Dec 21

 

Semana passada, estávamos pensando em qual mensagem de Natal e Final de Ano que encaminharíamos para os nossos familiares, amigos e clientes, sempre é um dilema neste período do ano, escolher as melhores idéias, frases, ou seja, sentimentos! Foi quando, em meu carro, retornando de um trabalho em um cliente, na sexta-feira passada, em torno das 18h30min que achei a mensagem, estava ouvindo o programa de rádio “Pretinho Básico”, quando o Alexandre Fetter, comentarista deste programa, leu um artigo / crônica do David Coimbra. O título da crônica é “Certa noite de chuva”, e ao escutar e refletir sobre o seu conteúdo me emocionei e acredito que vocês também irão compartilhar deste mesmo sentimento.

Desejamos à todos um Feliz Natal e 200 “inove” repleto de alegrias e conquistas!

Segue a crônica, publicada no jornal “Zero Hora” no dia 28/12/2007:

Chovia muito no último dia em que vi meu pai. Eu estava com oito anos de idade e padecia na cama com 40ºC de febre. Amígdalas.

Meus pais tinham se desquitado havia já alguns meses. Eu, meus irmãos e minha mãe morávamos num apartamento de um quarto na Assis Brasil. Ele foi nos visitar e deparou comigo tiritando sob a coberta.

Lembro com nitidez daquela noite, dele parado à soleira da porta do quarto, de pé, olhando-me, e minha mãe ao lado, com o papel da receita do médico na mão. Ele tomou a receita e ofereceu-se para ir à farmácia. Deu as costas para o quarto, mergulhou na escuridão do corredor e foi embora. Nunca mais o vi.

Logo depois ele se mudou para outro Estado, no Centro-Oeste, e lá construiu o resto da sua vida. Um dia de 2001 alguém me disse:

— Teu pai morreu ontem.

E eu não sabia o que sentir.

Não conto essa história com ressentimento. Porque acho que entendo o que aconteceu com meu pai, naquela noite de chuva. Ao sair do apartamento, ele de fato tencionava comprar os remédios.

— Vou comprar dois de cada! — recordo que disse.

Mas meu pai era alcoolista. Na rua, deve ter cruzado pela porta de um bar, ou com um amigo, e parou para beber. Quando deu por si, era tarde para ir à farmácia e tarde para desculpar-se. Continuou bebendo, gastou todo o dinheiro e, no dia seguinte, envergonhado, preferiu não dar notícias.

Assim passou-se um dia, e outro, e mais outro. De repente, havia transcorrido tempo demais para voltar atrás ou para dar explicação. Meu pai não enfrentou a própria vergonha, isso não é incomum. Acontece. É compreensível.

O que sempre me enfeitiçou nessa história, que, afinal, é parte da minha própria história, não foi o detalhe da desistência do meu pai. Não foi o abandono. Foi o momento em que meu pai decidiu entrar no bar. Uma decisão tão aparentemente irrelevante, tão fácil de ser tomada, dar dois passos da calçada em direção a uma porta aberta, e, ao mesmo tempo, uma decisão tão crucial.

Fico pensando em como a vida é repleta dessas pequenas deliberações que podem alterar rumos e mover destinos. Fico pensando em todas as palavras espinhosas não ditas, nas vezes em que o sinal amarelo não foi cruzado, em que o gatilho não foi apertado, em que não liguei para ela, nas chances que deixei passar, e nas vezes em que fiz tudo isso, por bem ou por mal.

Um passo, uma palavra, um gole, um pedido de perdão que não foi feito, e tudo muda. Mudou para meu pai. Mudou para mim. Neste fim de ano, o que desejo a todos é isso, que o passo seja certo, que a palavra seja macia, que o gole valha a pena, que o perdão seja pedido. E concedido.

Nov 18

Hoje, durante uma pesquisa no YouTube, no qual estava buscando um filme sobre liderança através do exemplo, localizei uma “pérola”, um verdadeiro achado! Às vezes o “destino” nos ajuda e nos proporciona coincidências, pois também, hoje recebi um e-mail de dois amigos, cujo conteúdo era o seguinte:

“Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores (educados, compassivos, responsáveis) para o nosso planeta”…

(autor desconhecido)

Bom, mas vamos voltar ao primeiro assunto, o vídeo … o verdadeiro achado! Muitos clientes e amigos me comentam das dificuldades de sermos verdadeiros líderes, agora o “hit do sucesso” é a liderança servidora, no qual já publiquei diversos “post”, enaltecendo a figura do “monge e o executivo”. Mas gostaria de explorar mais um possível causa de termos este verdadeiro caos, no que se refere a falta de lideranças … quando assisti este vídeo, lembrei-me em função da minha atual fase de pai de duas filhas, uma de quatro anos e outra de dois meses, de que a causa desta falta de liderança esta na “falta de exemplos”, sim, se queremos ter excelentes liderados, temos que nos tornarmos líderes “através do exemplo”.

Assistam este vídeo … reservem um tempo para análise e reflexão e depois continuamos a conversa.

O vídeo foi desenvolvido por uma entidade localizada da Austrália, cujo nome é “ChildFriendly”. Neste link vocês podem ter acesso a outras campanhas desta entidade.

Assistiram? Refletiram? Esperamos que sim!

Dar exemplo é fundamental, para os nossos filhos … para os nossos colaboradores … nossos pretensos liderados!

E você o que acha deste assunto? Aguardaremos os seus comentários!

Nov 13

 

Hoje é Dia Mundial da Gentileza, em um post anterior, havia comentado sobre este assunto, e não poderia deixar passar “em brancas nuvens” este dia!

A escritora Rosana Braga atualizou preceitos bem antigos, mas por vezes não lembrados… estilo dez mandamentos da gentileza… não custa pensar um pouco…

  1. Tente se colocar no lugar do outro. Isso o ajuda a entender melhor as pessoas, seu modo de pensar e agir.
  2. Aprenda a escutar. Ouvir é muito importante para solucionar qualquer desavença ou problema.
  3. Pratique a arte da paciência. Evite julgamentos e ações precipitadas.
  4. Peça desculpas. Isso pode prevenir a violência e salvar relacionamentos.
  5. Pense positivo. Procure valorizar o que a situação e o outro têm de bom e perceba que este hábito pode promover verdadeiros milagres.
  6. Respeite as pessoas quando elas pensarem e agirem de modo diferente de você. As diferenças são uma verdadeira riqueza para todos.
  7. Seja solidário e companheiro. Demonstre interesse pelo outro, por seus sentimentos e por sua realidade de vida.
  8. Analise a situação. Alcançar soluções pacíficas depende de se descobrir a raiz do problema.
  9. Faça justiça. Esforce-se para compreender as diferenças e não para ganhar, como se as eventuais desavenças fossem jogos ou guerras.
  10. Mude a sua maneira de ver os conflitos. A gentileza nos mostra que o conflito pode ter resultados positivos e ainda tornar a convivência mais íntima e confiável.

Segue dois links de reportagens que foram publicadas, hoje, sobre este assunto:

Também, segue o link do livro da Rosane Braga no qual ela aborda este assunto:

  • O Poder da Gentileza

Assim como o endereço do seu website.

Existe também uma entidade no Brasil chamada Associação Brasileira de Qualidade de Vida, visitem o site, vale a pena!

Oct 29

Quando realizo as minhas consultorias, percebo junto aos meus contatos nestas empresa, um falta de motivação … falta de PIC (Participação, Interesse e Colaboração) frente aos desafios e … oportunidades no qual um projeto, por exemplo, de implementar um sistema de gestão pela qualidade!

As justificativas para este desânimo geral são inúmeras, às vezes justificáveis, mas percebo que esta falta de motivação tem uma causa única … não conseguimos nos “auto-motivar” diante das pessoas negativas que fazem com que o nosso dia-a-dia seja um pesadelo!

Diante disto, localizei um vídeo sensacional do palestrante Daniel Godri, o nome do vídeo é “Mantendo sempre cheio o seu balão

Neste vídeo, temos a possibilidade de refletir sobre o quanto nós temos que ser “donos” da nossa motivação!

Desejo à todos que assistirem este vídeo, uma boa reflexão!

E você, qual é a sua opinião sobre este assunto?

Oct 12

Em tempos de “turbulência” e atitudes suspeitas de executivos que teriam arriscado demais em busca do lucro globalizado, li uma entrevista do “monge” ou “do executivo”, ou seja, Stephen Covey, em um jornal da região sul do Brasil, a Zero Hora.

Vale a pena, refletirmos sobre as suas respostas diante desta total falta de princípios morais que atualmente estamos vivenciando!

Segue o link desta entrevista:

E você, qual é a sua opinião sobre este assunto?

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