Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual comentamos o artigo cujo título é: “Por que os funcionários se demitem?”, esta semana localizei na internet, mais precisamente no website da revista Você S/A, uma reportagem que complementa o assunto, o título é muito sugestivo: “Como lidar com chefes tóxicos”.

ceu-ou-inferno

A reportagem trata sobre os chefes tóxicos e por que as empresas ainda toleram esses gestores (antiéticos e incompetentes). A verdade é que muitas vezes a empresa tolera um mau gestor simplesmente porque a empresa em si, sua cultura corporativa, é horrível. Essa organização está interessada apenas nos resultados financeiros – e isso já é meio caminho para dizer que a empresa é muito ruim, pois ela sequer considera a sustentabilidade do negócio no longo prazo. Quando isso acontece, o bom gestor é naturalmente “expelido” e ficam somente os chefes tóxicos. Aí a melhor alternativa para o funcionário incomodado é mesmo buscar outro emprego numa empresa que fomente boas práticas de gestão de pessoas entre seus líderes.

Clique aqui e leia a reportagem na integra!

E você é um chefe tóxico? Ou possui um chefe tóxico?

Aguardaremos os seus comentários!

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Nenhum comentário 2/07/2010 | Por: Maria de Lurdes Fontana
Qualidade de Vida (Por Maria de Lurdes Fontana)

qualidadedevida1Sempre que se aborda temas que se relacione com o modo de se viver, a tendência é pensar que é fácil e simples. A mim, é tão difícil quanto a muitas pessoas que conheço.

Cada pessoa tem seu estilo e seu modo de entender os processos de vida e de trabalho.

Geralmente quando se fala em qualidade de vida, pensa-se em comer bem e melhor, vestir-se confortavelmente e de alguma maneira “ficar” sem trabalhar.

Desde os primórdios dos tempos sabe-se que trabalho não mata ninguém, mas a qualidade de como se trabalha, faz toda a diferença. Primeiro é preciso gostar do que se faz. Mesmo que em algum momento se faça tarefas que não agradam, mas pensar em fazer bem o que dá prazer faz esquecer os desconfortos das atividades menos prazerosas.

Valorizar o gosto por aquilo que fazemos.

Costumeiramente ouve-se falar em “desacelerar” e, que o ritmo do nosso tempo é muito frenético, aumentando o stress, e a qualidade de vida cai, porque o individuo adoece.

O stress impacta na parte física e mental do organismo e cada individuo responde de maneira diferente. Há diversas doenças que o stress causa que vai desde uma úlcera até um simples zumbido no ouvido.

Aprenda a prestar atenção ao seu estado físico para identificar quais as necessidades para diminuir o ritmo de maneira a sintonizar mente-espírito, corpo e ambiente. A partir disso, busque orientação para desacelerar o ritmo das atividades e saia da rotina.

Treinar nossa mente para criar novas alternativas de rotas e caminhos para sair do desconforto.  

Até o próximo sábado!

Maria de Lurdes Fontanadudyfontana@brturbo.com.br

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1225985044Iqq5PfEsta semana, recebi um informativo, através de e-mail, de um dos nossos clientes, a Mirador Assessoria Atuarial, no qual me fez refletir, infelizmente, sobre a forma como nos preparamos ou não para a MORTE! De um modo geral, falar sobre a morte provoca desconforto, pois nos confrontamos com uma verdade implacável: a certeza de que um dia a vida chegará ao fim. Essa constatação aciona uma série de reações psicológicas que interferem no comportamento econômico das pessoas.

O artigo denomina-se “A morte como elemento sensibilizador em seguros de vida”, elaborado pelos seguintes profissionais: Sérgio Rangel Guimarães (Consultor Sênior da Mirador Assessoria Atuarial) e Luciane Fagundes (Psicóloga Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental).

Na sua essência, este artigo busca uma justificativa / resposta para uma constatação: “Por que priorizamos a contratação de seguros que visam à proteção de bens materiais como automóveis e residências em detrimento do maior bem que possuímos: a vida?”.

Faço o convite, para lerem este artigo, clicando aqui!

O artigo completo pode ser acessado, clicando aqui, no qual foi publicado na revista Cadernos de Seguros nº 160 (Funenseg), de maio 2010.

E você … esta se preparando para a MORTE?

Deixe aqui os seus comentários sobre este assunto.

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Você tem paixão (worklover) ou vício (workaholic) pelo seu trabalho?

CapturarPara muitos profissionais, jornadas de trabalho longas são associadas ao prazer pelo que se faz. Alguns chegam empolgados para desempenhar seu trabalho na segunda-feira, extrapolam o expediente, mas conseguem manter o entusiasmo até sexta-feira. Outros ultrapassam a carga horária mínima por carregar consigo a obsessão pela produtividade. Uma linha tênue divide estes dois profissionais extremamente envolvidos em suas funções, e esse limite diferencia o PRAZER da COMPULSÃO!

Uma pesquisa realizada no Laboratório de Psicologia do Trabalho da Universidade de Brasília (UnB) desmistificou a idéia de que todos os que trabalham excessivamente se encaixavam na definição de workaholics.

A tese apresentou ao mundo o worklover, um apaixonado pelo seu ofício.

Clique aqui e acesse a reportagem na integra.

Clique aqui, e descubra se você é worklover ou workaholic. Faça o teste!

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13_2621-patricia-maldonado3Dando continuidade ao post anterior (clique aqui) no qual apresentamos um artigo da Patricia Garcia no qual possuía um exemplo de Acordo para Compensação de Horas … nos dias / horários dos jogos da Copa do Mundo, recebi através do newsletter da RH.com.br, um outro convite de leitura para dois artigos muito bem elaborados pela Patricia Bispo.

Nestes dois artigos, sendo que um deles é uma entrevista com advogado da área Trabalhista e Previdenciária da IOB, Silvio Helder Lencioni Senne, cita que as empresas não são obrigadas, mas entram no Clima da Copa do Mundo, liberam os funcionários no momento dos jogos e ainda aproveitam a oportunidade para realizar campanhas internas. Confira estas informações, clicando nos dois links abaixo:

E na sua empresa … como estão os preparativos para entrar no Clima da Copa do Mundo? Deixe aqui as suas experiências sobre este assunto!

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