que isso exige um treinamento de boas práticas e que tudo seja logado, evitando assim o uso exagerado.</p>
<p><strong>3 &#8211; Intranets</strong></p>
<p>Apesar de estarem sendo pouco faladas nos últimos tempos, às intranets devem voltar com força total na luta para diminuir os emails. É o tipo de investimento que tem um bom retorno na melhoria da comunicação.</p>
<p>Existem diversos recursos que a Intranet pode contribuir na substituição de emails. O que eu gosto de destacar é o uso para publicação de perguntas frequentes. Repare quantas vezes você usa seu email para responder perguntas que já respondeu dezenas de vezes.</p>
<p>Se essas perguntas estivessem em um local onde as pessoas pudessem pesquisar respostas o ganho de tempo seria muito grande. Além desse recurso, existem fóruns, publicação de vídeos e de procedimentos que ajudam a equipe a se “auto-administrar”.</p>
<p><strong>4 &#8211; Software de Colaboração</strong></p>
<p>Existem softwares específicos para aumentar a colaboração do time que podem revolucionar toda a empresa e a gestão das equipes. Eles reúnem todos os recursos que mencionei acima e muitos outros que gerenciam metas e projetos, além de fazer uma gestão estruturada de processos.</p>
<p>Apesar de exigirem esforço inicial de implantação, quando enraizados na cultura, o retorno sobre o investimento compensa muito. Dê uma olhada em produtos como <em>SharePoint</em>, <em>Neotriad</em>, <em>Basecamp</em>.</p>
<p><strong>5 – O bom e velho telefone</strong></p>
<p>E por último, um grande guerreiro na luta por menos emails na empresa é sem dúvida o telefone. Nada como falar com alguém ao invés de se esconder atrás de emails. Temos de estimular o uso do telefone para assuntos urgentes e complexos, que geralmente não conseguem ser bem resolvidos por email.</p>
<p>O email ainda demora a morrer, mas você pode começar desde já a ajudar a equipe a ser muito mais produtiva com outras ferramentas. Vale pensar como aplicar essas e outras estratégias na sua equipe e evitar o roubo do tempo talentoso de seus colaboradores.</p>
<p>Ate a próxima e espero que você não envie esse artigo por email (agende um café pra falar sobre ele)!</p>
<p><em>Por Christian Barbosa (Especialista em administração de tempo e Produtividade, é fundador da Triad PS, empresa multinacional especializada em programas e consultoria na área de produtividade, colaboração e administração do tempo. É Autor dos livros “A Tríade do Tempo&#8221;, &#8220;Você, Dona do Seu Tempo”, “Estou em Reunião” e co-autor de “Mais Tempo, Mais Dinheiro”).</em></p>
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		<title>Sentimento de inferioridade (Por Maria de Lurdes Fontana)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2011/07/sentimento-de-inferioridade-por-maria-de-lurdes-fontana/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 00:03:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria de Lurdes Fontana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dica de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Maria de Lurdes Fontana]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas queixam-se de dificuldades para resolver conflitos pessoais devido à baixa estima e o sentimento de inferioridade.
O mais comum é as pessoas se sentirem inferiores aos colegas de trabalho, aos irmãos, aos vizinhos, etc. É óbvio que o sentimento de inferioridade vem acompanhado quando há comparação naquilo que buscamos e acreditamos. Perpassa a idéia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/estima.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4438" title="estima" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/07/estima.jpg" alt="estima" width="258" height="240" /></a>Muitas pessoas queixam-se de dificuldades para resolver conflitos pessoais devido à baixa estima e o sentimento de inferioridade.</p>
<p>O mais comum é as pessoas se sentirem inferiores aos colegas de trabalho, aos irmãos, aos vizinhos, etc. É óbvio que o sentimento de inferioridade vem acompanhado quando há comparação naquilo que buscamos e acreditamos. Perpassa a idéia de que o outro é feliz. O outro consegue. O outro pode. As pessoas querem se igualar aos outros, geralmente “pensando” que é o modelo de ser.</p>
<p>A igualdade não existe porque pessoas não são todas iguais. A diversidade, a heterogeneidade dos seres humanos é que traz a evolução e não dá espaço para que  o outro seja inferior. É diferente, mas não inferior.</p>
<p>Outro fator que pode causar o aumento do sentimento de inferioridade é o medo. Talvez por experiências já vividas, ou por situações que não aconteceram ainda. O passado não se muda, o futuro ainda não veio. E o presente? Este pode ser enfrentado com espírito altivo de que daqui por diante os pensamentos e ações estão voltados à melhoria das emoções.</p>
<p>Perceber onde estão os pensamentos que deprimem as ações como a inveja, o ciúme, o orgulho. Geralmente a “cura” destes sentimentos que atrapalham nossa vida vem através da valorização, da descoberta de si mesmo, do potencial que você não consegue ver, mas os outros veem.</p>
<p>Então, buscar aconselhamentos, equilíbrio e espiritualidade são, sem dúvida, um passo de grandeza e superioridade.</p>
<p><strong><em>Maria de Lurdes Fontana</em></strong><em> &#8211; </em><a href="mailto:dudyfontana@brturbo.com.br"><em>dudyfontana@brturbo.com.br</em></a><em></em></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O desafio do processo de sucessão em empresas familiares tem solução!</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 01:43:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[1-Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Momento de Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Hélio Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Organizacional]]></category>

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		<description><![CDATA[Dando continuidade aos posts que publicamos sobre “empresas familiares”, hoje li um artigo muito interessante publicado no Portal HSM, pela Renata Bernhoeft (sócia da Bernhoeft Consultoria Societária e co-autora do livro Família, Família, Negócios à Parte). Dos artigos que já li sobre este assunto este posso considerar o mais claro e objetivo em termos de apresentar a realidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Capturar3.JPG"><img class="alignright size-full wp-image-4348" title="Capturar" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/04/Capturar3.JPG" alt="Capturar" width="275" height="288" /></a>Dando continuidade aos <a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/category/gestao-estrategica/empresa-familiar/" target="_blank"><em>posts</em></a> que publicamos sobre “empresas familiares”, hoje li um artigo muito interessante publicado no <strong>Portal HSM</strong>, pela <strong>Renata Bernhoeft </strong>(sócia da <strong>Bernhoeft Consultoria Societária</strong> e co-autora do livro <strong>Família, Família, Negócios à Parte</strong>). Dos artigos que já li sobre este assunto este posso considerar o mais claro e objetivo em termos de apresentar a realidade dos processos sucessórios em empresas familiares, mas principalmente apresentando uma solução digna de análise!</p>
<p>No artigo, <strong>Renata Bernhoeft</strong> mostra que o grande obstáculo de resolver os problemas sucessórios familiares é de tentar fingir que podemos resolver enxergando somente por uma dimensão, ou seja, a dimensão da <strong>gestão dos negócios</strong>, esquecendo que as dimensões da <strong>família</strong> e do <strong>patrimônio</strong> influenciam neste processo de sucessão familiar. O título do artigo é sugestivo: “<strong>Sucessão Tridimensional</strong>”.</p>
<p>No artigo, a autora sugere basicamente três sucessores para cada uma das dimensões a serem ajustadas. A partir desse ponto de vista, cai por terra a imagem de um sucessor único, o “escolhido”, geralmente aquele que vai assumir a gestão dos negócios. Na verdade, mais adequado é pensar em sucessores. Em outras palavras, considerando que cada um dos sistemas exige um processo de sucessão específico, os sucessores são aqueles que se legitimam na liderança de cada uma das três esferas <strong>família</strong>, <strong>patrimônio</strong> e <strong>empresa</strong> que compõem a sociedade familiar, assim como em seus diversos fóruns de decisão. Nos círculos da <strong>família</strong> e do <strong>patrimônio</strong>, o sucessor é necessariamente um dos familiares. Na <strong>empresa</strong>, pode ser um familiar ou não.</p>
<p>No final deste artigo, a autora salienta que a busca da legitimidade é fundamental, pois é importante que os futuros sócios participem ativamente da definição das futuras lideranças, a fim de que estas obtenham a legitimidade necessária para o exercício do poder, resumindo os primos, sobrinho e / ou filhos dos fundadores tem que demonstrar em suas atitudes que estão dispostos a substituir os fundadores.</p>
<p>Na sequencia, apresentamos o artigo na sua íntegra. Aos nossos clientes, desejamos que este artigo ajudem em seus planejamentos sucessórios. Ficaremos no aguardo dos seus comentários!</p>
<p><strong>Sucessão Tridimensional – por Renata Bernhoeft</strong></p>
<p>Mercados do mundo inteiro acompanharam com atenção os meses durante os quais se desenrolou o processo de sucessão de <em>Jack Welch</em> no comando da <em>General Electric</em>, até que o conselho de administração aprovou o nome de <em>Jeff Immelt</em> que assumiu a presidência da empresa em setembro de 2001. Todas as atenções se voltavam para a empresa, suas principais lideranças, suas características. Nada mais natural: nessa esfera se dariam os fatos decisivos para o futuro da organização.</p>
<p>Enquanto o processo sucessório em companhias como a GE acontece fundamentalmente em uma dimensão a da gestão dos negócios, a sucessão nas empresas de controle familiar se caracteriza por ser tridimensional. E esse aspecto vem sendo observado cada vez com maior atenção tanto pelos membros das famílias empresárias como pelo mercado clientes, fornecedores, instituições financeiras, concorrentes etc.</p>
<p>As sociedades familiares são sistemas constituídos por <strong>três subsistemas</strong>: o da <strong>família</strong>, o do <strong>patrimônio</strong> e o da <strong>empresa</strong>. Inicialmente esses sistemas se confundem na figura centralizadora do fundador. No entanto, com a inevitável pulverização do patrimônio e, consequentemente, do poder de decisão ao longo das gerações, cada uma dessas esferas se distingue mais claramente e adquire dinâmica própria de crescente relevância.</p>
<p><span id="more-4346"></span></p>
<p>O <strong>círculo da família</strong> é permeado por questões de ordem afetiva, enquanto o do patrimônio formado não apenas pela empresa, mas também por ativos como imóveis, investimentos e participações em outras companhias é pautado em grande medida pelos aspectos legais e contratuais. Na empresa, por sua vez, concentra-se muito da visibilidade e da realização de curto prazo.</p>
<p>Essa característica intrínseca à evolução das sociedades familiares, ou seja, a de ser constituída por três subsistemas com forte e permanente interação entre eles não pode ser ignorada. Quando se trata de planejar a sucessão e a continuidade em empresas familiares, os cuidados e a atenção com o que se passa no interior da família são fundamentais. Caso contrário, corre-se o risco de ver todo o conjunto ruir por questões pertinentes a um de seus alicerces.</p>
<p>Assim, podemos definir sucessão, no contexto das famílias empresárias, como o processo pelo qual ocorre a transição do fundador ou dos líderes da atual geração nas esferas da <strong>família</strong>, do <strong>patrimônio</strong> e da <strong>empresa</strong> para lideranças da nova geração. Cada esfera passará por seu próprio processo de sucessão, com a legitimação de sua própria liderança, de perfil específico.</p>
<p>A partir desse ponto de vista, cai por terra a imagem de um sucessor único, o “escolhido”, geralmente aquele que vai assumir a gestão dos negócios. Na verdade, mais adequado é pensar em sucessores. Em outras palavras, considerando que cada um dos sistemas exige um processo de sucessão específico, os sucessores são aqueles que se legitimam na liderança de cada uma das três esferas família, patrimônio e empresa que compõem a sociedade familiar, assim como em seus diversos fóruns de decisão. Nos círculos da <strong>família</strong> e do <strong>patrimônio</strong>, o sucessor é necessariamente um dos familiares. Na <strong>empresa</strong>, pode ser um familiar ou não.</p>
<p><strong>Novas lideranças nos três círculos</strong></p>
<p>O processo de planejamento da sucessão e da continuidade nas empresas familiares é permeado pela busca e pelo desenvolvimento de novas lideranças. Esse esforço deve levar em conta a empresa foco natural das preocupações, mas também a família e o patrimônio. Se for verdade que, a cada nova geração, a empresa precisa de um novo líder, não é menos verdade que a família, controladora da empresa e detentora do patrimônio, necessita que suas lideranças sejam renovadas.</p>
<p>Há uma tendência comum, dentro e fora das famílias empresárias, de pensar que o filho mais velho pode desempenhar todos esses papéis, especialmente na transição da primeira para a segunda geração. Dificilmente.</p>
<p>O pai, fundador da empresa, comandou com êxito os negócios, esteve à frente da família e tomou as principais decisões referentes ao patrimônio, em geral ao lado da mãe. Na ausência dele, entretanto, evolui-se para um modelo decisório coletivo, marcado pela relação societária. Nunca é demais lembrar que nesse novo cenário ninguém detém sozinho o patrimônio ou pode decidir por conta própria e risco o futuro da empresa e isso é decorrente da pulverização natural e inevitável em famílias com mais de um herdeiro.</p>
<p>No esforço de procura e desenvolvimento de lideranças, é fundamental ter em mente que, nessa nova realidade, para exercer a liderança em cada uma das esferas, são necessárias pessoas de perfis distintos, correspondentes a cada uma delas.</p>
<p>Quando se trata da liderança da gestão dos negócios, busca-se alguém em sintonia com o mercado e com o setor de atividade da empresa e que possua sólida formação, qualidades profissionais e experiência. Alguém que saiba compartilhar suas idéias, debatê-las e, sempre que se fizer necessário, tomar decisões. Alguém que conte com o respeito tanto de quem trabalha na companhia como dos demais grupos de interesse como clientes, fornecedores, associações de classe, instituições financeiras etc.</p>
<p>Essa liderança exercerá o poder visível, voltado para fora da família, embora deva ter condições de gerar informações acessíveis a todos os sócios. Para sua posição, há uma descrição de cargo clara e experiência exigida, de acordo com parâmetros de mercado, além de indicadores para aferição de resultados. Pode ser desempenhada por um membro da família ou por um profissional de fora dela.</p>
<p>A liderança familiar está voltada para dentro da família e deve ser, necessariamente, exercida por um membro desta. Somente alguém que pertença ao grupo contará com a legitimidade que se requer para exercício desse papel ainda que conte, para isso, com os serviços de profissionais externos.</p>
<p>Idealmente, a liderança familiar deve ser uma pessoa com capacidade de diálogo e que saiba, por exemplo, compor interesses e ouvir tanto ou mais do que falar. A realização pessoal e profissional dos membros da família é uma das preocupações mais importantes dessa liderança, assim como a formação das novas gerações para que estejam preparadas para desempenhar seu papel societário.</p>
<p>A coordenação da esfera do <strong>patrimônio</strong>, exercida geralmente a partir da liderança do conselho societário, que reúne os sócios-controladores, relaciona-se diretamente, e ao mesmo tempo, com a <strong>família</strong> e com a <strong>empresa</strong>. Assim, é importante que reúna as condições necessárias para articular as pessoas e os núcleos familiares. Desse modo, representará os interesses de quem não está diretamente envolvido com a gestão da empresa quando o futuro dos negócios e do capital for colocado em jogo.</p>
<p>Apesar de sua importância, esse líder deve estar disposto a trabalhar com baixo nível de exposição, quase invisível aos olhos do mercado. Precisa entender o que se passa nas esferas do <strong>patrimônio</strong> e da <strong>empresa</strong>, até mesmo para cobrar dos gestores do negócio os resultados esperados por todo o grupo, e desempenhar esse papel na perspectiva de quem exerce o controle societário, buscando o melhor retorno possível sobre o capital e levando em conta a gestão do risco.</p>
<p>As lideranças que atuam no âmbito da <strong>família</strong> e da <strong>sociedade</strong> nem sempre são formalizadas. É comum ver um irmão mais carismático, apaixonado pelo dia-a-dia dos negócios, ser alçado à condição de presidente da empresa e, aos olhos do público externo, deter todo o poder. Ao mesmo tempo, um irmão ou uma irmã de perfil mais discreto conta com tal confiança dos demais que acaba sendo o articulador do grupo, exercendo um poder real com alto impacto sobre todas as esferas, inclusive a da <strong>empresa</strong>.</p>
<p>Na evolução da família empresária, entretanto, é importante formalizar a atuação das lideranças, o que acontece em sintonia com a criação das estruturas de governança: o <strong>conselho de família</strong>, o <strong>conselho societário</strong> no âmbito do patrimônio e o <strong>conselho de administração</strong>.</p>
<p><strong>Legitimação: um passo fundamental</strong></p>
<p>A legitimação é uma etapa-chave na identificação de novas lideranças. A legitimidade é fruto da conquista pessoal dos sucessores. Depende de seu desejo de assumir essa posição, de sua capacitação para isso, mas também do desejo e reconhecimento por parte dos demais membros da família. Dos novos líderes espera-se que tenham boa relação e trânsito entre todos os sócios familiares.</p>
<p>O desafio diante dessas novas lideranças é o de lidar com uma sociedade entre irmãos ou primos e, assim, com um modelo decisório coletivo, que substitui o modelo decisório individual, que marcou as décadas durante as quais o fundador da empresa esteve à frente da família e dos negócios. Portanto, é importante que os futuros sócios participem ativamente da definição das futuras lideranças, a fim de que estas obtenham a legitimidade necessária para o exercício do poder.</p>
<p>Esse encaminhamento deve ser negociado o máximo possível, tendo à frente do processo o fundador ou líder da atual geração. A imposição do “filho preferido” ou do “mais preparado”, sem um esforço de inclusão dos demais, geralmente deixa marcas negativas de difícil superação entre os irmãos e, vale repetir, futuros sócios, com impacto sobre a continuidade da empresa.</p>
<p>O processo sucessório nas famílias empresárias vai muito além da simples substituição de um presidente por outro na empresa controlada por essa família. A boa notícia é que, quando planejada e bem conduzida, essa sucessão também pode gerar benefícios que vão além dos mais óbvios, desde o estreitamento dos laços entre os sócios até o fortalecimento da posição competitiva da empresa, com sinais claramente percebidos pelo mercado. Por isso, pensar o futuro é uma prioridade, a ser abraçada por todos os que fazem parte da família empresária.</p>
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		<title>Teste de personalidade &#8211; Você já fez?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Feb 2011 02:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gislaine A. Barbosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[4-Gestão de Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Formação de Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão de Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Gislaine Angelim Barbosa]]></category>
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		<description><![CDATA[Recebemos recentemente um e-mail do Sr. Jefferson Ricardo, da Rh Medical (www.rhmedical.com.br), convidando-nos a realizar um teste de personalidade. A seguir a cópia do seu e-mail.
Olá pessoal!
Talvez muitos de vocês já tenham realizado um teste de personalidade, e outros não.
Realmente é possível descobrirmos diversas características sobre como somos pessoalmente e profissionalmente.
Conheço diversos Headhunters que utilizam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recebemos recentemente um e-mail do Sr. <strong>Jefferson Ricardo</strong>, da <strong>Rh Medical</strong> (<a href="http://www.rhmedical.com.br/">www.rhmedical.com.br</a>), convidando-nos a realizar um teste de personalidade. A seguir a cópia do seu e-mail.</p>
<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-sua.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4195" title="testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-sua" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/02/testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-sua.jpg" alt="testes-de-personalidade-descubra-qual-e-a-sua" width="275" height="280" /></a>Olá pessoal!</p>
<p>Talvez muitos de vocês já tenham realizado um teste de personalidade, e outros não.</p>
<p>Realmente é possível descobrirmos diversas características sobre como somos pessoalmente e profissionalmente.</p>
<p>Conheço diversos <em>Headhunters</em> que utilizam esse sistema para identificar e traçar o perfil de seus profissionais.</p>
<p>É recomendado que se faça esse teste 1x por ano, pois é tempo suficiente para você mudar em diversos pontos, ganhar novos conhecimentos, se aprimorar e também passar por novos desafios. Sendo assim, cada mudança significativa em sua vida, afeta todo o seu contexto profissional e pessoal.</p>
<p>Vale a pena realizar este texto.</p>
<p>Faça e coloquem o resultado!</p>
<p>Vamos debater sobre isso.</p>
<p>Segue o link:</p>
<p><a href="http://www.linkedin.com/redirect?url=http%3A%2F%2Fwww%2Einspiira%2Eorg%2Fview%2Fpt-br%2F103-before&amp;urlhash=g3-h&amp;_t=tracking_anet" target="blank">http://www.inspiira.org/view/pt-br/103-before</a></p>
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		<title>O verdadeiro papel do DONO da empresa, qual é?</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 18:37:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio Rocha</dc:creator>
				<category><![CDATA[1-Gestão Estratégica]]></category>
		<category><![CDATA[Dica de Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Momento de Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Planejamento Pessoal / Profissional]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Hélio Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana recebi uma sugestão de leitura de um cliente, sendo que o artigo relatava sobre qual seria o melhor lugar na empresa para o DONO, ou seja, o fundador se posicionar principalmente quando aquela fase inicial de “abertura da empresa”, ou seja, a era do empreendedorismo finalmente termina e a empresa começa a tentar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/interrogação.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4125" title="interrogação" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/interrogação.jpg" alt="interrogação" width="275" height="344" /></a>Esta semana recebi uma sugestão de leitura de um cliente, sendo que o artigo relatava sobre qual seria o melhor lugar na empresa para o <strong>DONO</strong>, ou seja, o fundador se posicionar principalmente quando aquela fase inicial de “abertura da empresa”, ou seja, a era do empreendedorismo finalmente termina e a empresa começa a tentar buscar espaço em um mercado que normalmente é extremamente agressivo e muito profissional.</p>
<p>Quantas vezes em minhas atividades de consultoria percebo a “olhos vistos” que o dono do negócio, ainda se considera infelizmente na fase do empreendorismos e busca fazer tudo &#8230; sem fazer nada e reclamando que os seus empregados não conseguem entender a sua forma de pensar e agir! Pobre coitado destes donos de empresa, se tornam angustiados, normalmente realizando tarefas no qual não gostam &#8230; protelando &#8230; procrastinando (vide <a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/12/adiando-suas-obrigacoes-por-rodolfo-araujo-httpvocesa-abril-com-br/" target="_blank"><strong><em>aqui</em></strong></a> o artigo que comentamos sobre este mau hábito) e não conseguindo fazer bem aquilo que possuem mais “tesão”, ou seja, gosto por fazer!</p>
<p>Bom, o artigo que este cliente me sugeriu “caiu como uma luva” para as minhas análises e acredito que irão fazer o mesmo com vocês, <strong>DONOS</strong> <strong>do</strong> <strong>NEGÓCIO</strong>! Clique <em><strong><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/O-Papel-do-Dono-Exame-PME1.pdf">aqui</a></strong></em><strong><em><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/O-Papel-do-Dono-Exame-PME.pdf"></a></em></strong> e leia o artigo na integra!</p>
<p>Ficaremos no aguardo dos seus comentários!</p>
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		<title>Viva Bem! (Por Patrícia Prigol)</title>
		<link>http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/12/viva-bem-por-patricia-prigol/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 11:40:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Patrícia Prigol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nossas Alianças Estratégicas]]></category>
		<category><![CDATA[Posts de Patricia Prigol]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia Organizacional]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade de Vida]]></category>

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		<description><![CDATA[
PLANEJANDO 2011
Como sobreviver a esta Selva chamada Modernidade:
1. Manter atividade física regular: se na sua rotina você ainda não incluiu uma atividade física regular, comece o ano realizando um bom check-up. Você pode começar com uma consulta ao médico (especialista) em busca de uma avaliação da sua condição física. Não esqueça os testes de resistência [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/Tulips.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4097" title="Tulips" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/Tulips.jpg" alt="Tulips" width="200" height="150" /></a></p>
<p><strong>PLANEJANDO 2011</strong></p>
<p><strong>Como sobreviver a esta Selva chamada Modernidade:</strong></p>
<p><strong>1. Manter atividade física regular:</strong> se na sua rotina você ainda não incluiu uma atividade física regular, comece o ano realizando um bom check-up. Você pode começar com uma consulta ao médico (especialista) em busca de uma avaliação da sua condição física. Não esqueça os testes de resistência e a avaliação cardiológica para introduzir uma atividade física que melhor se adapte as suas necessidades. E, fundamentalmente, não se esqueça de considerar seus gostos e interesses na hora de decidir qual atividade física você irá escolher. Lembre-se que corpo e mente deve estar em sintonia, caso contrário, você não sustentará a atividade contratada.</p>
<p><strong>2. Introduzir técnicas de relaxamento diário:</strong> procure intercalar a atividade física com atividades de relaxamento. Lembre-se: o cérebro precisa descansar. Para tanto é fundamental alongar o corpo e a mente diariamente. Alongar a mente? Sim, sua mente também precisa de descanso e relaxamento! Pratique diariamente, se possível, meditação ou alguma atividade que auxilie a relaxar e limpar sua mente dos pensamentos e das preocupações diárias. Esse exercício deve durar, pelo menos, 20 minutos.</p>
<p><strong>3. Renovar as energias:</strong> Colocar corpo, cérebro e mente para descansar e “recarregar as baterias” significa ter o direito de tirar uma boa soneca de, no máximo, 30 minutos durante o dia, preferencialmente após o almoço. É excelente para uma boa digestão e revigora suas forças para a segunda e a terceira parte do dia. Procure um ambiente acolhedor para lhe ofertar o descanso necessário. As empresas modernas já disponibilizam aos seus funcionários essa ambiência. Algumas introduzem, nesse espaço, atividades como: massagens relaxantes, alongamento ou técnicas de respiração. Se o seu ambiente de trabalho não oferece essas condições, leve um colchonete e um travesseiro para um espaço privativo. E relaxe! Serão 30 minutos do seu intervalo de almoço que, com certeza, repercutirá em ótimo desempenho na segunda parte do dia.<span id="more-4095"></span></p>
<p><strong>4. Manter boa alimentação:</strong> uma boa alimentação é fundamental para obter maior qualidade de vida e energia para o seu dia. Uma boa orientação nutricional pode fazer grande diferença na manutenção do seu cardápio. Lembre-se: não basta conquistar novos hábitos alimentares, é preciso sustentá-los com disciplina e acompanhamento de profissional especializado. Caso contrário, vira um clichê: “Minha dieta começa na segunda-feira ou a partir de 2011”. Os profissionais como: Nutricionistas, Nutrólogos e Endocrinologistas têm se adaptado à realidade da vida moderna propondo uma dieta balanceada, porém, respeitando o próprio ritmo impresso em cada paciente. São os profissionais que tendem a se adaptar melhor à realidade da vida moderna utilizando meios que facilitam a preservação de um estilo de vida pautado na saúde e no bem-estar de seus pacientes.</p>
<p><strong>5. Sair da rotina:</strong> quebre a rotina possibilitando situações novas, mesmo que ocupem um curto espaço de tempo no seu dia. Quebrar a rotina, “sair da programação” pode surpreender seu cérebro e ajudar muito a recuperar sua capacidade criativa e as funções mais complexas, restabelecendo, com vigor, o foco nas tarefas desempenhadas.<br />
<strong>6. Confrontar a realidade:</strong> um dos itens mais importantes na prevenção do estresse é desenvolver mais a capacidade de adaptação à realidade. Significa aprender a lidar com as expectativas que depositamos no outro, seja este “outro” o trabalho, a família, os afetos, a sociedade. É preciso admitir suas fraquezas ou limitações e, então, exercitar o perdão, sendo mais flexível e tolerante às frustrações inerentes a sua condição humana.</p>
<p><strong>7. Reciclar relações afetivas e sociais:</strong> se necessário, dispense relações disfuncionais! Assim como faxinamos nossa casa, nossos armários e gavetas, de tempos em tempos, é imprescindível rever as relações que estabelecemos e começar a faxina! Principalmente quando estiver mantendo relações desgastantes ou falidas há um bom tempo. Àquelas que somente destroem sua capacidade criadora, dispense-as! Se precisar de ajuda, inicie uma psicoterapia visando alcançar uma mudança de postura frente a esta realidade. Viva a realidade, dispense a fantasia!</p>
<p><strong>8. Buscar autoconhecimento:</strong> é preciso conhecer a si mesmo para poder fazer escolhas mais adequadas! Invista em você e aqueles que estão a sua volta sentirão os efeitos de sua mudança. Não perca tempo e energia em mudar o outro. Mude você! Isto é possível.</p>
<p><strong>9. Assegurar noites bem-dormidas:</strong> aquelas que você mesmo prepara o seu banho, o seu chazinho caseiro, a sua cama e o seu “cobertor de orelha”. Pratique sexo seguro, mas pratique sexo! Está comprovado: sexo realmente faz bem à saúde.</p>
<p><strong>10. Tirar férias, sempre que necessário, e cultivar relações de amizade:</strong> é fundamental preservar este tempo para atender as necessidades psicológicas: de afeto, de estima, de pertencimento, de acolhimento, de aprimoramento no campo dos relacionamentos e de crescimento pessoal, além de contribuir efetivamente para o aumento da “rede de relacionamentos”. Somos seres gregários por natureza. Não podemos viver em ilhas. As trocas que fizemos com as pessoas podem trazer grandes aprendizados.</p>
<p><strong>Mantenha qualidade de vida em sua vida!</strong> Acima de qualquer ganho econômico é bom perguntar a si mesmo: Afinal, quanto vale a minha vida? Quanto vale a minha saúde, o meu bem-estar, a minha felicidade? Com certeza vale todo o esforço e a dedicação que podemos ter para vivermos melhor.</p>
<p>Talvez devêssemos começar 2011 fazendo uma retrospectiva de 2010, avaliando e considerando o tempo que dedicamos à nossa pessoa. Você vai se surpreender com o tempo que você desperdiçou com “coisas” desnecessárias. E a última dica: escreva seu nome todos os dias, em sua agenda. Assuma o compromisso da assiduidade e da responsabilidade para com a sua vida. O resto é mera consequência!</p>
<p><strong>Desejo a todos um Feliz Natal e um 2011 repleto de significativas conquistas.</strong></p>
<p><strong>FAÇA SUA VIDA VALER A PENA!</strong></p>
<p><strong>Patrícia Luiza Prigol</strong></p>
<p><strong>Psicóloga Clínica</strong></p>
<p><strong>CRP 07/08744</strong></p>
<p><strong><a href="http://artigospatricialuizaprigol.blogspot.com/">http://artigospatricialuizaprigol.blogspot.com</a></strong></p>
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		<title>Adiando suas obrigações. (Por Rodolfo Araújo &#8211; http://vocesa.abril.com.br)</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 19:10:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Gislaine A. Barbosa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação de Líderes]]></category>
		<category><![CDATA[Momento de Reflexão]]></category>
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		<category><![CDATA[Posts de Gislaine Angelim Barbosa]]></category>
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		<description><![CDATA[Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual apresentamos um fluxograma para “controlar” a procrastinação, esta semana li no blog da Revista Você S/A, um excelente artigo do Sr. Rodolfo Araújo cujo título é “Adiando suas obrigações”.
Neste artigo, o autor apresenta o experimento dos marshmallows, comparando com o nosso “mecanismo” de atualizar a nosso página [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/Despertador-quebrado.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4054" title="200517599-001" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/12/Despertador-quebrado.jpg" alt="200517599-001" width="238" height="238" /></a>Dando continuidade ao <strong><em>post</em></strong> anterior (clique <a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/2010/11/fluxograma-para-%e2%80%9ccontrolar%e2%80%9d-a-procrastinacao/" target="_blank"><strong><em>aqui</em></strong></a>) no qual apresentamos um fluxograma para “controlar” a <strong>procrastinação</strong>, esta semana li no <em>blog</em> da <strong>Revista Você S/A</strong>, um excelente artigo do <strong>Sr. Rodolfo Araújo</strong> cujo título é “<strong>Adiando suas obrigações</strong>”.</p>
<p>Neste artigo, o autor apresenta o <strong>experimento dos <em>marshmallows</em></strong>, comparando com o nosso “mecanismo” de atualizar a nosso página do <strong><em>Facebook</em></strong> ou outra rede social, ou ver o vídeo da hora no <strong><em>YouTube</em></strong>.</p>
<p>Também sugere a leitura do recente livro &#8220;<strong><em>The Shallows</em></strong>&#8220;, do escritor americano <strong>Nicholas</strong><span style="line-height: 16px; text-align: left;"><strong><span style="border-width: 0px; font-weight: inherit; font-style: inherit; font-size: 12px; font-family: inherit; color: #0066cc; text-decoration: none; outline-style: none;"><em></em></span> Carr</strong>, no qual explica que a Internet está aumentando nossa incapacidade de nos concentrar em textos mais longos.</span></p>
<p>Vale a pena, para os “<strong>procrastinadores de plantão</strong>”, reservar um tempo para a leitura e análise deste artigo (clique <a href="http://vocesa.abril.com.br/blog/rodolfo/2010/11/28/adiando-suas-obrigacoes/" target="_blank"><strong><em>aqui</em></strong></a>).</p>
<p>Aguardaremos os seus comentários.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Tentando entender a Geração Y (Por Bernt Entschev)</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 13:38:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Hélio Rocha</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Retendo Talentos]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você faz parte da geração do século passado, por exemplo, nascido nas décadas de 70 e 80, e ainda está atuando no mercado corporativo como gestor de pessoas ou meramente tentando buscar ainda “um lugar ao sol” nesta “selva de pedra”, deve estar tentando entender e conviver com colegas / profissionais da famosa “geração [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/geray310x.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-3787" title="geray310x" src="http://www.simplessolucoes.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/10/geray310x-300x199.jpg" alt="geray310x" width="312" height="213" /></a>Se você faz parte da geração do século passado, por exemplo, nascido nas décadas de <strong>70 </strong>e <strong>80</strong>, e ainda está atuando no mercado corporativo como gestor de pessoas ou meramente tentando buscar ainda “um lugar ao sol” nesta “selva de pedra”, deve estar tentando entender e conviver com colegas / profissionais da famosa “<strong>geração Y</strong>”, grupo de pessoas formadas por jovens entre <strong>18 e 30 anos</strong>!</p>
<p>Particularmente, diariamente convivo com estes profissionais, nas empresas no qual atuo como consultor organizacional, sendo que me enquadro na faixa dos “<em>enta</em>”, ou seja, tenho “quarenta e poucos anos”!</p>
<p>Recentemente li um artigo de autoria do Sr. <strong><em>Bernt Entschev</em></strong>, cujo título é o seguinte: “<strong><em>Por que a Geração Y é tão exigente?</em></strong>” (publicada na <strong>Revista Amanha</strong> – edição de <strong>setembro de 2010</strong>) no qual conseguiu me esclarecer sobre este perfil de profissionais que estão “invadindo” o mundo corporativo!</p>
<p>Também localizei no <strong><em>You Tube</em></strong>, uma entrevista do Sr. <strong><em>Bernt Entschev</em></strong> no qual ele esclarece de forma simples e direta como devemos conviver e aproveitar este potencial desta geração, mas principalmente alerta sobre o quanto as qualidades positivas e negativas desta geração denominada <strong>Y</strong>.</p>
<p>Clique <a href="http://www.youtube.com/watch?v=mv5Z6obW8mE" target="_blank"><strong><em>aqui</em></strong> </a>e assista esta entrevista!</p>
<p>Clique <a href="http://www.amanha.com.br/blogs/92-vida-executiva--por-bernt-entschev/816-por-que-a-geracao-y-e-tao-exigente" target="_blank"><strong><em>aqui</em></strong></a> e leia o artigo!</p>
<p>Fica aqui o meu questionamento como pai de duas filhas de 2 e 6 anos, qual será a geração delas?</p>
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